Bah, nem precisa desse questionário. Tá foda do jeito que estiver, e ponto.
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Bah, nem precisa desse questionário. Tá foda do jeito que estiver, e ponto.
Pergunta besta...Is it me * __ * ?¿Citação:
" Dard, o Guardião da Terra,
E a sala que Sigmas ficou preso...meio impossivel sair non XD?¿ Mas não importa a situação, eles sempre a contornam :P ...
Bom cap., sempre deixando algo pra ser resolvido no próximo...
Dard* :)
Si, és tu ;)Citação:
Postado originalmente por Dard Drak
Seguinte, mais uma alteração naquela mesma parte, retirei dois guardiões e coloquei... bem... duas guardiãs.. Ficou assim:
— Bem, senhor, os guardiões eram doze, e o templo dizia o nome e alcunhas desses guardiões. Eles eram Heenett, o Guardião do Fogo, Augustus Sigma, o Guardião do Ácido, Stryder, o Guardião das Sombras, Onilink, o Guardião do Céu, Dard, o Guardião da Terra, Thresdárius, o Guardião da Tempestade, Shalkan, o Guardião do Gelo, Wind, o Guardião da Luz, Lalkiam, o guardião do Raio, Raiana, a Guardiã das Feras, Nyla*, a Guardiã da Natureza e Morozesk, o Guardião da Água.
* pronuncia-se "Naila"
A próxima parte já está escrita, mas vou fazer um suspense e postar 15:30 =P
Até
~Heenett
_______
Ok, Ok, eu NÃO sou pontual, mas tá ai =P
Na parte anterior...
“Maldito cientista!” Pensou Sigma, ainda sem alterar sua expressão facial. A prova de fugas, era o que aquela cela era.
— E então? – Perguntou um homem a Gustaf, logo após este desligar o microfone.
— Tudo, – disse ele, sorrindo – exatamente conforme o planejado. – Completou, sorrindo como um tubarão na praia.
Capítulo 5(parte 3) - Prioridades
No Santuário, Wind e Thresdárius continuavam a discutir a situação.
— Então, ele tentou te abordar? – Perguntou Thresdárius, pensativo.
— Sim – respondeu Wind, sentado escorado na parede do Santuário. – Mas eu o evitei, pois somente aqui seria seguro um diálogo. Mas o estranho é que até agora ele não chegou, você não acha que...
Porém, ele foi interrompido por um alto baque metálico que vinha da floresta.
— Mas o que... – Disse Thresdárius, virando-se para a entrada. Ele viu Shalkan lá parado, encharcado e ofegante.
— Preciso de ajuda. – Disse ele – Rápido.
Um novo baque metálico foi seguido por um barulho de um desabamento.
— Isso foi a muralha? – Disse Wind, já de pé.
— Sim – Respondeu Shalkan, virando-se para a fonte do barulho. – Eu realmente estou precisando de ajuda aqui.
Uma intensa luz branca envolveu tanto Wind como Thresdárius. “E não é que aquele cientista foi realmente útil?” Pensou Stryder, observando a cena de longe.
Confinado naquela cela, Sigma estava perdido em memórias:
— Aonde vamos mestre? – Perguntou o pequeno garoto.
— A uma instituição, onde tratarei de pegar seu futuro companheiro de treino. – Respondeu seu mestre, o mesmo velho oriental com longos barba e bigode brancos.
— Ele é legal?
— Acho que sim – disse o mestre, sorrindo – Acho que sim...
O táxi onde estavam parou, e após o pagamento o velho deu a mão à Sigma e puxou-o para fora do veículo. Eles estavam no subúrbio de uma grande cidade, em frente a um prédio que parecia grande demais para o ambiente à sua volta. Uma placa logo acima da porta indicava: Instituto Renovatio para jovens bem dotados. O velho adentrou o instituto calmamente e se dirigiu à recepção:
— Eu vim aqui para adotar um jovem, acho que já me comuniquei por telefone, sou Oiozawa Gouchi.
— Deixe-me checar no computador – disse a secretária, começando a navegar pelo teclado. – Sim, está bem aqui, você veio adotar o jovem Edward, não é?
— Sim – confirmou o outro. – Leve-me até ele, por favor.
A secretária os guiou através instituto até uma sala onde estava apenas um pequeno menino brincando com blocos de montar. Ele havia construído uma pirâmide e um prisma hexagonal.
— Ele tem uma capacidade de concentração enorme – disse a Secretária em voz baixa. – E um talento muito grande para a matemática, geometria e escrita. Ensinamos a ele, assim como a todos os outros, xadrez, computação, além de darmos aulas mais avançadas. Vou apresentá-lo a você. – Ela caminhou lentamente até o menino e se agachou ao seu lado, cutucando-o. Em seguida, ela falou algo no ouvido no garoto o velho. O menino, sem nada responder, levantou e caminhou até a porta:
— Você vai me levar? – Perguntou ele ao velho, que confirmou com a cabeça. Pouco depois, eles estavam no táxi, a caminho do que seria a futura casa daquele garoto.
— Esse, jovem Edward, – Disse o velho, no meio da viagem. – é Carl, mas você o conhecerá apenas como Augustus Sigma.
O jovem parecia não ter prestado atenção, mas o velho tinha certeza que ele o havia entendido. Ele faria o melhor para curar a solidão daquele menino, que perdera os pais em um acidente horrível...
A memória de Sigma se anuviou nesse ponto, mas voltou pouco depois, quando os dois já estavam em casa:
— Edward. – Disse o velho. – Gostaria de lhe perguntar uma coisa. Se você concordar, eu gostaria de poder treiná-lo como meu discípulo. Você ganharia conhecimento e uma boa preparação física, que lhe renderia uma boa saúde.
Edward continuou em silêncio, talvez por um minuto ou dois. Porém, após isso, ele disse:
— Tudo bem, eu aceito.
— Nesse caso, se não se importar eu gostaria que você aceitasse uma nova identidade.
— Isso não! – Disse o menino, enraivecendo-se.
— Somente para as horas do treino essa identidade seria usada, no resto do tempo, você usaria o nome que seus pais lhe deram como normalmente.
O garoto pensou por mais um tempo, e por fim aceitou.
— Muito bem! – Continuou o velho. – Nesse caso, durante o treinamento, você conhecerá Carl como “Augustus Sigma” e conhecerá a mim apenas como “Mestre”. Você, será conhecido como “Heenett”.
Sem que nenhum dos três tivesse consciência, naquele momento se iniciava uma grande amizade...
A memória de Sigma deu um salto, indo cerca de dez anos para frente. Dessa vez, ele estava sozinho correndo em uma floresta, a toda velocidade e tentando se desviar das árvores. Ele ofegava, saltava para um galho, pulava em direção ao chão e se desviava de um projétil que era arremessado contra ele.
Ele já estava naquela situação fazia uma hora e ainda não havia chegado em seu objetivo. Ele fazia de tudo, saltava, se abaixava, rolava, buscava cobertura de troncos, sem nunca hesitar ou parar, pois caso o fizesse era atingido. Após alguns momentos, que para ele pareceram horas, ele alcançou a claridade. Ofegante, ele parou de ocorrer e levou as mãos aos joelhos, tentando recuperar o fôlego. Segundos depois surgiu da floresta atrás dele um outro garoto, que se ajoelhou no chão para recuperar o fôlego. O cabelo desse garoto era loiro e descia-lhe até o meio das costas. Seus olhos eram castanhos, e em seu cabelo estavam presos diversos pedaços de galhos e folhas.
— Há quanto tempo chegou Sigma? – Perguntou ele.
— Acabei de chegar – disse Sigma. – Tarefa muito difícil...
Sigma tinha cabelos cor de fogo e olhos azuis, e tanto ele como Heenett usavam apenas calças simples de algodão e eram bem musculosos. Um velho se aproximou lentamente dos dois, avaliado-os.
— Heenett teve um desempenho melhor que o seu Sigma, ele se feriu muito menos, porém você foi mais rápido. Heenett, recomendo que prenda ou esconda esse cabelo quando for treinar, para não ficar em desvantagem na luta, quantas vezes já não disse-lhe para cortá-lo? E Sigma, tente usar as árvores para conseguir impulso na corrida, isso ajudaria você a ser menos atingido. Bem, ambos ainda não conseguiram ser rápidos o bastante e foram muito feridos, a meta é que não sejam mais atingidos por projéteis!
— Mas... – Começou Heenett.
— Tudo bem, tudo bem, nem precisa dizer, estão dispensados pelas próximas duas horas.
— VIVA! – Gritaram ambos em uníssono, partindo em direção ao prédio onde moravam como se não estivessem nem um pouco cansados.
A memória de Sigma deu outro salto e ele se lembrou da visão que teve de Heenett quando fora preso. Crucificado, torturado, preso com...
— Droga... – sussurrou Sigma, batendo com o punho na cama de concreto. – Droga, droga, DROGA! – A sua face, para quem pudesse vê-la, revelava um jovem garoto de dez anos em grande agonia. Sigma chorava, chorou, e continuou chorando por um longo tempo. Apesar de todas as diferenças, ele e Heenett sempre haviam sido parceiros...
— Eles vão pagar. – Disse Sigma algum tempo depois, endireitando-se. “Isso eu prometo.” Pensou. “Cientista, me aguarde, você se arrependerá do dia em que mexeu com Augustus Sigma, eu juro.” A determinação se apossou de Sigma, a partir daquele instante tudo ia ser diferente. Um novo Sigma iria entrar em ação, um Sigma calculista, firme e determinado. Eles não perderiam por esperar, isso era certo.
Finalmente a batalha vai começar agora.Citação:
Postado originalmente por Heenett
Agora eu quero ver os reais poderes de Augustus Sigma!
isso Sigma mata eles, mata eles!!!
SIGMA SIGMA SIGMA!!!
O Final ficou muito bem escrito HUHUHU, nossa ficou ótimo, sou um torcedor do Sigma F.C Roxo agora xD!
Interessante o velhinho nomeando seus discípulos, ser oriental não influênciou em nada, sinal de que ele era mesmo inteligente, e conhecia muito fora do oriente, que coisa não? Criança super-dotada é soda msm, quando tem todo mundo quer adotar...
xD, esse aí sou eu ou o Curiox, meu irmão(de fórum)?Citação:
Postado originalmente por Heenett
Bom, do mesmo jeito é o meu sobrenome, hehe.
Confesso que não acompanhava essa história, mas depois dessa "homenagem"(ou não, xD), pretendo acompanhar.
E vou ler desde de o começo. Parece ser bem grande. Vou tentar responder às perguntas também.
É isso.
Sem Mais,
Viny Morozesk
:rolleyes: :rolleyes: :rolleyes:
Oo, o que Sigma irá fazer =O ?¿
Dard* :)
:787: Here I go! :dry:
Lindo capítulo, continue e espero por mais coisicas.
Curiox Morozesk
:ninja: :ninja: :ninja:
Well,
Gostei, esperando pelo próximo...
P.S.: Depois edito e respondo suas perguntas, estou meio que sem tempo agora.
Goodbye...
:D :D :D
Muito bom, ótimo =]
Mas você está muito indeciso qto as seus guardiões =~
Parabens Heen~ :D
Tá muito bom, tô gostando muito da história, que tá me prendendo²
Tô viciando em 12 guardiões, \o/
Mas só achei uma "falha"... Pra que bosta o comandante de uma hora pra outra quis matar os guardiões que mantinham a paz??
Fora esse detalhe, até a parte que eu tou (cap.4 =D) não vi nada de "extravagante" em matéria de erros... =D~
C yA, and Congratulations :)
Leia o primeiro capitulo com mais atenção que você descobre!Citação:
Postado originalmente por rapmel
No mais, valeu por gostar, até amanhã no máximo sai parte nova xD
~Heenett
___________________
Na parte anterior...
— Droga... – sussurrou Sigma, batendo com o punho na cama de concreto. – Droga, droga, DROGA! – A sua face, para quem pudesse vê-la, revelava um jovem garoto de dez anos em grande agonia. Sigma chorava, chorou, e continuou chorando por um longo tempo. Apesar de todas as diferenças, ele e Heenett sempre haviam sido parceiros...
— Eles vão pagar. – Disse Sigma algum tempo depois, endireitando-se. “Isso eu prometo.” Pensou. “Cientista, me aguarde, você se arrependerá do dia em que mexeu com Augustus Sigma, eu juro.” A determinação se apossou de Sigma, a partir daquele instante tudo ia ser diferente. Um novo Sigma iria entrar em ação, um Sigma calculista, firme e determinado. Eles não perderiam por esperar, isso era certo.
Capítulo 5(parte 4) - Prioridades
O mesmo homem de antes se aproximou lentamente de Gustaf, enquanto este observava atentamente os monitores que o rodeavam. Os monitores estavam posicionados em um cubículo anexado ao laboratório particular de Gustaf. Este, por sua vez, era equipado com a mais alta tecnologia e tinha uma grande parte das verbas a seu dispor. Haviam longas mesas cheias de frascos com produtos químicos, potentes microscópios, e um estúdio para construir aparatos eletrônicos. Gustaf era tanto químico quanto pesquisador, biólogo e engenheiro, e era o principal desenvolvedor do sistema de defesa da base e das armas dos soldados. Naquele momento, ele estava de costas para a entrada observando os monitores que informavam o estado de Sigma. Os monitores eram separados do resto do laboratório por uma parede de vidro que só era removida com a autorização pessoal de Gustaf. Ele ouviu alguém bater. Após se virar para checar, ordenou a abertura das portas com um comando de voz:
— Como vai o prisioneiro? – perguntou o homem que chegara, que atendia pelo nome de Irinosh.
— Decepcionante. – Disse Gustaf, pensativo – Há pouco as ondas cerebrais dele estavam em alta, provavelmente estava tendo lembranças do passado porque ele começou a chorar faz pelo menos uns cinco minutos.
— Achei que ele iria tentar uma fuga. – disse Irinosh.
— Como ele poderia? – disse Gustaf. – Aquela minha cela é intransponível.
— Concordo, foi uma idéia muito boa, senhor. – continuou Irinosh.
— Mas o que você quer? – Disse Gustaf, ainda atento aos monitores.
— Vim discutir com você aquele projeto do qual você me falou.
— Ah sim, eu bem disse que iria mostrá-la a você. – Disse ele, levantando-se. – Venha comigo. – Completou.
Os dois cientistas andaram pelo laboratório, passando antes pela porta parcialmente fechada do estúdio de engenharia. Irinosh conseguiu ver parte de uma perna que tinha a sua altura.
— E aquilo, o que é?
— O meu mais novo projeto! – Disse Gustaf, enigmático. – Falarei dele depois, por hora venha por aqui – Disse, apontando uma parede vazia. Irinosh ficou em silêncio enquanto Gustaf colocava sua retina em frente um pequeno buraco e deixava-a ser analisada por um laser que saía deste. A parede deslizou para o lado e Irinosh espantou-se: Lá estava, intacta, montada sobre um suporte, a armadura de Sigma.
— Contemple, a armadura do guardião do ácido! – disse Gustaf, triunfante.
Era um trabalho inacreditável. Toda feita de ouro, ela fora moldada com perfeição em todos os detalhes, desde as braçadeiras até o peitoral e as caneleiras. Era, por si, uma coisa que se impunha no ambiente. Lâmpadas a iluminavam, possibilitando à armadura exibir todo o seu esplendor.
— Retirá-la foi um trabalho demorado – começou Gustaf, enquanto observava a armadura com os olhos praticamente vidrados. – Ela se aquecia toda vez que alguém ou algo a tocava, de modo que precisamos de muitas ferramentas resistentes ao calor pra conseguir, e mesmo assim demoramos vários minutos. Para você ter idéia, nem com nitrogênio líquido ela esfriou.
— Isso é intrigante. – Disse Irinosh, também vidrado na armadura.
— Mas, por fim conseguimos retirá-la e a colocamos nesse suporte. Felizmente, ela prece não se aquecer quando algo inorgânico a toca por dentro, mas não tente usá-la, seria devastador.
— Entendo.
— Durante meses – Continuou Gustaf – eu estudei o sangue de Sigma, o seu código genético, a composição de suas células, tudo, e não consegui encontrar nada. Eu tinha a teoria de que os Guardiões eram alterados geneticamente, mas não consegui confirmar essa teoria, então, resolvi experimentar outra hipótese.
— Era sobre isso que eu queria falar e...
— Espere, deixe-me terminar! – interrompeu Gustaf. – Eu então pensei: Se não há nada na genética os Guardiões, algo de fora deve conceder-lhes os poderes, mas o que? Hora, então eu percebi! Durante as filmagens, todos os Guardiões usavam armaduras e levavam artefatos consigo, durante a invasão no santuário tanto o Guardião do Fogo quando Sigma protegeram com sua vida alguns artefatos, então, bem, estava claro: aqueles artefatos tinham uma relação direta com os poderes dos Guardiões!
Eles agora saíam do laboratório de Gustaf e caminhavam pela área restrita da base.
— Mas que decepção eu tive, ao perceber que Sigma não carregava a estatueta consigo! Então resolvi tirar a armadura de Sigma e analisá-la como um todo, e logo começarei a testar minhas hipóteses!
— Mas se suas primeiras experiências confirmarem suas hipóteses os Guardiões lhe serão inúteis, correto?
— Sim, e obviamente os matarei, como fiz com o primeiro deles, quando conseguir confirmar a fonte de seus poderes!
— Era sobre isso que eu queria conversar, você não pode matá-los tão precipitadamente! Pense bem, eles ainda podem esconder algum segredo, podem ser importantes aos artefatos de algum modo... Se você matá-los, pode botar tudo a perder! Além do mais, eu estou fazendo em meu instituto pesquisas que podem confirmar a ligação genética dos Guardiões com seus poderes!
— Ah, então suponho que você esteja com medo que as organizações G&M sejam excluídas do projeto, certo? Não se preocupe, vocês ainda serão muito úteis...
— Não é nada disso, eu estou querendo dizer que...
Porém, Irinosh foi interrompido por um som semelhante ao de uma buzina que ecoou por toda a base. Instantes depois luzes vermelhas banharam a base, o alarme havia sido ativado.
— O que está acontecendo? – perguntou Gustaf em um dos canais de rádio.
— Invasão! – disse um soldado, do outro lado da linha. – Os soldados confirmaram a aproximação do Guardião do Céu!
— Entendido, prendam-no a qualquer custo, eu o quero vivo! – Disse Gustaf energicamente. Logo após isso ele desligou o rádio, e com uma expressão de maníaco, disse:
— Irinosh, volte a seu posto e fique lá, eu preciso ir ver alguém!
— Quem? – perguntou Irinosh
— Duas belas senhoritas... – disse ele, enquanto desaparecia de vista. – A esposa e a filha de um senhor chamado Bernardo...
E assim, Irinosh observou Gustaf sumir em uma curva do corredor. No espaço aéreo da base, Onilink repetia a si mesmo, febrilmente:
— Minha família, minha família, minha família...
Ainda escorria sangue de seu peito quando ele investiu sobre a base.
Cool...
Mais luta! >:}~
Quero ver Onilink ser pego e ficar junto de Augustus \o/
stryder seu crapula
-.-
seu mercenario
coitado do sigma
c ferro
perdeu a armadura e o artefato
=[
Tá indo bem, apesar de um capítulo menos empolgante que o normal, mas prometendo pro próximo O.O, é bom um pouco de variação na história, se ficar sempre 100% ação pode acontecer da gente nem perceber as barbaridades acontecendo, tem ke ter essas curvas leves de ação msm, tá bom Heenett, é muito agradável a leitura do seu texto, continua assim, nesse caminho!
Esqueceu de um "o" ai :D...Citação:
Os monitores estavam posicionados em um cubículo anexado ao laboratório particular de Gustaf.
Bah, acaba na melhor parte =/...
Dard* :)
Boa, Heenet, simplesmente fantástico.
O que mais gostei foi que a história seguiu um ramo inteligente, totalmente diferente de uns capítulos para cá, o que deixa clara a sua evolução. Muito bom roteiro, gostei da inspiração que você teve no começo, transformando uma história que aparentemente não sairia do clichê em um berço de pura originalidade e conteúdo.
Eu tô de queijo caído.
Sim, queijo mesmo, porque meu queixo caiu há duas páginas atrás.
Muito bom.
Well,
Mistérios começam a se revelar...
Goodbye...
:D :D :D
OMG pirante isso :D
faiz algum tempo q eu não leio um RP desse geito
li tudo até hj duma veiz nãoi gostaria d ter q esperar + faze o q?
=/ t+
quando sai o resto da historia msm ?
Entre sexta e domingo, à excessão de atrasos.Citação:
Postado originalmente por Dark-Duck
______________________________
Na parte anterior...
— Duas belas senhoritas... – disse ele, enquanto desaparecia de vista. – A esposa e a filha de um senhor chamado Bernardo...
E assim, Irinosh observou Gustaf sumir em uma curva do corredor. No espaço aéreo da base, Onilink repetia a si mesmo, febrilmente:
— Minha família, minha família, minha família...
Ainda escorria sangue de seu peito quando ele investiu sobre a base.
Capítulo 5(parte 5) - Prioridades
— Baterias antiaéreas, ATACAR! – Berrou um soldado no rádio. Cerca de quatro metralhadoras móveis fixaram o Guardião na mira e começaram a atirar, porém sem conseguir nenhum acerto, ao mesmo tempo em que um pouco sob o solo, um soldado em um bunker fixava a mira de oito mísseis no alvo que se movia em grade velocidade.
— Carga um, atirar! – Disse o soldado no bunker, que atendia pelo apelido de Delta um. Na parede da base uma portinhola deslizante revelou uma pequena abertura de onde saiu um míssil teleguiado em alta velocidade. O computador direcionou o míssil para o alvo que fazia um mergulho em direção ao alvo. Delta um acompanhou o progresso do míssil, até que ele atingiu o alvo.
— SIM! – gritou ele de súbito, sem conseguir se conter. Porém, logo depois ele percebeu que o alvo continuava em movimento. – Mas o que..? – Em seguida, ele apertou o botão de lançamento do segundo míssil. Do lado de fora se abriu, dessa vez no chão, uma outra portinhola que serviu de passagem para outro míssil. Delta um acompanhou o progresso desse outro míssil, até que ele explodiu a centímetros do Guardião.
— Ah, MALDIÇÃO! – berrou ele novamente, batendo com o punho no monitor. Ele apertou três botões ao mesmo tempo, e os mísseis três, quatro e cinco foram lançados. Logo depois ele ligou o monitor conectado à câmera que vigiava a entrada principal, ele precisava ver aquilo. De três pontos diferentes da base saíram os três mísseis que foram em direção ao guardião, que dessa vez já seguia rente ao chão em direção ao portão principal, sem ser afetado por nenhum tiro e desviando de todas as granadas. Fazendo pequenas manobras ele fez com que dois mísseis se chocassem, e cortou o terceiro do mesmo modo que fizera com os dois primeiros.
— Não posso acreditar! – Falou o soldado consigo mesmo, enquanto lançava os dois últimos mísseis. Ele mesmo havia posicionado todos aqueles mísseis de modo a conseguir acertar qualquer coisa que pudesse vir pelo ar, mas nada funcionava. Numa velocidade até difícil de acompanhar, porém, o míssil sete se dirigiu até o alvo e o atingiu em cheio.
— SIM, CONSEGUI! – gritou o soldado, alegre. – Não tem como ele ter se desviado, eu vi! – Continuou, como se alguém o ouvisse. Porém, instantes depois, o Guardião voltou a aparecer no monitor, se recuperando de um giro voltando a voar em direção ao portão principal.
— Mas o que...? – disse o soldado, arregalando os olhos. Ele subitamente então pensou em uma coisa, e mudou a visão para o modo infravermelho. Ele conseguiu ver dois pares de asas em vermelho, que a olho nu eram invisíveis.
— É isso, ele possui asas invisíveis e bloqueou o míssil as usando... – Porém, não havia tempo de tirar conclusões, pois um tremor abalara toda a estrutura. De um modo clássico, o Guardião seguira em direção ao portão e se desviara no último instante. Porém, diferente do que se esperaria, o míssil também se desviou e continuou seguindo por mais meio metro, quando aparentemente uma onda de energia na forma de disco o partiu em dois, causando a explosão que abalou os alicerces da base. O portão principal estava parcialmente danificado, e sem míssil algum, Delta um só pode observar, impotente, o Guardião fazer um arco num ar e ir de frente para o portão novamente. Com um movimento de espada, ele soltou outra onda de energia que acertou o portão em cheio, estilhaçando todos os trinta quilos de aço reforçado. Delta um, dessa vez hesitante, levou a mão ao cabo da metralhadora, quando reconsiderou: não adiantaria nada. E naquele momento ele, observando o monitor, notou: o Guardião sangrava.
Onilink não pensava, não havia como pensar, ele estava tão concentrado no combate que sequer sentia a dor no peito. Era assim que ele tinha que combater, com foco, se o golpe com a espada não fosse cem por cento preciso a coisa poderia ir abaixo. Após entrar na base, ele deixou as asas energéticas mais perto do corpo para adquirir velocidade, e usou a energia emanada destas para repelir as balas das metralhadoras automáticas que não acertavam o chão ou as paredes.
O ex-comandante do sistema de defesa da base, recentemente rebaixado a controlador das metralhadoras automáticas, via a situação através de seus monitores e lá consigo mesmo, pensava: “Eu já vi isso antes...”.
Depois de alguns minutos, que pareceram horas para a maioria do pessoal da base, Onilink já havia com sucesso conseguido arrebentar cinco portas de emergência e quarenta e duas metralhadoras. O próprio Delta um apareceu em frente ele, armado de uma bazuca, mas ele sem sequer perceber se viu jogado no chão, com o Guardião já a vários metros de distância. Onilink continuava seguindo, arrebentando as paredes e portas que o bloqueavam, seguindo reto, sempre reto, sempre reto, visualizando apenas o caminho à sua frente, quando algo mais saltou aos seus olhos e o fez parar: o cientista Gustaf, que subitamente aparecera no caminho, tinha presa em seus braços uma pequena garotinha, e apontava para sua cabeça o cano de um revólver de alto calibre. Surpreso e puramente por reflexo Onilink abriu as asas e parou, sendo então atingido por dezenas de balas que o envolveram em uma substancia resistente e grudenta. Gustaf, um pouco depois, aparentemente satisfeito com o resultado e levemente aliviado, disse em voz alta:
— Cessar alarme, código Gustaf, padrão A47698B. Soldados, dirijam-se até a minha localização, com o equipamento que preparei previamente. Quero que levem o suspeito para o subsolo, e que então aguardem novas ordens.
A menininha, assustada, chorava por sua mãe. Esta, por sua vez, presa a algemas em uma cela, recordava-se da figura do marido, que havia morrido seis meses antes em um acidente de avião. “Onde está você querido?” Ela pensou, o corpo nunca havia sido encontrado. “Nossa filhinha está em perigo...”.
Gustaf, após desligar o rádio, foi ao ouvido da menininha e disse, sombriamente:
— Fique calma querida, papai já está vindo...
A menininha chorou, ainda mais alto.
Coitada =,(
You are evl.
Mas está muito bom o capítulo, ótimo oO''
Esperando o próximo!
É realmente uma estória bem criativa, mas não relata sobre feitos medievais. Estamos falando de Tibia meu caro, e não se encaixa com o conto que você escreveu.
"...Cerca de cem soldados apontavam as miras a laser para o seu peito..."
Mas parabéns, de qualquer forma ; )
Citação:
Postado originalmente por LLK
Há muito essa seção não é exclusiva de tibia, isso é fato, logo é capaz até de ser feita uma separação de seções, porque apesar da descrição da seção, muito mais da metade das histórias aqui não são relacionadas a tibia...
Até mais,
~Heenett
Além do que roleplays de Tíbia costumam ser todos iguais, resumindo: Chatos.
Sou muito mais as outras histórias daqui que nada tem a ver com era medieval
como a minha, merchan plx =)
E bueno capítulo tio Heenett o/...
Dard* :)
Que pena so pude ler agora, Otimo capitulo (pena que pequeno) :p
Continue assim :D
Até o proximo
Well,
Continue assim.
Goodbye...
:D :D :D
Quando eu crescer quero ser igual ao Tio Heenett...
perfeito
ate me emociono dps de ler isso
da vontade de chorar
=´]
Vai sair amanha ou outro dia ?
stou bastane ansioso :D
será que o Onlink consiguirá escapar ?
será que o Stryder vencerá ?
será que teremos mais suprezas ?
S.H.S.
Somente o Hennet Sabe
Bem, eu troquei de PC e só pude hoje fazer o backup dos arquivos, o que incluía o arquivo com o texto dos doze guardiões. Bem, desculpem o atraso, e ai está, a parte final do capítulo 5:
Na parte anterior...
— Cessar alarme, código Gustaf, padrão A47698B. Soldados, dirijam-se até a minha localização, com o equipamento que preparei previamente. Quero que levem o suspeito para o subsolo, e que então aguardem novas ordens.
A menininha, assustada, chorava por sua mãe. Esta, por sua vez, presa a algemas em uma cela, recordava-se da figura do marido, que havia morrido seis meses antes em um acidente de avião. “Onde está você querido?” Ela pensou, o corpo nunca havia sido encontrado. “Nossa filhinha está em perigo...”.
Gustaf, após desligar o rádio, foi ao ouvido da menininha e disse, sombriamente:
— Fique calma querida, papai já está vindo...
A menininha chorou, ainda mais alto.
Capítulo 5(parte 6) - Prioridades
Cenas de infância. Um pequeno garotinho brincava junto de seus amigos, que fingiam serem pilotos de poderoso caças e que tinham como objetivo atingir os inimigos, ou no caso, os pássaros. Estava tudo enevoado, e as vozes dos amigos estavam longe. Um menininho em particular, com o seu modelo em miniatura de um F-17, começou a se sentir meio estranho. Ele começou a sentir uma dor muito grande no peito, e passou a não conseguir mais acompanhar o pique dos amigos, que corriam de um lado para o outro. Ele começou a se sentir muito cansado, “esperem”, disse ele, “esperem por favor...”
Uma luz muito forte cegou o menininho naquele momento, e ele tentou levar a mão aos olhos para protegê-los, quando percebeu que sua mão estava muito mais pesada que o habitual e que ele estava se sentindo muito mal. “Estou no quarto?” Pensou o menino, que na verdade era um homem crescido. “Não, foi além disso, eu estava voando em direção àquele lugar.. Será que eu caí?” Continuou ele, tentando organizar os pensamentos. “Não, eu não caí, eu me lembro de ouvir uma explosão, e de seguir em frente, e de ver minha filha... MINHA FILHA!” Berrou ele, tentando se levantar. Algo, porém, o prendia na altura do peito e nos pés, de modo que ele não podia fazer grandes movimentos.
— Ah, vejo que acordou, Guardião. – disse uma voz, enigmática.
“ Guardião?” Pensou o homem? Guardião, mas o que... Ah!” Lembrou ele, de súbito. Ele era Onilink, Guardião do céu, e havia falhado na tentativa de invadir a base inimiga, e queria resgatar sua filha.
— Minha filha! – disse ele, forçando as barras de ferro que o prendiam, porém inutilmente.
— Não adianta. – disse o cientista Gustaf, logo ao lado. – Você não vai conseguir quebrar essa liga de metal fortíssima sem sua espada, estou certo?
Os olhos de Onilink, naquele momento, finalmente recuperaram o foco. Ele estava em um corredor completamente branco, deitado em uma maca preso por barras de ferro e estava sendo levado a algum lugar, escoltado pelo cientista que havia estado com a sua filha e por uma dezena de soldados fortemente armados. O cientista falou durante algum tempo coisas que ele não conseguira entender, mas pouco depois ele se calou, e ninguém ousou interromper o silêncio. Onilink, dois minutos depois falou, de modo bem agressivo:
— Onde está minha filha?
— Fique calmo, Guardião, fique calmo, você está sendo levado até ela. – Disse Gustaf, com ar de deboche. Onilink estava com dezenas de profanações e ameaças na ponta da língua, mas se conteu, não era a hora. Naquele momento ele deveria ficar em silêncio e esperar que o agressor impusesse suas condições. Então, ele poderia agir.
Durante mais dez minutos eles seguiram adiante, até que finalmente pararam em frente a uma porta cinza com um aviso de “Proibida a entrada” pintado com letras garrafais e em vermelho. Com o apertar de um botão, Gustaf fez com que a maca que prendia Onilink subisse à posição vertical, e então os soldados se afastaram. Lentamente, o cientista seguiu em direção a um pequeno painel numérico ao lado da porta e ao se colocar em frente a este, disse aos soldados:
— Ele tem cinco minutos. – Em seguida, ele digitou u código de muitos dígitos e a porta se abriu. Lá dentro, acuadas em um canto, estavam duas mulheres, uma pequena menininha e uma mais velha que parecia ter aproximadamente 27 anos, que trajava um vestido simples típico de uma dona de casa. Apesar disso, o seu corpo era bem atlético e ela era bem bonita. Onilink arregalou os olhos: Eram sua esposa e sua filha.
Subitamente as barras que prendiam Onilink à maca se soltaram e ele, surpreso, caiu no chão apoiado nas mãos e nos joelhos. Gustaf, então, se colocou ao lado do Guardião, e perguntou às mulheres:
— Reconhecem este homem?
Não houve resposta.
— Reconhecem? – perguntou ele novamente, de maneira mais agressiva e engatilhando a arma.
— Não! – disse a mais velha – nunca o vi na vida!
Onilink fechou os olhos e se ajoelhou, sabendo o que viria em seguida e frustrado demais para se mover.
— Ah, imagino que nunca o tenham visto na vida! – disse Gustaf, sarcasticamente. – Ou talvez tenham... – continuou ele, misterioso. – Ou talvez vocês não só já tenham visto ele, como também o conheçam muito bem!
A mais velha arregalou os olhos e parecia assustada, e a mais nova ficava somente agarrada à perna da mãe , chorosa.
— Quem sabe se ele mostrar quem realmente é... – continou Gustaf. – Transforme-se, agora! – disse, se dirigindo à Onilink.
Onilink, ainda de olhos fechados, fez uma expressão de muito desgosto na face e disse:
— Nunca!
Gustaf apontou o revólver para a garotinha. Esta, por sua vez, disparou a chorar e a mais velha, a mãe, protegeu-a com o corpo, também assustada demais para falar.
— Agora! – disse o cientista novamente, enérgico.
Onilink apoio as mãos nos joelhos e respirou fundo várias vezes. Então, aparentemente com muita frustração, ele disse:
— A espada.
— A espada, esplêndido! – disse Gustaf, aparentemente voltando a ficar a alegre, mas sem deixar na mirar na criancinha atrás da mãe. – Tragam a espada! – ordenou ele aos soldados. – E lembre-se, meu caro, se fizer qualquer coisa o sistema automático da base fará o trabalho desta pistola, certo? – continuou ele, sério.
Um soldado se aproximou do Guardião com a espada numa bandeja feita de um material muito pouco condutor de calor.
— Pegue. – disse Gustaf, quando a bandeja foi posta na frente do guardião. – e faça o que tem que fazer.
Mais uma vez, Onilink respirou fundo, e então pegou a espada. Com um gesto, uma luz branca bem forte começou a ser emitida de seu corpo, e a espada começou a diminuir rapidamente, até alcançar o tamanho de uma abotoadura. A armadura em seu corpo foi lentamente substituída por um terno preto impecável, e o cabelo loiro e os olhos azuis do guardião deram lugar a um cabelo preto e a um par de olhos castanhos. Então, o guardião levantou o rosto e olhou diretamente nos olhos da moça mais velha, que era sua esposa. Esta, por sua vez, arregalou os olhos, e durante um minuto, não conseguiu falar. O silêncio predominou durante um longo tempo na sala, até que a pequena meninha saiu de trás da mãe e disse:
— Papai?
Os olhos de Onilink se encheram d’água, e ele disse:
— Sim filinha, papai está aqui. – Então, a pequena garotinha correu em direção ao pai e o abraçou com força. A mãe, aparentemente encorajada pela filha, disse:
— Bernardo, é você..?
— Sim – respondeu Onilink. – Sou eu!
A esposa de Onilink então, sem se conter mais, correu até o marido e se juntou ao abraço da filha.
— Eu tenho tanto a explicar, tanto a dizer... – disse Onilink, chorando. A família inteira, mãe, pai e filha, estavam lá, abraçados, reunidos após seis meses de desencontros e sofrimentos. Durante aquele breve momento, todos eles não se importaram com mais nada e só quiseram sentir aquele abraço, que desejavam que fosse eterno. Porém, naquele instante, dois soldados arrastaram a mãe a filha para longe de Onilink, enquanto outros três soldados o seguraram pelas costas.
— Não! – disse Onilink – Elas tem que ser libertadas, em troca eu fico com vocês! – A mulher mais velha fez menção de falar algo, mas foi interrompida por Gustaf, que disse:
— Fique tranqüilo meu caro, elas estarão em um bom lugar. – E em seguida, ele atirou.
Dois berros ecoaram pela base, enquanto a menininha, que parecia surpresa, caía lentamente em direção ao chão, alvejada por um tiro na cabeça. Outra bala foi disparada, e o corpo da mãe da menininha foi ao chão, também inerte. Onilink berrou “NÃO” com toda a sua força e se levantou, desvencilhando-se dos soldados que o prendiam, mas um terceiro tiro foi disparado. E, inerte, o corpo de Onilink caiu no chão, morto. Vagarosamente, Gustaf pegou a abotoadura na forma de espada da mão de Onilink e, sem dizer mais nada, virou as costas e começou a voltar pelo corredor. E, naquele exato momento, no santuário dos guardiões, um salão desabou.
_________
Fim do capítulo 5
"u" :D?¿ Nada de mais XD...Citação:
— Ele tem cinco minutos. – Em seguida, ele digitou u código
Onilink morreu :eek: !?!¿
Bem, antes ele do que eu :riso: ...
Dard* :)
Oh shit....
Não sabia que Oni morreria...
Ótimo capítulo. Muito bom.
ae mto bom kra qndo sai a proxima parte?
Cacete, vou mudar á crítica do "Os Grandes", esse capítulo ficou exelente, sem exagero. Gostei muito da reação dos personagens, bem naturais, principalmente á inocência da filha do Oni.
Parabéns!
~
Só tenho a Dizer OMG
kredo esse kra é mau p/ kcete
uauhauuauhaau
quando sai o proximo?
S.H.S
Somente o Henet Sabe
heuahuheuheau
stryder em faze emo, por isso vai chorar
hueahuehuahue
capitulo otimo, quase chorei qndo os tres morreram, esse rp ta mexendo cum minhas emocoes
=´[
heuahuehehueahae
Ow, sério, esse capitulo ficou lindo (lindo... 3 mortes e ele ficou lindo, lol).
Até me emocionei...
Mas foi por uma fração de segundos só :cool:
Belo capitulo ^^
UUUUUUAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHH. Heenett, tu mato o kra meu. Ta vendo, o Heenett ta vivo, o salão dele não desabou ^.^ ; Poxa, eu fiquei com raiva agora desse ***** desse gustaf. Ah, que ruim.
Bixo, fiquei até uma da manhã lendo esse rp. Na moral, viciei. 0.o
Terminei o último cap agora. Ahhhh, esse foi um banho de água fria, pior do aquele que o Brasil nos deu na copa, hauahuahuahuahuahuahuahuahuahuahuahua.
Mais eh isssooo... quero ver o próximo cap. Continua plz.
Ele tinha destruído o salão no início, quando teve que fugir, não lembra tio?xDCitação:
Postado originalmente por Pirotecnico
Sobre o capítulo seguinte, tenho andando MUITO sem tempo, mas jájá eu posto.
Ah, e muito obrigado pelos elogios, são muito importantes pra mim :)
Até mais,
~Heenett
por favor
mais
mais
mais
mais
mais
mais
mais
eu vo chora se nao tive mais
=´]
heuahuea
paro a viadagem
otimo capitulo brow
mais kero mais
vo monta um comunidade no orkut
^^
Bem caras, vocês sabem como é, férias + muitas coisas pra fazer é igual a passar uma semana sem postar, espero que me perdôem :P
E por falar em postar esse aqui tá bem pequeno, mas semana que vem faço um maior xP
Ah, e eu resolvi que vou entitular cada parte. Esse títulos não tem no livro original, mas sim no cronograma que faço de cada capítulo, ai pra ficar mais legal eu vou colocá-los aqui, certo? Então ai vai, e até mais ;)
No capítulo anterior...
Dois berros ecoaram pela base, enquanto a menininha, que parecia surpresa, caía lentamente em direção ao chão, alvejada por um tiro na cabeça. Outra bala foi disparada, e o corpo da mãe da menininha foi ao chão, também inerte. Onilink berrou “NÃO” com toda a sua força e se levantou, desvencilhando-se dos soldados que o prendiam, mas um terceiro tiro foi disparado. E, inerte, o corpo de Onilink caiu no chão, morto. Vagarosamente, Gustaf pegou a abotoadura na forma de espada da mão de Onilink e, sem dizer mais nada, virou as costas e começou a voltar pelo corredor. E, naquele exato momento, no santuário dos guardiões, um salão desabou.
Capítulo 6 - Além das leis
Thresdárius luta
No santuário dos guardiões, Shalkan, Wind e Thresdárius estavam em volta dos destroços de um tipo de estrutura metálica humanóide:
— O que diabos foi isso? – perguntou Thresdárius, alarmado.
— É exatamente o que eu quero saber. – disse Shalkan, ainda ofegante. – Eu ouvi um estrondo na floresta enquanto vinha pra cá, e isso apareceu. O pior de tudo é que parecia ser imune a todos os meus...
— Lá vem outro – interrompeu-o Wind, que estava com o rosto virado para o chão, de olhos fechados.
— Quanto tempo? – falou Shalkan, virando-se para ele.
— Dez segundos, talvez menos, não, já chegou!
Eles se viraram para a floresta e, através do buraco no muro, conseguiram perceber outro daqueles chegando. Esta coisa, por sua vez, que parecia um robô de seis metros de altura inteiramente feito de aço, deu um salto em direção ao santuário que o fez subir mais ou menos dez metros no ar e se deslocar horizontalmente mais de trinta metros, fazendo com que este pousasse bem no meio dos três guardiões, que se afastaram para não serem esmagados. Era realmente um robô de seis metros de altura, na forma de um humano e inteiramente feito de aço, mas parecia também ter pequenos orifícios em toda a extensão de seu corpo e grandes orifícios nas mãos. Em seu peito, estavam escritos os seguintes dizeres:
— Mecha dois! Provavelmente é como o anterior! – disse Thresdárius, dando alguns passos para trás de modo a sair do alcance das mãos enormes.
— É, mas não custa tentar! – disse Shalkan, levantando os braços que antes estavam ao lado do corpo, eu um arco. Sob o robô uma torre de gelo subiu em espiral, envolvendo-o por completo. O robô, dentro da torre, começou a ficar levemente rosado, depois alaranjado, depois vermelho...
— É como o outro, SE AFASTEM! – gritou Shalkan, saltando para trás. Os outros dois guardiões saltaram bem a tempo de evitarem as chamas que irromperam de todos os orifícios do robô, derretendo o gelo.
— Tem mais soldados chegando! – gritou Wind, que apesar de alarmado continuava de olhos fechados olhando para o chão.
— Wind, Shalkan, cuidem deles! – disse Thresdárius – Eu vou acabar com essa coisa aqui pessoalmente.
Ambos os guardiões sem nenhuma palavra assentiram e correram para o outro lado do santuário, de onde pareciam estar vindo os soldados. Thresdárius então encarou o robô bem no lugar onde deveriam ficar os olhos, ao mesmo tempo que subitamente as nuvens se fechavam no céu em volta dele e que começava a ventar de modo assustadoramente forte. Levitando como se sustentado pelo vento, ele ficou apenas um pouco mais baixo que o robô. As nuvens sobre ele já estavam negras, e já chovia e ventava de maneira muito forte, quando um raio da tempestade acertou o robô exatamente na cabeça. Um pequeno tufão lentamente começou a se formar em volta do robô. Enquanto isso, Shalkan que corria junto com Wind para o outro lado, disse:
— Você tem certeza que Thresdárius consegue destruir aquilo sozinho? Tivemos que unir nossas forças para derrubar o primeiro mecha!
— Ah. – disse Wind – Você realmente acha que aquilo vai ser capaz de derrotar o mais antigo dos Guardiões?
O robô, que já estava atordoado pelo impacto do raio, começou a lentamente levantar a mão direita, lutando para se manter estável no forte vento. O tufão já começava a tomar forma e a estabilidade do robô já começava a ser perdida quando, subitamente, este levantou sua mão de maneira muito mais rápida, deixando o orifício frente a frente com o rosto de Thresdárius, fazendo com que um jato de chamas saísse deste e quase atingindo o alvo, porém bloqueado por uma combinação de vento e chuva que impediam as chamas de sequer chegarem no seu destino
Thresdárius continuou parado encarando as chamas que inutilmente tentavam atingi-lo, enquanto o Tufão se formava. Então, como se fosse do nada, sem nenhum gesto do Guardião, a ventania toda se direcionou para embaixo dos pés do robô e em seguida para cima, fazendo com que este fosse arremessado muito para o alto, e em seguida uma sucessão de ventos combinados ao choque de um trovão no ponto correto fez com que ele fosse completamente destruído, de modo que partes dele voaram para todos os lados. Após isso, a chuva foi parando, a ventania foi diminuindo, e lentamente as nuvens voltaram ao normal, na medida em que Thresdárius voltava ao chão. Wind e Shalkan se uniram a ele pouco depois, e Wind disse:
— Cerca de dez soldados com roupas especiais contra o gelo, nenhum grande problema. E vejo que aquele robô também se foi, não?
— Sim. – respondeu Thresdárius. – Mas nós precisamos decidir o que faremos agora, antes que mais destes cheguem.
— Certo. – concordou Shalkan.