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El Tristeza tropeirón
Vou falar uma coisa, tenho nojo da imprensa de São Paulo. Nojo. Na terça-feira, a maior nota que se dava é para a insegurança do Rogério Ceni e suas falhas recentes (entenda-se The Strongest) e se ele ainda era prestigiado o suficiente para uma decisão do calibre que era a partida contra o Galo.
Aí, hoje ligo a TV quando vejo no "Jogo Aberto" uma discussão que girava em torno da pergunta: seria Rogério Ceni o líder que falta na seleção? Ué, mas não faz nem 96 horas que ele era nome em dúvida para o São Paulo, e de repente ele passa a ser um selecionável? Critério, who?
A verdade é que o tricolor jogou pouco além do mínimo. É um elenco qualificado mas que é inconsistente. Cria-se o mito do Jason, mas esse time não tem a força que tinha aquele de 2008. As chances do São Paulo de ir adiante são as mesmas do Boca Juniors, na minha opinião. Existem apenas porque em mata-mata tudo pode acontecer, mas não são tão grandes. O que o São Paulo vai ter agora é paz pra poder se preparar para essa partida contra o Galo, já que no Estadual já fez sua parte.
Só penso que o Atlético é tão favorito quanto era. E o São Paulo segue sendo o franco-atirador.
Palpites para as oitavas, sem placares, sou péssimo com isso:
No geral, o tempo em que olhar o chaveamento e "tremer nas bases" para os brasileiros já se foi, e pelo visto fico lá atrás. Hoje, parece ocorrer o inverso. Pena que eterna letárgica Conmebol, ao invés de estimular que as equipes de outros países se elevem a qualidade brasileira, faz o contrário, rebaixa o Brasil ao nível desses. Complicado, né? Os clubes do Brasil não tem culpa de serem muito melhores que todo o resto. Acho uma puta sacanagem quando a entidade mexe no chaveamento para que os brasileiros se eliminem e deem chances para os outros. Não lembro de isso ocorrer na época em que argentinos e uruguaios ganhavam tudo. É tudo isso medo da hegemonia brasileira?
Semper Fidelis