Ótimo. Pareceu meio óbvio que, quando ele falou sobre que o rosto era familiar, ele não fosse matá-lo. Mas tive surpresa, sim, quando descobri que o garoto conhecia o homem. Isso abriu um monte de possibilidades, e foi feito de um modo espetacular - tu podia simplesmente dizer que o homem dizia seu nome para Letur e ele se lembrava de quem era. No mais, não tenho mais nada a acrescentar.
Elementals.

