Adorei !!
Supimpa !!
Flwz awe e não se esqueça de continuar !!
Fuizz
Versão Imprimível
Adorei !!
Supimpa !!
Flwz awe e não se esqueça de continuar !!
Fuizz
e como sempre... ó-t-i-m-o! a cada capítulo fica melhor... :enaccord1
não vejo a hora de ler o próximo :P
Faço das palavras do Necrok <é assim que escreve necrok??> como eu estava dizendo faço as palavras do Necrok as minhas !!
Flw aweee
Os capitulos estão otimos demorei 1 dia para ler tudo so sei que quando você laçar esse livro vai ser best seller :cool: :thumb: , falando a palavra dos seus fans novo capitulo plx.
Depois de vários dias que pareceram levar uma eternidade, finalmente havia chegado o dia do resgate do pai de Kalindir e da irmã de Flamareon e os três estavam reunidos no suntuoso salão de jantar, iluminados pela luz pálida das velas crepitantes.
- Vocês devem ter consciência do inimigo que irão enfrentar, certo? - advertiu Flamareon.
Nenhum dos dois responderam. Apenas fitavam insistentemente Flamareon, com o medo claramente impresso em suas faces.
- De fato, nem mesmo eu sei quais os inimigos iremos enfrentar. Mas está claro que deveremos nos precaver ao máximo e fazer uso de todas as habilidades que temos. - suspirou profundamente e continuou. - Bem... então vamos.
- Espera! - exclamou Kalindir. - Nós não iremos nos armar? Quero dizer, você mesmo disse que nossos inimigos não eram de se subestimar e ...
- Você acha mesmo que irão permitir que nós entremos armados? O máximo que farão é nos repreender e acabar matando aos dois!
- Foi apenas um palpite, mas vejo que realmente está não é uma boa idéia... temos que ser cautelosos ao máximo. - disse a pequena Valkiria.
- Exato. Mais alguma dúvida? - perguntou Flamareon aos dois. - diante da negativa dos dois, prosseguiu em sua fala. - Então, creio que agora possamos ir.
Sairam em direção a noite escura e embaracaram na Limusini negra e lustrosa de Flamareon.
- Vamos para Dark Vegas, Leib.
- Ah, mais uma noitada de descontração com os amigos, certo senhor? - disse sorrindo aos jovens.
- Quem dera fosse, meu caro. Luciana e o senhor Hernandez foram seqüestrados há alguns dias. - o motorista espantou-se, mas logo Flamareon imendou - Sinto muito, não tive tempo de lhe informar.
- É uma perca muito grande para todos nós. Espero que obtenha sucesso no resgate senhores.
- Assim também esperamos...
E após uma longa viagem, finalmente os três chegaram à suntuosa Dark Vegas. Uma casa noturna de grande notoriedade e reputação, que cintilava em meio aos arranha-céus que cumpunham a cidade. No topo, brilhava em letras negras o dizer "Dark" e em várias cores, "Vegas". Dirigiram-se ao portão de entrada, feito de puro aço e com um grande batedor no centro.
- Já sabem... descrição total. Não esbossem reação alguma, vamos apenas negociar com eles. Acredito que membros da Maleficus não tem o hábito de freqüentar boates, e tampouco de utilizar-se de chantagem quando podem ter um poder tão grande ou até maior que o nosso. Apenas lutem se for realmente necessário, não quero que ninguém saia ferido, ok?
Os dois acenaram positivamente com a cabeça.
- Então, vamos... e que a força do bem esteja conosco...
Flamareon, ladeado pelos dois amigos, bateu na porta do estabelecimento. E logo um homem alto e arrumado havia aberto a porta, guiando-os em direção a um outro que segurava uma carta em uma das mãos.
- O que tenho em minhas mãos?
- Uma carta. - respondeu, rindo da cara do homem.
E logo o sujeito puxou violentamente Flamareon pelo terno em sua direção, de forma que os rostos ficassem próximos um do outro.
- Não banque o palhaço ou as coisas vão piorar para teu lado. Agora, me diga... qual figura existe do outro lado da carta? - disse ele, soltando-o logo depois.
Em seu íntimo, Flamareon sentiu-se relutante ao não dizer "Sua mãe pelada." mas, consciderando a gravidade da cituação e o perigo que todos corriam, deu a resposta correta:
- Uma espada invertida.
- Entra. - disse de mal gosto o segurança.
Os amigos fizeram menção de entrar, mas logo foram barrados pelo segurança. Kalindir sentiu uma enorme vontade de arrebetar aquele sujeitinho irritante, mas conteve-se e limitou-se a responder a mesma pergunta feita ao amigo.
- Castiçal de madeira.
Chegou a vez da pequena Valkiria que, assim como os outros, respondeu:
- Olho vermelho.
E então, os três haviam entrado na grande e suntuosa boate, repleta de pessoas, iluminada e com um alto barulho de música. Alteando a voz, na tentativa de se sobrepor ao som, Kalindir perguntou o que irião fazer.
- Olhe. - disse Flamareon. - Tem uma mesa logo ali. Vamos nos acomodar e esperar.
Mas mal haviam caminhado metade do caminho e o som cessou. As antes policromáticas luzes que deslizavam sobre a multidão deram lugar a uma forte luz clara e todos os presentes haviam sacado metralhadoras em direção aos três que encontravam-se encurralados em todas as direções.
Os jovens estavam boquiabertos diante a cena sem esboçar qualquer reação. Todos, sem exceção, apontavam diretamente a eles suas metralhadoras que, Flamareon logo deduziu, eram semi-automáticas.
- Merda... - disse lentamente Flamareon.
Mas antes que qualquer outra coisa fosse dita, qualquer suspiro fosse tomado, uma enxurrada de balas voaram velozes em direção aos garotos, impregnando o ar com um barulho insurdecedor de disparos, vidros estilhaçando-se por todos os lados, um estardalhaço que parecia não ter fim.
Porém, antes que as balas que cortavam fugazes o ar consumarem-se fatais, os três conjuraram uma redoma que recebeu as milhares de balas que atiravam em sua direção, e estacavam, como se cravassem na redoma transparente. Logo os dois haviam imergido em uma grande escuridão e a antes transparente redoma deu lugar à uma metálica e refulgente, composta pelas balas que haviam sido cravadas nela.
Após os últimos disparos solitários, consumou-se o silêncio, interrompido brevemente pelo tilintar das cápsulas vazias que caiam ao chão. Logo, o aposento havia sido tomado pelo mais completo silêncio. Em meio a escuridão da nuvem de balas que agora os cobriam, Flamareon sussurrou:
- Hasta la vista baby!
E no mesmo instante todas as balas haviam sido repelidas violentamente pela redoma protetora, causando um estardalhaço maior que o primeiro. Quase todos haviam tombado pelos disparos dados por si próprios e os poucos que conseguiram escapar, gritavam aos berros "São demônios!" e debandavam desorientadamente em fuga.
- E AGORA? VÃO CORRER? - gritava com raiva Flamareon. - AONDE É QUE ESTÁ A VALENTIA DE VOCÊS, HÃ? AONDE? - gritava cada vez mais alto.
E recuperando-se do ocorrido, direcionou-se aos dois amigos.
- Como eu esperava... era uma cilada. Mas o mais estranho de tudo isso é que são mortais comuns. Se fossem seguidores das trevas, utilizariam-se mais do que metrancas para nos abater.
Os dois estavam sem palavras. Apenas contemplavam, atônitos, o cenários de destruição e as milhares de cápsulas de bala que cintilavam no chão.
(CONTINUA...)
Não tenho palavras para falar do empenho e a qualidade de seu roleplay. XD
Capítulo 12Citação:
Obrigado a todos pelos comentários construtivos ;) . Meu intuito é justamente tornar a história melhor cada vez mais! Sem perca de tempo, a continuação!
A última chave
- Ainda não consigo acreditar no que acaba de acontecer. - disse pasmo Kalindir, ainda visivelmente atordoado pelo choque. - Todos eles... todos...
- A única resposta que me vem a mente é que eles seja fiéis do lado das trevas. Que outro tipo de pessoas tentariam nos matar?
Nesse mesmo instante as portas do fundo haviam sido abertas e três homens, altos, esguios, trajados de terno e óculos escuros, irromperam em meio ao salão grande e iluminado. Dois deles, seguravam Luciana e Hernandez, enquanto que o terceiro seguia em frente. Parou em frente aos três, e logo a pequena Valkiria havia se escondido atrás dos dois, espiando amedrontada os estranhos. Os outros dois ficaram parados atrás, guardando os reféns.
- Saudações! - cumprimentou espirituoso o terceiro homem. - Por favor, sentem-se, temos muito o que conversar meus caros!
- Primeiro liberte-os. - disse em tom severo Flamareon, cujo qual emanava uma fúria intensa que podia ser sentida claramente.
- Infelizmente... não é algo que eu possa fazer. - disse em tom conclusivo. - Primeiramente, vamos conversar, depois, se cumprir algumas exigências- e esta palavra ele disse capsiosamente.
- Diga quais são.
- Eu insisto... vamos conversar primeiro. - disse desenhoso o homem.
Fez uma breve reverência e indicou uma mesa que ainda estava em condições de utilidade após o tiroteio. Um homem baixo e mirrado trazia uma bandeja com uma garrafa de vinho e três taças. Depositou-a na mesa, fez um ligeiro cumprimento com a cabeça e retirou-se. O homem abriu a garrafa e serviu-se do vinho.
- Aceitam um drink? - perguntou o homem ainda segurando a garrafa na mão.
- Dispensamos. - disse Kalindir secamente ao estranho.
- Pois bem, vamos ao ponto. Não somos seguidores da Maleficus, tampouco fiéis, mas sabemos de toda a verdade... toda...
- De que raios você está falando? - perguntou em tom desentendido Flamareon. - Por que quer nos matar?
- Porque, caso não saibam, vocês são os verdadeiros vilões da história. Vocês... - ele fez uma breve pausa e tomou um gole de vinho. - Não passam de meros instrumentos da Maleficus!
- Ah! Quer dizer então que você sabe sobre a Maleficus, certo? O que sabe sobre ela? - disse ele em notável tom de curiosidade e prudência.
- Ah meu caro, sei de várias coisas. Não só eu como esses pobres que vocês silenciaram. - e dirigiu o olhar aos corpos que jaziam no chão alvejados pelas balas. - Aliás, me impressiona a habilidade dos três. Nenhum mortal seria capaz de tamanho feito... ou seria? - indagou o homem carregando na voz peçonha e lentidão, e logo depois tomou mais um grande gole do vinho escarlate de sua taça.
Fez-se um breve silêncio no qual um sorriso adulador deslizava matreiro sobre seus lábios. E logo após, retomou o diálogo:
- Somos agentes do serviço secreto mundial e ex-membros da Maleficus. A princípio, achavamos que era apenas desordeiros que matavam por diversão, mas a coisa era mais séria do que imaginavamos.
- Percebo que notou a verdadeira face dessa seita. Não é comum... é uma seita satânica de extremo poder que pretende destruir o mundo, assim como o conheçemos.
- Bingo! - exclamou o homem. - Mas achavamos que não era um risco tão grave. Como havia dito, achavamos que era apenas um problema de relevância a ser sanado. Mas nós nos infiltramos e descobrimos a terrível e macabra verdade. Algo terrível, terrível! - exclamava o homem absorto em pensamentos.
- Vocês se infiltraram na Maleficus? - perguntou incrédulo Kalindir.
- Sim. Nos infiltramos e estavamos armando uma operação tática de prisão mas percebemos que era impossível. Como vencer pessoas com um poder tão maligno? Faziam sacrifícios humanos em nome de um tal de Dia Negro...
- O dia negro... - pronunciou instantâneamente Flamareon. - O dia em que a luz do dia se tornará a escuridão das trevas. O centésimo eclipse. Mas continue em seu relato...
Flamareon agora imergiu na história. Ele sabia que qualquer informação extra seria de extrema utilidade em sua missão.
- Pois bem... eles conseguiam extrair as víceras da vítima apenas erguendo a mão. Matavam pessoas com um mero olhar. É claro que houve os pobres ingênuos que tentaram salvar essas pessoas, achando que aquilo era algum truque mal disfarçado... mais depois que metade de meus homens morreram naquela casa maldita, eu e outros nos demos conta do grave risco que corriamos. Mas decidimos continuar infiltrados na Maleficus para saber quais eram os seus objetivos.
Dando um gole final, esvaziou a taça e tornou a enche-la novamente com vinho. Seguiu-se um breve silêncio, interrompido pelo barulho do vinho enchendo a taça e novamente voltou-se aos dois.
- Aceitam? Este vinho escocês está realmente soberbo!
- Não bebemos, obrigado. - disse novamente Kalindir. - Continue com o que tem a nos dizer, por gentileza.
- Passamos anos na surdina, espionando aqueles demônios, e finalmente descobrimos o principal objetivo deles: governar o mundo a custo de muito sofrimento e derramamento de sangue, se necessário. - disse ele que interrompeu brevemente seu diálogo dando um longo suspiro. - E descobrimos que este fim será obtido abrindo-se os portais do inferno para liderar um ataque contra a humanidade. Uma delas, eles já tem em mãos.
- O altar negro das ilhas Kaiman. - disse Flamareon. - O que nos resta saber, é qual é a última delas...
- Felizmente, existe uma delas que eles ainda não tem, e essa é a chance que temos de conseguir salvar esse planeta. Mas eu sei onde ela está. - disse o homem com um sorriso cruel e desdenhoso nos lábios. - A única coisa que os impede de obter a última chave é o tempo.
- O tempo? - indagou Kalindir com um notório tom de curiosidade.
(CONTINUA...)
Grandeee roleplay !!
auhaiua
A luciana vai ficar com o Kalindir no final??
uahiuah
eu sou curioso ...
Adorei e continue !!
Flw awee
Soberbo! Estupendo! e como sempre Ó-T-I-M-O!!!
seja o que for continua com esse roleplay... ele é muito bom!
Ps:Homens trajando ternos e óculos escuros... homens de preto?? :P
Ps2: o cara das cartas.... aquela boate do "Papa Midnight" no filme do Constantine?? :P
- Sim meu caro, o tempo! Essa inconstante, misteriosa que tanto nos fascina mas nos amedronta! Afinal de contas, ela tem grande afinidade com o destino. E o destino, é aqui e agora! - disse o homem, tomando do vinho que enchia sua taça, com um inconfundível semblante de triunfo no rosto.Citação:
É, eu estou usando vários elementos de filmes, livros, seriados, etc para fazer uma história mais diversificada. Já apareceu por aí traços de: O Chamado, Constantine, Matrix (os agentes), Harry Potter (todos esses poderes hollywoodianos dos caras), Senhor dos Anéis (toda a tensão que surge quando aparecem os inimigos) e até certos traços discretos das obras Machadianas. Enfim, existem uma série de referências e acredito que é isso que torna a história de agradável leitura, pois mistura pitacos de várias obras em só uma. Mas garanto que a história em si, será única e surpreendente. Por enquanto prefiro não comentar sobre o que irá acontecer na história, acho melhor que vocês leiam para que a história fique interessante e não acabe com as surpresas sendo reveladas antes da hora. Então, preparem-se pois aí vai a continuação da história!
Os três garotos se entreolharam com uma má impressão a respeito daquele sujeito estranho e tão icognitivo. Mas logo seus pensamentos íntimos foram interrompidos pelo discurso do homem que mais uma vez voltara a falar.
- Vocês nunca perceberam? - disse o homem em tom incrédulo aos jovens. - A maldita chave sempre esteve debaixo de seus narizes e vocês nunca viram?
- Nós nunca vimos, mas pelo jeito como você fala, deve saber exatamente onde encontra-la, certo? Então, mostre-nos. - disse Flamareon em tom conclusivo.
- Exatamente, eu sei onde encontra-la e eu irei mostra-la a vocês se assim desejarem. Sigam-me.
Esvaziou sua taça, depositou-a com um pesado baque na mesa e dirigiu-se em direção a uma cortina vermelho berrante que se encontravam no fundo do salão.
- Então... estão preparados para ver a última chave? Aquela que há de decidir o rumo de toda humanidade?
- Estamos. - respondeu prontamente Flamareon.
Nisso, o homem puxou a cortina que ocultava um grande e imponente espelho com as bordas ricamente trabalhadas a ouro. Os dois se aproximaram e observaram atentamente o espelho.
- O que esse espelho tem de tão especial? - indagou o jovem.
- O que esse espelho tem de tão especial? - repetiu o homem, em tom óbvio. - Ou a melhor pergunta seria: O que esse espelho mostra de tão especial? - disse o homem contemplando a curiosidade dos garotos, como se se divertisse com tudo aquilo.
Diante do silêncio dos três, mais uma vez retomou seu diálogo.
- Achei que estaria claro... A última chave... - disse ele. - São vocês!
- De que raios você está falando? - irrompeu furioso Flamareon. - Acho que a bebida andou afetando de mais o seu cérebro. - completou furioso.
O homem ergueu a mão, em claro sinal de pedido de silêncio e mais uma vez prosseguiu em seu discurso.
- Permita me explicar. - disse ele.
Dirigiu-se aos dois e apoiou cada mão no ombro dos garotos, enquanto a pequena Valkiria segurava amendrontada a mão de Kalindir.
- Se vocês morrerem em batalha, durante o Dia Negro, os portais do inferno se abrirão e então... - disse ele agora, com um misto de desanimo e pavor no rosto. - Bem, então... vocês já sabem. - concluiu.
Apertou firmemente o ombro dos dois.
- E é por isso que estamos aqui e é por isso que tentaram, sem lograr êxito, lhes matar. Mas, felizmente, eu encontrei o ponto fraco de vocês dois... o coração.
E logo após riu presunçosamente em direção ao chão, andando de um lado para o outro.
- Como eu os avisei, é impossível vencer uma seita do calibre da Maleficus. Nem mesmo para jovens tão talentosos e de poderes extraordinários como vocês, como eu mesmo pude comprovar. - e mais uma vez o sujeito deu uma espiadela em direção ao montande de cadáveres inertes no chão. - Se forem até lá, irão matar os três, sem dó nem piedade e ainda por cima provocarão o holocausto. E eu estou aqui para assegurar a paz mundial.
- Então...? - disse Flamareon enrugando levemente a testa e procurando logo alguma conclusão para toda aquela história.
- Então meu objetivo é impedir que vocês vão para o Templo Negro das Ilhas Kaiman. Se forem até lá, inevitavelmente morrerão e a tolice de ambos será o preço do sofrimento de muitos!
- Então você quer que não vamos lá para que possamos impedir o holocausto eminente? Você ganha dez no quesito teatralidade, mas infelizmente não conseguiu nos enganar. - disse Flamareon em tom pesaroso. - Agora, o que quer para que liberte nossos familiares?
- É o que eu pensei... foi tudo em vão. - disse ele cabisbaixo. - Você me pergunta o que eu quero... bem, eu vos digo: quero a vida de vocês! Matem-se, essa é a única chance que a humanidade tem de sobreviver! - disse ele desesperadamente. - Se vocês morrerem, serão os mártires da humanidade! Impedirão que mais uma desgraça caia sobre nós!
- Você está louco! - disse Kalindir.
- Insano! - completou Flamareon.
- Lembro-me bem que disse que libertaria seus amados em troca de uma pequena exigência minha. - disse o homem. - Pois está é a minha condição: a vida de vocês. Matem-se e juramos que libertaremos os dois.
- Se quiser nossas vidas... - disse Flamareon com o peito arfando, a cólera emanando do corpo todo. - Terá que nos matar. Você acha mesmo que pode nos persuadir com uma história tão tola como esta? Acha mesmo que falácias tão débis serão óbvias para nos persuadir? Pois eu lhe digo a resposta é... NÃO! - gritou Flamareon com toda força que lhe restava no corpo.
Os garotos sabiam que estavam entre a cruz e a espada. Se esbossasem qualquer reação, poderiam perder seus entes queridos, o que valia também para o caso de um resgate forçado.
- Pois bem, eu... - mas antes que pudesse falar qualquer coisa, olhou desesperado e assustado para todos os cantos. - Aonde... - disse ele com um leve sorriso demente no rosto. - Aonde, está... aonde está a ... garota? - concluiu com um tom próximo ao sussurro.
Mas mal acabara de dizer aquilo e os dois homens que estavam de guarda haviam sido puxados para cima por uma forma humana incorporada ao teto, como se o mesmo estivesse liquefeito. Os dois bateram a cabeça fortemente no teto e logo depois caíram, com o crânio rachado e o chão impregnado de sangue que se misturava ao dos outros que haviam sido eliminados pelos garotos.
Sem perca de tempo, o homem sacou um revólver e pôs-se a atirar em todas as direções, gritando insanamente. Seus olhos estavam arregalados e seu estado mental estava claramente abalado. As balas aparente haviam acabado.
- Vocês não entendem... - disse o homem em lágrimas aos três, que agora estavam reunidos. - Se vocês forem até lá, a Terra irá virar um segundo inferno! Não irão conseguir, eles são fortes de mais! Só peço que tenham misericórdia da humanidade!
Antes que pudessem esboçar qualquer reação, o homem caminho lentamente em direção a um reentrância próxima, sumindo de vista. Um disparo cortou o silêncio, seguido de um baque surdo de algo que caia ao chão. Os três se aproximaram e chocaram-se com a cena. A garotinha, segurou-se firme na cintura de Kalindir, enquanto os dois contemplavam a cena macabra. Com um tiro na cabeça, o homem havia seifado a própria vida.
Capítulo 13
O agouro apocalíptico