Po cara ta muito foda, loguei no forum so pra posta(tava vendo deslogado), sério ta mto maneiro, se os livros do colegio fossem tão interessantes, eu os leria :rolleyes:
Versão Imprimível
Po cara ta muito foda, loguei no forum so pra posta(tava vendo deslogado), sério ta mto maneiro, se os livros do colegio fossem tão interessantes, eu os leria :rolleyes:
Bom dmais!!!
espero que os otros guardioes xeguem logo e que se resolva o rumo do motoqueiro...
aki,talvez no dia do tiradente eu vá aí!!!!!
Pessoas!!!! Eu vou viajar amanhã, e na semana seguinte terei provas, então infelizmente acho que só sexta que vem, sem ser esta, vai ter mais, mas farei o que puder pra ser antes. Novamente, desculpe a demora. Ai vai mais um pouco do capítulo 5! Espero não estar perdendo a qualidade, fico com receio... ><". É só, podem ler agora =P
No capítulo anterior...
Sigma se virou para Heenett e disse:
— Precisamos sair daqui. Vamos entrar no meio dessa floresta para despistá-los, ai então eu te dou respostas.
Heenett assentiu em silencio, e eles começaram a correr em direção à floresta antes que alguém mais viesse, curiosamente pela segunda vez naquele dia. No caminho, Heenett ouviu Sigma murmurar algo relacionado com o sobretudo dele estar parecendo uma peneira, mas achou que fosse só impressão. Saltando de árvore em árvore, eles não sabiam que estavam sendo seguidos...
Capítulo 4(parte dois)
O motoqueiro saltava pelas árvores cerca de cem metros atrás dos guardiões. Ele observava os pontos vermelhos que os representavam no mapa do MP3 player atentamente.
Meia hora depois, Sigma parou e desceu ao chão. Heenett desceu logo em seguida, e perguntou:
— Porque resistimos à prisão Sigma?
— Resistimos porque aqueles caminhões não iriam nos levar para a prisão, – disse – eles estavam nos levando para uma fábrica.
— Uma fábrica? – respondeu Heenett, alarmado, quase com um berro.
— Sim. Eu demorei um pouco, mas reconheci aquele símbolo que estava no caminhão, o olho com o DNA no lugar da pupila. É o símbolo de uma empresa chamada “Desenvolvimentos Genéticos e Meta humanos”, eles fazem pesquisas com engenharia genética e com desenvolvimentos tecnológicos para o corpo humano, como membros biônicos, implantes que potencializam a função de certos órgãos sensoriais...
— Mas o que eles iriam querer com a gente..? – disse Heenett, começando a pensar.
— Eu tenho uma teoria. – falou Sigma.
O motoqueiro estava oculto atrás de algumas plantas, ouvindo cada detalhe da conversa. Quando ouviu a teoria de Sigma, ele próprio ficou muito apreensivo. Aquilo era mortalmente sério, e fazia sentido, considerando as circunstancias. “Porcaria”, pensou. A coisa estava ficando feia.
Após duas horas de conversa, Heenett e Sigma chegaram a um consenso. O objetivo era invadir a base central e conseguir os dados sobre os guardiões que Heenett pensava que eles tinham. Ele iria grampear a base a partir de um ponto externo, e iria invadir alguns servidores para conseguir a planta da base, e então eles iriam decidir o que fazer, exatamente.
Heenett e Sigma resolveram abandonar os disfarces. Com o mesmo gesto de antes, a mesma luz branca envolveu Heenett, e a roupa vermelha com a máscara de ouro estava de volta. Sigma simplesmente retirou sua máscara, uma vez que seu sobretudo havia sido destruído pelos tiros. Ele precisaria arrumar outro disfarce, e os inimigos não conheciam seu rosto, o que era uma vantagem. Por trás da máscara, Heenett disse:
— Eu vou procurar um cabo externo para grampear nesse computador portátil. Enquanto isso procure um disfarce.
— Certo – disse Sigma – e foi inteligente a idéia de pegar um computador daquela carga e esconder por baixo dos seus trajes.
— Eu penso em tudo. – riu Heenett
— Não fique se achando, algo pode dar errado. E não era você que dizia que deveríamos levar isso a sério?
— Tem razão, desculpe. – falou Heenett, sério – Vamos agir.
E com um salto, ele sumiu na floresta.
— Caramba, ele tá confuso – disse Sigma, revirando os olhos.– A coisa tá feia.
Em seguida, saltou e começou a ir à direção oposta à de Heenett.
O motoqueiro ficou sozinho naquele lugar. Ele estava pensativo, ia ser muito mais difícil fazer o que tinha em mente, principalmente se o plano deles fosse bem sucedido. Ele observou os dois pontinhos se afastarem em direções opostas. Certo, hora de esperar. Ele saltou até o topo de uma árvore, e escondido por entre as folhas, começou a recordar-se de um encontro que tivera em um bar cinco dias antes...
Ele estava sentado em um bar de beira de estrada, comum a caminhoneiros e viajantes. Já eram três dias ininterruptos de viagem, com pequenas paradas para cochilos e alimentação. Ele estava exausto, e o MP3 precisava recarregar, portanto enquanto esperava os três pontinhos da bateria se encherem, bebia alguma coisa leve e comia um pequeno sanduíche.
Em um dado momento, um homem com aparência de caminhoneiro se sentou ao seu lado. Era um homem muito gordo, com cabelo curto e farto bigode, uma camiseta branca e calças velhas e surradas. As longas botas pretas pareciam ser a única coisa nova nele, talvez exceto pela tinta preta nos cabelos. Disse:
— E ai cara, só na dureza?
O motoqueiro não respondeu.
Após pedir uma garrafa de cerveja, o homem continuou:
— Pelo jeito tu não fala muito né?
Não houve resposta.
— É, achei que não. Bem, pelo menos tá melhor que aquele cara ali fora, ele não para de falar sobre uma tal operação militar...
O motoqueiro virou um pouco a cabeça na direção do homem.
— Pois é – disse o outro, tomando um longo gole – ele fica falando sobre um bombardeio, uma invasão a um templo... Obviamente estava completamente bêbado.
— Onde está esse homem? – perguntou o motoqueiro, numa voz curta e cautelosa.
— Ah, resolveu falar né – respondeu o outro. – Bem cara, ele tava andando pelo estacionamento, quase na rua... Se não cuidarem dele ele vai acabar sendo atropelado.
O motoqueiro nem esperou o homem terminar de falar, e saiu em direção ao estacionamento, em passos rápidos. Ao chegar no local, ele viu o soldado: usava uma farda verde de camuflagem, um boné, e estava vagando por entre os veículos bem perto da estrada, completamente bêbado. O motoqueiro se aproximou do sujeito, mas antes que pudesse falar qualquer coisa, este se virou pra ele e disse, em uma voz engrolada:
— Cuidado... não vá para o sul... uma bomba vai explodir lá...
— Senhor – começou o motoqueiro, cauteloso – não acha melhor se afastar da estrada, você pode ser atropelado...
— MINHA VIDA NÃO IMPORTA! – berrou o soldado, após um tropeço – aqueles canalhas me trataram muito mal, me desonraram, nada mais me interessa, eu devo alertar ao mundo do perigo que ele corre! – continuou o soldado, com os olhos brilhando – Em três dias, no sul, bomba, explodirão tudo!!!
O motoqueiro ficou pensativo. Podia ser só um delírio de um bêbado, mas podia ser real. Era difícil saber...
— E ELES QUEREM SEQUESTRAR UM HOMEM INOCENTE! – continuou o soldado, aos berros – ELES QUEREM INVADIR UM TEMPLO E QUEREM SEQUESTRAR UM HOMEM INOCENTE, POBRE HOMEM! – terminou ele, caindo no chão e começando a chorar compulsivamente.
“Bêbados.. tsc” – pensou o motoqueiro – “um soldado aqui, bêbado, achando que a cidade vai explodir. Ridículo.”
O motoqueiro adentrou o bar e pôs o dinheiro da conta no balcão. Em seguida, pegou seu MP3, sua moto, e sem dizer uma palavra, se foi. Era incrível como um pensamento de um homem sóbrio podia estar mais errado que a fala de um bêbado.
Achar um cabo externo havia sido relativamente fácil. Ele seguira até a beira da estrada e achou uma saída de um buraco que conduzia o cabo. Poucos minutos depois, ele estava vasculhando a rede da central à procura de uma planta, que foi encontrada na parte que fazia referência a uma reforma no prédio. Era daquilo que ele precisava, mas estava fácil, fácil demais. Algo iria dar errado, ele podia sentir. Mas, bem, não havia mais escolhas, e aquilo era o melhor que tinham.
Duas horas depois, encontrou-se com Sigma, que trajava roupas de um operário de construções.
— Eu achei essa roupa num campo de obras há alguns quilômetros daqui – disse Sigma – deve servir. E você, conseguiu alguma coisa.
— Consegui me conectar a um cabo, e achei uma planta do edifício, parece que uma ala dele está em reforma.
— Não acha suspeito – comentou Sigma – um complexo militar estar passando por uma reforma no meio de uma operação de guerra?
— Pode ser algo mais que uma simples reforma, ou pode ser uma pista falsa. De qualquer modo, é o melhor que nós temos, precisamos arriscar. Pegue aqui, comunicadores – disse, dando a Sigma um microfone de pescoço e aparelho para ouvir, ambos menores que grãos de arroz, e da cor da pele – tente disfarçar isso por baixo da roupa, não deve ser detectado pelos sensores. Tecnologia de ultima geração, achei que poderia ser útil um dia, sempre tenho isso nos bolsos.
— Inteligente. Bem, depois dizem que eu sou doido, mas não vem ao caso. Dê-me isso e me mostre a planta, vamos bolar a nossa estratégia – disse.
Brilhante história. E olhe que só está no começo...
Augustus Sigma
mt bom!!!! excelente!!! quero só ver quem é o hell angel ... huahuahua
espero o proximo capitulo...
Muito muito chique, mal posso esperar pela continuação =O
Isso é que me deixa mais nervoso =SCitação:
Postado originalmente por Augustus Sigma
Tem muita coisa pela frente ainda \o/
Muito bom, só que eu quero ver quem é o motoqueiro logo >.<''
Mas eu espero ^^
Xique N'Úrtimo.
Mas me deu sono.
:787: Here I go! :dry:
Lindoooooooooooooo! :)
Curiox Morozesk
:ninja: :ninja: :ninja:
Poxa, comecei a ler hoje essa história e depois de uma hora mais ou menos lendo....só tenho a dizer que a história está deveras muito boa!!!Simples, de entender,envolvente,sempre deixando um mistério no final :ninja:,adorei!!!O ruim de ler toda a história hoje é que agora vou ter que esperar mais de uma semana pra ler o próximo capítulo :/....
Dard* :)