Junior o kamus re escreve melhor sim que o kaoh, só que se nota uma pequena diferença:
o kamus re escreve apenas em prosa e o kaoh uma prosa com influência meio poética....
Versão Imprimível
Junior o kamus re escreve melhor sim que o kaoh, só que se nota uma pequena diferença:
o kamus re escreve apenas em prosa e o kaoh uma prosa com influência meio poética....
Obrigado pelos elogios.
Capítulo 8 - Vida e Morte.
Cinco anos se passaram.
Kamus e Nad estavam incomparavelmente mais fortes. Porém isso não era tudo, eles haviam aprendido a controlar seus sentimentos, suas ações e sua raiva. Além disso eles sabiam fazer todas as utilidades do dia-a-dia, e eram muito úteis para o velho mestre.
Na manhã de um frio dia de inverno, Kamus fez os exercícios como sempre, depois fez algumas tarefas domésticas e desceu da montanha sem as Botas Mágicas, e subiu novamente bem rápido. Nad estava vencendo uma fácil corrida contra um lobo que queria atacá-lo.
- Agora suma, antes que eu resolva te almoçar! - disse ele parando com altivez no rio congelado e intimidando a fera.
- Por falar em almoço - disse Kamus atrás dele -, vamos pescar.
Nad assentiu. Kamus levantou sua manga, parou por um segundo e socou a grossa camada de gelo embaixo deles, sentou-se no chão e pegou a vara amarrada às costas. Nad preferiu merglhar na água gélida e tentar a sorte com as mãos; dois minutos depois ele volta, ofegando e inspirando o ar com força enquanto segurava três peixes nas mãos.
Na casa do Mestre, os garotos se sentaram no chão para comer os peixes que fritaram. Como todo dia, o Mestre deu-lhes conselhos sábios:
- Não há jeito certo de fazer algo errado, lembrem-se disso. Estou ficando velho e quero que onde quer que eu vá sinta orgulho de vocês.
- O senhor não está ficando velho; já é há muito tempo! Entretanto ainda tem disposição para levantar duas camas nas costas, como fez semana passada. - disse Nad, abocanhando um peixe.
- Estou uma semana mais velho. - disse ele.
- Nós também. - riu-se Kamus.
- Não. Você estão uma semana mais fortes. - completou ele, gerando silêncio.
Quando acabaram de almoçar, deitaram-se nas redes que tinham armado há alguns anos atrás.
- Depois do jantar o que faremos? Aquela sequência de corrida de novo? - perguntu Nad, com um ramo de oliveira balançando na boca.
O mestre ficou em silêncio.
- Depois do jantar faremos o que? - insistiu em vão - DE...
- Já ouvi, não repita. - ordenou o Mestre - Depois do jantar saberemos o que fazer.
Tiveram uma tarde atípica, pois o Mestre não os instruiu. Ele apreciava as borboletas e os pássaros no topo das árvores, Kamus achou estranho e se ofereceu para ajudá-lo:
- Algum problema, senhor?
Ele inspirou por um instante e disse, enigmáticamente:
- Para a mente bem estruturada, a morte é a próxima grande aventura.
Depois de uma tarde não muito exigente, os garotos tomaram banho e se dirigiram à casa de velho para jantarem. Não trocaram uma palavra enquanto comiam, e só foram agraciados com as palavras de "Me orgulho de vocês" no fim da refeição. Quando Kamus e Nad iam se levantando, um grande baque derruba a porta, um homem entra, o Mestre os empurra pela janela.
Foi como se o velho já soubesse de tudo, pois ele estava preparado para empurrá-los. Kamus se levantou em meio a chuva de pequenos pedaços de palha e madeira que caíram sobre ele, tomou rumo da casa, mas de repente uma explosão.
A casa explode, o chão esquenta, Nad berra.
Kamus fora jogado para cima, teve a rápida visão de cinco homens a frente, o velho estava caído. Kamus caíra com fprça no chão fofo, mas se levantara a temo de ver Dragulia com uma espada, daria o golpe de misericórdia em seu Mestre.
O Mestre acerta Dragulia com uma magia, em cheio, no rosto. Ele rola montanha abaixo, Nad se joga na frente do Mestre, Kamus ia proteger suas costas, quando uma lança penetra o corpo do velho.
O grito de Kamus ficou preso em sua garganta.
http://img234.imageshack.us/img234/5676/cap83qj.png
Kamus está desnorteado, enquanto Dragulia ia dar o golpe final.
··Hail the prince of Saiyans··
Muito bom ;), só ficou pequeno :S, e mais descrição,como era o Dragulia?
aeeew agora eu quero ver como os dois vão se virar sem o mestre, vão se vinga ou não? agora so falta a descrição de dragulia:riso:
kra, mto bom teu rp!!
vc tah de parabens.tenho acompanhado desde o inicio.MtO LoKo.
episodio 9 plzzz
f
u
i
z
Capítulo 9 - Luta e Fuga.
Nad não se conteve. Ergueu sua varinha e libertara todo o ódio contido em seu corpo; o que fora suficiente para despertar um jato muito diferente daquelas faíscas que produzia anteriormente. Aquele foi um jató consistente e cruel, tinha uma potência destruidora, e ao atingir o homem à sua frente, arremessou-o tão longe quanto se podia ver, deixando um rastro de fumaça verde, contornando sua trajetória.
Com a correta sensação de que o amigo não conseguiria fazer aquilo de novo, Kamus agarrou sua gola e desatou a correr. Nad estava paralisado e só se movimentava devido ao grande esforço do companheiro. Kamus por sua vez, corria o máximo que suas pernas bambas permitiam; queria chegar à descida do morro, que levaria-os à outra casa.
Ainda atordoados com o que viram, os atacantes se reestruturavam e lançavam flechas contra os garotos, que a essa altura já haviam obtido uma pequena vantagem. Isso fora de fato fundamental, uma vez que Kamus conseguiu chegar na descida do morro, e atirou-se, com Nad ainda seguro pela sua mão direita.
Os dois rolaram morro abaixo, com a neve embolando-os, as costelas ricocheteando-se contra as pedras, e o próprio sangue engasgando-os, os garotos chegaram ao final da enorme descida sem fôlego nem para se levantar.
- Minha varinha... - suspirou Nad, ao sentir que as mãos não seguravam mais nada.
- Vamos! - ofegou Kamus, pondo-se em pé e levantando o amigo.
Nad ainda estava em estado de choque e mostrava-se incapaz de correr. Kamus então botou-o nas costas e iniciou a subida por outra grande elevação. Podia ver os adversários escorregando atrás deles, e com o passar de algum tempo de tortuosa subida, flechas zunindo em seus ouvidos.
Com metade do caminho percorrido, Kamus sentiu que algo atingira o lugar onde devia ser suas costas, mas que nas circusntâncias, era o braço de Nad; apertou o passo.
Ao ver que estavam quase chegando, Kamus ficou tão afobado que achara que pisara em falso em alguma pedra que se movera, mas não era isso, o seu calcanhar havia sido penetrado por uma flecha. A dor se alastrara com a rapidez e devastação de um furacão; seu cérebro forçava-o a parar de andar, suas pernas travaram. Entrentanto, seu instinto de sobrevivência o forçou a correr toruosamente até poder se apoiar em algo. Subiu mais um pouco; a casa já era visível; correu.
Dessa vez uma flecha penetrara seu ombro. A dor fez com que não conseguisse mais segurar o amigo, e Nad saiu rolando morro abaixo novamente. Não tinha como voltar para pegá-lo, não tinha o que fazer, é meu fim, pensou.
Mas como a genialidade nasce do desespero, Kamus se lembrou da sua salvação. Correu até a casa, procurou debaixo da cama e achou o que queria: um par de botas.
Calçou as botas mágicas e correu.
Um furacão, pensou um dos homens que viu de relance algo agarrar o menino caído que estavam prestes a matar, e sumir de vista.
- Droga! - berrou - DROGA!
- O que foi aquilo? - perguntou seu colega.
- Eu não sei! Mas preciso saber antes que meu senhor Fletcher descubra que falhamos!
- Ele não pode reclamar muito - opinou outro homem - Dragulia estava conosco e também falhou.
- Draguila matou o desgraçado do velho! - berrara - E nós não matamos duas crianças!
- Oras, eles esram seus discípulos!
- E desde quando alguém se importa?! Nós somos guerreiros altamente treinados, e não matamos dois pivetes malditos! A ordem era bem clara: matar todos! Maldição!
- Vamos procurar Dragulia antes que algo de ruim aconteça-o.
Com um rosnado, o homem se deixou levar pelos colegas e se pôs a pensar onde teriam ido aqueles garotos. Ele não sabia era que nem eles mesmos tinham idéia de onde iriam parar.
http://img226.imageshack.us/img226/4705/cap92jv.png
Kamus pega as Botas Mágicas para salvar Nad.
··Hail the prince of Saiyans··Citação:
Desculpa a enorme demora.
Aewwwww....finalmente a continuação...Kamus, fico muito loko esse capitulo, se bem que tive que re-ler toda história, pois eu ja não lembrava de mais nada..rsrsrsrs:P ..
Gogogo new Cap...aguardo ancioso, ja que agora com o tópico do Kaoh fechado, a sua é a unica história que realmente chama minha tenção(sem despresar as outras, mas essas duas eram exepcionais).
Abraços,
Junior
ps:no capitulo antes desse tem um pequeno erro de otografia, se quiser da ruma arrumada...
Citação:
mas se levantara a temo de ver Dragulia com uma espada
iiiii e agora como vão ser as coisas sem o velho, new cap plz new cap ja to doido de curiosidade :)
ROX A LOT³³³
Ficou ótimo, continue assim ;)
Acabei de ler!!!
mucho bene amikow. essa temporada eh a melhor dE que a ultima
Ta muito bom cara, eu acompanho seu RP desde o início e sempre fui seu fã :P
Essa nova história está muito boa mas mesmo assim eu ainda prefiro Aikow e sua galera :)
Bom, é isso, meu parabéns, continua ae que eu to curioso pela vida de Kamus e Nad sem o velho :o
Falou!
Capítulo 10 - Um último adeus.
Kamus correra com Nad até perder a noção de espaço. Após se esbarrar com algo pesado caiu no chão de braços abertos, a visão turva e o corpo desobediente ao cérebro. Mesmo que ele tentasse levantar, seus membros não se moveriam, e não querendo ir contra todas as adversidades, deixou-se levar pelo sono e adormeceu.
-
Muito longe dali, Vladiavus Dragulia também estava caído em uma posição similar, entretanto, diferente de Kamus, foi aos poucos se levantando, ficando de quatro, e então de pé. Limpou o sangue do rosto e pensou consigo mesmo:
- O ambiente está calmo. Não sinto a presença do velho...
Tirou sua armadura que parecia muito mais pesada do que quando vestira, foi até uma árvore que lutava contra o inverno e arrancara seu último e enxuto fruto. Comeu lentamente, como se saborease o gosto da morte do inmigo.
Um barulho chamou sua atenção, concentrou suas energias e se transformou num imenso urso polar. A medida que os indivíduos iam chegando perto ele reconheceu os colegas.
- Dragulia! - disse um - Ainda bem que o achamos...O Senhor Fletcher não ia gostar de não termos matado as crianças e ainda de ter perdido você!
Dragulia congelou. Não mataram as crianças?! Eric Fletcher iria puní-lo por ter sido o líder de uma missão tão pouco eficaz. Sem pensar ele atacou todos os homens, e matou um por um com mordidas e patadas.
-
Kamus acorda. Tudo está quente e confortável, seus dedos se dobram e ele sente um cobertor. Quando acorda completamnte se vê em uma cama, Nad estava ao seu lado.
- Mãe, ele acordou! - disse uma voz feminina - Vou pegar o café!
- Ah, que bom! - diz uma senhora, entrando no quarto - Sente-se, querido. - Kamus obedece e se encosta lentamente na parede - Qual o seu nome?
- Kamus. Kamus re.
- Bom, Kamus, eu e minha filha íamos voltando para casa quando encontramos você e seu amigo caídos no chão. Trouxemos vocês para cá. Você tem família? Está perdido?
- Tome! - oferece a menina carregando uma xícara fumegante - Vai se sentir melhor.
- Obrigado - agradeçe, tomando um gole - Tenho sim, mas no momento eu moro na casa em cima da montanha.
- Montanha? - pergunta ela espantada.
- Sim - diz ele virando-se para a janela - Aquela ali...O que?! Cadê a montanha?! Só to vendo um pedacinho!
- Sente-se querido, você está fraco. Aquela montanha fica a léguas de distância.
- Minhas botas? Onde estão?
- Estão comigo. - disse ela - Filha, pegue-as para mim, por favor.
- Preciso acordar meu amigo e partir, senhora.
- Certo, de qualquer forma essa vila não é mais segura.
- Como assim? - questionou ele.
- Bandidos, ladrões...Vem aqui e roubam nossa produção de trigo. Agora, no inverno, roubam o pouco que temos em casa.
- Ora, não seja por isso, eu acabo com eles!
- Não seja tolo, garoto. Acorde seu amigo e vá, eles podem chegar a qualquer momento. Tome, aqui estão suas botas.
- Mas... - insistiu ele.
- Por favor...Para o seu próprio bem.
Kamus consentiu e acordou Nad. Calçou as botas e colocou-o nas costas.
- Obrigado e adeus. - despediu-se ele.
Começou então sua longa corrida até a montanha, onde ficou na casa que não fora destruida. A cena da batalha foi chocante demais para os dois garotos, que no outro dia recolheram o corpo do velho, deitado ao lado da árvore que tanto gostava, e o enterraram no lugar onde ficava sua cama. Improvisaram uma placa onde escreveram: Aqui está o mais sábio dos homens..
Juntaram as madeiras da casa e fizeram uma fogueira para despedir-se do mestre. O choro foi inutilmente contido no começo. Era o último adeus.
Uma semana depois, Kamus volta a vila para levar comida à senhora e sua filha, mas acha a vila em chamas.
http://img84.imageshack.us/img84/1320/cap107gz.png
O corpo do Mestre Ancião.
··Hail the prince of Saiyans··
eu quero vingançaaa ta tendo muito sangue no teu rp :P mas ta massa d+ continua ai que eu quero ver o resto. new cap, new cap, new cap , new cap que eu to doido pa ve o que Kamus vai fazer :rolleyes:
Pois é....
4 horas pra ler todo o tópico (todo mesmo,até os comments dos leitores)
2 vídeos de 30 megas cada baixados nesse tempo (discada lixo '-.-....)
Simplesmente o rp que vi mais capítulos ^.-....
Que tá há um booom tempo ativo....
Que li sem parar....
E gostei ^^
A segunda parte tava sinceramente um saco,sem ação,mas nos ultimos capítulos melhorou bastante,deixando mais interessante que a primeira parte...
Agora depois dessa leitura toda irei dormir pensando "o que aconteceu com a garota e sua mãe O.o?¿",que espero que seja respondida logo :P ...
Até o próximo capítulo o/!!
PS:Se não se incomodar,colocarei o link na minha sign,por que relamente achei boa essa história XD...
Dard* :)
Tá muito bom mesmo, amigo, continue! :P
Abraços ;)
Krieger~
Está ótima, não leve isso como uma ofensa mais quando li uma parte do texto me lembrei de pokemon xD.
Ps: Quando sai o próximo capítulo?
Muito bom esse rp.
O kamus re tá de parabens.
O Único problema é que ele demora um pouco pra postar novos capitulos.
Gogogo, estou ansioso pra saber oq vai acontecer.
^^
- Que piada...o grande e malvado Spiral Fire...protegendo a vida de um moleque...é o fim...he, he... ->Piccolo,batalha contra Nappa e Vegeta um pouco antes de morrer
É culpa sua e de seus amigos(Goku no original)...Vocês acabaram me contagiando com seu coração mole...ma...mas você...você, Aikow(Gohan no original)...foi o único que me tratou como gente...
- Coconute(Piccolo,no original)...diga-me, se eu morrer irei ao menos me encontrar com Spiral(Kakarotto,no original)?
- Não posso mentir pra você numa hora dessas...ele(se referindo a Vegeta, Você,no original) matou muita gente inocente...a não ser que você reverta essa situação e vá para o Inferno também...(Sua alma será purificada e nascerá como uma nova vida,no original)
- Entendo...peguem logo os corpos, então...->Vegeta se sacrifica na batalha contra Boo(o gordo)
HahuahuauhaUHahu..... q isso?...bem q o treinamento de ficar sozinho depois de lutar entre si era familiar...
Blz Kamus re, esse teu rp tah mto bom, continua ae,
Flw
Capítulo 11 - O baú.
Sozinhos no cume da montanha, Kamus e Nad refletiam sobre seus próximos passos. Não poderiam ficar no lugar em que foram atacados, isso era certo, mas então surgia a pergunta: para onde ir?
O primeiro pensamento foi na casa dos pais, mas acabariam fazendo com eles o que fizeram com a outra vila. Depois pensaram na caverna que se abrigaram da tempestade, mas ao lembrar que havia uma fogueira lá dentro concluiram que fora Dragulia que a montara, e não podiam recolher-se num lugar que o inimigo conhecesse.
Kamus resolveu ir até o lago congelado, que lhe dava boas recordações das brincadeiras e das pescas com o Mestre. Ele desceu o caminho da montanha sem ser seguido por Nad, e já havia criado resistência ao frio suficiente para deitar sobre o gelo que parara as águas.
Olhando para dentro do lago Kamus parecia querer ver algo a mais do que gelo, queria alguma resposta, uma explicação para tudo: mas encontrou outro tipo de coisa.
Num lugar distante do que costumavam pescar, Kamus viu que havia algo errado no gelo, a água parecia parada mesmo embaixo da camada superior. Ele então reuniu suas forças e socou o chão, fazendo um buraco no gelo.
O garoto olhou pensando que veria apenas água congelada, entretanto não viu nada. Sem entender ele arrancou mais alguns pedaços e viu um cenário estranho: uma caverna no gelo.
Sem saber o que pensar ele abriu o buraco ainda mais, de uma maneira que houvesse espaço suficiente para ele descer. E quando pulou para dentro se viu dentro de uma caverna em forma de cúpula, e de alguma forma iluminada, uma luz mágica que vinha das paredes, finas o suficiente para se ver o outro lado: águas correntes. No meio do local havia um baú, com um bilhete apoiado sobre ele. Kamus o abriu e leu:
“Para aquele que aqui primeiro chegar,
Apenas saiba que aqui está uma pequena parte do que me pertence, e se você conseguiu achá-la ou é de minha confiança ou é pelo fato de que eu já tenha morrido. Apostando na segunda hipótese não lhe falarei mais nada.
Nem as mesmo a maioria das pessoas de confiança merecem entrar.
Seja bem-vindo ao meu Campo de Batalha,
Eremita Ancião.”
Kamus subiu correndo e foi contar a Nad. Quando chegou à casa o garoto também gritava por ele:
- Kamus! Olha só!
Antes que pudesse parar para respirar ele via mais dois meninos ao seu lado: um tinha cabelos curtos e espetados, porte forte, rosto magro e fino e vestes rasgadas e sujas de sangue; o outro tinha os cabelos mais longos e lisos, aparência frágil e grandes olhos negros.
- Quem são esses aí? – perguntou confuso.
- Não me diga que não lembra de nós?! – disse o segundo garoto – Rorc e Spiral!
O queixo de Kamus caiu.
- São vocês?! Ahhh que bom! Não acredito que vocês subiram mesmo? Vão ficar aqui conosco?
- Se valer a pena... – resmungou Spiral.
- Vai valer! – disse Nad feliz.
Kamus deu um abraço em Rorc, mas Spiral recusou-o.
- Minhas costas doem muito. - disse.
- Ah sim! Quase ia esquecendo! – lembrou Kamus – Achei uma coisa fantástica, venham!
Kamus guiou-os até lá e então puderam admirar espantados o esconderijo, que seria, sem dúvida, muito útil para os garotos.
- Só precisamos abrir esse baú! – disse Nad – Saiam da frente!
- Aqui não! – berrou Spiral – Isso não me parece muito seguro. Vamos levar lá pra fora.
- Tem razão. – disse Rorc – Vamos carregá-lo.
Após tirarem o baú da caverna, os meninos deixaram Nad e foram se esconder atrás de uma rocha.
- Só por precaução – tranqüilizou Kamus.
Nad apontou a varinha para a corrente que passava pelas aberturas da caixa e lançou uma magia.
O baú se abriu.
http://img428.imageshack.us/img428/6883/cap113op.png
Nad abre o baú.
Pausa para a Copa do Mundo.
··Hail the prince of Saiyans··
Nossa, esse é antigo! o/
A qualidade dos capítulos aumenta conforme o tempo passa, e você tá de parabéns por conseguir manter um RP vivo por tanto tempo! ^^
=*
wow cara o cap tá ótimo, agora ja to ansioso pelo proximo :P .
go go go new cap go go go
Cenas assim que prendem o leitor e que lhe dá vontade de vim ler o próximo capítulo..gostei ^^...
Dard* :)
Capítulo 12 - Abra-te!
O rangir do cadeado quebrado oscilando no metal foi o único som audível depois do ataque de Nad. A respiração de todos foi contida por um momento: o que haveria lá dentro? Ouro? Prata? Uma Arma Sagrada?
Nada disso.
Quando Kamus se aproximou do baú ele concluiu que este deveria pesar muito, pois só continha um amuleto. Um colar com uma pedra vermelha, que por mais que brilhasse não valeria o que eles esperariam encontrar no baú, ou pelo menos era o que eles pensavam.
- Um colar?! - bradou Spiral - Um Colar?!
- Calma, Spiral. - disse Nad - esse colar deve fazer alguma coisa, que nem essas botas aqui fazem.
- Botas?! - perguntou Rorc curioso.
- É, olha só! Venha ver também Spiral!
Spiral porém não fora olhar, amarrou a cara e resmungou algo como "um colar?!" mais uma vez. Mesmo com a ingenuidade inantil, Kamus já identificava algumas características nos colegas: Nad era bondoso, mas poderia ser até demais; Rorc era ingênuo, podendo facilmente se deixar incentivar, e Spiral era seu contrário: personalidade forte, teimosia e irritabilidade eram os adjetivos que Kamus pensava enquanto estava sentado num tronco caído, fingindo estar muito interessado em brincar com um lagarto que tentou subir pelo seu pé.
O espaço que eles tinham era uma boa opção de esconderijo, e uma grande pedra colocada em cima do buraco esconderia a entrada, mas Kamus sabia que aquilo poderia ser descoberto facilmente: bastava alguém comandado por Dragulia ficar de tocaia na montanha. Por isso ele resolveu trabalhar num projeto muito mais trabalhoso, que poderia levar até anos para ficar pronto, mas quanto mais cedo começasse, melhor.
A rotina dos garotos era quase a mesma de sempre, mas agora sem um líder e mestre nato, Kamus tinha que puxar a responsabilidade para si. Nad agora parecia ter sentido o valor da vida; passava muito tempo apreciando a natureza e procurando compreendê-la melhor.
- Olha só, Kamus. - apontou ele para a copa de uma árvore, certa vez - já viu aquela espécie de pássaro por aqui?
- Aquela o que? - Kamus não ouvia o que Nad falava, pois tentava se esquivar dos golpes desferidos por Spiral, num pequeno treino com uma espada de madeira.
Mas Nad não respondera. Estava subindo na árvore com a agilidade de um macaco e engatinhou por um galho sorrateiramente até o ninho do passáro, esperou um momento: e deu o bote.
Segundos depois Nad estava com o passarinho nas mãos, mas seu pé havia se desequelibrado e ele caiu de virou de cabeça para baixo. Por sorte sua veste se prendeu no galho.
- Opa, desculpa, eu só queria te examinar. - e soltou o pássaro.
Quando estava voltando para o galho, o colar que eles haviam achado no baú caiu do bolso do garoto e se chocou com uma raíz; o barulho da pedra partindo foi pouco audível, mas Nad tinha certeza que tinha feito uma bobagem, mas por sorte os outros não haviam reparado.
Ao descer da árvore e verificar o colar quebrado ele viu que dentro dele havia um papel:
Thais, Chave 1803.
Cinco anos se passaram sem que Nad nunca contasse esse fato.
http://img471.imageshack.us/img471/876/cap12yw9.png
O colar se quebra e Nad acha o bilhete.
··Hail the prince of Saiyans··
Será que eu demorei tanto que a galera se esqueçeu o.O
Ou tá ruim mesmo?
Se tiver: Quebra o Pau!
··Hail the prince of Saiyans··
tah legal porrAAA
;D
soh ki tu demoro MTO mesmo pra posta.. continua aih =]
Capítulo 13 - Ataque Pirata.
Após o longo período de tempo que se passou, Nad II, Kamus re, Spiral e Rorc já haviam crescido o suficiente para demonstrarem suas aptidões.
Nad se mostrava um excelente druida, Kamus um cavaleiro de fibra, Spiral tomou interesses pelos encantos da morte e mostrava habilidade como um feiticeiro, Rorc, como Kamus, gostava mais de combates corporais, e passava as dificuldades à fio de espada.
A vida era levada na tranquilidade, mas logo aquilo estaria perto de um final.
Numa noite como todas as outras, os garotos recolheram-se pouco depois do por-do-sol, preparando-se para o dia seguinte. Enquanto isso, ao pé da montanha os habitantes da vila faziam o mesmo.
Da escuridão que se formara, com as últimas lamparinas sendo apagadas, um grito cortou a noite. Chegavam do mar os mais assustadores navios já avistados por aquele povo. Com velas pretas e caveiras nelas desenhadas, casco sujo e o grito de homens roucos, todas as pessoas da vila saíram de suas casas para ver o que acontecera.
Do navio desceram piratas. Com tochas acesas eles queimavam a casa de todos. O barulho de lâminas cortando carne era maior do que do choque de uma com outra, já que na surpresa as defesas não haviam sido montadas.
Um grupo foi escalar a montanha. Eram guiados por um Urso Polar que ficara de tocaia em sua caverna, esperando a hora de mostrar-lhes os únicos que o interessava matar, aquele era Vladiavus Dragulia.
Kamus e os outros acordaram da pior forma possível; o gelo acima deles começou a rachar. Mesmo desnorteados eles tiveram que prepara suas armas.
- O que faremos? - gritou Rorc.
- Calma - disse Nad - deixem eles quebrarem o vidro; quem descer aqui não voltará.
- De acordo, Kamus? - perguntou Spiral - Acho que é o melhor jeito.
Kamus apenas acenou com a cabeça. Com um grande bloco de gelo que despencou vieram vários homens. Eles mataram um a um, mas podiam sentir projéteis de fogo sendo lançados. Se não saíssem dali congelariam na água que os cercava por todos os lados.
Kamus usou os corpos mortos para escalar para fora do buraco. O Urso Polar tentava o atacar, o garoto empurrou-o para dentro do buraco.
Os três que estavam lá dentro espancaram Dragulia até ele ficar sobre quatro novamente. Enquanto corriam para fora do buraco, Dragulia tentava os atacar, mas escorregava e deslizava sem parar, então se transformou em humano de novo.
Abrindo caminho do jeito que podia, Kamus fez sinal para os amigos correrem pro outro lado. Vários piratas os batiam e ele pôde sentir uma espada penetrar sua barriga. Nad voltou para ajudá-lo e deu mais um daqueles potentes tiros com sua varinha. Além de matar os piratas que seguravam Kamus, aquilo fez o chão trincar: o gelo iria partir.
Piratas corriam de um lado para outro, Nad e Kamus tentavam ir atrás de Rorc e Spiral, Dragulia os seguia.
O gelo logo começou a se abrir. Nad tropeçou e escorregou, batendo o queixo, quebrando o maxilar.
- Á! - gritou ele tentando falar alguma coisa.
Kamus teve que voltar para ajudá-lo, viu Dragulia correndo em sua direção. Segurou Nad pela manga da camisa e saiu deslizando com ele até quase a borda. Dragulia então se jogou e agarrou o pé de seu amigo.
Nad estava sendo puxado pelas mãos e pelos pés. Kamus não era nem sombra de Dragulia, por isso Rorc e Spiral tiveram que ajudá-lo, mas mesmo assim as forças estavam desequilibradas. Nas sentia que ia se partir, e usou a única arma que tinha no momento: a esperteza.
Desvencilhou suas mãos de Kamus e deixou-se puxar por Dragulia. Como este fazia muita força foi puxado para trás ao não haver mais a reação dos garotos. Dragulia e Nad foram jogados para trás, caíndo, deslizando e rodopiando no gelo. Com o desespero, o homem teve que usar as mãos para parar; isso deixou o garoto livre.
Nad corria o máximo que podia em direção aos amigos, mas Dragulia se levantou e pôs-se a persegui-lo. O garoto estava quase lá, Kamus estendia sua mão para puxá-lo.
Vladiavus Dragulia então parou de correr, atirou uma faca nas suas costas e ele imediatamente caiu. O chão estava abrindo. Vários piratas caíam nas águas geladas e urravam de dor. Onde Nad estava já era possível sentir aquele terror; o gelo cedia quase completamente. Atrás dele um grande bloco se desprendera.
Dragulia aproximou-se de Nad, esperando dar o golpe fatal:
- Diga adeus, otário!
- Adeus, otário! - respondeu Nad. O garoto pateu o pé com força no chão e o gelo se mexeu. Dragulia perdeu o equilíbrio e caiu na água.
Kamus teria dado risadas daquela cena, se não tivesse olhado para baixo pela primeira vez e, em vez de sua vila, tivesse visto um inferno em chamas.
http://img224.imageshack.us/img224/8588/cap13ho2.png
Dragulia lidera os Piratas.
··Hail the prince of Saiyans··
aew li seu rp quando treinava MUITO ROX
parabens kra vc ta a + de 1 ano escrevendo essa historia e a cada capitulo tem algo novo muito bom kra :)
Isso tah mto bom, as SS ajudaum e mto a interpretar o texto, mas tah mto rox, eh vc coloco os piratas tah moh bom kra, por isso q leio os seus rps, saum bem escritos, bem pensados, soh uma coisa (uma pena), meio curtinho, quando c posta dah vontade de le tudo mas dai tem fica esperando :cool:
Eh isso, tah rox
:yelrotflm Flw:yelrotflm
Ta bom cara, continua assim \o/
Tudo que eu tinha pra falar ja foi escrito pelos outros.
PS: Tu ja leu meu RP? xD
Grato, Wakka H.
continua ae que to gostando mt =] parabens
Edit = Agora que vi que a historia acabo , nao pensava q aikow iria morrer =( , mas a historia foi muito boa cara , meus parabens , uma das melhores historias que ja li.
Desculpa pela demora, mas esse mês foi de pelo menos duas provas por semana, por isso nem pude postar aqui. Setembro devo ter mais folgas.
Capítulo 14 - A fuga.
O ar se esvaiu dos pulmões de Kamus, o cérebro latejava e o estômago revirou. Segurou a manga da camisa de Nad e mostrou-lhe o que via. Mesmo com o queixo quebrado, Kamus viu que ele caíra. Rorc olhava igualmente atônito para a cena, mas alguém já não estava com eles.
Spiral não ficara parado, e já começara a descer a montanha correndo. Os outros garotos o acompanharam. Kamus porém lembrara-se de uma coisa:
- As Botas Mágicas!
Nad imediatamente parou de correr:
- Deve estar na água. Ficou no buraco!
- Eu vou pegá-las! - disse Kamus.
- Não! - gritou Rorc - Vamos Kamus! São elas ou você!
Kamus podia ter um grande apelo sentimentalista pelas botas, mas não era burro. Não podia arriscar sua vida depois de tê-la salvado por um triz. Ele então voltou a descer a montanha.
Depois de algum tempo, eles chegaram à cidade, seus poucos lutadores combatiam os piratas como podiam, e a ajuda dos garotos foi fundamental.
A base da montanha não estava coberta de neve, pois o pico do inverno ainda não havia chegado, apenas o cume que estava congelante, isso ajudava o fogo à propagar-se mais rapidamente. E entre os incêndios, choques dos sabres piratas com as espadas dos defensores eram os sons mais passíveis de audição. Kamus e Rorc entraram no coração da batalha. Spiral tentava atacar o máximo de inimigos que conseguisse. Era uma luta quase perdida para os habitantes da vila, que eram guerreiros improvisados, mas Nad novamente usara a inteligência para derrotá-los.
Pegou uma grande tora de madeira incendiada e, quase sem conseguir levantá-la, levou-a até o mar. Usando o máximo de força que tinha ateou a tora contra um dos navios.
Deu certo. Com o navio em chamas, os piratas voltaram sua atenção para salvar os outros do fogo, que ia passando de vela à vela. O que facilitou o combate para todos, que numa reviravolta espetacular, mataram os inimigos.
Os piratas que desciam a montanha eram abatidos sem piedade. E, apesar da espera dos garotos, Dragulia não deu as caras.
Com o passar do tempo, as pessoas iam se acalmando, e Kamus reconheceu um dos seus velhos conhecidos, o jovem Farrar, o filho do ferreiro.
- Ei, Farrar! - chamou Kamus - É Farrar mesmo, não é?
- Sim. - disse o garoto, um pouco mais velho que ele.
- Você não é o filho do ferreiro?
- Sou o ferreiro. Meu pai já morrera.
- Sinto muito. - disse Kamus - Você sabe onde está o meu?
- Não. Acho que ele evacuou a área, mas não tenho certeza.
- Temos que sair daqui. - disse Nad, entrando na conversa.
Um silêncio tomou os garotos. Era óbvio que tinham que sair, mas ninguém queria. Quem iria se arriscar sozinho no continente estando em grupo naquela ilha?
- Vamos falar com o Rei. - sugeriu Kamus.
- O quê? - perguntou Farrar abismado.
- Se tem alguém que pode nos ajudar é ele. O Rei de Thais que domina essas ilhas e pode exercer algum controle sobre esses ataques.
- Não vão nos deixar sair da ilha - falou Nad.
- Bom... - começou Farrar - meu pai tinha um barco do outro lado. Acho que ainda está lá.
- Kamus, acho melhor não... - começou Nad.
- Nad! - ele o interrompeu - É nossa última esperança. Você sabe do que Dragulia é capaz e ele pode destruir todos nós da próxima vez.
Nad refletiu longamente.
- Chame Spiral e Rorc e vamos.
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Kamus chega e encontra sua vila em chamas.
··Hail the prince of Saiyans··
Bem legal seu roleplay não tive tempo para ler tudo mas da pra perceber que no inicio passou por maus bocados.
go go go cap 15 :riso: :riso:
Cara... seu RP é o melhor que eu já li...
Gratz!
mto bom seu rp kra...continua assim, parabens!
Pó,é mto loko kero logo o 15 capitulo!
para as pessoas q liam esses rp desde do 1(quando Rorc mata Kamus re) é istranho passa uma coisa dps da outra axo q prefiriamos q vc montasse um novo rp tipo "o rei de aurea" ou coisa do gênero
vc tb pulo mto tempo com os garotos,além de ser estranho um Eremita morrer por Asassinos mesmo sendo o melhor deles!
Bom, eu resolvi contar essa parte da história depois, pois no começo achei mais fácil narrar fatos com personagens já situados no tempo e espaço (pois tinha bem mais dificuldades que hoje). Isso deu certo em outros casos (o mais famoso deles é Star Wars, não?)Citação:
Postado originalmente por Sir Curioso
Quanto ao eremita...não seja (Sir) Curioso e espere para ver o que mais rola!
Capítulo 15 - Greenshore.
Kamus, Nad, Rorc, Spiral e Farrar. Um pequeno grupo que se rebelara contra os ataques e iria até Thais exigir pela segurança de suas vidas. Levavam consigo apenas o básico da subsitência; um pouco de água doce, pão e farinha.
- É tudo o que tem no barco? - perguntou Rorc revoltado.
- É - disse Farrar levantando a pedra que usava de âncora e içando as velas -, mas não se preocupe. Não leva mais de quatro dias daqui pra Thais.
- Quatro dias?! - espantou-se Nad - Temos poucos suprimentos pra cinco pessoas.
- Estão se esquecendo que podemos pescar? - Spiral achava até rídiculo ninguém ter lembrado disso.
- Com que isca? - perguntou Kamus.
- Podemos usar o pão - sugeriu Farrar já remando para que o barco pegasse velocidade -, mas é arriscado. Se nenhum peixe vier ficamos sem comida.
- Temos que decidir isso antes que seja tarde demais para voltarmos. - falou Nad.
- Ainda não sei nem por que estamos indo. - falou Spiral - Devíamos deixar para algum dos mais velhos.
- Sugira isso para alguém da vila e veja a resposta deles - disse Farrar, com uma expressão estranha - Meu pai disse que o Rei não é confiável e que vivemos melhor sem ele.
- Besteira - disse Kamus, firme - A situação nunca deve ter parecido com a atual, caso contrário eles não falariam isso.
Foram as últimas palavras ditas dentro de um grande espaço de tempo. Com as velas já içadas e o barco em uma boa velocidade, restou aos garotos observarem a praia ficar cada vez menor, as luzes irem se distanciando até ficarem indistinguíveis e o sono chegar e levá-los aos sonhos.
Acordaram com o Sol já de pé. Era um barco pequeno, no qual só havia uma cama, que cederam a Farrar, tendo os garotos que dormirem no chão. Combinaram de não pescar, e por isso passaram grandes dificuldades, com a pouca quantidade de comida disponível. "Tem que valer a pena", pensou Kamus.
Três dias se passaram.
- Terrra à vista - gritou Farrar.
- Não é outra ilha, na qual só vamos conseguir ser expulsos, é? - perguntou Kamus, se referindo a Ilha dos Reis, em que os garotos pararam no dia anterior e foram rapidamente explusos por um monge.
- Não - disse Farrar rindo - Está vendo aquele navio?
O queixo de Kamus caiu. Era o maior navio que já tinha visto, a madeira, mesmo de longe, era visivelmente lustrosa e o enorme mastro central impressionava.
- Tibianic. - disse o jovem ferreiro - O maior navio de Tibia.
- Esse é o famoso Tibianic? - perguntou Spiral - Então estamos em Greenshore?
- Exato - disse Farrar - Vai ser vergonhoso aportar do lado dele, mas vamos descer aqui mesmo, ou morrermos de fome.
- Certo. - concordou Kamus.
Aportaram pouco depois de passarem o Tibianic - para o deslumbramento geral - e se deram conta do inesperado.
- Não temos ouro! - disse Nad, ao ver um bar e desejar pela comida.
- Maldição! - xingou Kamus - Tinha me esquecido!
- Só há um jeito...- disse Farrar, triste.
Sem saber como fariam para voltar, os garotos venderam o barco para um pequeno mercador ali perto. Fizeram a esperada refeição e partiram para Thais.
- Vai valer a pena! - disse Kamus.
http://img238.imageshack.us/img238/2070/cap15bb3.png
Kamus e Nad no barco. Um longo caminho até Thais.
··Hail the prince of Saiyans··
Aew! Cap novo!
Achei esse meio sem graça... :(
Flw!
concordo com o faellol...
meio piqueno e sem graça...
mas tudo bem!!!
seu rp ja eh bom d+
espero q saia capitulo novo logo
vlw...