Só estou postando para verificar o bug aqui...
Pedidos do Heenett...
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Só estou postando para verificar o bug aqui...
Pedidos do Heenett...
Finalmente, depois de 3 ou 2 capitulos, eu estou postando.
Bom, é inevitável que sua evolução é visível, mesmo agora sem eu te ajudar efetivamente, você está conseguindo escrever tranquilamente... Me deixa até feliz. Mas então, podemos partir para outro passo?
Antigamente, você tentava enfeitar sem saber escrever direito, ou seja, ficava uma bagaçada só! Agora, você já está sabendo escrever benzinho (claro que pode melhorar) e, eu acho, que já pode se dar ao luxo de comecar a incrementar para dar 'aquela' mágica a sua história. Os dois últimos capítulos eu achei totalmente sem sal, sem emoção (apesar das cenas emocionantes), enfim, achei ruim.
É o seguinte, no proximo capítulo, explore o máximo que você puder de cada cena. Descrevendo de forma completa, porém que não fique artificial, e que se encaixe com o clima que você está tentando passar.
Bom, não tem muito o que dizer pq não sei como explicar, mas você pode melhorar muito mais. E você sabe disso.
Dica: Você ainda tem muita dificuldade na hora de pontuar. Abre o olho pra isso. :)
Abraço.
Lol...Espero que não tenham visto isso :eek:
Vamos ao que interessa...
Vim aqui anunciar que os Deuses não me permitiram a escrever, talvez por que as minhas idéias ainda estão a ferver no caldeirão de meu cérebro :o.
É Jurubeba acho melhor começar a conversar com os Deuses :P, valew pelo apoio...
Hove meu caro, obrigado por sempre estar aqui, creio que a nossa discussãozinha no outro RP foi desnecessária e ninguém lucrou, vejo a minha parte na culpa e lhe peço desculpas...(logo eu assim tão redutível...A se não fosse tu tio ;))
Ixa comentar algo com tio Perna é como discutir com superior no exercito...:P
mas a demora se deve ao seu coment (Tio perna e seu coment fantasma, afinal nem mostrou que ele havia comentado...:eek:) bom creio que a forma simples de escrita, e as descrições pouco atrativas e confusas até, te brocharam a leitura( a confusão é proposital...A simplicidade é falha). Procurarei incrementar mais as linhas, mas, confesso que não me arriscarei muito para que isso não se torne uma bagunça novamente ;).
Bom, é quase certeza que o capitulo estará pronto amanhã, e será postado aqui...Dediquei algumas noites a pensar em fatos...E tio prometo abusar!!!!! Da descrição.
O ILUMINADO
Credo Wicht que comment tocante ._. Mas cadê esse capítulo que não vem hein? To com uma baita neura aqui pra saber o que vai acontecer. E só pra fazer um mershan básico, daqui a pouco capítulo novo de Con Clave e acho que esse ficou bom :D
APURA PORRA
Desculpem-me a falta de tempo e o atraso :)
[Capitulo 14: A face do medo
A verdade sobre muitas coisas o homem não deve saber, mas, um vulto se escondia e esgueirava por um corredor fétido com pouquíssima luz, este ser, de aparência comum dentre os vagantes destes corredores, estava procurando a sala do trono, e o que ele queria lá nem mesmo eu sei.
Quanto tempo faz que eu vim aqui, que andei por estes corredores, que vi tantos servos inúteis e acéfalos, que de sua forma de ataque usam apenas a mais simples das armas, a força bruta.
Passemos mais adiante nos corredores e um ser de cabeleira branca sofrida pelo tempo estava sentado a uma mesa feia e desgastada numa sala com um muitos pilares com disposição não-natural, tudo ali cheirava mistério; o velho anotava algo, sobre a mesa se podia notar alguns pergaminhos despidos de palavras, e alguns com anotações que eu não pude ler.
– Olá, sou o general das forças dos céus, venho em nome do grande mestre para lhe trazer um comunicado de urgentíssima importância.
– Olá grande dragão! Pelo poder do gran mestre, o que tens a fazer por aqui?
– O velho disse, levantando os olhos do pergaminho e olhando fixamente nos grandes olhos do dragão.
– Venho lhe trazer noticias da investida contra o Bruxo.
– Humm... E cadê meu irmão, líder da investida? Garanto que ele vem trazendo a cabeça daquele maldito humano. – Disse o senhor, com punhos cerrados.
– B-b... Bem meu caro, não é bem isso.... – O dragão olhou em volta e procurava as palavras certas para dar a noticia.
– Como assim? O que quis dizer com isso?
– Seu irmão não voltará...E-e-ele não resistiu a batalha, e morreu.
Uma lágrima escorreu dos olhos do senil e caiu no pergaminho, o velho procurou por seu poder, mas, este não veio de encontro ao seu pedido, e ele apenas amargurou a morte de seu irmão. O velho se sentiu incapaz e assinou o seu último documento em serviço de clérigo de Orshabaal, a tinta se derramou pela mesa e esparramou no chão empoeirado, junto com ela parte da substância vermelha que o velho usará para assinar o documento, seu sangue, este jorrava ao montes, ele pendia no canto da mesa com o crânio rachado ao meio e a parte facial já não existia, pois ele correu e mergulhou seu rosto na lava a temperatura correu suas carnes e o dragão apenas aproximou-se e bateu com força sua cauda no crânio do senil.
– Odeio este tipo de gente...
o dragão entrou sem avisar com o documento em mãos sua voz era nitidamente solene.
– Mestre, trago notícias não muito boas. As nossas tropas estão mortas, o Bruxo é bem mais forte do que imaginamos, ele foi em rumo a floresta eterna.
– Olá Demodras, como imaginei, o teste deu certo, agora temos uma imaginação do que o Bruxo é capaz. – Disse os enormes olhos que ocupavam o trono.
************************************************** ****
Muitos meses se passaram desde a visita de Demodras as terras malditas do Orshabaal, o Feiticeiro havia terminado o seu treinamento com seu pai, e estava contra o mesmo e seus ensinamentos agora, a única coisa que este ser tirara do seu velho tutor era as habilidades mágicas ensinadas.
– Meu grande amigo, por que ainda lhe chamo de Feiticeiro? A verdade é que não gosto. – A voz provinha de um ser alto de pele rubra, olhos esverdeados, garras que transmitiam a sensação de dor e trevas. Nos olhos do Feiticeiro o Orshabaal poderia ser denominado um amigo grande e poderoso, com grande idéias também.
– Por que meu pai quis assim.
– A seu pai...seu pai, seu maldito pai; que não está do lado do meu exército que um dia matará a milhões e trará a sonhada paz as terras deste continente.
– Paz com morte não me parece duas palavras que possam ser usadas na mesma frase.
– Claro que podem! Não fale isso meu amigo,sem a morte não há glória. E a humanidade já nos oprimiu por muito, em vários séculos de dominação.
– Não seja tão melancólico e não se apegue ao passado. Ontem mesmo matei um homem, matei-o por que ele olhou para mim com aquele maldito olhar de terror. Por acaso me pareço com algum monstro?
– Não fique assim meu amigo, as mulheres lhe vêem com bons olhos.
– Bom, matei o homem e no outro dia servi a família dele com grande banquete.
– O quê? Você deu comida a eles?
– Não eu comi eles no banquete.
As risadas malévolas ecoavam nas paredes do salão, este era disposto com três tronos, um com a cadeira maior era feito de uma ossada dura e seca, os outros dois de mármore; na sala havia um pequeno poço de lava bem à frente dos tronos, cortinas vermelhas e pretas se alternavam nas paredes, grandes tesouros foram guardados e esquecidos naquele recinto, a sala tinha uma porta frontal tolamente aberta em direção aos corredores, a sala vista de um ser voador tinha o formato de um octógono, era luxuosa e cruel, assim como os dois seres que ali conversavam.
O vulto estava sempre por perto, havia muito tempo que ele entrara nos domínios do ‘'gran demônio’’(era assim que seus súditos o chamavam), ele já estava acostumado as discussões tolas daqueles dois inúteis.
Até mesmo o filho Dele parece-me acéfalo... Quanto desperdício
O ser entrou na sala se escondendo nas cortinas e ouviu algo de proveitoso
– Aquele velho eterno está ajudando o inimigo, creio que teremos que dar um fim nele.
– Sim, já passou da ora da sua eternidade chegar ao fim, mas, meu caro Feiticeiro matar um eterno é algo mais difícil que você pensa, ele é velho e tem poderes raros...
– Mestre, mestre, eu tenho algo a lhe dizer meu bom senhor. – disse o vulto imitando uma voz apertada de solenidade e humildeza.
– Fale seu inútil e não fique ai ouvindo atrás das cortinas.
E agora a voz mudara de entonação , voz agora de um ser em sua magnitude.
– Se encostar a mão em Tiquanda ou esgueirar-se até aquela floresta eu lhe destruo seu verme.
O ser grande parecido com um demônio comum correu em direção ao Orshabal, este último lançou um raio com força máxima, mas, o raio pegou em cheio os peitos do algoz, e sua marcha não parou, nenhum arranhão sequer era notado.
– Verme inútil não encoste esta sua mágica de merda em mim. Você merecia que eu lhe matasse ouviu! Você e este cão sarnento! Só não o mato pela bondade e amor de meu mestre...– o grande demônio tinha o Orshabaal levantado nas pontas dos pés, sua mão estava segurando seu pescoço e o que era intitulado ‘’Gran’’ já não tinha ar nos pulmões e tentava suplicar pela vida que escorria entre seus dedos
O Feiticeiro não tinha palavras sua voz sumiu seu coração estava acelerado, a vida já não lhe pertencia. Ele não tinha certeza se era poderoso o bastante pare se bater em combate com o demônio desconhecido. Ele correu e pulou no pescoço do grande demônio dizendo:
– Peso de mil arvores adentre em minhas células. – Neste instante o acumulo de milhões de árvores fortes da floresta como cedros e pinheiros, se fez sentir em massa no pescoço do demônio, o intuito do Feiticeiro era quebrar o pescoço do demônio pelo peso empregado.
Mas em vez disso a pele do demônio saiu nas mãos do feiticeiro e a verdadeira face deste poderoso algoz foi desmascarada. Um ser com pela mais rubra que o sol, de olhos fixos, sua aparência era como a de um touro selvagem, tinha o tamanho de três elefantes, tudo nele emanava poder.
A voz do Orshabaal falhou ao ver o Morgaroth. – M...M-mo-mor-morga... Morgaroth.
Os olhos do Feiticeiro lhe traiam. Não era possível!
Morgaroth deixou o triângulos da destruição para vir aqui, realmente aquele velho eterno é importante para meu pai
O Orshabaal desmaiou pela falta de ar, e o senhor da morte deixou que o pesado corpo daquele ser imundo caísse aos seus pés.
– Senhor da morte, o que faz aqui? Como deixou as malditas terras que você guarda?
– Não lhe devo explicações seu imprestável, deve sua vida e a deste traste ao seu pai. Diga ao imundo Orshabaal que seus planos estão indo longe de mais! E que eu estou mais perto, pois Ghazbaran acordou.
Como um raio de luz o senhor da morte entrou e saiu despercebido pelos demônios. O coração do Feiticeiro estava acelerado, ele não acreditava que virá aquela cena.
Enfim ele conheceu a face do medo, e com ela o senhor da morte.
Faço das palavras do Hove lá em cima as minhas. O nível da sua escrita aumenta claramente a cada capítulo. Esse aqui foi muito bem escrito, as descrições fluiram naturais e pude me localizar na sala do trono.
Mas tenho uma crítica a fazer: Achei meio confusa a troca de cenários. Uma hora o Demodras falava com o irmão do Warlock e depois o Feitiçeiro lutava contra o Morgaroth que tentava matar o Orshabaal. Achei que você podia ter separado as cenas com *** ou sei lá.
Mas achei esse capítulo muito bom. Eu podia ver o Morgaroth esganando o Orshabaal e este sendo erguido e clamando pela vida. Bem feita essa cena. Todo o capítulo bem feito, em minha reles opinião. Ao contrário dos meus rps, o seu só se ascende cada vez mais.
Os único erros que notei foram certas frases (falas) iniciadas com letras minúsculas. Corrige isso. Não vi mais nada pois estava muito envolvido na narração, mas cheguei a notar uma ou outra frases meio confusas, não sei dizer bem onde. Precisei ler umas trê sezes pra entender cada uma.
Bom, to esperando o cap 15.
Hoje eu vou te fuzilar...Descontar toda a raiva de meu último fracasso em cima de você...
Seu plano de zerar seus erros, dessa vez passou longe.
Seu estilo de narrativa está em constante mudança, creio eu.Citação:
A verdade sobre muitas coisas o homem não deve saber, mas, um vulto se escondia e esgueirava por um corredor fétido com pouquíssima luz, este ser, de aparência comum dentre os vagantes destes corredores, estava procurando a sala do trono, e o que ele queria lá nem mesmo eu sei.
Mas uma coisa posso dizer. É meio ruim você se expor na narrativa. Por quê? Bem, não sei explicar.
O que eu posso dizer mais claramente, expondo o que eu digo é que mais para frente você contará o que ele foi fazer lá...Então, isso quer dizer que você sabe:yelrotflm.
Peguei o ladrão no pulo.:P(Isso me dá uma auto-estima desgraçada)
Vai muda isso Sr. Tayzo.
Nunca aprendeu ortografia não? Quando você coloca uma palavra assim, ela deve ser seguida de um hífen.Citação:
com disposição não natural
"Não-natural"
Esse "narradorzin" é bem "fraquin":yelrotflm.Citação:
e alguns com anotações que eu não pude ler.
Como é que o cara tem o controle de andar perante os cenários e não consegue ler um reles pergaminho?A letra do velho devia ser um garrancho né?
Subtstância....Citação:
com ela parte da substancia vermelha
Sr. Tayzo. Eu não entendi bulhufas dessa parte. Muito confusa.Citação:
O velho se sentiu incapaz e assinou o seu último documento em serviço de clérigo de Orshabaal, a tinta se derramou pela mesa e esparramou no chão empoeirado, junto com ela parte da substancia vermelha que o velho usará para assinar o documento, seu sangue, este jorrava ao montes, ele pendia no canto da mesa com o crânio rachado ao meio e a parte facial já não existia, pois ele correu e mergulhou seu rosto na lava a temperatura correu suas carnes e o dragão apenas aproximou-se e bateu com força sua cauda no crânio do senil.
Letra minúscula em começo de frase.Citação:
– meu grande amigo,
Aqui vou te fuzilar.Citação:
– Claro que podem! Não fale isso meu amigo,sem a morte não a gloria.
Primeiro ele grita, depois baixa o tom de voz?Tsc. Não existe isso não.
O cara grita, e depois chama ele de amigo?Tsc. Não existe isso.
não a?
Sabe que a é um artigo? Sabes que existe um verbo que tem o mesmo sentido de "existir"? Sabes que esse é o verbo "haver"? Sabe que ali seria "há"?
E terminando nesse trecho,
glória tem acento.
:eek:Vicheeee!!!Humilhei demais:eek:
Eita errinho que você tem. Uma média de um por capítulo.Citação:
– Não seja tão melancólico e não se apegue ao passado. Ontem mesmo matei um homem, matei-o por que ele olhou para min com aquele maldito olhar de terror. Por acaso me pareço com algum monstro?
"Mim"
Piadinha sem graça.Citação:
– Bom, matei o homem e no outro dia servi a família dele com grande banquete.
– O quê? Você deu comida a eles?
– Não eu comi eles no banquete.
À frente...Citação:
a frente dos tronos
Errou a aspa.Citação:
‘’gran
Mesmo que haja separação das palavras pelo parentêses, isto não quer dizer que haveria uma espécie de uma vírgula ali. Então após o parentêses, deveria existir uma vírgula ou um ponto.Citação:
O vulto estava sempre por perto, havia muito tempo que ele entrara nos domínios do ‘’gran demônio’’(era assim que seus súditos o chamavam) ele já estava acostumado as discussões tolas daqueles dois inúteis.
Dois pontos, não?Citação:
O ser entrou na sala se escondendo nas cortinas e ouviu algo de proveitoso
Letra minúscula...Citação:
– se encostar a mão em Tiquanda ou esgueirar-se até aquela floresta eu lhe destruo seu verme.
Outro erro freqüente seu. Árvores tem acento.Citação:
– Peso de mil arvores adentre em minhas células.
Não era só mil?:yelrotflmCitação:
Neste instante o acumulo de milhões de árvores fortes da floresta
Letra minúscula.Citação:
– não lhe devo explicações seu imprestável, deve sua vida e a deste traste ao seu pai. Diga ao imundo Orshabaal que seus planos estão indo longe de mais! E que eu estou mais perto, pois ghazbaran acordou.
Como um raio de luz o senhor da morte entrou e saiu despercebido pelos demônios. O coração do Feiticeiro estava acelerado, ele não acreditava que virá aquela cena.
Ghazbaran deveria estar em letra maiúscula.
Eita Sr. Tayzo. Só sair o update e lá vai ele já jogando as coisas na sua Rp...Mal se noticiou Ghazbaran e você já enfia ele na parada(Mentira, faz um tempinho já).
Ah... Sim...Aquele virá ali
Você confundiu ele com outro verbo. Na verdade, o que você usou é o verbo "vir"... Algo que ainda acontecerá.
O correto seria vira, sem o acento, que é do verbo "ver" e representa o passado, que seria correto nesse caso.
Cara. Sinceramente, um narrador que tem o poder de mudar o cenário, de passar o tempo, usaria astericos?:yelrotflm
Mas eu pego esses caras no pulo, mas bonito, bonito demais!
O Morgaroth é bom para se esconder para não ser percebido pelo Feiticeiro e pelo Orsha...
Além disso, seu capítulo diversas vezes me pareceu confuso. Aquela vez, e essa última parte me pareceram muito confusas. Você não conseguiu me passar o que queria. Não ficou claro.
Dessa vez, não usarei um simples e bom, mas também, você não vai gostar:yelrotflm
Seu capítulo, ficou muito bem escrito, tirando as confusões e as dezenas de erros. Porém...
Eu não gostei. Você me deixou perdido na narrativa.
Sinceramente, dentre esse sua ascendência, este capítulo foi o pior.
Você quis mostrar o quanto você evoluiu, esquecendo-se de que a simplicidade às vezes resolve.
Decepcionado,
Hovelst,
o demônio sem palavras
Ainda não recuperei meu orgulho
Bom, veio meio que evitando postar respostas para não poluir meu próprio tópico...
Mas, vamos lá.
Manteiguito meu grande amigo, obrigado pelo apoio.
Hove, meu caro hove, vejo que se decepcionou por motivos fúteis. Por que fúteis você se perguntará ao ler este comentário.
Bom eu, em meu modo de narrativa, as vezes deixo transparecer minha pessoa em meio as inúmeras frases... Esta não e a primeira vez, no capitulo que ele vai para a noitada em companhia de Dark, ao ato se consumar com Paula, minha voz aparece, se quiser comprovar, releia.
e acho que isso não tem nada de negativo, afinal então brigue com o escritor de Musashi, uma literatura inestimável, uma das melhores que eu tive o prazer de ler.
As suas falas que você disse estarem confusas, é opinião sua, eu apenas exemplificarei a do irmão do Warlock : ele recebe a notícia, fica em choque, e se mata, colocando o rosto na lava, o Demodras apenas da o golpe final. Que confusão ein??
Mesmo assim continue aqui você é um ótimo leitor e amigo, obrigado pelas dicas, a simplicidade realmente basta, mas ela não é linda, e o simples não é lembrado.
Ahh! e antes de meu toque final, queria lhe dizer hove que pare de choramingar em seus posts que perdeu as palavras e o orgulho, e mesmo assim continua de braços cruzados. Ao invés de se lamentar, trate de agir e recuperá-los, estou sempre aqui.
O ILUMINADO
muito bom, bem melhor doque os primeiros... ^^
Depois faço uma crítica à história, até porque to sem PC e to numa LAN.
Mas só to postando pelo Reply do Hovelst.
Cara, sério, se toca. O texto tem errinhos sim, mas tem coisas que você coloca que são REALMENTE inúteis de se falar. Acho que bastaria um "Revisa o texto denovo porque tem erros de escrita banais."...
Outra coisa, DEIXA DE SER ARROGANTE MULEQUE! Você escreve de um jeito pejorativo e provocante, como se fosse o dono das palavras. Eu sei que sua intensão ñ é essa, que é de ajudar e tal, mas o jeito 'superior' que você escreve dá uma sensação ruim para quem escreve e para quem lê o seu coment.
Tenta ser mais direto e mais preciso nas suas críticas, poste erros de escritas e edição de texto para quem é novo no fórum, e não pra quem já conhece o sistema de aqui. Critique como o Melgraon... Ele sim é uma pessoa que eu admiro e tento 'imitar' nas minhas críticas...
É só.
E caso queira responder, responda por PM para não prejudicar esse topic mais do que já fiz...
Depois eu edito aqui a crítica ao texto Witch. ;)
Realmente, não tenho nada contra seu modo de narrar, até mesmo porque Musashi tem esse modo de narrar e é extremamente fantástico. Porém, se assim você o fizer, deveria ter o mantido, coisa que você não o fez ao colocar "***".
Enfim, eu vim aqui responder ao comment demente do senhor Pernalonga.
Creio eu que em nenhum momento eu agi com arrogância. Todas minhas palavras aqui foram de um comentário alegre, com o intuito de alegrar o Wicht diante da critica. Eu apenas expus os erros e coloquei o que EU não gostei.
Em nenhum momento, creio que agi com arrogância, ao contrário de sua senhoria.
Eu sempre o admirei Pernalonga, enfim. Você fala como se você postasse erros de escrita e tals para quem é novo no fórum. Nenhuma vez sequer, vi você fazendo isso. Enquanto, posso claramente lhe mostrar isso. Teria feito mais vezes se minha internet não fosse discada e creio que você sabe disso.
Eu mudei várias vezes o modo de criticar. Antes eu era extremamente arrogante, mas terei sido eu dessa vez?
Creio que não.
Mas bem...
EU CANSEI!
Depois dessa, eu não me atreverei mais a aparecer por aqui Wicht. Peça a seu grande amigo Pernalonga para lhe ajudar.
Eu realmente não sei se minha presença nessa parte do fórum seja necessária. Creio que vocês não estão felizes com minha presença.
Eu me esforçei, escrevendo um capítulo, porém não vou mais postá-lo devido eu abandonar essa parte do fórum, se não o fórum. Posso ainda entrar para ler algo, mas ajudar? Para quê? Vocês tem o Sr. Pernalonga.
Eu penso que será difícil eu revogar minha afirmação....
Eu posso me arrepender, mas enquanto o Sr. Pernalonga não retirar tal insulto à minha pessoa, aqui não voltarei.
Espero que tenha ficado bem claro Wicht...
Hovelst
Olha, eu vou tentar puxar algo dos únicos vestígios de minha memória que residem nessa seção. E que eu me recorde jamais eplodi por aqui, mas dessa vez eu me enchi.
Gostaria de direcionar essa parte do post ao Hove, sei lá se ele vai ler ou não, mas eu gostaria que ele soubesse da minha opinião em relação ao seu triste comentário recentemente nesse mesmo rp. Olha Hove, me desculpa, mas tu ta dando uma de fresco. Só porque o Pernalonga deu pití tu vai sair do fórum? E ainda sai cheio de razão, fazendo-se de vítima. Olha Hove, me desculpa de sério, MAS NÃO SEJA FRESCO! Não vai abandonar esse fórum só porque o Perna rodo a baiana lá trás! Você é uma das poucas pessoas (se não a única) que aponta erro por erro nesse fórum, e que ainda motiva o povo a prosseguir sua escrita.
Outro dia eu até comentei com o Wicht por MSN que todo mundo me esculacha em Con Clave porque nos últimos dias eu tive problemas de escrita. Ae tu chego e aponto os erros, jogou na minha cara que tava um lixo e deu tua opinião. Mas fez isso de uma maneira simpática, que me motivou a melhorar pra mostrar que eu posso. E o resultado tá visivel no prox cap de Wolf creek (eu acho).
Agora Sr. Pernalonga, NÃO DA PITI! Eu creio que o Hove não foi arrogante em momento algum, foi até simpático se me permite a ousadia de comentar. Mas você é que está sendo arrogante e patético em tal comentário sem nexo algum. E daí se ele se acha superior ou não? Isso prejudica os restos de cérebro que residem em você? Creio que não. Então não fale merda.
E ao Wicht, não da neura e continue a escrever.
E se quiserem continuar a discutir o façam por PM.
Capitulo 15: Mestres e pupilos.
– Mestre, o senhor está com uma cara de preocupado a muitos dias.
– Não se preocupe meu caro.
– Sim senhor.
Como naquele lugar horripilante existia a maior tranqüilidade, a paz emanava dos dois amigos que conversavam numa sala. Antes esta sala era feia, marcada pela morte e pela dor de muitos, durante anos foi usada na aniquilação de pessoas. Mas, tamanha era a paz imposta pelos que ali habitavam que nasciam pequenas flores aos cantos das paredes. Uma sala ampla de aparência purificada , cuja as paredes que um dia foram banhadas em sangue, hoje, eram até belas de se observar, as sólidas rochas que a compunham pareciam sorrir, e o senhor delas correspondia ao sorriso.
– Ó mestre, o senhor e essa sua mania de sorrir para as paredes. De tanto eu vê-lo fazer isso já contei as pedras desta sala. E as nomeei.
– Já atribuiu uma magia sua a cada uma delas?
– ....
O mestre simplesmente sorriu. Fazia muitas luas que o Grande Morgaroth como assim era chamado pelos mais medrosos súditos, tinha feito sua visita ao Orshabaal, e deixado bem claro o que o aconteceria se ele tentasse levar seus planos adiante.
Em outra sala sombria e sem vida, onde os maiores medos da terra se escondiam, uma conversa acontecia.
– Mestre, o Morgaroth esteve aqui, me ameaçou me disse que se continuasse com os planos me mataria.
– Seja paciente meu filho, as doces pétalas da crueldade não vão cair por terra, as flores da destruição ainda não abriram seus botões. Se fazer o rito que lhe ensinei, tudo dará certo.
– Mas mestre....
A voz do tímido Orshabaal não saiu perante seu mestre.
– Acalme-se eu ainda vingarei a sua humilhação sofrida, por enquanto prepare as coisas para o dia.
– Sim mestre.– O Orshabaal saiu e fechou a porta as suas costas, dizendo em seguida um feitiço para vedar a porta; não que ele pudesse trancar o que estava ali, por que Ele, simplesmente não necessitava de portas...
A um canto qualquer a respiração pesava, as baforadas de névoa saiam daquela boca, a cor de seu corpo era azul como o gelo, as lâminas eram parte de sua couraça. Seu punho se fechou, seus olhos se abriram, e sua voz ecoou.
– EU ACORDEI MEU SENHOR!!!!!!
Numa tarde mais que ensolarada as nuvens tamparam o sol de repente, Antonny olhou para o céu e ouviu as uma voz trazida pelas nuvens, pelos ventos, pelo mundo.
Então até ele será necessário para acabar com esta maldição, que as lâminas rujam.
Grifft tentava usar o poder dele para criar uma pequena labareda, esta serviria para assar um peixe, que ele acabara de pescar, Lily sorria da cara feia que ele fazia, e dizia:
– Se cara feia, fosse poder, você seria o rei do mundo.
– Bahh!! Em vez de falar por que não me ajuda aqui?
– Eu não mexo com fogo, faz mal para minha saúde.
– Aahhhh!! Venha aqui vou tocar fogo neste seu rabo verde se vai ver!!
– Sai para lá! Isso Dói. Mestre!
O mestre olhava tudo e sorria, dentre destes dias, seu pupilo tinha feito grandes progressos, estes dias nas aulas com fogo consegui queimar as sobrancelhas, e saiu gritando, e correndo.
Ás vezes ele conseguia uma pequena chama e ficava a colocá-la no rabo de Lily, a Hydra logo fazia cara feia e lhe dava um banho, soltando um jato de água, e no final tudo virava festa.
Mas o tempo corria e a cada segundo a maldade aumentava no coração dos demônios, sabia que Grifft conseguiria nem que ele tivesse dar sua vida em favor disso.
Hoje Grifft aprenderia o bem da cura, ele já conseguia se curar, misturando poder espiritual, com concentração na área afetada.
Mas a lição de hoje era curar uma pata quebrada de um lebre que caiu em um buraco, e ali estavam, pupilo, mestre, dragão e paciente, paciente não, lebre.
A pata do animalzinho havia sido quebrada devido ao jeito em que batera contra o solo quando ela caiu.
– Meu pupilo, a arte da cura é bem ampla, para curar a si mesmo é bem fácil, não é? Basta apenas que se concentre na lesão e diga algumas palavras, e libere poder pela sua corrente sangüínea até a lesão e a cura se fará, mas, como agora a lesão não está em você, deve fazer fluir o poder pelo vento, e levá-lo a perna da lebre e assim com concentração conseguirá. Uma coisa que poucos conseguem é o que eu quero aqui, curar as pessoas de maneira prévia só para estancar o sangue qualquer druida faz, quero que use as plantas em sua cura, ou seja, deve passar seu poder por elas, e extrair delas suas propriedades vitalícias, toda planta quando cortada brota novamente, elas tem uma cura fantástica. Tire proveito disso. – o mestre abriu a mão e dela saiu uma labareda enorme de fogo. Neste momento a Hydra arregalou os olhos, e já era tarde, o fogo havia queimado suas costas com tamanha intensidade que ela, urrava de dor. Grifft arregalou os olhos e quando ia dizer algo, viu seu mestre mas uma vez abrir a mão. Dela emanou uma luz verde e clara esta luz correu os campos se entrelaçando com os galhos das árvores e foi de encontro a Lily. E o ferimento sumiu.
– Viu não é difícil, basta dedicação!
– Ahhh! Mestre o senhor é mal, precisa me machucar daquele jeito. – Falou a Hydra com um suspiro de alívio.
– Mestre vou conseguir. – Disse Grifft com convicção.
– Sim irá. – Disse o velho mestre se levantando e percorrendo o caminho até uma roseira no meio da planície.
Até quando poderei desfrutar da beleza das flores, da companhia de meu querido pupilo, neste tempo que estamos juntos seu espírito amadureceu, e como o dia de hoje superou o de ontem, ele também se supera, e vem fazendo grandes feito, já consegue pular montanhas...Não, isso já é exagero.
O sorriso brotou na face do mestre, seus pensamentos vagavam, ele não queria que o tempo fosse tão cruel. Mas as marcas daquele despertar na cachoeira ainda vagavam por sua mente.
Não sei se aquilo foi real ou irreal, mas sei que o que vi, me encheu daquele sentimento que não tinha a muito tempo, talvez mil anos ou mais, esperança.
– A esperança é o sentimento mais puro e mais forte que existe, sendo equiparada apenas com a dor, pois nem como muitos pensam, a dor, não é apenas a dor física de quando você se machuca, a dor é algo complexo que você sente de várias formas, uma delas é a saudade, como a que sente pelo Dark seu antigo mestre.
– Aprenda que muitos mestres usam a esperança para impulsionar seus aprendizes outros, a dor, tenho esperanças em tu, conto contigo, não me decepcione.
E assim o mestre terminou seu pensamento ao redor da fogueira, entre ele e Grifft o mutuo respeito e confiança, o silêncio dos pensamentos, sonhos, olhares perdidos dos dois, soava.
O ILUMINADO.
Bom, vou ser crítico agora. Em certos momentos voc~e conseguiu passar grande emoção, como qunado o Grifft e a Hydra "brigam". Eu cheguei até a rir com a descrição imaginada pela urtiga sacana.
Bom, no inicio do capítulo eu não saquei merda nenhuma de quem tava conversando. Acho que tu quis fazer um suspense básico, mas achei que ficou encoberto demais. E sem emoção.
E já que tu cobrando mais critica, bom, eu sei que tu sabe fazer melhor que isso. Eu acho esse relacionamento do Grifft com a urtigona meio pobre, eles só conversam superificalmente sem qualquer coisa a mais. POdia fazer eles discutirem mais, debaterem as idéias, sei lá. E vou ser sincero: Eu acho que tua história ta empacada no mesmo ponto faz um tempão. Só acontece sempre a mesma coisa, discussões dos vilões, treino do Grifft, Hydra dormindo e a urtiga pensando em seabe-se lá o que. Ta precisando sair dessa rotina.
Houveram pequenos erros de ortografia, como a falta do *** na divisão de cenas e certas palavras com falta de letras ou escritas erradas. Mas estou com preguiça d eapontar. Releia que você acha.
Mas o nível ta bom. A emoção ficou evidente em certos pontos, e eu nem vi o capítulo passar. Mas tente mudar o ritmo da hist[ória (na minha opinião ta lentinho, mas tu que sabe. Não sei o que tu tem planejado). Não tenho mais críticas a fazer.
E tava na hora do ghazbaran dar as caras. Zoralurk plz.
Eu me perdi em algumas partes e tive que reler pra me situar. Ficaram meio confusas.
Mas tá bom... a escrita melhorou.
Agora sobre o Cáp. 15
Gostei muito dessa capítulo. Ficou mais organizado que o último e eu particularmente gostei mais do "roteiro" desse... achei mais simples e entendível.
E eu achei a descrição do demônio de gelo despertando muito boa mesmo.
Acho que é isso.
Esperando o próximo cáp.
Aeee
bom esse capitulo...
meio parado porem apareceu um novo membro do triangle of terror ^^
agora tipo....
a frase final não ficou muito Stephen King????
O iluminado?!
o próximo final terá a musica higway to hell (musica tocada no final de Cristine... lembram? o carro assassino)?
hahaha
brincadeirinha ^^
foi bom não vejo a hora do próximo ^^
Olá! Bem vindo a nossa histórinha que não sai do lugar. Eu disse que queria criticas e tu fez, \o/, grande você, não?
1º Eu não sou tradutor então quando fazer uma critica faça ela legível.
2ºE não era para sacar merda nenhuma mesmo. Era para ficar encoberto, e a emoção ainda não vai surgir nestas duas salas citadas tão cedo. E a idéia que tu deu, de fazer o Orshabaal, torce a boca em sinal de insatisfação. Se ele fazer isso é morte meu velho, apenas morte a ele.Citação:
Bom, no inicio do capítulo eu não saquei merda nenhuma de quem tava conversando. Acho que tu quis fazer um suspense básico, mas achei que ficou encoberto demais. E sem emoção.
3ºO relacionamento com o Tiquanda, ainda está no início, note que eles ainda tem pontos a esclarecer, eles ainda não partilham de amizade sincera, a confiança começou a surgir, eles se conhecem a pouco tempo, um pupilo nunca, eu disse, NUNCA!! deve discutir com o mestre, apenas em situações exclusivas, então, acalme-se a relação dos dois pode explodir em ira... Bom os vilões não discutiram nenhuma vez, acho que tu está é louco, lembre-se o Morgaroth não, NÂO é um vilão.Citação:
Eu acho esse relacionamento do Grifft com a urtigona meio pobre, eles só conversam superificalmente sem qualquer coisa a mais. POdia fazer eles discutirem mais, debaterem as idéias, sei lá. E vou ser sincero: Eu acho que tua história ta empacada no mesmo ponto faz um tempão. Só acontece sempre a mesma coisa, discussões dos vilões, treino do Grifft, Hydra dormindo e a urtiga pensando em seabe-se lá o que. Ta precisando sair dessa rotina.
O Grifft ainda é imaturo tem que treinar, este é o primeiro capitulo que ele treina, o outro foi uma iniciação espiritual. O mestre é um sábio, tem muitos séculos de vida, sábios adoram perder tempo pensando, e dragão, é um ''reptil'', eles adoram dormir ao sol, isso só torna minha história mais realista, obrigado por mostrar isso aos outros.
4ºA calma é amiga da perfeição, não se afobe, muita água a de correr por baixo desta ponte. Quanto ao Zoralurk...Hehe! Isso já é outra história.Citação:
Mas tente mudar o ritmo da hist[ória (na minha opinião ta lentinho, mas tu que sabe. Não sei o que tu tem planejado). Não tenho mais críticas a fazer.
E tava na hora do ghazbaran dar as caras. Zoralurk plz.
5º Que eu quase ia esquecendo as ''*****'', não existiram por que eu me apresentei mais na história, narrando a quebra de tempo, dica do Melgraon I, discute com ele....:rolleyes:
Antes de tudo queria agradecer por me conceder esse alivio de criticas, mas, quero elas sempre aqui, e isso serve para todos que lêem esta históriaCitação:
Ataquem me pedras, com toda a força do teu coração eu lhes peço, pois com elas construirei meu novo caminho
Mais foi um ótimo argumento... Gostei da sinceridade, lhe agradeço de coração, talvez eu realmente esteja deixando a desejar, não tiro sua razão. Ahh! Seja sempre um critico esplendido...Melhorou meu próximo capitulo em uns 110% com esta critica, explorarei melhor os seus pontos...Não tome estas frases acima como agressão, simplesmente, quis dar uma esplicadinha nos PORQUES que rondam a história.
O ILUMINADO. Quem se ilumina, é quem cansou de ser só mais um.
tsccc...Post duplo sorry
Também te amo.Citação:
Postado originalmente por Rizer
Wicht. Desculpe-me, mas eu antes de falar alguma coisa, eu pegarei esse rapazinho e esculacharei.Cansei, quem quiser que eu seja arrogante, eu vou ser.
Antes, de qualquer coisa, senhor, para você falar merda, terá que fazer melhor, ou parecido.
Existem várias pessoas que deixo me xingarem, mas você não é uma delas, como é mesmo seu nome? Rizer? Ah, não, tá na lista não.
Ah, sim... Eu deixo você me xingar à vontade. Fez alguma coisa melhor que eu?
Bem, eu não vi nada.
Cara... Antes de falar merda, faça algo melhor. Mesmo que for só um comentário sobre a história, faça melhor e depois o senhor vem falar comigo, sim?
Pronto. Sr. Tayzo...
Eu não me aguento sem passar aqui:P. Mesmo que eu falei uma coisa, eu vou fazer outra. Nem sempre cumpro com minhas palavras.
Então, vamos lá.
Eu não sei. Eu acho que aqui você pontuou mal.Citação:
banhadas em sangue, hoje, eram até belas de se observar, as sólidas rochas que a compunham pareciam sorrir, e o senhor delas correspondia ao sorriso.
Deveria se dar uma pausa na leitura, não colocando uma vírgula.
Seria mais ou menos assim, banhadas em sangue, hoje, eram até belas de se observar. As sólidas rochas que a compunham pareciam sorrir, e o senhor delas correspondia ao sorriso.
Enchedor de linguiças...Descrição é até bom, mas aqui você exagerou...Citação:
– Sim mestre.– O Orshabaal saiu e fechou a porta as suas costas, dizendo em seguida um feitiço para vedar a porta; não que ele pudesse trancar o que estava ali, por que Ele, simplesmente não necessitava de portas...
E além disso, está errado.
Por que diabos "ele é maiúsculo..?Ele não é tão fodão. E além disso, teria que haver um "mas" e daí o porque, que por sinal, é junto.
Às vezes...Citação:
As vezes ele conseguia
Em nenhum momento você falou que a lebre era fêmea...;)Citação:
A pata do animalzinho havia sido quebrada devido ao jeito em que batera contra o solo quando ela caiu.
Bem, faltou o hífen e também um ponto no final. Nada sério.Citação:
– Mestre vou conseguir. Disse Grifft com convicção
Pontinho sim?Citação:
O sorriso brotou na face do mestre, seus pensamentos vagavam, ele não queria que o tempo fosse tão cruel. Mas as marcas daquele despertar na cachoeira ainda vagavam por sua mente
Filosofando agora?Bem, não existe "existi" e sim existe...E também, tire aquele "se".Citação:
– A esperança é o sentimento mais puro e mais forte que se existi
E daí sim.
Silêncio....Citação:
o silencio dos pensamentos
Sr. Tayzo,
este capítulo não foi nada surpreendente. Enfim, você está desenvolvendo bem sua escrita. Seus erros são falta de atenção. E uma coisa que você está pecando, é que você não deve estar revisando após um longo tempo, e sim na hora....
Um capítulo bem escrito, mas nada especial para o enredo.Só encheção de linguiça.
Apenas seu amigo,
Hovelst
iauaiauaiuiauau.......oi witch tudo bom? cara essa historia tá bem legal, mas por favor, corrige os erros de ortografia, eu li desde o prólogo até o último que você fez até agora, muito bons mas os erros me faziam desviar da historia, me desconcentrava. Para um melhor aproveitamento da imaginação que a pessoa usa ao ler, a pessoa precisa ler algo claro e cheio de descrições. E não sei se você conhece um escritor chamado Hernest Hemmingway(acho que é assim), mas ele manda muito bem nos livros que escreveu, ele descreve desde o chão que a personagem pisa ao cheiro das coisas... tem um livro dele que é bem legal:"Por quem os sinos dobram", só que tem 500 páginas. Boa sorte e continue a historia. E arrume os erros tá, teve um lá, não sei qual capitulo que tava abraço com "s" em vez de "ç", e varios pôr quando devia ser pois, a literatura agradece.Abraso....iauiauiaaiuaiaiauiau:P,eu li os dos links, não sei se tem diferença...
Capitulo 16: Planos
Num canto débil de uma cela, um olhar vagava pelo céu, na noite que se transformava em alvorada.
Seu pensamentos iam, desde a coisa mais brilhante nas artes da vida, até os sonhos loucos de dominação e poder.
Lá fora, junto com o luar que se esvaia, um grupo de magos, vigiavam a cela, ambos com brasões de Edron nas roupas.
Eles se acham fortes, majestosos na arte da magia, mas, nem me trazer comida eles ousam, pois, o que mais perto chegou tem sua cabeça ali na parede.
A cela era enorme, na verdade, era apenas uma cela bem protegida no início, mas, quando o preso ali chegou, ele disse algumas palavras, e tudo se transformou, virou uma enorme torre, de aparência rude, com escadas em espiral, um pequeno palácio para um grande homem, disse o prisioneiro.
Tudo foi mudado, a arquitetura foi colocada para lembrar a cidade em meio ao deserto, Ankrahmum, porque segundo os pensamentos, do dono, ele estava só como em um deserto.
Duas vezes por ano, o seu velho amigo ia lhe visitar, sempre com aquelas palavras doces, aquela aura de paz, o espírito limpo, a conversa era longa e agradável.
Mas os sonhos de dominação não eram esquecidos, o prisioneiro sempre lembrava deles, na verdade ele pensava mais nisso, do que em qualquer outra coisa.
Ele olhava a parede e lembrava que ele tinha um poder inigualável, pois ali se encontrava a carranca, do que um dia foi um mago de Edron. Esse na época era um grande general, e achou que devia mostrar serviço, e por imprudência, levou a comida do prisioneiro.
Quando chegou as portas da torre, ele disse ‘’ Utamo Vita’’.
Mas mesmo com o corpo protegido pela magia arcana, uma bola negra vôou livre, partindo da janela superior atingindo em cheio seu rosto.
O prisioneiro olhou e disse:
Levitate de la mas.
O corpo levitou até a janela, e com um rápido movimento de dedos, a cabeça do homem já estava na mão do feiticeiro, e o corpo caia, como uma pedra, ao chão.
Os demônios que eram, um pequeno presente de um novo amigo, sairam e devoraram o resto; e agora aquela cabeça pendia na parede, com metade da face enegrecida, um olhar parado, de quem um dia viu a morte, e não voltou a olhar mais a vida.
O prisioneiro sabia que seu novo amigo queria seu poder emprestado, sua sabedoria...Para fazer o quê? Isso ele ainda não sabia.
Mas que era algo grandioso que poderia mudar muito o mundo...Ah! Isso era!
Creio que irei descobrir o que aquele ser quer, e tirarei proveito disso...
Numa outra sala, não muito distante, dentro das cavernas de Demona.
Aqueles seres desprezíveis conversavam.
– Mestre, tudo tem saído como combinado.
– Humm..
– A nossa escada para a dominação, está colocada, basta nós subirmos, com o feitiço que o prisioneiro conhece, e a oferenda certa, teremos o que almejamos.
– Sim, até que enfim seremos os reis desse mundo, acima do Verminor e seus discípulos...muahahaha!!!
O Orshabaal ia saindo da sala e a fechando, quando os demônios que guardavam os tesouros, como a espada do valor, e a armadura do demônio; tentaram olhar a face, do que estava na sala...
Um vulto correu a sala, um vulto negro e sem rosto, passou pelos demônios, e voltou à sala, o Orshabaal ao vê-lo passar apenas se curvou. A porta se fechou, e os seis demônios caíram cada um para um lado... Mortos. Pelo ser que residia dentro da sala.
Nem a oportunidade de ver o rosto de seu aniquilador foi lhes dada, pela curiosidade, apenas a morte os restou.
O Orshabaal fechou a porta e sorriu, dizendo:
– Vida longa, ao senhor das trevas.– a porta se lacrou, e o seu interior se cobriu de escuridão.
Mas o Orshabaal tinha seus planos, ele queria o poder para ele, e sabia que a hora certa de agir não era essa.
Esperarei minha hora, de pegar o trono das trevas, e ser o senhor do mundo. Por enquanto me é cômodo servir.
A ambição pelo poder existia dentro do coração de ambas a partes, quem ficaria com este poder? De que de tão cobiçado, já estava condenado a se tornar maldito.
No coração do prisioneiro surgia uma flor de loucura, de novamente ser o rei da magia, de ser o centro do mundo.
No coração do Senhor da cela escura em Demona, a objetividade de seus planos para matar o Verminor, e conquistar o trono de mais forte dentre os seus... Depois subjugar a raça humana.
Na cabeça do Orshabaal, a traição parecia um cálice doce, que deveria ser bebido na hora certa, de forma, a pegar o poder que ele almejava.
O ILUMINADO.
Mama Brusqueta...
Estou muito feliz com o capítulo que li no RP do Manteiga, e espero ficar feliz com este também.
Eu acho que o jeito com o qual você se expressou ficou estranho, muito estranho e confuso. Enfim, você pode manter a vírgula, e simplesmente colocar um "e", ou retirar a vírgula, que acho bem mais coerente. E na próximo techo, que diz que o olhar percorre o céu... Acho extremamente desnecessário. Enfim, você pode colocar essa parte ali em cima, enfim.... Vou ter que mostrar senão acho que vou apenas fazer mais confusão.Citação:
Num canto débil de uma cela, um olhar vagava, a noite se transformava em alvorada, e aquele olhar percorria o céu.
Num canto débil de uma cela, um olhar vagava pelo céu, na noite que se transformava em alvorada.
Acho que assim, ficaria bem melhor.
Coloque um "pois", após a parte em negrito, ficará melhor.Citação:
Eles se acham fortes, majestosos na arte da magia, mas, nem me trazer comida eles ousam, o que mais perto chegou tem sua cabeça ali na parede.
Bem, é uma explicação, então "porque" junto...Citação:
por que segundo os pensamentos
Eu acho que se você colocasse assim, ficaria melhor...E dentro do jeito que você escreveu.Citação:
a conversa era longa e agradável.
...e uma conversa longa e agradável.
Fica fugindo do trabalho para postar isso, isso que dá...Na pressa de postar esse capítulo, esqueceu de colocar um itálico aqui...Citação:
Levitate de la mas.
Sairam....Não é futuro...Citação:
Os demônios que eram, um pequeno presente de um novo amigo, sairão
À sala...Citação:
e voltou a sala
Aqui não é em itálico...Eu acho.Citação:
Mas o Orshabaal tinha seus planos, ele queria o poder para ele, e sabia que a hora certa de agir não era essa.
Wow....Vagabundo. Me deixou curioso. Enfim, acho que o objetivo desse capítulo pequeno foi atingido, mas... Não conseguiu me prender na leitura, porque na hora em que começava a ficar fisgado, o capítulo acaba. Mas, bem, seu objetivo maior era deixar-nos sedentos por mais linhas, eu creio.
Mas tenho uma coisa a lhe falar, a pressa é inimiga da perfeição, e postando o capítulo rápido desse jeito me deixou bravo...
Foi mal revisado e escrito, com certeza, às pressas.
Um capítulo muito bom, apesar de muito pequeno, mas que deixou a desejar.
Hovelst,
o insano
É eu devia ter lido antes, mas a preguiça é foda. Antes de mais nada... Demona tem apenas um ene, capiche?
Sem dúvida foi um capítulo curto, curto até de mais se me permite a ousadia. Como o Hove falou, na hora que a o capítulo ia ficando emocionante, acaba abruptamente. Tenta explorar mais os capítulos :P
Mas fora isso (e os erros de português) foi um bom capítulo, com um ótimo nível de suspense. Eu realmente imaginei que o orshabaal fose querer trair o mestre, mas não imaginei que você fosse mesmo explorar isso.
E em relação ao prisioeiro, nada a acrecentar. creio que tu não descreveste a torre para manter o suspense em relação ao lugar. Mas tenho quase certeza da identidade do nosso prisioneiro e de sua torre.
Espeando.
O Coveiro,
Manteiga.
PS: Hove ganhei o dia com teu comment em Con Clave XD
iuaiuiuauaiuaia....eaew cara ja li o cap 16, mas....pra mim dexou muito a desejar, aposto que você nem leu o post que eu dexei ali em cima...mesmas criticas do post la em cima...flw...iauaiuaiuiai
Realmente, parece um capítulo feito pela metade.
Na metade do clímax, o capítulo acaba sem mais nem menos...
Começa monótono e confuso, e depois persiste confuso e interessante...
E realmente há erros na escrita e na divisão dos parágrafos...
Faltou uma revisada... mas enfim.
Eu pessoalmente não achei que foi um dos capítulos mais felizes... sinceramente achei o último bem melhor, mas isso não vem ao caso.
Parece que você fez as pressas, como já falaram...
Bem... esperando o próximo capítulo~
Olá, para os bichos e bixas que lêem isso, :p (as bixas: coveiro, e o Van)
mas, pelo que vi meus planos vão de vento em polpa...^^
O capitulo realmente foi planejado para acabar mais do que de pressa, à principio eu pensei em continuar o assunto com o próximo capitulo...
Mas ficaria demasiado de grande, e além disso ia ter uma quebra forte de idéia, o que apenas confundiria vocês.
Bom, venho me desculpar por que, esse PC que to usando(é um lixoooooo!! Essa carroça!!!), mas, eu to me desculpando porque (oia lembrei que isso é junto quando é explicação....VAN!!), o texto fico ''feio'' já que não me foi fácil, colocar as coisas mais simples...Como prova disso podem olhar os meus títulos, e comparar com esse...Enfim, pequei na estética.
Infelizmente ou felizmente, esse assunto intrigante demorará a ser tratado...Que venham as safadezas...Adoro safadeza como alguém disse...
Os erros eu acho que eu vou ter que passar num analista porque, é incrível como eu não consigo zerá-los, e até aumentam...:(
Novos capítulos só no fim de semana, se os Deuses me permitirem, a 'cacentração'' e outros fatores ajudarem.
Prometo um capitulo longo, com uma descrição requintada.
AHH! Joue meu novo leitor...Eu li sim pow o que tu me disse...É que eu só lerdo quanto a gramática.
Aqui é um vai e vem de gente...Sinto saudades de meus antigos leitores...E gosto dos novos...Que indecisão não?:p
Meu caro cruel, aqui mais não vem, acho que se cansou de me aconselhar. E do meu jeito de postar, :(.
Meu amigo pernacurta, tá de casa nova :p, em compensação, tá de PC miado..:(
a linda Chazys, sumiu, promessas, lindas promessas...
Bom parar de falar merda, capitulo vem em breve, espero que leiam, e postem...
Van!!!!!!!!!! Vou zerar os erros rapá, se vai ver!
Coveiro, capitulo próximo vem do jeito que tu gosta.
Tuelho tumem vai gostar... Eu acho...
O Joue tomara que eu zere os malditos erros que teimam em aparecer.
O ILUMINADO. As surras vem, e com elas, a dor, boas lapadas, realmente tomei. O gosto delas, não ousarei mas sentir. Elas me ensinaram uma boa lição.:(:(:(
desculpem-me a indelicadeza do post duplo :o
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Capitulo 17: Uma aposta.
Em uma tarde magnífica Suon corria livre pelo céu, as andorinhas voavam em contraste com o escarlate do último, as águas da cachoeira bailavam no ar, a grama estava verde como nunca, tudo inspirava paz, as borboletas polinizavam as últimas flores da campina, em uma corrida desengonçada Lily, tentava pegar Grifft que corria feito um louco na planície.
Ele com suas lindas idéias de que era forte, acabara de ter sua aula de terra, e tentando fazer um terremoto, fez com que o monte de terra levantado por seu mestre caísse em cima da Hydra e a soterrasse.
Grifft e suas proezas nas aulas. – O mestre pensou deixando o sorriso aparecer.
A noite vinha chegando e com ela trazia uma lua prateada e cheia de beleza, a lua dos namorados diziam as crenças, as estrelas pareciam com grãos de açúcares, pontilhando o céu.
– Grifft, você conhece aquele lindo ser chamado: mulher?
– Haha! Eu sou um homem que me dou para lá de bem com esse ser!
– Humm... Acho que sou melhor do que você nesse assunto. – O mestre sorria.
– Hahaha! Não me faças rir, eu sou melhor do que você em quase tudo. – Grifft pensava. – Esse velho pode ser melhor que eu em magia, mas, em termo de mulher, essa coisa não ganha de mim, nem que ele tente mil vezes.– Humm... Então vamos fazer uma aposta. Quem conquistar mais damas esta noite, e as levar para o leito, fica livre do trabalho por uma semana.
– Fechado!
– Bom, se arrume o melhor que puder!
Grifft saiu com um sorriso estampado no rosto.
Esse velho vai ver, vou conquistar tantas belas garotas que ele vai trabalhar por um mês!
Grifft mais que depressa correu até a cabana onde estavam seus pertences e começou a revirá-los.
Pegou uma camisa de seda branca, suas mangas lhe cobriam todo o braço, tinha pequenos lugares para que a armadura pode-se ser vista; pegou uma calça que lhe dava bastante mobilidade, de cor preta, que fez um belo par com as camisas; caçou suas botas de velocidade, deixando o elmo fora do vestuário.
E ali estava Grifft, parecia simples, porém, belo, a calça preta lhe torneava as pernas, mas, não apertando demais; a camisa estava bem arrumada e se via a armadura típica dos heróis se mostrando embaixo da camisa; a bota como sempre caia bem com qualquer roupa, e especialmente com aquela calça só era possível ver o bicos do calçado.
Grifft saiu da tenda já vestido, o mestre se encontrava sentado no mesmo lugar, olhando as estrelas e pensando.
– Antonny.
– Humm...
– Em que pensa?
– No futuro, que a cada dia se torna mais doce e incerto.
– Sim, nisso você tem plena razão.
– ...
– Mestre será que um dia poderei olhar para este mesmo céu, e saber que todos que amo estão felizes?
– Eu não sei...
– Mestre, acho melhor se preparar para perder. – Nesse instante Grifft já estava com uma enorme bola de energia na mão, o mestre olhou o rosto do seu pupilo e o viu totalmente iluminado.
– Isso é maldadeeee! – Olhou tardiamente, a bola já tinha o empurrado barranco abaixo.
– Haha! Está ficando velho!
– Ahhh!! Você vai ver, traiçoeiro, não deixarei uma mulher para você!
Os dois sorriam, o pupilo com a cabeça apoiada em seu braço esquerdo olhando o céu; o mestre já voltava no caminho rumo a Grifft, a felicidade parecia fazer parte de cada um dos dois, eles eram felizes porque a vida era bela, pelos pássaros voarem...simplesmente felizes.
– O senhor não vai colocar sua roupa?
– Ahh! Vou lhe ensinar. – Antonny fechou as mãos e estalou os dedos. E a roupa simplesmente se compôs no seu corpo.
Uma camiseta de um vermelho intenso como o de Suon, deixando a mostra os braços; uma calça branquíssima com pequenas veredas cor de fogo; a botas eram brancas como a calça, tudo lhe parecia perfeito.
– Parece que terei trabalho com você, porque em matéria de roupas, me surpreendeu.
– Ahh! Você ainda não viu nada. Vamos?
– Sim.
Os dois saíram caminhando animadamente, conversando sobre mulheres e seus charmosos corpos. A conversa era animadora, e o libido deles simplesmente fluía por seus corpos, cada um com sua imaginação em pleno pique para pensar na mulher perfeita.
As hienas uivavam para a lua, o deserto começava a se fazer, com suas areias brancas e frias.
As luzes da cidade que antes pareciam distantes, agora estavam bem próximas, ambos sabiam aonde ir, o velho bar na zona alegre da cidade.
Varias mulheres já tomavam uma bebida no bar, o balcão havia sido polido e estava com aspecto de semi-novo, as cadeiras e mesas foram trocadas, agora o estabelecimento parecia mais aconchegante, o local todo foi reestruturado, as mesas eram de uma madeira vinda das florestas élficas davam um ar mais belo a tudo, o novo assoalho continha desenhos de mulheres nuas, e fortes cavaleiros a subpurjá-las. As mesas estavam cada uma acompanhada por quatro ou seis cadeiras, as vezes um grupo maior pegava algumas emprestadas da mesa vizinha, as mesas eram redondas facilitando assim a troca de carícias as escondidas independente da posição no qual o homem e sua pretendente estivesse sentados, não importava se estavam lado a lado, ou um à frente um do outro, a mesa simplificava tudo.
O balcão agora era limpo, os barris de vinho ficavam à mostra para lembrar a todos que a bebida regrava as imaginações.
Grifft e Antonny adentraram o bar, sentaram-se no canto esquerdo da entrada, e olhavam as lindas damas que ali estavam. Um olhou para o outro como se quisessem dizer ‘’que o jogo comece’’.
As mesas começaram a se entupir de gente, com a reforma o bar ficou mais conhecido, e agora até mulheres da alta sociedade vinham ali escondidas para se embebedarem e tentar conseguir um bom par para a noite.
- É Grifft, acho que aquela moça de cabelos ruivos está olhando para nós.
A moça da mesa da frente tinha os cabelos ruivos caídos aos ombros, usava uma blusa arroxeada, com uma saia que havia sido cortada para ficar mais curta, seu belo par de pernas eram de se impressionar, os seios extremamente redondos e empinados, o olhar estava com um tom de sedução era simplesmente hipnótico.
Grifft suspirou. Ela sorriu, parecia que quaisquer uns dos dois tinham grandes chances, e ela era uma das mais belas até agora presente no bar.
– Mary. Eles são lindos não são? – Disse a amiga à moça ruiva.
– Sim, e acho que vou fisgar um deles, ou talvez os dois.
– Ahh! Mais eu também vou querer um pedaço de uma daquelas lindas bocas.
As damas conversavam animadamente e sorriam olhando para mestre e pupilo.
- Lisa, notou a armadura do homem de cabelos loiros?
- Sim, mas, sei que aquela armadura é digna apenas de heróis, o que o deixa mais interessante e charmoso, garanto que ele é um grande cavaleiro.
- Mais você é tonta demais Mary, onde já se viu que um cavaleiro, iria sair de armadura e sem espada. – Lisa fez uma cara demonstrando que a amiga era retardada.
- Ahh! Detalhes, eu não quero a espada, uma boa noitada com ele já me faria feliz.
- Eu também.
Os olhares se intercalavam entre as duas mesas, uma das garotas colocou em um pedaço de pergaminho velho e sujo, os dizeres:
"Será que vocês sabem mais do que lutar?’’
Grifft leu os dizeres e se levantou, Antonny apenas sorriu, e esperou para ver o que ocorreria.
O pupilo levantou uma das mãos, e uma flor nela apareceu, fez a cadeira de Mary flutuar, pondo a dama de pé, entregou a ela a rosa, puxando um acento ao seu lado para a senhorita, lhe beijando o rosto que já estava corado. Todos do bar aplaudiram, as outras mulheres estavam loucas para conhecer o mago poderoso de cabelos loiros.
Antonny para não ficar para trás, fez um movimento rápido de mão, e a cadeira junto com Lisa saiu bailando, pelo bar, até se encaixar de frente para ele.
– Vejo que você tem cabelos cinza, e olhos vermelhos, mas é lindo. – Disse Lisa no ouvido do seu acompanhante.
As moças do bar todas comentaram, entre meio os rostos risonhos muitos se destacavam e a noite estava apenas começando.
O dialogo foi cortado, Antonny se levantou e convidou Lisa para tomar um ar fresco, saindo assim do bar, os dois caminharam, até um beco escuro e o ato se consumou ali mesmo.
O mestre saiu com Lisa nos braços ambos estavam com uma ótima cara, mesmo no lugar inusitado que ocorrera, nenhum dos dois ousou reclamar.
– Levarei você em casa. Utani gran hur.
Grifft já estava sentado na mesa no mesmo lugar de quando o mestre saiu. Acompanhado agora de uma moça que chegou fazia pouco, seu nome era Anita.
– Fique calmo só você pode me ouvir.
– Eu sei.
– Uma! Uma!
– Esta já é a terceira. Estou levando elas para um quarto no fundo do bar, de lá elas vão embora. E você fica para trás.
Maldito! Ele é mais esperto que parece, está com uma mulher na minha frente, e já conversa com a terceira. Tenho que ser mais rápido. Grifft se levantou, levando a dama pela mão em animada conversa. Ia dirigi-la para o quartos do fundo, e lá ela seria mais uma.
E assim a noite correu, Suon começava a se apresentar, e a contagem estava acirrada, o mestre havia lhe passado, e totalizavam seis do Antonny, contra cinco de Grifft.
O pupilo voltou e largou o corpo já exausto e cima da cadeira perto do balcão. Havia apenas duas mulheres no bar, elas eram amigas e acabaram de passar no teste para entrar em uma guilda de arqueiras.
Estavam comemorando, já que a prova fora muito difícil, pois só podia ser feita na parte da noite dificultando assim a visão.
As duas conversavam. Grifft se aproximou pensando que sua única chance seria se ele conseguisse levar as duas para a cama ao mesmo tempo.
– Olá lindas moças!
A conversa transcorreu de forma picante, de forma que Grifft levou as duas para casa, lá chegando elas dividiam um pequeno quarto e sala, que elas chamavam de lar.
A casa era bonita, tinha pele de animais cobrindo o assoalho, e passava um ar aconchegante, elas convidaram Grifft para entrar e este não se recusou.
Sentou-se na beirada da cama, enquanto elas fechavam as janelas, e acendias pequenas velas no canto da parede. O cheiro forte de perfume feminino entrou nas narinas de Grifft, o ambiente pouco iluminado e com duas belas garotas o deixava com o libido à flor da pele.
Os seios lindos das duas lhe pareciam uma tentação, as pernas de uma caíram sobre as suas, enquanto uma se encarregou de tirar as roupas de todos. Os beijos na nuca e frases ditas na orelha aguçavam o desejo das mulheres, as carícias trocadas, e logo uma se deitou por cima dele, a outra veio lhe beijar a boca, e lamber seu pescoço, a língua de Grifft circulava os mamilos da moça que lhe beijava a nuca, enquanto a outra lhe cavalgava.
A excitação estava aflorando no corpo de ambas as partes, trocando de amazonas, e deixando que a outra também sentisse o prazer do sexo alto.
Por fim de tudo, o orgasmo para as mulheres e o gozo de Grifft vieram a tôna, o ato consumado e eles apenas se entregaram ao sono.
O ILUMINADO. Se estou de pé pela milésima vez, não me parabenize, por que significa que mil vezes cai.
Bom...
Não desculpo pelo post duplo:yelrotflm
Você disse que ia zerar erros. Vamos ver, vamos ver. Espero que sim...
Acho melhor um "e" aqui.Citação:
, as estrelas pareciam com grãos de açúcares, pontilhando o céu.
Olha a pressa de postar o capítulo...Citação:
a camisa estava bem arrumada e se via a armadura típica dos heróis se mostrando em Baixo da camisa;
Primeiro, "Baixo" maiúsculo, e segundo, "embaixo" é junto:yelrotflm
élficas...Não me pergunte por que, mas tem acento...Citação:
as mesas eram de uma madeira vinda das florestas elficas
Eita "enxeção" de lingüiça...Citação:
o novo assoalho continha desenhos de mulheres nuas, e fortes cavaleiros a subpurjá-las.
Por que diabos iam fazer isso? Ensebação cara.
Exagerou demais, descrição é sempre bom, mas também tem suas horas.
Amostra de vinho...Hmmm:wub:Citação:
os barris de vinho ficavam amostra
Amostra é uma coisa, já à mostra é outra.
Lembrando que tem duas bocas, então...Já entendeu, mas pra facilitar, coloque assim:...um pedaço de uma daquelas lindas bocas.Citação:
– Ahh! Mais eu também vou querer um pedaço daquela linda boca.
Eu reparo em tudo:yelrotflmCitação:
‘’ Será que vocês sabem mais do que lutar?’’
Olha eu enchendo lingüiça aqui. As aspas estão erradas.:yelrotflm
Mas...Citação:
mais é lindo.
À flor da pele...Citação:
O cheiro forte de perfume feminino entrou nas narinas de Grifft, o ambiente pouco iluminado e com duas belas garotas o deixava com o libido a flor da pele.
Outro capítulo só pra encher lingüiça...:mad:
Outra vez, você não fez o que prometeu. E só tenho uma coisa para lhe falar, revise mais. Tenha calma para escrever.
E...
Como já disse, um capítulo pra encher lingüiça, que acho que não vai fazer falta.
Mas foi bem descrito, menos aquela parte que lhe falei, que foi exagerada. Eu gostei...E os tarados de plantão vão ao Nirvana.
Hovelst,
o insano
iuaiauiuiauiauia......cara, concordo com o hovelst que este capitulo foi mais pra deixar encher linguiça.....e (eu disse "e") brincar com a imaginação de quem lê, sem nenhum conteudo que vá alterar a historia, e como hoveslt disse sobre os tarados ahuhuauhauha eles vão ter que se prender pra não cairem da cadeira...uahhuauhahua....e dessa vez os erros não foram 0, mas deu uma bela melhorada flws.....e o post duplo eu vo reporta(auhhuahuauhaauh)....iauiauaiuaiuia...zuera :yelrotflm
Tipo... gostei, melhorou na parte dos erros e talz.
Eu não acho que tenha sido "encher lingüiça".
Pelo menos não na parte de ele ter aprendido a fazer terremotos e tal. Isso pode vir a ser importante no futuro.
Agora sobre o resto, não digo "encher lingüiça", mas algo como "agradar os leitores". Eu, lendo esse capítulo, me lembrei de programas como A Praça É Nossa, que precisa dopar o telespectador com mulheres semi-nuas pra fazer a audiência crescer. Não acho que seu RP vá tomar o mesmo rumo, e espero que não tome mesmo.
Eu acho que o fato do seu último capítulo ter sido um pouco criticado em alguns termos fez você escrever esse visando agradar os leitores, e não continuar a história.
Bem, é isso o que tenho a dizer, por enquanto.
Esperando o próximo capítulo.
Bem, pra mim é quando uma coisa é escrita e está lá só ocupando espaço no texto. Quando se fala, fala, fala e não diz nada de significante na história.Citação:
Postado originalmente por joue
Bem... agora que eu estou vendo, acho que ficou meio que pra "encher lingüiça" mesmo, com excessão do começo do capítulo. :wscared:
Que povo mais insistente...Será que todo capítulo eu terei que lhes informar algo.
Mas farei isso com prazer desta vez, mas PELOAMORDEDEUS, não comparem esse ''linda história'' com A praça é nossa, pois eu acho aquilo simplesmente ridículo, e o meu capítulo só mostrou mulheres bonitas e essa parte da narrativa para fixar a personalidade dos meus personagens.
E o meu objetivo principal foi estreitar as relações entre mestre e pupilo.
Você que critica aqui é bem vindo, agora lhe jogo uma pergunta: Daria sua vida por alguém que você apenas ensinou a andar de bicicleta?
Esta seria uma comparação mais amena, da relação deles, então quando no outro capitulo, não me lembro bem de quem foi que me cobrou uma amizade. Eu já havia me ligado a este termo, e mestre e pupilo nesse capitulo estreitaram laços, isso eu quero poder passar no próximo capitulo.
E bom, não se pergunte se foi encher lingüiça ou não, mais sim se a leitura desse foi prazerosa.
E bem, eu não escrevo histórias,
Eu sou um polidor de almas.
O ILUMINADO.
Não vou te deixar dar post duplo desta vez.:P
Eu não senti prazer algum...Citação:
E bom, não se pergunte se foi encher lingüiça ou não, mais sim se a leitura desse foi prazerosa.
Vocês são muito tarados, sentido prazer até em uma simples leitura.
E sim, vocês sabem de que prazer estou falando...
Hovelst,
o insano
Oh god, to aki ñ to?
Bom, concordo com o povão. Foi pra encher linguiça. Não creio que isso altere o ritmo da história. Ma sfoi muito bem descrito. Não vi muitos erros, então melhorou muito sim. E ahá, você fez a relação do Grifft com o capim-colchão aflorar, muito bom :D Agora fiquei feliz.
Esperando.
O Coveiro,
Manteiga.
li u cap 1 curti bastanti
muy loko
ergggh! sem querer
Capitulo 18: Dia de visita
O dia amanhecia em Ankrahmum, Grifft acorda com uma sensação de leveza incrível, ele olhou suas belas acompanhantes deitadas ao seu lado.
Preciso ir, meu mestre me aguarda, e tenho que começar a lhe cobrar a aposta.
Grifft se levantou, esfregou os olhos, levantou os braços esticando a espinha.
Olhou os raios dos deuses Suon e sua irmã Fafnar, vestiu suas roupas que foram jogadas a um canto da casa, e saiu.
Um batalhão de criaturas se colocavam em reverência para receber a chegada do visitante, entre estas criaturas, haviam grandes aranhas, dragões de água, as Hydras. Sapos, demônios, fogos vivos elementares, dentre todas as criaturas se diferenciavam três delas: uma aranha enorme, que parecia ser mais velha e mais sábia dentre todas, esta tecia uma teia longa e bonita. O outro era um humano, usava um tapa-olho, e um chapéu marrom, estava com um enorme navio atracado a suas costas, de onde se viam milhões de seus subordinados, todos curvados. O terceiro era uma grande habitante dos mares, tinha tentáculos grandes e pegajosos, sua face era medonha e tenra, seu humor mudava conforme as marés.
Um ser humano passeava dentre as filas das criaturas, parou no final das filas que regiam os batalhões, e disse:
– Devius, quanto tempo meu velho amigo, me parece que está mais charmoso.
– Ora, ora! Eu sou um simples pirata aos seus serviços, não me elogie tanto que fico envergonhado. Você, sim, parece mais jovem, e até os olhos estão com um brilho diferente.
– Nossa! Realmente fazia algum tempo que eu não via a luz dos deuses brilharem nos céus.
– Sim, e como.
– Senti falta de tu Devius. Por que não me visitou mais? É bom ter uma pessoa bem humorada como você por perto.
– Ora, quantos elogios, obrigado. Prometo aparecer, aos pés do seu trono em breve.
– Ora, ora, digo eu! Um pirata só faz promessas para cumpri-las, então, sei que você aparecerá. E veja, o seu barco me parece maior, e com mais tripulantes, tem feito avanços!
– Sim, graças a tu. Não me elogie tanto ou fico vermelho.– Devius sorri, seu rosto realmente, estava rubro. – Mas, elogiar o barco eu não me importo, e garanto que o Rudic também não se importa.– No enorme barco de velas negras, se lia nas madeiras da proa, ‘RUDIC O INDOMÁVEL’.
– É o velho Rudic está belo e cheio de garra.
O humano se virou deixando tremular sua capa ao vento, enquanto o dono do navio se curvou mais uma vez.
Este ser tão respeitado, trajava uma roupa totalmente branca, com uma capa negra que lhe cobria todo o corpo e parte do pescoço, deixando à mostra o olhar e os cabelos, estes últimos eram vermelhos como o fogo, e uma característica era totalmente marcante: seus olhos. Estes eram totalmente brancos, e alguns de seus amigos, falavam que mirar naquele olhar era perder-se no vazio profundo.
O homem caminhou mais um pouco agora se virando rumo à enorme aranha, que estava a tecer uma teia branquíssima. ela tinha o corpo enorme, oito olhos, todos alaranjados, igualmente eram suas patas.
– Olá, velhinha.
– Ô meu senhor, desculpe-me a indelicadeza. – Disse a aranha se curvando em cima das quatro patas dianteiras.
– Não se preocupe com formalidades, e me diga; o que faz com esta teia?
– Uma pequena lembrança para o senhor!
– Nossa! Deixe-me ver. – Entre, as patas da aranha estava um colar, tecido de suas próprias teias, e olhem que as teias desta aranha tem uma resistência enorme, sendo praticamente indestrutíveis a mão humana. Alguns diziam que se poderia levantar um elefante usando as teias como corda.
– Nossa, realmente é belo, e vindo de você! Chega a me dar honra em ganhá-lo.
– Mas ainda não está pronto. Pensei em colocar uma pedra preciosa no buraco deste colar. – Em um ponto do colar, havia um orifício, do tamanho de um punho fechado, para colocar a dita pedra.
– Acho que estou com sorte, pois, tenho comigo uma pedra antiga, acho que será uma combinação perfeita. – O homem tirou uma pedra de cor azul, de dentro da capa, era uma pedra linda, enorme, parecia ser mais antiga que o tempo.
– Está pedra contém poderes, milenares meu mestre, já que ela ficou em sua guarda durante tanto tempo.
– Sim, este é o olho do dono da verdade, saiba que eu o ganhei de um ser humano que nunca havia mentido, segundo ele, esta pedra, era do colar de Fafnar.
– Nossa que história! Será mesmo verdade?
– De tão sábio que este homem era, que se tornou um eterno, apenas pelo seu poder, hoje, ele comanda batalhões, que se intitulam: ‘Os torturadores’.
– Ahh! Se foi ele quem falou, eu certamente acredito, lembro-me bem dele. Um homem de muitos valores.
– Com certeza sim, minha cara! – Com isso o ser encaixou a pedra no colar, beijando assim a testa da aranha, e por fim guardando o colar.
– Ai mestre o senhor me deixa de pernas bambas, com esses seus beijos na testa!
– Haha! – Gargalhava o mestre. – O dia que lhe der um beijo na face então? É capaz de virar as pernas para cima e desmaiar!
– Com certeza!
– A mas não seja por isso. Quero ver esta cena!
– Nossa em muitos anos, não ganho um beijo seu, no rosto. Quero estar linda!
– Que assim seja. – A voz do humano fortificou-se, assumindo um tom mais forte.
A aranha perdeu as pernas, seus olhos se comprimiram em dois grandes glóbulos oculares, igual ao de qualquer humano. Agora ela obteve pernas grossas e bem torneadas, um cabelo ruivo lhe cobria a extensão de suas costas, usava um vestido vermelho, que lhe caia extremamente bem. Seu rosto era alvo e límpido, seus lábios finos e traiçoeiros.
– Nossa, fazia tempo que não usava este vestido. Pensei que apareceria sem roupas. – Disse a linda moça gargalhando.
– Agora foi você que me deixou de pernas bambas. – Um sorriso se mostrava no canto dos lábios do humano.
– Ai que vergonha, você e seus elogios! Me deixam nas nuvens!
– Haha! Obrigado. E, bom, acho que devo-lhe um beijo, já que te dei o trabalho de se arrumar.
– Não foi nada! E você acha que eu não vi seus lábios mexerem! Isso, quer dizer que você que formulou o encantamento, antes mesmo de eu pensar nas palavras certas. E outra! – A moça se aproximou do jovem. Encostado sua boca nos seus ouvidos, e dizendo: – Sei que se eu estivesse pronunciado o feitiço estaria nua, e que você iria apenas cobrir me com espelhos para que quem tentasse me ver, além de você, só iria ver a si mesmo.
– Boa garota! Vejo que conhece os meus truques.
– Sim, afinal, convivo com eles a algum tempo.
– O tempo para nós é uma pequena criança, que nunca cresce, ou até mesmo fica mais jovem a cada dia, mais bela, mais dócil. – Enquanto ele falava seus lábios tocaram a boca da moça, o que era uma surpresa até mesmo para ela.
– Mestre!! Nossa, meu coração quase que não agüenta essa emoção!
– Acalma-se, só você sentiu, e viu o que eu fiz. Para os outros eu lhe beijei na face, mas, apenas você sabe a verdade. – O mestre se aproximou dizendo no ouvido da moça. – É nosso segredinho. – E se afastou piscando um olho, e deixando a moça perdida em pensamentos. E talvez ilusões.
Todos os seres que ali estavam, tinham seu próprio motivo para chamar o humano de mestre, alguns alimentavam um profundo sentimento de amor.
O homem se aproximou do enorme bicho do mar e disse:
– Tem progredido, o mar parece mais calmo e seguro, graças ao seu trabalho.
– Obrigado senhor! Não faço nada além do que amo!
– Que seus dias sejam prósperos e benignos. – O mestre levantou a mão, e tocou na testa do animal, um luz brilhou intensamente, e, depois foi morrendo entre os dedos do homem.
Muitos ali estavam, a verdade e que todos tinham um motivo especial para seguir e admirar aquele homem, com certeza todos lutariam até a morte por ele, mas, os que se sacrificariam em prol da existência dele eram poucos.
Ele caminhou lentamente até o ponto central do batalhão e pediu que lhe abrissem espaço, todos os monstros se afastaram dando lhe uma área consideravelmente grande. Ele saltou e quando atingiu uma altura de dois metros, movimentou os dedos, e um enorme bloco de terra subiu ao encontro de seus pés.
– Bom, é um improviso ,mas, serve. Amigos, quero lhes falar, que é uma honra vê-los, muitos aqui já me conhecem – Disse ele olhando a Devius e a moça. – Outros nunca me viram, mas, quero falar-lhes, sobre o que presenciaram agora, “....Há pessoas que brilham. E há aquelas que além de brilharem deixam os rastros de sua luminosidade por onde passam, deixando vivo o sinal de suas passagens por onde atuaram. É o que ocorre com cada um de nossos homenageados. Parabéns a vocês Velha Viúva, e tu Deadeye Devious e também a nossa amiga submarina.
Os urros de vivas ecoaram, uma emoção enorme tomou conta dos três homenageados com tão lindas palavras, os presentes sonhavam em um dia ser contemplados com uma homenagem daquele jovem, que mesmo em seus atos mais simples sabia ser especial.
O jovem mais uma vez movimentou os dedos e a terra que formava a elevação voltou a ser como era antes, ele caminhou, até a uma enorme porta de prata, com um símbolo de um dragão estampado, ele olhou as janelas daquele forte atrás da porta, imponente e bizarro, e disse:
– Abra-te eu ordeno! – Em um relance a porta se escancarou, de dentro dela uma voz soou:
Seja bem vindo!
auiauaiuaiuaiuaia.....ae witch, mando bem nesse capitulo, quem ler vai ficar curioso pra saber quem é o jovem humano. Fora umas virgulas que foram esquecidas nem uma reclamação a respeito dos erros de portugues...mas vamos ver o que o Holvest tem a dizer...as descrições tambem foram otimas: "mais velha que o proprio tempo"....muito bom...aiuauiauiauiauiaua abraços