Cara... está ficando muito bom :palmas: a cada capítulo fica melhor... tomara que o próximo venha rápido :P parabéns ;)
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Cara... está ficando muito bom :palmas: a cada capítulo fica melhor... tomara que o próximo venha rápido :P parabéns ;)
Muito bom o teu roleplay cara !!
Não se esqueça de postar mais
Flw
Flamareon agora fazia idéia do perigo que os dois estavam expostos. Mas se indagava insistentemente o porquê da garota ter se tornada tão diabólica. Pensou por horas a fio juntamente com Kalindir, mas nem as conversas e deduções foram suficientes para solucionar o mistério. Resolveram se dirigir imediatamente à casa da jovem. Chamaram o carro da agência de turismo e forneceram o endereço da garota.Citação:
*Comemorando a ultrapassagem da marca de mais de mil visitas*
Obrigado pelos elogios de todos. A história por enquanto não teve nenhuma surpresa muito grande porque elas estão sendo guardadas para o final. E falando em final, ele vai ser surpreendente ;) . Sem mais demoras, a continuação...
- Acho que vocês erraram de endereço. - disse com ar de assombro o motorista.
- Não, é exatamente este, estamos querendo falar com Valkiria. -retrucou Flamareon.
- Ah, você se refere à maldita. - disse o motorista aos garotos. Mas assim que viu as faces indagatórias do jovem, retomou o diálogo. - Ela é conhecida por esse nome aqui. Ela já foi uma garota normal, assim como vocês. Mas depois que um bando de criminosos invadiram a casa dela e mataram toda a família, ela perdeu a sanidade. Todos dizem que ela foi possuída depois disso. Muitos entraram nessa casa, mas ninguém retornou para contar a história. Tudo o que se houve, do lado de fora da casa, são praguejamentos e uma voz horrível que da arrepios. E desde então todos a chamam de A Maldita.
- Nós sabemos de tudo isso. - disse Kalindir, disfarçando bem a mentira. Flamareon olhou supreso para o garoto. "Finalmente uma atitude inteligente!" pensou ele. - Não se preocupe, nós ficaremos bem. - completou Flamareon.
A viagem foi curta e logo haviam estacionado em frente a um casarão velho e arruinado com ar mal assombrado.
- Espero que saibam o que estão fazendo. E que Deus vos proteja... precisarão da proteção dele para sairem vivos desse pesadelo vivo que é a mansão Tulivar.
E logo caminhavam em direção as portas da casa. Ao longe, escutavam lamúrias e praguejamentos inteligíveis. Mais uma vez o medo dominava o coração dos dois. Flamareon olhou para o amigo e disse:
- Pela primeira vez, devo confessar que estou com medo. - disse ele calmamente e com um notório tom de temor na voz.
- Quero lembrar que isso foi idéia sua. Estamos aqui e não vamos broxar a essa altura. Somos heróis, esqueceu?
- É nessas horas que eu daria tudo para ser um sujeito comum. - disse intediado Flamareon.
Estavam em frente a porta da casa. Estava trancada. Havia um batedor de porta em formato de anel, que transpassava as abas do vestido de um anjo dourado. Flamareon esticou a mão e bateu três vezes na porta. O barulho ecoou pesadamente pelos arredores. Corvos crocitavam nas árvores mortas e retorciadas, o vento uivou ameaçador e as pesadas nuvens anunciavam uma tempestade.
A porta se abriu e os dois amigos se benzeram antes de entrar na casa. Sabiam que poderia não haver mais volta.
O salão principal era gigantesco, lajeado com mármore branco e iluminado por longos vitrais religiosos. Kalindir desaparecera ao lado de Flamareon. O mesmo fez este. Somente os dois podiam ver suas auras, mas nenhum mortal comum mortal comum podia encherga-los, seja a aura, seja o corpo.
- Acho que invisibilidade não é algo que vai nos ajudar muito. Se esqueceu que ela é uma de nós? - cochichou baixinho Flamareon.
- Bem... vale a pena tentarmos a sorte.
E nisso os dois caminharam em direção à imensa escadaria que dava para uma série de portas no segundo andar da mansão. Ouviram mais um rangido e um barulho insurdecedor de batida. Olharam para trás. As portas haviam sido fechadas. Olharam um para a cara do outro.
- Você está pensando o mesmo que eu? - perguntou irrequieto Kalindir.
Não precisou de resposta. Os dois já se precipitaram desesperadamente em direção a porta, mas ela não abria por alguma razão. Estava trancada.
- Merda! - gritou odioso Kalindir, lascando com toda a força que tinha um ponta pé na porta.
- Calma, você não sabe lhe dar com as coisas meu rapaz!
E Flamareon conjurara uma esfera escarlate na mão, tão cintilante quanto o Sol.
- Agora vamos ver se esta porra não abre... - e Flamareon introduziu a esfera na porta. - Kaboom! - gritou ele.
Passou-se um instante mais nada acontecia. "É só esperar" pensou confortavelmente Kalindir. Mas já havia se passado um minuto e nada havia acontecido.
- Kaboom? - murmurou Flamareon baixinho. - Temos que sair daqui!
E ele e Kalindir se empenharam em jogar o mais número de esferas explosivas na casa, mas nada parecia acontecer.
- A casa é indestrutível. - disse Kalindir ofegante. - Nada que façamos vai...
Sentiu a presença de alguém. Olhou para trás. Havia visto uma garotinha trajando um vestido branco banhado de sangue, longos e lisos cabelos negros. Não havia pupíla alguma, somente o branco dos olhos e aquela menina horrível ria de uma forma medonha para ele, mostrando seus dentes pútridos e a boca banhada se sangue.
- Você viu aquilo? - disse Kalindir assombrado para o amigo. - Ela estava bem ali.
Flamareon não falou nada. Sabia mais que ninguém que não estavam enfrentando qualquer inimigo.
- KALINDIR! - berrou Flamareon para o amigo. - ATRÁS DE VOCÊ!
Mas era tarde de mais. Alguma forma humana incorporada à parede puxou a cabeça de Kalindir de encontro a ela produzindo um baque surdo e em seguida o garoto havia caído no chão inundando o mármore branco de sangue.
A casa estava viva. Flamareon tratou logo de clamar em plenos pulmões os salmos sagrados que havia aprendido em sua breve estadia no Vaticano.
- Eu ordeno que saias espírito imundo! Não és bem vindo na casa de uma abençoada e jamais conseguirás guiar-nos para o caminho das sombras e da perdição. Lex Divinae Aeterna!
As preces haviam surtido efeito. Um choro terrível e maligno tomou conta de todo o salão e uma criança havia caido da parede em que se refugiara. Olhou com ódio Flamareon e rugia feito um leão enfurecido. Havia uma única âmpola de água benta em seu bolso, que sempre trazia por precaução. Mas havia somente uma oportunidade de utiliza-la.
- Vem ca maldita! - gritou Flamareon em protesto. - Não vou te perdoar por ter sacrificado mais uma vida inocente.
A garota olhava odiosa para para Flamareon, arreganhando os dentes e mostrando a face contraída.
- Ele teve o que merec...
Mas antes que terminasse a frase, Flamareon arremessara com toda força a âmpola de água benta em direção a garota. O vidro da âmpola estilhaçou-se contra a cabeça da garota, banhando-a de água benta. Um berro ensurdecedor tomara conta da mansão, e fumaça evaporava do rosto da garota, como se a água houvesse atingido brasas.
(CONTINUA...)
Muuuuuuito bom cara !!
Ótimo seu Rp !!
Como eu sempre digo ...
Não se esqueça de continuar !!
Flw
uma garota com cabelos negros e vestido branco...."qualquer coisa parecida com a guria de O Chamado é mera coincidencia":P mas continua bom como sempre e não se esquece de posta os cap. flws
Um urro horrendo ecoava e ribombava pelas paredes do grande salão. Depois de agonizar por vários horas a garota havia finalmente tombado inerte no chão. Flamareon aproximou-se da garotinha. Ela havia voltado ao normal, mas estava debilitada.Citação:
Obrigado pelos comentários ;) . Podem deixar, não vou esquecer de postar os capítulos!
P.S: Me inspirei em O Chamado para criar a Valkiria :P
- Você está bem?
Ela olhou para ele, mas foi incapaz de falar algo, somente balbuciou:
- Ajuda...
E nisso a menina mais uma vez desmaiara. Deitou-a no chão e dirigiu-se à Kalindir que ainda estava jogado no chão. Não havia mais o que fazer. O golpe fora fatal e nada mais se podia fazer a não ser chorar e lamentar a perca do amigo.
- Não devia ter te metido nisso, meu amigo. - lamentava-se Flamareon. - E agora veja o que aconteceu...
Um milagre ocorreu. Kalindir levantou-se lentamente e o mais estranho de tudo: sua cebeça não possuia vestígio algum lesão. Flamareon não esboçou reação alguma. Ficou apenas olhando aquilo como se sua mente ainda não tivesse abstraído o que estava acontecendo. Sequer fora capaz de pronunciar qualquer palavra.
- Estranho... - disse Kalindir pensativo. - Eu senti como se alguma coisa estivesse me protegendo, não sei o que... mas estava me protegendo, como um escudo invisível.
- Não pode ser... - disse boquiaberto Flamareon. - Não, era para você estar...
- Morto. Achei o mesmo quando senti aquele puxão horrível na nuca. Mas como pode ver, eu estou vivo e sem lesão alguma na cabeça. Só um pouco de sangue disperdiçado, nada mais. - disse Kalindir olhando para a poça escarlate que havia banhado o chão da mansão Tulivar.
- Aliás, que espécie de coisa era aquela que saiu da parede?
- Veja com seus próprios olhos. - e nisso Flamareon apontou para o corpo da garotinha que repousava sobre o piso de mármore.
- Ah, então essa era a diabinha que tentou me matar hein? - disse com voz desdenhosa Kalindir.
- Sim, mas acho que ela estava possessa. De qualquer forma, não temos tempo a perder. Temos que leva-la para a mansão Illuminati urgentemente.
E logo os três haviam embarcado no vôo mais cedo e logo haviam chegado na mansão, depois de ter alterado a mente dos irritantes burocratas do aeroporto para que pudessem embarcar com a garota.
Capítulo 11
Pânico em Dark Vegas
Ótimo , ótimo , ótimoooooooooooooooooooooo !!
Boa cara e não vou deichar de falar o de sempre que você falou que não irá fazer ...
Não se esqueça de continuar heim !!
Flw awe
Nossa, eu perdi momentos preciosos do tibia, antes de eu começar a estudar para ler.. n conseguia mais parar, me prendi, por favor não aguento nem esperar 1 hora para voltar a ler.
Parabens Mesmo..
~Amigo
Eu também não aguento esperar mais uma hora ...
xD
Flw
Capítulo 11
Pânico em Dark Vegas
Após uma longa viagem os três finalmente chegaram na imponente mansão Illuminati. Sob os atenciosos cuidados dos garotos, Valkiria se recuperava a cada dia, enquanto que o dia do encontro com os supostos seguidores da Maleficus se aproximava.
Após três dias, que pareceram levar uma eternidade, finalmente a garotinha havia recobrado suas forças.
- Onde estou? - perguntou ela aos dois.
- Você está no Brasil, mais precisamente na mansão Illuminati. - disse Flamareon à garota.
- E necessitamos de sua ajuda. - disse Kalindir.
E Kalindir explicou a garota sobre o seqüestro e a chantagem que os Maleficus havia feito contra ambos.
- Mas o queremos saber agora, é o que aconteceu com você?
- Não me lembro de nada.
- De nada? - perguntou em tom indagatório os dois em uníssono.
- A última coisa que me lembro foi de vários homens terem invadido minha casa. Mataram meus pais e derramaram sangue na minha cabeça. E depois disso eu não consigo me lembrar mais de nada.
- Sangue... - murmurou pensativo Flamareon. - Esperem um momento.
Retirou-se do quarto e logo retornou com o Lumus Livrum . Abriu-o em uma página e leu em voz alta à todos.
Aquele que pelo sangue for amaldiçoado
Nas sombras da maldição viverá
Até que a água da vida abençoe sua mente
- Era o que eu suspeitava. - disse em tom conclusivo Flamareon. - Pode-se esperar de tudo da Malefus.
- Do que você está falando Flamareon?
- É simples de entender meu amigo. Invadiram a casa de Valkiria e banharam sua mente com o sangue maldito, ou seja, um sangue Maleficus. Como ele está impregnado de mal, acabou invadindo a mente da garota e tornando-a alguém que ela não é. O melhor alvo era ela, já que ainda é muito pequena.
- Mas por que? - perguntou Flamareon mais curioso ainda.
- Porque queriam usa-la para nos matar. Agora tudo faz sentido! - exclamou Flamareon perplexo por sua dedução. - Eles usaram da chantagem e prepararam uma cilada para nos matar. - Fizeram com que fossemos a casa de Valkiria e morressemos por lá mesmo, pois o único modo de tê-la feito voltada ao normal era com água benta. Eles provavelmente achavam que nós não sabiamos dessa vulnerabilidade e então acharam que seria a melhor forma de nos matar. Nos não disconfiariamos pois, afinal, ela é uma de nós e achavamos que ela iria ficar do nosso lado.
Flamareon sentou-se pesadamente na cama, ainda impressionado pela cilada armada. Depois de alguns momentos de silêncio, ele retomou o diálogo:
- Ainda bem que tinha me lembrado desse trecho do Livro da Luz, se não, poderiamos estar mortos. Aliás, o que mais me impressiona nisso tudo, nem mesmo é o modo como eles arquitetaram tão brilhantemente esse ataque, mas como você sobreviveu depois daquilo. Você disse que havia um escudo invisível te protegendo, certo?
- Sim. - afirmou brevemente Kalindir.
- Você está com poder elevado, talvez o ataque surpresa de Valkiria tenha desenvolvido um reflexo natural que impediu que a colisão tenha sido fatal. - disse Flamareon com o queixo apoiado na mão direita, em ar pensativo. - Mas me estranha... nem mesmo eu consegui desenvolver reflexos naturais. - interrompeu o diálogo e em seguida prosseguiu. - Mas fico feliz por estar vivo, jamais teria me perdoado se algo tivesse acontecido.
Kalindir levantou-se e convidou todos à um café da manhã. Mas este não era como o de outras manhãs. Era triste e silencioso, sem a magnífica beleza da jovem Luciana e sem a presença do pai.
- Valkiria, você sabe fazer mágica? - perguntou Flamareon alegremente à garotinha.
- Melhores que a sua. - disse ela, concentrada em seus cereais.
- Queremos ver. - disse ele.
E logo em seguida havia feito uso da invisibilidade.
- Como você aprendeu fazer isso? - perguntou Kalindir, interessado.
- É fácil, basta pensar e você consegue.
Mas para os jovens não havia sido tão fácil dominar a técnica da invisibilidade. Foram meses e meses de profunda meditação para acordar o poder milenar adormecido em suas mentes.
- Não me arrisco a dar palpites, mas acredito que ela já nasceu com o poder mais aguçado. Talvez seja por isso que consiga fazer isso.
Os três aproveitaram a café da manhã até que chegou a hora do noticiário. Sem perca de tempo Flamareon ligou a televisão, esperando ancioso por notícias de ataques da Maleficus ou por alguma notícia do centésimo eclipse. E suas convicções se realizaram.
Dentro de um mês o centro de pesquisa espacial prevê um eclipse total, que poderá ser visto em todo hemisfério ocidental. Os cientistas ainda afirmam que a lua fará uma inexplicável aproximação com a Terra, que ocorre periodicamente de cem em cem eclipses solares.
E agora vamos as notícias do fim de semana com Laerthe...
E logo em seguida desligou a televisão.
- Chegou a hora. - disse ele austeramente a todos da mesa. - Temos apenas trinta dias para chegar nas ilhas Kaiman e impedir que o pior aconteça. - Quanto a você, pequena Valkiria, sinto que não é a hora para lhe contar tudo e para enfrentar todos esses perigos, mas infelizmente, agora mais do que nunca precisamos de toda ajuda possível.
E os dois garotos contaram à pequena tudo o que acontecera desde os exordios da história do bem contra o mal até os dias atuais.
- Não precisam me tratar como criança. Eu sei dos riscos as quais estou submetida mas se não fizermos nada, todos morremos. Eu estou com vocês. - disse a menina com um cálido sorriso nos lábios.
(CONTINUA...)