Last Capter Of The Book I - O começo da jornada de um ilustre... Kanaight!
AEAE GALERA RIARIARIAIRAIR!! Finalmente completei o último capítulo do Livro I, agora é só assistir e ver o rumo dos personagens!! Queria aproveitar e gostaria que comentassem sobre o que gostariam e ver no Livro II!! Valeu, e esse é um dos maiores caps se não o maior que já fiz!! Fui.
Last Capter Of The Book I - O começo da jornada de um ilustre... Kanaight!
É, belo dia para ficar com o pingolim de fora na praça. Calor insuportável, beirando os 50 graus Célcios, sol de rachar a cara na cachoeira, calor de arregassar a mão no freezer (aqui não existe freezer), mas algo me diz que o dia vai ser bom (aliás, aqui não existe eletricidade). Derp saiu pra pegar água do rio, Richard está na livraria lendo algo como “Como Treinar com Meijiq Zuordi”, e eu, estou vagabundeando pela cidade, não tem nada pra fazer além de nadar, pena que não trouxe minha sunginha verde limão pra Tibia. Bom, Derp está voltando com um balde, enquanto estou pensando em MeuLand. Poxa, deve ser tããããão legal, tipo, deve ter uns Dragões voadores e hydras de 3 cabeças se alimentando de pássaros terroristas, e no subsolo das cidades deve ter umas gosmas feitas de residos tóxicos, algo melequento e verde, Eca!! Viajem minha, no mínimo deve existir um dragão que meu amigo me contou, e que achei muita doidera da parte dele, imagina esse bocado de pensamentos meus? Se fosse real, todo mundo estaria morto... Mas aqui eu já vi um minotauro e um ogro, então.... Enfim, estou morrendo de curiosidade!!!!!! Derp vira o balde na cabeça dele, e fala gritando:
[Derp] – Ansioso para viajar para a ilha!?
Eu gritando o dobro disse:
[Eu] – ORRA!!!
[Derp] – Que tal tomar um banho gelado para passarmos hoje?!
[Eu] – Sério?? Ihuuuuuuul!!!!
Derp da uma risadinha olhando para mim e novamente despeja a água do balde na muringa dele. Mas, espere um pouco, ilha? Como assim “ilha”? Não era um novo mundo a ser descoberto? Uma ilha oras bolas, é RockGuard!!! Mas como pode, sô? Perguntei a ele:
[Eu] – ILHA? (Não obrigado – menininha oferecendo cookies de bluibéirries).
[Derp] – Sim, lá vamos escolher vossas vocações e partiremos ao meio dia de barco!
[Eu] – Barco? Só de ouvir ja tenho náuseas, espere, acho que vou no toalette.
[Derp] – Vai lá!!
Mas na verdade não queria ir no banheiro, queria refletir a cagada que vou fazer se eu ir para aquela ilha. Veja bem, eu já sou um kainaight, e não preciso provar isso para as pessoas. Aqui a vida mudou drásticamente, antes minha rotina era jogar Hércules de Plaistaichon 1 todo dia, agora minha rotin nada mais é do que caçar ogros e dormir em uma cabana medieval, com um capacete de dois chifres e calças com escamas. Se eu mudar de vida denovo nem sei o que vou fazer, pois é muita pressão sobre mim. Mas Derp conta comigo, e isso é ainda mais monstrinhos pro meu cavalinho. Ah, quer saber? :fckthat: vou ir para meu destino, junto com meus amigos, e encontrar João nesse novo mundo que me espera (...Será?).
Pronto, já fui ao toalette, agora vou falar com Derp e... O-ou, me deu vontade de ir ao banheiro!!!
(Minutos Depois...)
[Derp] – Demorou, hein? Foi construir um monumento?!
[Eu] – Na verdade, acho que sim, construi um monumento!!
[Derp] - :pokerface:
[Eu] - :awesome:
[Derp] – Err.... Vamos falar com Richard para ver o que ele levará na mochila.
Andamos um bocado até a livraria e encontramos Richard lendo silenciosamente, ele olha de canto de para dois dentuços e diz baixinho movendo seus pequenos óculos:
[Richard] – Pois não?
[Derp] – Eae grande, vamos aprontar suas malas?
Richard olha friamente para nós:
[Richard] – Eu não vou.
Na hora eu dei risada, pois ele só podia estar brincando:
[Eu] – Vamos logo :fckthat:!!! (Puxando o braço dele).
Derp parecia pensante:
[Richard] – Ah, Desossa, sério, eu não vou e nem quero que vá. Por favor, não se magoe, sou muito seu amigo e sentirei muita saudades sua !!!
Meu coração gelou. Soltei ele, estava muito perplexo para usar força. Iria me separar de meu amigo para ir com outro. Olhei para Derp, e ele olhava tristemente para seu amigo de infância. Era pra eu começar a chorar, mas como sou um jegue retardado fiz ainda pior: Corri para um canto e começei a chorar alto. Richard e Derp correram em minha direção, e foi nesse momento que me ligei que sou um completo idiota. Eles chegaram em mim, e Richard logo disse tentando abafar meu choro:
[Richard] – Calma Desossa, eu sempre estarei do seu lado. Sempre serei seu amigo!!!
[Derp] – Dê, calma aê !!! Poxa, vai dar tudo certo, um dia voltaremos para cá!!!!
[Eu] – (Snif, snif) Foi mal gente, (Snif – soluço :lolguy:) só fiquei meio (Isnifi) confuso.... Mas vai dar tudo certo né?
[Derp – Richard] – SIM!
Isso me colocou um pouco pra cima denovo, pensei que nunca mais iria ver meu amigo. Derp me ajudou a levantar, e Richard parecia muito chateado com tudo. Depois desse acontecimento eu me impûs e resolvi deixar tudo acontecer. Nós voltávamos para a livraria, quando houve uma gritaria vindo do norte, algo do tipo “Invasããããão!!!”. O que seria uma “invasão”? Derp só me respondeu isso:
[Derp] – CORRE!!!
Me lembro de correr uns metros e receber uma pedrada no olho. Quando acordo, estou na cabana de Derp com metade da visão direita ofuscada, ainda estava aquela gritaria, e eu só tive vontade de dizer:
[Eu] – Mas... Que diabos?
[Derp] – Uma invasão de sem-terras.
[Eu] – Hã?
Quando virei minha cabeça vi o irmão de Derp, vi Dário apreensivo num canto da casa, ele vestia uma armadura prata e usava um anel de ouro. Pensei que existe sem-terras no mundo, mas aqui? LOL!
[Eu] – Mas como assim, sem-terras? Onde eles dormem, junto com os ogros?
[Derp] – Os sem-terras são as pessoas que antes eram que nem nós, mas fizeram algum tipo de coisa errada, como pegar algo de alguém ou até tentar matar alguém.. Eles são expulsos da fronteira humana e vão pra fronteira dos monstros, uma hora ou outra eles tentam retomar seus cantos aqui, mas sempre são impedidos pelos guardas!
Percebi que faz tanto tempo que Derp não convive com o mundo, que ele esqueceu que “pegar algo de alguém” é “roubar alguém”.
[Eu] – Então eles são presidiários? :hmm:, mas eles viraram, tipo, primatas que gritam “Ugu-Gaga!” ?
[Derp] – Não exatamente, eles só andam meio esquisitos pela convivência com os monstros.
[Eu] – Huum.....
[Derp] – Nossa, mas que galo é esse!!!
[Eu] – Galo? ONDE?
[Derp] – Hahaha, é na sua cara!! Você está com um galo enorme!!
Descoberto por quê não estou enxergando direito. Dou uma levantadinha daquele colchão mais duro que chão, e digo em tom alto para Dário:
[Eu] – E aí Dário, vai com nóis?
Derp coloca sua mão na testa e balança. Dário se vira feliz, foi aí que percebi que ele estava arrumando à mochila dele:
[Dário] – S-sim!!
[Eu] – Que legal cara!!!
Derp parecia ter saído da praia, pois estava vermelho , poderia ser do calor do meio-dia, mas ainda acho que é de vergonha. Ele retruca para seu irmão:
[Derp] – Já arrumou tudo aí, Dário?
[Dário] – JÁ!!
[Derp] – Tudo certinho aí também Desossa?
[Eu] – Opa!
Estávamos saindo da cabana quando fiz uma leve observação:
[Eu] – Não esqueceu nada, Derp?
Derp ia responder que não, quando foi abrir a mochila imaginária nas costas dele.
[Derp] – O-ps!
Ele foi correndo pra dentro da cabana, ouvi um barulho de vidro se quebrando, e logo depois um árduo “AI!” ! Dário fez biquinho como “ui” e eu dei risada. Derp voltou com sua mochila e sua canela sangrando:
[Eu] - :pokerface: KEOPEKEOPEKOEPK!!!!ummilhãocentoeonzemilcentoeonze !!
[Dário] – Haahahahahahah-Ha!!!
[Derp] – Ha-Ha.
[Eu] – Ai, ai...
Derp veio mancando, e quando chegou perto de mim ajudei ele a andar. Eu, Derp e Dário conversamos até o Oráculo, tudo parecia bem e talz, mas quando vi aquela escada me veio um calombo na barriga, se é que existe isso!! Derp, olhou para baixo e Dário sorriu apenas. Dei uma leve olhada para os cantos e nada do Richard, quando subi, ele estava lá nos aguardando com 3 caixas de presentes roxa.
[Richard] – Ansiosos?
[Eu] – Embrulhado.
[Derp] – Apreensivo.
[Dário] – Fe-l-i-i-z!!
[Richard] -Hm...
Olhei para as caixas de presentes, e Richard me pegou no fraga:
[Richard] – Então – Richard colocou os 3 presentes no chão enfileirados – Peguem 1 por um, Desossa é o primeiro a pegar!!
Fui correndo e peguei a da esquerda. Dário foi depois, pegando a do meio. Já Derp pegou a da direta obviamente:
[Richard] – Agora abram!
Abri aquela caixinha com peso razoável, quando olhei pra dentro, 10 moedas cinzas. Vi a caixinha de Derp, e ele ganhara 10 moedas de ouro!!
[Eu baixinho] – Derp, troca comigo as moedas por favor!!! Pooor Favooor?
[Derp] - :lolguy: Você não disse isso sério né Desossa?
[Eu] – Claro que disse sério!!!
[Derp]- Não vou trocar com você!! Seria uma falta de sacanagem!!!
[Eu] – Fal... Saca... Ah, então tá... :okay:.
[Dário] – E-E-BA-AA-A!! G-AN-HE-EI---- U-MA----MO-MO-MOEDA ---- AZUUL!!!
[Derp] - :O
[Richard] - ^^
[Eu] – 1 MOEDA SÓ?! QUE AZARADO :/
Fiquei com dó do Dário, e dei 5 de minhas moedas a ele, ele não aceitou, pois alegava que tinha mais dinheiro que eu... Fazer o que né.. Me virei para Richard agradecendo – o:
[Eu] – Valeeu Richard!! Obrigado mesmooo, vou guardar essas moedas para sempre!!!
[Richard] – Sério?
[Eu] – Sim!!!!
Derp acena pra Richard, e logo eles se abraçam por aproximadamente 17 segundos. Dário comprimenta Richard, e ele avança em Dário dando-o um abraço. À seguir, ele olha para mim com uma cara tipo “Ah, e você...” virando o pescoço, e me dá um abraço dizendo na minha orelha “ Você sempre será meu melhor amigo” e esboçou um leve sorriso ao se impôr para trás.
[Richard] -Vão com Deus!
[Eu – Derp] - Fica com Deus!!! Tchau!!
[Dário] – Tc - tc – tc – tc – tchau!!
Assim caminhamos pelo primeiro corredor e viramos para o outro, onde o sejá lá quem for estava. Ao olhar para ele olho à olho tive a impressão que era só uma estátua, sem alma e emoção (mesmo presenciando ela falando). Wtf? Uma estátua falante :lolguy:
Mas quando Derp respirou um “Oi”, aquela estátua moveu seus olhos horripilantemente verdes fazendo um barulho de porta rangendo (sacoméné? )..... Wtf? Uma estátua falante :lolguy:. Por incrível que pareça aquela estátua conhecida como oráculo diz:
[Oráculo] – Derp Tavares, você está preparado para enfrentar seu destino?
Derp de canto de olho nos observa (Eu e Dário, ou você muhahaha), e logo após retoma sua posição “de frente com o chefe”:
[Derp] – Sim.
O Oráculo persistente pergunta denovo com sua voz oca:
[Oráculo] – Você está mesmo preparado para enfrentar seu destino?
[Derp] – Sim.
Então meu amigo desaparece diante de meus olhos e os olhos de Dário, deixando – o perplexo. Sabia que era o segundo, pois secretamente combinamos a ordem hoje de manhã, e já que Dário não estava ele ficou por último mesmo ^^. Avancei para frente do Oráculo confiante de que não seria morto, quando arrisco um:
[Eu] – Oi...
[Oráculo] – Desossa Jones Menezes Da Silva Ramos Freitas Monzani Ribeiro Da Conceição Moreira, você está preparado para enfrentar seu destino?
Uma pergunta, como ele sabe meu nome inteiro? :cerealguy:
[Eu] – Sim :pokerface:.
Ele deve ter percebido minha desconfiança nesse “sim”, e a seguir pergunta gritando com sua voz siniistra de noovo:
[Oráculo] – VOCÊ ESTÁ PREPARADO PARA ENFRENTAR SEU DESTINO?
:hmm:
[Eu] – Contanto que eu não seja agredido, eletrocutado, descabelado, ofendido, torturado, triturado, escravizado, estrangulado, esfaqueado, sequestrado, roubado, que eu não pegue lectospirose, hepatite A, tuberculose, faringe, gripe do porco, aids, aminésia, poliomelite, acne, diarréia, catapora, febre amarela, rubéola, cachumba, sarampo, ceborréia, infecção, que eu não vicie em jogos, cigarros, drogas e bebidas e que haja banheiros decentes, SIM, estou preparado.
Assim, por 2 segundos desapareci do radar, e voltei numa ilha. Uma ilha... Diferente. Era, tipo, 4 casas e um monte de entulho no chão. Pensei que já na entrada chuchucas samanbaias gostosas me acolhessem em uma poltrona e me levassem até a praia mais linda para o ritual de consagração, várias pessoas alegres dançando ula-ula em volta de uma fogueira e talz, mas o que vi foi uma ilha mais parecendo um lixão, tudo com aspecto urbano e poluído visualemente ao extremo, não foi nada do que pensei :okay:. Falando em extremo, no extremo norte havia um navio totalmente destruído, todo quebrado e remendado, madeiras podres e cupins de enfeite. Derp estava me esperando na casa de cima da esquerda, uma de madeira. Fui correndo de encontro com ele, quando cheguei ele disse:
[Derp] – Vou ser um paladin!!1!!1
[Eu] LOL! Por quê não usou lanças que nem Richard para aperfeiçoar seu aperfeiçoamento? :yuno: Tô vendo de sua cabeça de mangaroth é só aparência...
[Derp] – Haha! Decidi de última hora sabe?
Uma voz feliz e gaga (u-la-lá) nos interrompe:
[Dário] – Oi! V-v-v-vou --- s-ser --- um --- dr-dr-dr-dr-dr-DRUID!
[Eu] – Que legal!! (Eu para meu subconsciente – Druid?)
[Derp] – Isso aí irmão!!
Me inclinei para trás, e vi uma casa branca com uma mulher dentro, na hora como intuito perguntei à Derp:
[Eu] – Derp, quem é essa mulher? – Apontei para ela.
[Derp] – Ela é um dos instrutores de vocação, existem 4, um é para os kn...
[Eu] – ELA PROMOVE EU????? FUUUUUUUUI!!!
[Derp] – Nãão :facepalm:.
Corri frenéticamente até ela, que por sinal é bem feinha, e disse:
[Eu] – Oi. É aqui que viro um kanaight?
[Unkown] – Olá. Meu nome é Sorcerer Estrella, e eu recruto SORCERES.
[Eu] – UOU! Você é uma sorcerês que taca sdê??? Putz, que legal1!!11!! Mas como viro um kanaight?
Ela me ingnorou, e disse:
[Sorcerêr Da Sdê] – Você quer ser um sorcerer?
Derp chega arf-arfando na porta da casa branca, mas ignoro ele:
[Eu] - Nem ferrando, quero ser um kanaight :fckthat:.
[Sorcerêr Da Sdê] – Desculpe, mas não te entendi.
[Eu] – Nem ferrando, quero ser um kanaight. Entendeu?
[Sorcerêr Da Sdê] – Não.
:facepalm:
[Eu] – N-E-M --- F-E-R-R-A-N-D-O --- Q-U-E-R-O --- S-E-R --- U-M --- K-A-N-A-I-G-H-T. ENTENDEEEEU :rageguy:????
[Sorcerês Surda Da Sdê] – Desculpe, não entendi.
Fiquei tão nervoso que quase mandei ela tomar toddynho no copo. Mas o que simplesmente fiz foi me virar e cair fora, Derp me acompanhado diz:
[Derp] – Que diabos você está pensando?
[Eu] – Foi mal :okay:. Mas onde eu viro um kanagiht? :yuno:
[Derp] – Lá ó!
Derp não apontou pra nenhum lugar. Era como se fosse que ele apontasse pra baixo e falasse “Lá ó”.
[Eu] – Opa, estou lá.
[Derp] – Pô cara, tu não colabora, lembra aquela casinha de madeira que estávamos?
Balançei minha cabeça que sim.
[Derp] – Então...
Chegamos até lá, reparei que Derp estava com sua testa mais vermelha que sangue de porco, parecia que ele assou uma linguiça toscana na testa dele :fckthat:. Meus longos cabelos pretosjá estavam fedegosos e pegasojos por causa do calor, imagina Dário, que está com uma armadura mais pesada que uma manada depois de um bom rango. Err... Dário.. Cad..
O-ou.
[Eu] – Cadê o Dário?
[Derp] – Boooua pergunta. Ele deve estar na casa dos druidas, sacas?
[Eu] – Sacos.
Bom, Dário provavelmente já segiu teu rumo, agora só falta eu e a testa mutante de Derp, sério, aquela testa é maior que tábua de bater bife!! Por fim, digo à ele:
[Eu] – Cara, vou ver no que dá virar um cavaleiro enigmático reluzente, e você pelo visto vai ser o arqueiro real do rei Dom Tibia III! Tchau!! Nos encontramos por aí!!
Derp ansioso diz:
[Derp] – É, parece que vamos por aí mesmo ^^, boa sorte, nos encontramos em Carlin!!
[Eu] – Opa! (Baixinho) – Carlin? Seria uma facção?
Então me virei para a saleta que chamei de casa, e ali havia um cara, e fiz a pergunta mais ectoplásmica da minha vida:
[Eu] – Oi.
Tá tá, não foi exatamente uma pergunta, mas... Ah, deixa quieto, apague essa frase de sua cabeça PRA SEMPRE SEU FANFARRÃO!!
[Tio Sam] – Olá. Meu nome é Knight Hykrion, e eu recruto Knight.
[Eu] – Oi, é, eu quero ser um kanaight, mais eu ainda tenho umas dúvidas, você me ajuda?
[Knight alguma coisa com H] – Diga sua dúvida jovem cavalheiro.
[Eu] – Um cavaleiro kanaight tem armaduras e lanças blindadas e podem montar em cavalos destruindo fortalezas inimigas e pessoas más que tacam sdês na muringa dos inocentes... Um guerreiro kanaight pode atacar alguém da facção Carlin?
[Lembrei, é Kanaight... Hykrion] – Bom. Principalmente, para usar as montarias você precisa ser um nobre da corte, e sim, contanto que seja fortalezas de monstros os guerreiros knights podem ir devidamente armados tentar derrubar às -. Pode até matar pessoas com “caveiras” se for preciso!! E Carlin, haha, é uma cidade!
Fiquei com tanta dúvida de tudo que até fiquei cansado de tanto pensar. Já está na hora de eu virar um Kanaight:
[Eu] – E aí cara, #comofaz?
[Kanaight Hykrion] – Você quer ser um cavaleiro?
[Eu] – Sim :pokerface:
[Kanaight Hykrion] – Então.... RECEBAAAAA!!!
Senti uma coisa estranha após esse “receba”, no meu corpo, como se eu tivesse tomado 1 barril de Red Bull, estava mais forte e musculoso, estava lindão :fckyea:, as gatinhas de MeuLand que se cuidem :challenge: !!!
O Kanaight Hykrion disse algo como escadas, pk’s e quests, assim como darfs. Já que não entendi nada, só assenti. Lá na frente, no fim da saleta, havia uma escada para descer, e fui até lá e desci. Havia uma porta logo afrente, abri ela e me deparei com uma sala, e alguns baús empoeirados e muuitas armaduras no chão, acho que umas 5. Vejamos o que eu tenho no corpo: Uma armadura de prata? Confere. Uma calça de couro? Confere. Uma espada fodástica? Confere. Um escudo que lutei até demais para ter? Confere. Um capacete que ganhei de um amigo? Confere. Não preciso de nada? Confere. Passei reto pela salinha e fui logo para frente, onde havia outra escada para descer. Bom, pelo natural desci, e logo afrente vi uns 5 anões e 3 besouros rodeando e olhando fixamente para mim, aposto que estavam doidos para fazer torta de Desossa com Burritos. É, acho que seria um suícidio se saísse pra fora... Opa, perai. Eu esotu fora!! Por que diabos eles não estão atrás de mim????? Ah, quer saber? Vamos logo para Carlin =D. Subi correndo as escadas, abri a porta, dei tchau ao simpático cara que agora chamo de “Receba”, e fui direto ao barco remendado de 1255 provavelmente, sem mentir. Cheguei na frente da escada, e esbocei um suspiro. Aquela escada de madeira deiva ser chamada de “Cupins Atona” por que era demais, pqp. Afinal, consegui o desafio de subir toda aquela escada, e quando olhei para frente, vi o capitão, ou seria... Um pirata. Ele é gordo e careca, não me surpreenderia se ele segurasse um copão de chopp gritando atordoado “Show your Boobs! 2x”. Comprimentei o moço com meu singelo “Oi”.
[Capitão Caneca] – Olá forasteiro, meu nome é Kurt. Qual é seu destino? Carlin, Thais, Ab’Dendriel, Venore, Kazoordon, Edron, Yalahar, Libert Bay, Ankrahamun... (e outras 500 cidades.. Ou conspirações? :O).
[Eu] – Quero ir para Carlin moço.
Ele pareceu me ignorar tragando seu cachimbo da paz preto com aroma de canela:
[Kurt] - Carlin, então?
[Eu] – Sim :challange:
Então ele se apossou do voltante redondo do navio e começou a viagem para o novo mundo.
Livro II - Capítulo 1 - Alguém inesperado salva a vida de Desossa!
Oi gente!! É com muito prazer que estréio o Livro II, com um capítulo singelo, mas com dedicatória.
Entenda: Tive uma idéia, que todos os capítulos do livro II tenham dedicatória, sem fugir do enredo...
E, dedico esse capítulo à Felipe Of Safira, apesar de Desossa jogar em Amera :coolface:.
Brinks.
Capítulo 1 - Alguém inesperado salva a vida de Desossa.
Oi. Tudo bom? Tem um saco de vômito para me emprestar? Não? Ah, então tá :okay:. Por que aqui ta meio neorótico, o capitão Kurt deve estar embriagado!!
Quando respiro, o barco dá um tranco pra lá,olho pro lado, o navio está sendo consumido por cupins favelados,olho pra frente,o barco está quase de ponta-cabeça. É meio complicado, que quando fui no banheiro o navio deu um tranco que quase fui parar com a cabeça no vaso. Estava de saco cheio da viajem,e cheguei perto do capitão para perguntar onde estávamos:
[Eu] – Ei Kurt, onde estamos?
[Kurt] – Altura 82; Edron-Svargond, 240º leste; Rotação 20° norte-oeste. 9
650 000 cm aproximadamente.
[Eu] – P-poderia me dizer quantos km’s?
[Kurt] – 9 km e alguns metros quebrados.
[Eu] – Hum...
A viagem estava tão entediante, que resolvi polir minha espada. Tirei de minha sacola uma flanelinha amarela com bordas vermelhas,e fui passar na água. Cheguei na borda do navio e coloquei minha flanelinha para o mar, mas ela escapou da minha mão e ficou no mar boiando:rageguy:! Ah, tudo bem né, uma flanelinha não é nada, tenho mais coisas na minha sacola...
(Tranco apocalítico do barco)
[Eu] – (gospe) AAAAhh!! Me (gospe) ajudaaaaa!! (onda)!!!
Mas nem sequer o navio de madeira parou. Ele continuou, e eu fiquei sozinho no oceano a mais de 9 km de distância de Carlin.......
.....
:alone:
Nada podia fazer senão nadar 9 km.. Vou seguindo apenas para o norte, se eu ver terra vou entrar nela, mesmo se não for Carlin!!!
Segui viajem em auto-mar, praguejando para que os cupins afundem aquela... Aquela... Ah, aquela bagaça! Até eu faço um navio melhor (de papel):fckthat:.
(Horas depois, muitas horas depois...)
[Eu falando com free willi imaginário] – Nossa, estou com tanta fome que eu como até piranhas!! Faz mais ou menos umas 5 horas e percorri somente 1 km acho!
[Free willi imaginário] – “(Desossa, terra á vista)”!
Não estava olhando para frente, então ou eu estava louco, ou o free-willi falou para mim que viu terra à vista. Quando olhei para frente, abri a boca: havia terra à vista.
Tá, eu estou louco....
Mas do mesmo jeito, estou chegando em Carlin!!! Fui nadando rápido e empolgaldo até a borda, quando avistei um cás com um navio saindo para roockguard acho.
Em poucos minutos, chego até lá. Subo o cás, todo molhado e com o sorriso estampado na cara (e nas pernas). Subi todo feliz, o ancoreiro até me ajudou, dizendo:
[Ancoreiro] – Bem vindo à Yalahar!!
[Eu] – Bem vindo à o que?
[Ancoreiro] – À yalahar!!
[Eu pensando] – Caramba, onde fui parar? Num lugar perto do Alaska?
[Eu] – Obrigado, onde posso encontrar abrigo?
[Popai (+piada sem nenhuma graça)] – Siga as placas.
[Eu] – Ok.
Então fui seguindo as placas, a primeira que encontrei foi: “Bem-Vindo à Yalahar, o novo continente!” Se eu depender dessa placa pra encontrar abrigo, o negócio vai ficar feio... Segui um caminho de madeira a frente, e olhei para o horizonte percebendo o quão grande é aquela cidade, dá uns 5 daonde eu estava (rock). Percebi também que era algo meio “Latifa”.
Entenda: “Latifa” foi minha namorada da índia lá no mundo, e sempre que nos encrontráva-mos em algum lugar, ela contava algo sobre a índia, as torres, as histórias, TUDO. Então, tudo o que é da India é algo “Latifa”. Fui correndo com minha espada e escudo em punho (tive que nadar com eles), seguindo rumo aos caminhos da india. Logo uma escada grande feita de madeira boa aparece, me convidando a descer.
Poderia ver tudo: alguém gritando, chorando, rindo, dançando, gratinando, sei lá, mas minha primeira visão foi: 2 caras se atacando. Era uma coisa meio mortal kombat, pois um fincava a espada no outro sem dó, e o outro chapuletava a lança no oponente.... Achei até legal isso, e resolvi entrar junto nessa briga! Saquei gargarejo e fui ao ato:
[Eu] – HEBEE NA XURUPITAAAAA!!!
Dei uma espadada bem dada bem na cabeça de um carinha loiro lá, e ele apenas gritou:
[Não sei o nome dele] – PEKA!!!!
No que ele disse “peka”, todos que ouviram olharam pra mim, digo TODOS. E eles olhavam secos, e eu com minha boca de trapo disse:
[Eu] – O-oi!
[Alguém] – PEGA!!!!
[Todos] – AAAAAAHH!!
Assim todos começaram a correr atrás de mim, eu apenas gritava, corri para o norte com todos atrás de mim, veio gente até das profundezas do tártaro me pegar!! Eles queriam minha cabeça com selvageria, queriam minha morte, mas mesmo sabendo que eu não vou “morrer”, corri. Todas as pessoas num raio de 5 km corriam atrás de mim, menos uma, que estava lá na frente. Ele tinha um cabelo todo preto, curto, sua capa vermelho-sangue, e uma pedra na sua mão. Quando ele olha pra trás penso: Morri. Mas encontrei os olhos preto-café daquele sujeito adolescente: Era João. Ele fez um gesto parecido com isso usando a mão: \/ = >> = /\ = \/ (com tudo).
E da terra brotou terra, claro :ueclaro:, mas fora ele ter criado terra (ele poderia comprar uma casa no sertão e plantar milho :coolface:), TODOS que estavam lá caíram.Só eu fiquei. João saiu correndo atrás de mim preucupado:
[Eu] – Obrigado!!! Eu ia morrer!!
[João] – O que você está fazendo aqui, Desossa?
Eu queria dizer mil coisas à ele, mas todas me fugiram da cabeça, exceto essa:
[Eu] – Onde eu fui parar? Onde você foi parar? Onde nós fomos parar?
[João] – Dê, calma. Estamos em Yalahar, e é impossível você estar aqui, mas não importa, a cagada já está feita. Se os guardas te encontrarem, sua alma será banida, tipo, você vai morrer para sempre.
[Eu] – Muito obrigado pela resposta, agora já posso dormir tranquilho.
[João] – Vamos Desossa, temos muito o que conversar.
Ele me fitava sério como se fizesse cocô nas calças diante de um milhão de pessoas.
Capítulo 2 – Cuidado com o comedor de criancinhas!
Citação:
Postado originalmente por
Perseu The knight
:aah::aah::aah::aah:KD O CAP 2?!?!?!
O Q VAI ACONTECE AGORAA??!!??!!:aah::aah::aah::aah:
Calma cara ^^^^^^^^^^^, já estou fazendo-o, e já sei que você é meio, digamos, ah me esqueceu a palavra agora :megusta:, mas você não gosta de esperar, isso eu sei :y:.
Jajá posto o segundo capítulo para você que me dá força todo dia comentando, assim como TODOS, me fortalecendo a fazer mais e mais caps até...
Então, acho que minha dedicatória a você vai cair lá pro cap 7.... :hmm:
@: EDITADOOO ABESTADOO: Ae aewa aewewaae agora o cap 2 :fckyea:
Capítulo 2 – Cuidado com o comedor de criancinhas!
Aí vai uma lista parcial das coisas que mudaram no João na última semana:
- Cresceu “bigodinho” nele :megusta:
- Ele deixou o cabelo crescer um pouco (ele era praticamente careca, agora tem pouco cabelo);
- Sua voz é mais do tipo :challenge: do que antes, o tipo :fckthat:
- Ele tem uma capa nas costas que na minha opinião é ridícula;
- Dentre outras coisas, mas sua proteção de amigo nunca mudou nem nunca mudará.
Então, onde estou? Ah, on oriente médio do Tibia atrás de 50 pessoas que outrora queriam minha cabeça e do lado de um amigo que fez eu morrer para um rato e agora me salvou. Resumindo: estou lá nos quintos dos infernos! Antes de eu perguntar onde que fica Carlin, João me surpreende:
[João] – Cara, como você veio parar aqui?
[Eu] – Senta cara, que lá vem história...
E assim contei tudo, desde a parte que eu me teletransportei para um lixão no meio do nada.
[João] – Então você caiu do navio dando 3 saltos mortais carpados e aterrisou de cara e não conseguiu mais voltar ao convés?
[Eu] – Sim :pokerface:
[João] - :facepalm: Vamos cara.
E então segui meu amigo, e logo chegamos na escada que dava acesso ao barco. Subi no segundo degrau direto, quando eu e João somos esbarrados por um cara doidão:
[Uoou] – Corre!! O assassino!!!
[João] – Mas que droga.
[Eu] - ???????
[João] – O assassino comedor de criancinhas está a solta denovo.
[Eu] - :lolguy:
E então um cara com uma pedra preta na mão e dois... Ogros? Sim, parece que dois ogros, ambos com machados e um colete vermelho, estavam do lado do assassino. João olha pra mim desesperado:
[João] – Tá cansado?
[Eu] – Sim.
[João] - Então corre. CORRE!!!!!!
João correu para o barco como se 50 assassinos estivessem atrás dele, e vai por mim, eu já passei por isso. Subi as escadas no pinote também, e quando tive uma visão mais ampla de onde diabos João estava (ele tem o dom de sair do radar), percebi que ele já falava “oi” pro popai. Atrás de mim senti a presença do cara, aparentemente ele espirrou, ou o tênis dele é meio barulhento mesmo. Corri em direção do barqueiro, mesmo tendo náuseas á navios, mas não tinha a mínima escolha, a não ser velejar. O homem gritou algo como “Uxalama Ruuu Abib” e deslizou no chão correndo mais rápidamente. Logo percebi que fácilmente seria esmagado por ele e seus “amigos”, e João simplesmente ficou lá no cás do barco me esperando pacientemente enquanto experimentaria engolir uma machadada na cabeça. Não, na moral, aquele cara tem algum problema. Ele gritou mais uma coisa, tipo: “Echevo grama mais frigo”, e do chão saiu tornados :lolguy:. Ah, aí me mata, o cara pode criar redemuinhos e eu tô me fadigando correndo que não sinto nem minha bacia de tanta pontada!! João sai do cás e corre até eu, me puxando para ele. Assim que pisamos dentro do navio, o pai dos ogros tunados bufou e saiu fora. João olha pra mim perplexo:
[João] - :pokerface:
[Eu] – É normal as pessoas quererem cabeças das outras?
[João] - :pokerface:
[Eu] – Jooããoo, terra, ops, tibia te chamaaa!!!
E assim João cai do chão perplexo. Ele desmaiou!! Logo me virei ao barqueiro que lixava sua unhas e gritei desesperado:
[Eu] – Me leva pra Carlin!!!!!!
[Popai =D] - O custo é 150 moedas de ouro.
Eu não tinha 150 moedas de ouro, mas tinha 2 de prata, vai ver que o cara é tão burro de trocar ouro por prata e ainda 150 por 2 moedas :challenge::
[Eu] – Eu tenho 2 moedas pratas, pode ser?
[Popai] – Pode..
Então entreguei minhas 2 moedas de prata :fckthat:. COMO O CARA PODE SER TÃO BURRO :yuno: ??? Ou vai ver ele viu que eu tenho um amigo pálido comigo!!! Então seguimos em um navio 90 milhões de vezes melhor do que o do Kurt-Odeia Hospedeiros. Passou 5 minutos, o capitão já estava a alguns metros do cás, e João acorda atordoado:
[João] – Hã? Com...
[Eu] – Se você me perguntar como eu sobrevivi à um furacão de gelo, não sei te responder.
[João] – Onde vamos?
[Eu] – Ao único lugar que conheço, Carlin.
[João] – Isso, aí lá você vai aprender a caçar.
Tá, aprender a caçar. Caçar o que? Tipo, vou caçar zumbis que nem o carinha de Resident Evil 4? Ou aprender a caçar largatos para a sobrevivência gritando “Alalalalalalalalalalalalalala”, como os pré-históricos? Cara, vejo o horizonte desse mundo maluco, e as vezes me pergunto onde está minha espada.