isso eh uma obra de arte, meu deus do céu, continue assin,
a morte de rofie me deu lagrimas nos olhos XD
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isso eh uma obra de arte, meu deus do céu, continue assin,
a morte de rofie me deu lagrimas nos olhos XD
bom, eu tinha desanimado de escrever, mas voltei a escreve hj pq faltam soh 2 cap. dai hj criei um personagem q eu achei mto massa e deu vontade de escreve otro rp, mas se eu fize isso ele n vai mto longe, intaum n voh prolonga o rp naum.... mas n se preocupem que eu ainda tenho MTOS caps prontos ate o final.
vlw gente!
gogoog, quero mais capitulos =O
A volta para Rookguard
Kraig andava cansado naqueles dias. Durante os dias, ele descansava em sua nova casa. Ao anoitecer, se encontrava com Eliot e Mai, que caçavam quase o dia todo. O monge auxiliava os amigos no começo da noite, sem usar suas habilidades, para que não fosse descoberto. Quando eles se retiravam para descansar, começava a caçada de Kraig.
Suas caças eram as mais variadas. No começo, ele passava a noite no cemitério de Carlin e suas redondezas, acabando com os trolls que lá habitavam. Depois ele descobriu que, nas ilhas geladas ao norte, minotauros tomavam conta das cavernas. E lá ele passou muitas de suas noites. Não fazia muito tempo que ele andava caçando Zumbis. Eram um pouco mais fortes, e asquerosos de se enfrentar, com seus corpos podres e cheiro de carniça. Mas carregavam muito dinheiro do tempo em que eram humanos ainda vivos.
Kraig despertou, ainda um pouco cansado. Mas tinha que partir logo, estava quase na hora. Vestiu sua armadura, pegou seus equipamentos, a corda, a pá, a vara de pesca, e foi até um rio para pescar. Pegou muitos peixes, até não conseguir mais carregar nenhum. No caminho até seu local de treinamento, encontrou com Eliot e Mai, vinham sorrindo, de mãos dadas, mas pareciam bastante cansados de sua caçada:
_Kraig! É uma pena que você esteja partindo só agora para caçar. Hoje resolvemos explorar os arredores de Carlin, e encontramos uma torre, bem ao norte, na beira do mar. Encontramos guerreiras Amazonas e Valquírias. Creio que será um bom treinamento para você.
O monge pediu mais informações de como chegar lá, e o amigo explicou detalhadamente. Mas não tinha nenhum segredo. Não haviam inimigos no caminho, nem obstáculos. Despediu-se dos colegas. Cumprimentou Mai respeitosamente, e partiu determinado para enfrentar um novo inimigo.
Kraig já avistava o pico da torre, e aproximava-se cada vez mais cauteloso. Viu uma luz, e a fonte da luminosidade era escondida por uma série de arbustos. Chegando mais perto, viu que se tratava de uma fogueira, e, se esgueirando pelos arbustos, já via duas guerreiras ruivas, trajando trapos verdes, e com várias adagas presas na cintura. Pareciam vigiar a torre atentamente. Kraig teria de ser rápido.
Pegou sua funda, armou uma pedra e atirou na direção oposta. Uma das amazonas ouviu o barulho, e foi verificar. Era sua chance. Correu contra a amazona, com os punhos cerrados. Seus passos eram silenciosos, e ela só percebeu o inimigo tarde demais. O primeiro soco atingiu seu braço, fazendo a faca cair de sua mão. Habilmente, ela sacou outra e golpeou Kraig, mas ele conseguiu esquivar-se antes do ataque. Segurou o punho da amazona, e com a outra mão segurou no ombro. Quebrou o braço dela com o joelho. A guerreira berra de dor, chamando a atenção da outra amazona, que devia estar vindo auxiliar a companheira. Um golpe certeiro na cabeça foi suficiente para derrota-la.
Kraig foi surpreendido por uma adaga arremessada pela outra amazona, que lhe atingiu a barriga, mas não foi forte o bastante para perfurar sua resistente proteção. Desviando as outras adagas arremessadas facilmente, ele recebeu a inimiga com um chute no estômago, seguido de uma seqüência de golpes numa velocidade incrível. Terminou com um golpe quebrando o pescoço da amazona.
Parou para respirar um pouco, e subiu as escadas. Nos andares seguintes, encontrou somente amazonas, e uma valquíria. Esta foi mais difícil de derrotar. Usava uma Armadura da Placas, e uma espada afiada. Tudo que a valquíria conseguiu fazer foi acertar a perna de Kraig. O golpe foi forte, mas o monge superou a dor e aproveitou um descuido da guerreira para derruba-la e chutar sua arma. Depois, somente finalizou a batalha, deixando-a jogada no canto da torre. Recuperou-se, e subiu mais um andar.
Logo que subiu, já haviam duas valquírias em cima dele, tentando acerta-lo. Ele defendia e contra-atacava com golpes rápidos, quando viu um Míssil de Fogo atingi-lo. Viu uma Bruxa no outro canto da sala, e pelo impacto que a magia fez, sabia que teria de matar a Bruxa antes. Apoiou-se sobre os ombros da valquíria e pulou sobre elas, partindo em direção da Bruxa. Quando pisou no chão, a Bruxa incendiou parte do chão com um Campo de Fogo, mas este nem atingiu Kraig, devido a velocidade com que corria. Uma das valquírias corria pelo campo que pegava fogo, e incendiava, berrando desesperadamente.
No combate próximo, a Bruxa ficou sem saber o que fazer, e foi rapidamente derrotada pelo monge, que chutava o peito da bruxa, até acabar com ela. Depois, a valquíria que restou viva, conseguiu atingi-lo no braço, mas Kraig usou novamente seus chutes para matar a guerreira.
E assim foi a noite do monge, subindo e descendo as escadas, matando amazonas, valquírias e bruxas, até ver os primeiros raios de sol, quando decidiu voltar.
No caminho de casa, passou pelo depósito, quase vazio, e decidiu verificar o correio. Fazia tempo que foi embora de Rookguard, e sentia saudades dos pais. Nunca tinha recebido uma carta, e alegrou-se muito quando Liane, a responsável pelo correio, anunciou que havia chegado uma carta para Kraig no dia anterior. Abriu impacientemente a carta, e começou a ler carinhosamente, quando viu que era remetida por sua amável mãe:
Amado filho Kraig,
Escrevo-te desesperadamente para avisar-te que Malik, o terrível inimigo de teu pai, armou uma cilada para ele, e assassinou-o. Foi horrível. Ele cantava sua glória em meio à cidade, e carregava a cabeça decepada de teu pai, mostrando para todos, querendo provar que era melhor que meu amado Rolf. Gostaria de mandar-te notícias boas, mas não tenho nenhuma.
Já fazem alguns dias da morte de teu pai, mas só pude tomar forças para escrever-te agora. Seymour e teu mestre, Cipfried foram muito importantes. Todos aqui me ajudaram a suportar a dor.
Tenho medo por você meu filho. Temo que Malik esteja atrás de você agora, já que ele partiu ao continente depois de matar teu pai. Eu não suportaria perder você também. Todas as noites choro a perda de teu pai e temo pela sua saúde.
Não estou pedindo que pare seu treinamento, apenas peço que mande notícias, que espero ansiosamente. Cipfried também aguarda.
Lamento meu filho... Atenciosamente sua mãe, Arlen.
Kraig não esperou mais um segundo sequer. Mandaria uma carta de seus amigos ao chegar em Rookguard, e pediu informações sobre como retornar. Sua mãe precisava mais dele do que ninguém agora. Foi até o porto de Carlin, e pegou um barco para a pequena ilha naquela manhã.
o.O simplesmente excepcional! fantastico! original! muuuuito boa a narração da sua luta! eu fiquei imaginando como seria a batalha do monge e me surpreendi! muito bom! continue assim
abraços
mto bom...a batalha contras as amazonas e as valquirias foi estupidamente incrivel.so axo que a mãe dele foi meio fria em descrever a morte do pai dele...é só continue com esse RP maravilhoso \o\
eh q sei lah... era apenas uma carta.. ela n tinha como ''por sentimentos'' na carta... hehehe
se fosse no cara a cara, seria bem mais melancolico
mas vlw e continuem comentando gente!
simplesmente Fod* cara!!! uma obra de arte, continue assin, e otra: pq soh 8 caps? a historia ta lindaa!!!!!!
8 caps? onde foi q eu disse isso cara?
No proximo cap vai começa a paulada uhauhauha
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O treinamento continua
Um ano se passou desde que Kraig voltou para casa. Rookguard continuava a mesma. Era um lugar pequeno, mas cheio de vida. As novas crianças correndo pelas ruas e os jovens aprendizes faziam Arlen esquecer por alguns momentos a falta que seu marido ainda lhe fazia. Os primeiros dias foram muito difíceis.
A moça chorava dia e noite, e Kraig tentava consolar, mas às vezes não conseguia. O treinamento do monge o tornara muito frio, e ele só chorou no enterro que seus amigos fizeram para o grande guerreiro. A imagem da cabeça do próprio pai foi muito forte para ele. Mas depois daquele dia, quando ele jurou vingança contra o assassino do seu pai, nunca mais chorou.
O rapaz realmente estava determinado a vingar a morte do pai. Ele treinava com Cipfried todos os dias. Este, já não tinha mais o vigor que teve em sua juventude, e muitas vezes deixava Kraig treinando sozinho. Suas habilidades já tinham evoluído muito, estava tão veloz, que alguns de seus golpes já não podiam ser defendidos por Cipfried, que muitas vezes acabou se machucando no treinamento.
Eliot e Mai mandavam cartas para Kraig freqüentemente. Mas o monge raramente as respondia. Estava obcecado com o treino, e não tinha mais tempo para escrever-lhes. Numa das últimas cartas, eles avisavam que estavam comprometidos, e haviam se casado. Foi a única fez que Kraig lhes respondeu, para prestar homenagens e dizer que voltaria logo. Seus amigos andavam preocupados com ele.
Kraig decidiu que estava pronto para retornar ao grande continente quando, numa manhã qualquer, o capitão do barco trouxe consigo a notícia que Malik havia derrotado o grande guerreiro que venceu o torneiro realizado todos os anos em Ankrahmun, por cinco anos consecutivos.
O sentimento de vingança brotou no coração de Kraig, e tomou conta dele. Ele não tinha mais nenhum desejo. E sabia que seria uma tarefa difícil. Mas nada o faria desistir depois do maldito ter levado seu pai.
Pediu a sua mãe se não teria problemas se ele partisse, pois ela ainda sofria, e ele tinha medo da mãe morrer de solidão, já que ela não tinha mais nenhum parente na ilha. Arlen ainda temia pela vida do filho, sabia que ele partiria somente com desejo de caçar Malik, mas ela não se sentiu no direito de segurar seu filho ali, onde ele não teria futuro. Deixou que partisse.
Kraig deixou boa parte do dinheiro que juntou em Tibia para sua mãe, para que ela não passasse por necessidades, e sempre mandaria mais dinheiro para ela, quando necessário. Na manhã seguinte, lá estava ele, de malas prontas para partir.
Kraig foi recebido com muita festa e alegria pelos amigos, mas pouco sorriu, pouco falou. A viagem havia sido cansativa para ele, e descansou a tarde toda, para, à noite, voltar a rotina de treinamentos. Eliot e Mai não gostaram nada daquilo, pois ainda não sabiam sobre a vingança que Kraig tanto aguardava.
Alguma noite Kraig passava na torre das valquírias, outras ele enfrentava os zumbis que costumava caçar antigamente. O casal quase não tinha mais contato com o monge, e resolveram conversar com ele para saber o que se passava:
_Kraig, o que há com você? –perguntou Mai, para começar o assunto.
_Isso mesmo amigo. Desde que voltou, você está muito mudado. Não sorri mais, não tem mais a mesma alegria de viver que tinha quando te conheci. Eu sei que perder um pai é bastante difícil, mas um dia, todos perderemos os pais, todos morreremos. –continuou Eliot. –Deves continuar a sua vida, e estamos dispostos a te ajudar no que precisar.
_Bom, acho que já passa da hora de saberem o que realmente aconteceu. Meu pai não morreu pelas mãos do minotauro mago, como lhes contei na carta que mandei para vocês. Malik armou uma cilada para ele, e o assassinou covardemente. – Kraig falava com um pesar no coração. –Naquele dia, jurei que vingaria a morte de meu pai. Malik morrerá pelas minhas mãos! E é por isso que tenho me comportado dessa maneira, tenho somente buscado me aprimorar e me preparar para acabar com o maldito.
_Agora entendo amigo. Por sorte, nunca me deparei com ele, mas já o vi, e pude perceber em seus olhos a maldade que toma conta dele. Pode ter certeza que terá minha ajuda na sua vingança. –disse Eliot, sorrindo para Kraig, e depois olhando para sua amada, esperando uma resposta.
_Eu também, estou com vocês. Não posso deixar que um homem sem honra como esse tal Malik continue sem uma punição. –respondeu a garota, reforçando o grupo.
_Muito obrigado, meus amigo. –respondeu o monge, meio sem jeito pela maneira como tratou seus amigos nos últimos tempos. –Quero lhes contar que tenho notícias sobre o paradeiro de Malik. Ouvi dizer que ele venceu o último torneio de Ankrahmun, e se formos até lá, certamente descobriremos onde ele está, para realizarmos nossa vingança. Proponho partirmos imediatamente para pegá-lo de surpresa.
_Estamos de acordo. –respondeu Mai.
_Isso mesmo. Vamos partir para Venore, de lá poderemos pegar o navio para Darashia, e depois ir até Ankrahmun. –completou Eliot, esperando a afirmação de Kraig.
Logo, puseram suas coisas nas mochilas, Mai e Eliot prepararam suas runas de cura, e algumas de ataque para Eliot, e partiriam ao amanhecer. Kraig já não tinha medo de lutar sob a luz do dia. Afinal, chegara o dia do mundo saber que os monges estavam de volta à ativa, pelo lado do bem...