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:787: Here I go! :dry:
Muito boa a história! Linguagem culta, vocabulário rico(qual sua série? Universidade?), criativo.
Curiox
:ninja: :ninja: :ninja:
meu deusssss
cara
teu rp eh mto rox
;DD
pra mim vai vira otra lenda.. ki nem (nao sei si todos vao concorda) Rebeld wolfeye
ateh hj eu lembro
mto bom
continua aih ;D
i tenta bota mais caps ^^
mto bom mesmo =)
Gente, gostaria de informar que é muito difícil, quase impossível eu conseguir postar um capítulo amanha, porque eu estou em SP, e não dá pra eu escrever aqui. Então gostaria de pedir paciência para até, no máximo, segunda feira à noite com o capítulo 10 do meu Roleplay.
Desculpas a todos
:787: Here I go! :dry:
Não tem problema ^^
Contanto que poste, espero paciêntemente pelo meu jantar.
Curiox
:ninja: :ninja: :ninja:
Lol...
Sem problema...
Só uma pergunta, a história vai retornar para o treinamento de Reepari ou vai continuar de onde está?
Jotinha
:) :) :)
Apenas uma coisa a dizer à tamanha obra: excitante.
legal,gostei,mais to sem nenhuma sugestao
..Citação:
Postado originalmente por Onilink
jah passo akela segunda fera.. xP
i jah vai passa mais uma.. ;///
num dexa passa mais uma nao =))))))))))
gogo best rp?
Cap.10: A arriscada saída de Gylluis.
No dia seguinte, o clima era de apreensão. O sucesso (ou, quem sabe, o fracasso) na guerra dependia unicamente de Thovald e Shawk conseguirem o Olho Fatal em Kamayûnga, o que significa sair do continente numa caravela, atravessar o Grande Mar Central e aportar nos arredores de Iviïti, para então se dirigir à Kamayûnga. Seria uma jornada arriscada, mas mestre e discípulo estavam certos do que deveriam fazer.
Thovald e Shawk prepararam as malas e os mantimentos: precisariam de toda a comida que pudessem levar consigo, suas armaduras lustradas e suas armas amoladas. É arriscado demais partir segurando a bandeira de “paz” nas costas, ainda mais em outro continente.
-Tudo pronto, Thovald! – Disse um Shawk alegre (como sempre), terminando de fechar a última mala. – Vamos para o porto de Rûzar, onde pegaremos o barco para Iviïti. De lá andaremos alguns dias até chegarmos em Kamayûnga.
-E, você sabe quanto tempo levará mais ou menos a nossa jornada? – Perguntou Thovald, enquanto acabava de guardar sua armadura em sua caixa.
-Calculo uns três meses para ida e volta, mas esse tempo pode ser bem maior. Não sabemos o que nos aguarda em continentes estranhos. Digo isso por experiência própria. – Respondeu Shawk, botando uma espécie de mochila nas costas, enquanto Thovald fazia o mesmo.
-Precisarão sair da cidade sem serem vistos, ou podem deixar pistas de nossa localização. – Disse um Filligan sério.
-Já pensei nisso – Shawk tornara-se sério de repente -, sairemos à noite, e se as tropas de Stock não foram espertas o suficiente, não fecharam boa parte dos caminhos ocultos de Gylluis, que levam para fora da cidade. Tem uma entrada à poucos metros daqui.
Então, Shawk dirigiu-se até Filligan, apertou-lhe a mão e lhe deu um abraço.
-Até breve, amigo. – Balbuciou Filligan, quase chorando.
-Até breve, voltarei com o Olho Fatal para todos nós! – Disse Shawk, parecendo querer encorajar o homem.
Nas horas seguintes, Shawk e Thovald discutiram assíduamente o plano de fuga. Tudo deveria ser perfeito, e, se funcionasse, sairiam da cidade sem ao menos deixar pistas de que chegaram! Era um trajeto complicado, que consistia em: sair do prédio onde estavam, se dirigindo para a esquerda mais próxima (essa seria a única hora vulnerável deles, segundo o plano). Eles chegariam em outro beco, onde tem uma passagem para os canos de esgoto da cidade (e, de quebra, uma entrada secreta no atelier de Jank). Eles deverão seguir o cano por aproximadamente 800 metros, quando encontrarão uma válvula em uma porta entre-aberta. Ao entrarem na porta, deverão encontrar um longo túnel que os levará direto para o lugar onde desemboca um pequeno riacho de Gylluis. Ao chegarem no fim do riacho, deve haver um precipício à esquerda deles (pouco maior que 20 metros de altura), e um estreito caminho na montanha (essa é a parte mais crítica do trajeto). Após o caminho, eles se encontrariam na estrada, já fora da cidade.
À noite, chegara a hora. Shawk e Thovald vestiram roupas leves e escuras, pegaram suas mochilas (que, além de suas armaduras, tinham suprimentos), e se prepararam para a arriscada empreitada.
Ao sairem do prédio, olharam cuidadosamente ao redor. Nem sinal das tropas de Stock. Atravessaram a rua, viraram à esquerda e chegaram salvos ao beco, onde tinha a entrada para os esgotos da cidade.
Passaram calmamente o túnel, entraram na porta entre-aberta (nessa hora, Shawk acabara de matar um rato, pisando em sua cabeça), atravessaram o longo túnel e chegaram, finalmente, ao riacho, e ao precipício.
Vendo o estreito caminho que se espremia entre a montanha e o precipício, Thovald falou:
-Como você pretende passar por aí?
-“Nas piores dificuldades, sempre use um Xuon”, acho que já devem ter lido isso para você na escola. – Respondeu Shawk, abafando uma risada. –Xuon, Gohwe!
-Xuon, Gohwe! – Imitou Thovald.
Ambos pularam numa altura impressionante, e pararam do outro lado do penhasco, bem em cima de um caminho de terra batida, de onde se via uma cidade ao fundo.
-É, não foi tão difícil. – Comentou Thovald, olhando para o caminho que deixaram de percorrer, ao lado do precipício.
-Agora vem a parte difícil... – Disse Shawk, com um certo tom de preocupação na voz.
Quando Thovald se vira, entende o por que. Mais de 20 soldados de Stock, todos com arcos apontados para eles.