Gostei desse capítulo, realmente ficou bom, será que Lome está sendo assombrada? ou tem poderes especiais, bom vou aguardar para ver:)
Quando falou que saia criaturas verdes e se multiplicavam pensei que eram slimes
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Gostei desse capítulo, realmente ficou bom, será que Lome está sendo assombrada? ou tem poderes especiais, bom vou aguardar para ver:)
Quando falou que saia criaturas verdes e se multiplicavam pensei que eram slimes
Teria poderes especiais eu acho... Ninguém está assombrando ela não. Enfim... Diretamente não. Mas isso fica mais pra frente. hehehehehe
Tenho q escrever logo o próximo capítulo.
Abraços!
K.
20
Lome e sua mãe Mylla acordaram cedo no dia seguinte. Foram até a cozinha e encontraram Tenner de pé, olhando a janela com um semblante pensativo. O motivo foi a saída noturna de sua filha e as coisas esverdeadas que a jovem afirmava ter visto. Ele contou o caso à sua esposa que também ficou preocupada. Durante o lanche matinal, enquanto comiam pães e frutas, a família Mines discutiu o ocorrido. Por unanimidade, decidiram que era hora de visitar Lug cobrando maiores explicações. Por que aquele estranho pescador saía à noite, sem nenhum rumo ou destino aparente? Por qual razão ele costumava parar no mesmo lugar e conversar com a terra? E por que Lome, naquela noite, havia visto o que ela chamou de "sangue verde"? O que era aquilo?
Após o lanche foram até a casa do irmão de Mylla. A esposa dele veio à porta receber os visitantes.
- Olha só quem chegou! Uma visita bem inesperada. Fazia um tempo que eu não via vocês. Entrem, vou preparar algo para comerem.
Tenner, Mylla e Lome instalaram-se na sala, onde aguardaram Shirà. Algum tempo depois, ela chegou com chá e biscoitos de canela. Conversaram sobre coisas diversas até que Tenner tocou, enfim no assunto que queria.
- Shirà... Você sabe das saídas noturnas de Lug. Ele já lhe falou algo a respeito?
- Sei sim. Por várias noites ele me avisa que vai sair. Fica passeando uma hora mais ou menos e volta pra casa. Acho que todos na cidade sabem disso. Por vezes, Wrebh vai com ele.
- Mas pra onde ele vai? Qual o motivo dessas saídas? E, aproveitando, O que ele tanto faz nesse porão?
- Ele anda pela cidade sem rumo aparente. É o que todos dizem. Quanto ao porão, ele nunca toca no assunto. Apenas alerta sobre o perigo de alguém entrar lá dentro. Às vezes ele diz que está "preparando" alguma coisa. Outras, ele diz que está estudando e pesquisando. E há vezes também em que ele está mal humorado e limita-se a dizer que o que ele faz ali não interessa a ninguém.
- Isso é muito estranho, Shirà.
- Eu acostumei, na verdade. Mas porque você quer saber essas coisas?
- Lome saiu ontem à noite, Shirà. Eu fui com ela até um suposto lugar onde Lug "conversa" com o chão. Eu não vi nada de estranho lá, mas minha filha afirma ter visto uma baba verde, brilhante que se dividia, brotando da terra...
- Hum... Não sei nada sobre isso, Tenner. Vou chamar o Lug. Ele está dormindo.
Antes que Shirà entrasse no quarto, o pescador descia as escadas, cumprimentando alegremente a todos ali presentes. Tenner antecipou-se:
- Bom você chegar, Lug. Nós estamos preocupados com você.
- Isso mesmo. Você está agindo de forma estranha desde que voltou da tal "ilha que chorava". - disse Mylla
- Eu sei disso. Não entendo o que aconteceu. Às vezes, é como se eu não controlasse o que faço.
- Esses seus passeios à noite, Lug... Por que você faz isso? E, principalmente, o que é que você fala com a terra? Lome disse ter visto algo verde saindo da terra ali. Você deve saber do que se trata. - falou Tenner, ansioso por uma resposta.
Lug, então encarou a sobrinha:
- Então é isso? Você viu a coisa verde?
Lome olhou apreensiva e deu um passo atrás. "A" coisa verde?? Ele sabia o que era!
- Olhem... Para falar a verdade, eu... Não sei desses tantos passeios noturnos que falam por aí. De vez em quando, eu saio com Wrebh. Mas é só para aliviar as tensões do dia, tomar um hidromel na taverna...
- Ah, meu amor... Mas você sai é muito! Não está indo se meter lá naquele inferninho de marinheiros, a "Estância da Gorda Farta" não né? Se eu souber que você está frequentando aquele antro de mulheres da vida fácil, minha lança sairá do armário.
- Hahahahaha! Não duvido, Shirà. Sei bem do perigo de acordar impalado; eu nem passaria pela porta dali. Só saio com Wrebh mesmo. E outra: até eu já ouvi essa história de que eu falo com a terra. É muito estranho isso. Eu realmente não me lembro.
- E o porão, Lug? O que há ali? - Mylla não resistiu; ela era a mais curiosa sobre o assunto.
- O porão... Sempre o porão! Eu ainda não posso dizer o que é. Um dia vocês saberão. Tenham paciência; que ansiedade ridícula.
Lug estava visivelmente incomodado.
- Tudo que eu posso fazer é alertar para que ninguém entre lá em hipótese alguma.. Isso é muito importante.
Após dizer isso, Lug tratou de mudar de assunto. Ninguém insistiu. Agora, indagavam-se sobre sua sanidade, sua capacidade de discernimento. Ele já não parecia muito lúcido. Parecia ter voltado ao estado em que se encontrava quando voltou da ilha há anos: confuso, com ocasionais perdas de memória e manias estranhas. Por vezes não parecia falar coisa com coisa.
Lome voltou pálida para casa. Por medo, ela não contou a ninguém, mas, desta vez, seu tio havia mentido. Havia mentido sobre tudo, estava mais lúcido do que nunca e sabia que ela havia notado isso. Lome sabia que nada de bom sairía daquele porão. E que ela era parte do plano. Era um peão, em um jogo extremamente complicado...
Nossa é um segredo e tanto que ele guarda no porão da casa, e essas coisas que só ele e a Lome veem, é um mistério, ainda não me esqueço a mulher do espelho, ta ótimo o capítulo, cheio de suspense, to aguardando o próximo capítulo, e você leu o resto de minha história?
Bom que você gostou, Izan!
Tentando começar a resolver os "mistérios" aqui. Acho que alguns serão em breve; vamos ver como estará minha capacidade de enrolação.
Em todo caso, valeu por acompanhar
Offtopic:
- A história do Makumba está ficando bem maior q eu esperava; acho que será a maior de todas.
- A escondida no Literatura, Garr e Guuk, está para terminar; dependendo da minha paciência e boa vontade para com o PAINT
- Essa... Por algum motivo, acho que será a primeira a terminar; a mais curta de todas (em termos...).
(mas posso estar enganado)
Offtopic 2:
Nas primeiras semanas de setembro tive muito trabalho, férias (com viagem), visita da minha mãe, pedidos de "servicinhos" no Photoshop... Como eu leio/escrevo/faço quase tudo no trabalho, eu nem escrevi e nem li nada em setembro. Essa semana acho que vou poder me adiantar em alguns aspectos... Já esou indo lá atualizar meu amigo Pai de Santo.
Abração
K.
Resumo 11-20
Spoiler!!!
Após um resumo dos capítulos 1 a 10, chegou o momento do RESUMO DOS CAPÍTULOS 11 a 20, pra quem estiver com preguicinha ler a história (20 capítulos, reconheço, é GRANDE!!!) ou apenas lembrar do que vem acontecendo ultimamente. Mas se tiverem todo o tempo do mundo, leiam... Acho que a história é, no mínimo, legalzinha... hehehehehe
Obrigado aos leitores e abraços a todos
K.
Os nomes esquisitos dessa parte (tem menos; ufa!)Citação:
Lug, um pescador voltou à cidade de Othialla após uma expedição no mar. Acusado de trazer com ele mau agouro e maldições, foi condenado à morte, diante de uma cidade apavorada; não sem razão. Enquanto era condenado, sua sobrinha Lome via uma fada no espelho... Apesar da sentença, Lug ficou calmo. Sabia que não ia morrer. E foi o que aconteceu. Nada nem ninguém conseguiu matá-lo! Com muito medo, a cidade começou a evitar o pescador. Após a mal-sucedida execução, A cidade voltou à calmaria habitual. Lug agia de forma coerente, mas adquiriu uma mania estranha: comprava tinta, penas, papéis e se trancava no porão de casa, fazendo sabe-se lá o quê... Um novo personagem aparece na história: Bygudo; amigo de Lome. Os dois têm em comum o amor pelas guerras de bola de neve. Ao indagar a menina ("Miúda"; por ser mais nova e menor que ele) sobre seu tio, Lome revelou o pouco que sabia e tentou falar a palavra "Gi Le Farg", mas não conseguiu. No fim do inverno, a cidade foi atacada por trolls (Tróllars). E quem saiu em defesa, acabando com as criaturas, foi Shirà, armada de sua bela lança de nome complicado: Vrýgherdsámsh'r . Anos se passaram e Lome fez 15 anos. De presente, o tio levou Lome para pescar os tubarões-platina (assassinos do mar - fyrmendahr). Os tubarões são pescados por um método pouco convencional: com uma abóbora quente. Voltando da pescaria, Lug olhou para a direção onde fivcava a suposta ilha. Pela primeira vez, Lome consegue dizer "Gi Le Farg". Além de ficar trancado no porão, Lug agora tinha também a mania de vagar pela noite. E conversar com uma planta. Bizarro! Enquanto Lug estava no porão, Shirà cuidava de casa. Às vezes, Wrebh a ajudava. E, numa dessas, não resistiu e - danadinho, danadinho - pulou em cima da moça. A visão de Lome, a fada, volta em um sonho, revelando-se um pouco mais macabra... Nessa noite, a menina foi com o pai até o lugar onde Lug sussurava para a terra, na esperança de ver alguma coisa. Viu um treco verde que parecia ter vida. O pai não viu nada. Lome tinha o dom de ver o futuro. Resolveram falar com Lug sobre o episódio e perguntar de uma vez por todas o que havia no porão. Lug não gostou. Sobre o fluido verde, ele disse não saber o que era. Lome, porém, sabia que ele estava mentindo. Muito mistério... :hmm:
- Fyrmendahr
- Bygudo Tatár Reenách (pai e filho)
- Vrýgherdsámsh'r
Eita que se é bom de resumo, é muito mistério mesmo, vai demorar para explicar da fada a bruxa, das pinturas as gosmas verdes e ta faltando da maldição a loucura.
Gente viaja um pouco essa é a verdade.
Nota a todos que eventualmente lêm isso aqui:
1- Mt confusa a história? Pra mim AINDA faz sentido... hehehehe
2- Próximo capítulo: já sei como vai ser
3- Porém.................... Tou com trabalho até as almas nas últimas semanas. Por tempo indefinido. =(
4- História suspensa, por hora.
Abraços
K.
Por conta de trabalho/férias/viagens, estive longe disso aqui por muito tempo. Mas se alguém por acaso perguntou, SIM, eu ainda existo!
No momento, trabalhando na minha primeira história (Garr e Guuk) para dar a esta um final decente. As paradíssimas histórias da Ilha e do Makumbão serão continuadas, espero, em breve (antes q eu esqueça o q irá acontecer! 8s).
Mas, por hora, passei apenas para desejar Feliz 2012 a todos os que participam deste forum. Grande abraço!
K.
Feliz 2012!
Aguardamos o seu retorno! rs