Parabéns pela história, Karasutengu. Não deve lembrar-se de mim, mas acompanhei sua história no começo, não me recordo se foi essa, mas foi ainda no ano passado. Quem sabe agora posso voltar á acompanha-la. Parabéns pelo trabalho e boa sorte.
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Parabéns pela história, Karasutengu. Não deve lembrar-se de mim, mas acompanhei sua história no começo, não me recordo se foi essa, mas foi ainda no ano passado. Quem sabe agora posso voltar á acompanha-la. Parabéns pelo trabalho e boa sorte.
Nossa tava passando lá na seção de literatura e vi que a história do garr gurr chegou a 10 mil acessos, bastante cara e essa daqui ta com quase 4 mil, o O ta de parabens e quando vai postar o novo capítulo? To aguardando e ve se passa na minha história também:y:
Obigado, Izan!!
Na verdade, comecei novos capítulos pras minhas 3 histórias ontem. Qunta e sexta deve rolar uma atualizada. Necessária após longas férias... E, semana que vem, vou ver se leio novamente algumas historias q eu sigo (incluindo a sua).
Abração!
K.
17
barbarizando as barbaridades rumo ao level 8
Saravá, o mô Diário,
Suncê pode orguiá de mim porque agora ô sô um lévou oito cheio de marra e de responsa, como dize por aí. Nosso Rio de Janeiro e o Flamengo tão cada vez mais próximo! Obviamente, mos amigos Virtudio Iluminato e Moviett Dragomill me ajudaro na façanha né? Nós três voltemos lá na tumba cos esqueletos. Assim, três guerreiros sedento por sangue marchavam de Ruquergade em direção ao cimitéro isolado na frolesta. Urso passava no caminho e, de um golpe certeiro, Virtudio despedaçava o animal. Cachorro? Moviett matava cachorro a grito! A vontade de se meter numa briga era enorme. Mas tinha que ser com coisa grande. Menor que isqueleto num servia. Era fichinha pra gente. Que viessem os 300 esqueletos da tumba; eles jantaria no inferno! Ah, Diário... Essa história de "sede de sangue" é metáfura, sabe? Nós sabemo bem que esqueto num tem sangue. Tem puêra.
Mais uma veiz, descemo no buraco. Meus amigos cavavam motivados enquanto eu cantava uma canção dedicada a OGUM pra que ele nos bençoasse com poderes sobrumanos. Sério... Nunca estivemos tão empolgado cuma luta! Enfim descemos. As aranha cabiluda? Cruelmente pisada e grudada na terra. Se arrependero de ter nascido. Ou dado reispau (??), como meus amigo insiste em dizer. Descemo mais. Cheio de isqueleto, exatamente cumo a gente quiria. Uma lágrima de prêto véio caiu dos meu zôio. Virtudio gritou "Virge Santa!! Quanto esqueleto!! Moviett, me amarrota que eu tô passado!" Moviett se empolgou: "Quanto bicho meu Dêeeus!!! Essa luta vai ser IM-PER-DÍ-VEL!" e ô num pudia ficar de fora... Sabia lá o que gritar; berrei "Mórte aos môrto!!! Pombagira vem nim nóis!!!". Acho que ficou legal. Minha cataná e as maça de guerra dos meus amigo caíro em riba dos ossudos. Foi lindo; osso pra todo canto. Eu adorava encaixá a minha cataná no olho fundo dos bicho e arrancar o crâno do lugar. Eles ficava PV7O!!! E nóis morren' de rir! Sumo muito debochado, viu? Porém... Eis que aparecero uns esqueleto mais debuchado ainda! atacando a gente jogando lama na cara e infiano o dedo nos nosso nariz. As mandíbula desses ficavam fazeno clict clict, rino da nossa cara. Era uma trupe de paiáço de circo que morreu num acidente. Ao menos era mô palpite. Depois de horas de diversão, cabamo com a farra da isqueletada. Moviett disse, todo molhadinho de suor:
- Gentem... Muito boa essa matança de esqueleto, né? Vamos continuar que tem um buraco lá em cima com minhocuçu.
- Bóoora! Eu adóoogo minhocuçu. - completou Virtudius, com um brilho nos olhos.
- (eu... num sei o que é minhocuçu) - fiquei quieto no meu canto.
Subimo num alçapão e entramo numa caverna mais iscura. As tochas num dava muita conta não. E nem sinal de minhocuçu nium por lá.
- Suncês num dissero que tinha minhocuçu aqui? Cadê eles? Achei que tivesse infestado. E só incontrei uns isqueleto podre e uma minhoca no chão.
- Calma Makumbex... Já já eles aparecem. Fique atento, eles são bem mais "osso duro de roer" que os esqueletos. - retrucou Moviett, alerta como sempre.
Aí, Diário, sinti algo grande murdiscando minha bunda.
- Pôurra Virtudio! Tira a mão daí!
Mas vi que Virtudio tava noutro canto, co Moviett... Algum deles gritou: "MINHOCUÇU!!!!!!!"
Fiquei apavurado! Virei com a cataná gritando "IÁ", e nada... Só uma outra murdida na bunda, mais forte dessa vez. Minhocuçu é um bicho tarado que ataca por trás. Tou lascado. Mássss... Nesse dia, Exu Cabêça me fez usar a cabêça.
- Virtudio, Moviett, Cai fóra quessa briga aqui é minha! Esses bicho querem é a minha bunda!!
Meio contrariados eles furo embora. Inquanto isso, mizinfí, sente a istratégia da arte da guerra do Tião Macumba aqui! Infiei a cataná por entre as perna, incachando ali atrás do saco. As bicha pulava na minha buna e KATCHINK! tinha o pescosso perfurado pela espada. Aí era só ô livrar delas cum coice. Bichas burra! Fácil fácil. Não demorou até o cramunhão soprá aqui nos ovido:
"Congraytulations, mistair Makumbah! Thou art nowe a true level eigthth champion! (Now fuck off to main!)" E eu ia fucá pra lá mermo.
Agora tou discansando aqui na cidade após inesquecível bebedeira cos meus amigos. Se num tiver de ressaca, amanhã vou pro Mein.
A Bênça.
Muito bom brother!RS eu to acompanhando suas histórias e seu estilo de história é muito bom nota 9,8^^.
Galera comenta ai as nossas história na boa, não apenas para criticas mais também para elogios:D.
Eita que tem que tomar cuidado mesmo, kkkkkkkkk, ri pacas:y:
Mutchas gracias pelos comentarios, galera! Fico feliz por estarem gostando!
Ainda estou pensando aqui na "despedida" do pai de santo favorito de Rookgaard, com um certo mal entendido com o Oráculo (as aventuras em MAIN começam em breve).Citação:
...E é bom gostarem mesmo ou Virtudios e Moviett irão pessoalmente até vocês levando um minhocuçu raivoso para mordiscar-lhes a bunda...
:yousir:
Ia postar hj o novo GARR e GUUK, mas meu computador onde está a historia e o desenho PIFOU.
Tentar atualizar TUDO lá pela semana que vem - incluindo essa aqui...
(lendo história; sem saco pra escrever nada)
Abraços com um charuto e uma garrafa de marafo
K.
18
a emocionante despedida: até breve, rurquergarde
Mesmo depois de beber como um gambá com Moviett Dragomill e Virtudius Illuminato, Makumba Joe não acordou de ressaca. "É hora de me mandar pro mein" - pensou. Assim que o galo preto lá fora cacarejou, nosso pai de santo acordou e foi arrumar a mochila. Colocou ali só o necessário; seguindo, embora relutante, o conselho de seus amigos e de outras pessoas ali: tudo que ele tinha, vendeu. Com ele, ficaram apenas as roupas do corpo - Uma camisa branca onde se lia "I LOVE ROOKGARD" com um rato sorrindo com cara de songo-mongo estampado sob a frase e uma calça de algodão com o elástico velho. Ele abaixava e aparecia o cofrinho. Ele achava legal, pois segundo ele, "a muiézada ficava mascando. Tudo doida. S3xy s3xy!!"
Dinheiro, três cuecas amareladas, algumas roupas, maçã, arne seca de coxinha de lobo, uma poção, uma pata de coelho, uma foto da Binikiba (pra dar sorte segundo ela) e, o mais importante, o SACO ESCROTAL DE UM MAMUTE VELHO, que faria com que ele voltasse com os itens após morrer no continente. Pronto! Agora era só subir lá naquela casa e falar com o oráculo. Ele se deu conta de que nunca havia visto o tal Oráculo. Achava que era um velho, tipo ele, só que mais velho, experiente e com longos cabelos oleosos. Teria uma voz rouca que ecoaria pelo local. Ficaria decepcionado quando descobrisse a verdade. Saiu de sua cabana (acho que nunca foi mencionado; Makumba Joe não tinha endereço fixo. Já ficou na casa de Binikiba, nas lojas, tavernas, sob a lua e até na casa de seus amigos, mas ele se sente meio constrangido em admitir) e caminhou até perto da casa do padeiro.olhou a paisagem, ouviu o moinho. Billy estava dormindo. Makumba, ao passar pela porta sorriu... Deu uma espalmada com toda a força, que quase a derrubou! Saiu correndo logo em seguida, rindo pra caramba. "sacaniei!!" Correndo, chegou ofegante à academia do Seymour, onde ficava o oráculo. Lá estavam Virtudius e Moviett.
Conversou emocionado com seus amigos - sem dúvida, sentiria saudades. Lembrou das destruições de esqueletos, empalamentos de minhocuçu, desaventuras anais com uma bruxa torta, bebedeiras... Foram muitos bons momentos. Os dois estavam visivelmente tristes com a partida de Makumba. Mas, como consolo, sabiam que ele voltaria à Rookgaard.
- E aí, Joe? Tá esquecendo nada? Levou o saco mágico?
- Certamente, Moviett! Mas, cando suncê viaja, sempre tem aquela sensação de que ta esqueceno alguma coisa. Geralmente é a escova de dente.
- É... Nóssa, eu verifico a mochila umas 24 vezes, acredita?
E, ao verificar... O DIÁRIO!!! Como ele iria contar sua história nos mínimos detalhes? E vocês iriam ficar sem saber do final! Moviett se propôs a ir lá pegar. Makumba aceitou. Seu amigo foi até a cabana mas, na volta, tropeçou num paralelepípedo torto e caiu em cima do diário, entre duas páginas, bem interessantes por sinal. Moviett, que gostava de uma fofoca não conteve sua curiosidade. "Vou ler uma página só, o Makumba não vai ligar.
Dez páginas depois, estava de volta à academia. Entregou o Diário ao Joe e aconselhou este a ir pra CARLIN. Ali, seria mais fácil para ele conseguir seus itens mágicos. Makumba agradeceu e prometeu mandar um cartão postal pra eles. Aí começou uma choradeira. Virtudius abraçou seu amigo por um tempão e pediu que voltasse logo; Moviett não se conteve e lascou-lhe um beijo na bochechinha gorda. Makumba não ligou... Subiu emocionado as escadas vendo seus amigos acenarem com um lenço rosa.
Chegando ao andar de cima... Nada de Oráculo. Olhou, olhou... Ninguém!
- Oráclo? Suncê tá aqui?
- Seja bem vindo, guerreiro! - Disse uma estátua com voz infantil, parecida com a do Justin Bieber.
UARGGHHH!!! Que POWRRÉÉSSA???????? Makumba pulou pra trás. Aquela aberração, uma estátua petrificada pela medusa, era o Oráculo. 0_0
Ele foi questionado sobre pra onde queria ir, que profissão queria seguir, se desejava maiores informações... Até bateu um papo legal com a estátua.
- Ô vô pá Carlim. Isso tá mais que dicidido!
- Para Carlin você irá.
- Agora... Essas babosêra de quinaite, sórcere, pálade, druide... Gostei de nada disso. Ô sô pai de santo.
- Como é?
- PAI DE SANTO!!!! Qué cô desenhe???
O Oráculo estava confuso. Makumba irritou-se e deu-lhe uma mochilada na cabeça. Aí... Parece que a ficha caiu.
Makumba desapareceu em um brilho vermelho e esfumaçado, para aparecer em Carlin segundos depois. Uma nova vocação foi criada.
-Oooops!
Após um golpe tão pesado, o Oráculo deu errado!
Ri pacas nessa parte, nova vocação, essa vai ser boa, ta de parabens:y:Citação:
O Oráculo estava confuso. Makumba irritou-se e deu-lhe uma mochilada na cabeça. Aí... Parece que a ficha caiu.
Makumba desapareceu em um brilho vermelho e esfumaçado, para aparecer em Carlin segundos depois. Uma nova vocação foi criada.
-Oooops!
Após um golpe tão pesado, o Oráculo deu errado!