q RP homosseuxal o.O'
acho q vc devia butá 1 omem narrando!
Versão Imprimível
q RP homosseuxal o.O'
acho q vc devia butá 1 omem narrando!
Grandão! Como sempre de ótima qualidade. Nada a reclamar.
Desculpa a demora pra escrever aqui, mas tava sem PC e quando ele voltou eu fui à praia ¬¬
Mas BUM, Perfeito viu meu querido xD
Grato, Wakka H.Citação:
Postado originalmente por Carinha ali de cima
Bem, desculpem-me pela demora, não estava conseguindo escrever e também desde quinta estava sem internet em casa...
Queria agradecer à todos que votaram na minha história tanto na semi-final quanto na final do concurso e a fizeram ser a vencedora o//. E também convoco um time para ir na casa do Henet ( sim ,errei o nome de propósito :> ) sequestra-lo por ele ter cancelado a entrega dos banners >=D
Enquanto houver comentários (que pasmem, são as "vitaminas" que fazem essa história seguir adiante), ela terá continuação para, se tudo der certo, antes do final do ano ser terminada \o/
@Leisure Suit Larry
Com esse comentário vc ja ta quase se desmacarando, cuidado tio :ninja:
Capítulo 11 - Suspeito
Finalmente, chegamos. Banco Santander. Um ostentoso lugar, designado apenas para os mais ricos, por assim dizer. Não sei se será de algum modo útil nossa vinda até aqui, mas não podemos descartar nenhum lugar, nenhuma prova... Nada.
- Boa tarde, senhorita... – Olho e leio seu belo nome em um crachá pendurado do lado esquerdo da camisa azul-marinho que usava – Chris.
- Boa tarde, oficiais. O que os senhores desejam?
- Sabemos que já está quase na hora de fechar o banco, mas queremos e precisamos falar com todos os funcionários, a respeito de Rafael, que trabalhou nesse mesmo local até a algum tempo atrás.
- Ah claro, tudo bem. Mas chamarei o Sr. Augustus, meu chefe, para falar com os senhores.
- Obrigado moça... – Uma linda moça, diga-se de passagem, mas não é hora para se pensar nisso...
Começamos nosso serviço. Sr. Augustus estava fora, numa reunião, e Vanessa também se encontrava ausente. Enquanto esperávamos, Bruno e eu interrogamos, de maneira sutil, todos os funcionários presentes no banco. Não conseguimos nada relevante a não ser descobrir como era a “reputação” deles no ambiente de trabalho: A maioria não gostava de Rafael. Diziam que ele era quieto demais, isolado, sozinho, principalmente nos dias que antecederam sua saída daqui. Vanessa era o oposto. Faladeira, divertida, amigável com todos, ninguém a odiava ou a via mal... Mas apenas isso. Nada do que disseram poderia de alguma forma ajudar a achar o paradeiro de Rafael, nenhuma pista. Talvez, todavia, tenha sido mesmo inútil vim até aqui... Droga, pra que ficar perdendo mais tempo? Só resta ir embora de mãos vazias...
- Bem, senhorita, muito obrigado por cooperar, mas já vamos indo.
- Os senhores não irão esperar o Sr. Augustus?
- Não mais, creio que ele não tenha algo a dizer que já não ouvimos.
- Tem certeza, policial? – E passando pela porta giratória que servia de entrada ao banco, vejo um homem, de corpo viril e estatura alta, cabelos grisalhos, bem cuidados até, mas que acredito se tratar de uma peruca, vindo em nossa direção, em companhia de dois seguranças, estendendo a mão para um breve cumprimento:
- Sr. Augustus?
- Sim, eu mesmo, venha pro meu escritório, Chris já me contou tudo pelo celular.
- Tudo bem. Bruno, fique lá fora me esperando, certo?
- Está bem...
E assim sigo aquele homem, robusto e de aparência gentil, até seu escritório, no segundo andar do banco. Um espaço imenso, bonito, bem feito, muito diferente dos escritórios do departamento, com certos objetos como enfeites mais caros do que eu poderia pagar em meses de salário. Injustiça, devo trabalhar mais que ele, esses...
- Bem, policial, pode falar.
- Hã? – Entramos e o tal senhor Augustus senta em uma bem desenhada e reclinável poltrona aveludada, toda vermelha, que ficava atrás de sua mesa de trabalho, enquanto eu permaneci em pé, próximo à porta pela qual passamos. Os seguranças ficaram de vigília, do lado de fora da sala, no corredor. - Ah, está bem. O senhor conhecia bem Rafael, ex-gerente daqui? Era íntimo com ele?
- Não muito, só o conhecia profissionalmente. Era um excelente rapaz, porém quieto demais. Veio para cá como indicação de um conhecido meu...
João Carlos, só podia ser ele. Mas isso é irrelevante, não me levará a lugar nenhum. Porém, creio que com Sr. Augustus poderei tirar algo de grande valia, afinal. Com certeza deve saber mais que seus funcionários, assim espero... Olho de relance para um relógio de parede que havia no escritório, atrás da poltrona onde se sentava aquele homem. São sete e meia, talvez irei ao hospital depois de sair daqui, quero ver como So...
- Oficial, algum problema?
- Q...Não, nada. Porém, o senhor sabe por que do nada ele saiu de um emprego tão bem remunerado e, por que não, invejado?
Reparo nos atos dessa pessoa aparentemente tão calma. Atos que escondiam algo. Que transmitiam mentira. Se levanta da poltrona e vai em direção às persianas que havia na sala, fixando sua visão no primeiro andar, já vazio, tendo só eu e ele no banco, mais os dois “armários” do lado de fora que permaneciam imóveis. Parecia pensar no que iria dizer, refletindo sobre cada som que sairá de sua boca.
- Sr. Augustus, não respondeu minha pergunta: O senhor sabe por que Rafa...
- Sim, sim, Eu ouvi seu policial, surdo não sou. – Não mexe um músculo, ainda observando o andar de baixo - Estava pensando em algumas coisas, coisas pessoais. Bem, sinceramente não sei a razão que levou Rafael a ter se demitido de um emprego tão bom e respeitável, como também não sei o motivo de o senhor estar aqui fazendo perguntas sobre ele e assustando meus funcionários... – E agora volta sua visão a mim, me fitando, me indagando...
- Oh, desculpe a grosseria. Esse rapaz desapareceu, talvez tenha sido seqüestrado, e estou juntando pistas para saber sobre suas últimas ações e...
- Pobre rapaz... Mas, não sei nada mesmo...
Ele mente, sei que mente!! Como o forçarei a contar a verdade? Não faço idéia... Mas também, por que omite os fatos? Estaria ele envolvido em tudo isso? Não, não, Cláudio, você está pirando...
- Certo. E Vanessa, o que o senhor tem a dizer sobre ela?
- Vanessa... Bela mulher, extrovertida... – Sua face muda, agora esboçando um leve sorriso, dando a impressão de se orgulhar do que dizia de sua funcionária - Comunicativa, inteligente. Substituiu com peso o cargo de Rafael. Contudo, ela saiu meio-dia para almoçar e não voltou mais, e já são quase oito horas, estranho... Por que, Vanessa desapareceu também?
- Não, não senhor, mas estou tentando encontra-la para... Interroga-la – Não, não deve ter nada a ver com isso, ficou preocupado demais apenas com a menção de seu nome - O senhor tentou entrar em contato com ela?
- Lógico que tentei! Liguei para seu celular, mas dava fora de área. Fora de área, no centro da cidade?
- Hum... Poderia passar o número desse celular e também o endereço de onde ela mora?
- Claro policial, um minuto.
Ele sai do escritório, provavelmente foi pegar o que pedi. Droga, terei que passar na casa dela, e acho que nem terei tempo de ver Sophia antes das dez, quando acaba o horário de visitas...Tudo isso pra nada, absolutamente...
- Aqui está, a ficha dela. – Tão rápido como saiu, volta, tendo em sua mão direita uma pasta, com vários documentos dentro - Só um momento que escreverei num pedaço de papel o endereço e o número do celular... Peraí... Pronto, tome.
- Realmente muito obrigado, Sr. Augustus, sua ajuda foi de grande serventia. Bem, já vou indo, não pretendo mais atrasar o senhor. Mais uma vez, obrigado.
- Disponha, oficial que não disse seu nome o tempo todo. – E dá um breve sorriso. Sorrio também, meio sem graça pela gafe cometida...
- Opa, mil perdões, to meio distraído hoje. Capitão Cláudio. Bem, terei que pedir pro senhor não sair da cidade até encontrarmos Rafael – E balança a cabeça, concordando com o pedido – E também qualquer coisa que o senhor souber, vá ao departamento me procurar. Qualquer coisa mesmo, que, por mais que pareça inútil, no final das contas poderá “ajudar”. - Ajudar. Enfatizo essa palavra. Única forma de não ser direto no assunto. Será que entendeu?
- Bem, senhor Cláudio, eu... Pode deixar que eu ligo. Tenha uma boa noite. Os seguranças o levarão até a saída.
- O senhor também – Droga, miserável! Pareceu que iria contar algo, mas hesitou. Filho da mãe! Bem, não tenho mais nada a fazer aqui, hora de ir. Saio do banco, “escoltado” pelos dois seguranças enormes e nada gentis. Encontro Bruno deitado no fundo da viatura, que folgado...
- Ei, levanta!
- Hum? Demorou hein... Conseguiu algo?
- Talvez, talvez... Bem, vamos embora.
- Pro departamento?
- Não, para a casa dessa senhora Vanessa.
Dard* :)Citação:
O último foi meio grandinho, então encurtei um pouco esse...
como sempre exxxplendido o/, espero que chegue ao fim seu rp x), nunca vi um rp aqui chegar ao fim =/
pelamordedeus!!!!!!!
ve se anda logo com essa historia!!!!
to super curiosa com os proximos capitulos e final!!!!!
olha a data a nadinha aqui! :(
Dard, voce sabe do que é capaz uma mulher curiosa? hehehehe...
num solta os proximos capitulos nao proce ve!!!! vai sintir na pele! grrrrr
:)
como sempre, muito bom voce! :)
ve se anda logoooooooo!!!
beijaooo!
História que tardia movimento.
Não dá, é uma enrolação pop demais pra quem presenva o real de uma história roleplay de verdade: A história não vai até as pessoas, as pessoas vão até as boas histórias.
Um mês, mas ta aqui...
Bimestre final cheio de trabalhos pra não repetir de ano enche o saco ;p...
Capítulo 12 – Ser Humano, ser Repugnante...
- E então, Vanessa, concorda com o plano?
Fica me observando, me fitando, me analisando, esperando pela resposta, na qual ele já sabia qual era, mas mesmo assim se ufanava em fazer-la:
- Pergunta idiota, ridícula! Você sabe a resposta... Como não poderia concordar? Se eu recusasse, deixaria isso pra trás?
- Não – Replica secamente – Só que, se no final todos ganharão algo, então não é um plano todo ruim, não acha?
- Besteira. Porém, você deve saber que não sou a única a ter acesso ao cofre.
- Claro que sei, minha Vanessa. Não sou burro. Mas não pense nisso, desse problema eu já cuidei faz tempo...
- Como assim?
- Bem, aí já não é de sua conta...
****************
- Aqui está senhor, embrulhado como havia pedido. Com certeza, sua sobrinha irá adorar o presente!
- Sim, ela ama esses tipos de brinquedos. Bem, já vou indo, tenha uma boa noite!
- O senhor também!
Logo após me despedir da atraente vendedora, passo no caixa da loja e pago pelo que acabara de comprar. Quinhentos reais custara, mas não é nada se em troca eu receber um “obrigado” ou apenas ver um sorriso estampado na face de Stella, minha querida sobrinha. Fará aniversário amanhã, e este brinquedo, uma casa de bonecas, será o presente.
- Vamos Anderson.
Anderson, um de meus seguranças pessoais. Um rapaz negro de vinte e cinco anos, e que mede quase dois metros de altura! O mais antigo de todos, trabalhando comigo há cerca de oito anos. Podem achar segurança uma coisa fútil, de gente esnobe, mas, morando em São Paulo, e tendo o trabalho que tenho, é necessário, e vital...
- Anderson, você acha que ela gostará do presente? – Pergunto a ele, enquanto passamos por diversas lojas já fechadas e desativadas do lugar, com apenas algumas lanchonetes ainda em atividade. Não o olhava como um simples segurança, tal o tempo que trabalhava pra mim. Se tornara um amigo, e conversávamos sem formalidades...
- Sem dúvida que sim, Sr. Augustus. Que nem aquela Barbie que o senhor deu a ela no Natal.
- É, foi caro, mas dinheiro não é problema para fazer minha única sobrinha feliz...
Chegamos ao estacionamento, no subsolo do shopping, Anália Franco, onde meu carro, um Mercedes preto, se encontrava. Anderson o pega - além de meu segurança é motorista - e logo depois guarda o presente no porta-malas.
- Aonde o senhor quer ir agora?
- Casa. Chega por hoje. Vou ter que me levantar às seis da manhã.
- Sim senhor.
Saímos do estacionamento, relativamente cheio para o horário que era, e seguimos em direção à minha casa. Sentado no banco de trás do veículo, deslumbro a cidade através do vidro funê, blindado, logicamente. A noite deixa São Paulo mais atraente, esbelta, misteriosa, divertida. Mas também guarda os males que se escondem e se armam na escuridão, deixando-a mais violenta, perigosa... Sombria. Enquanto isso, os ponteiros de meu relógio de pulso marcavam onze horas da noite, tarde demais para uma pessoa como eu andar por aí. Porém, me sinto bem nesse carro, com esses vidros, onde através deles ninguém de fora vê minha face, não sabendo quem ou quantos estão dentro do automóvel. Estou seguro, protegido...
- Senhor, o celular.
- Como?
- O celular, do seu lado, está tocando.
- Ah ta – Nem reparo no som que fazia, um toque do hino do time que torço, São Paulo. Aperto um botão localizado na porta esquerda posterior do carro e um vidro aparece no meio do veículo, separando a parte traseira da frontal. Um vidro anti-som, para assim eu ter mais privacidade e logo em seguida atender a chamada:
- Alô?
- Sr. Augustus, o senhor preza pela sua vida? – Do outro lado ouço a voz de um homem, meio rouca, abafada. Não reconheço quem é...
- Quem ta falando?
- Preza pela sua vida a ponto de, para não correr risco algum, concordar em colaborar para um assalto ao seu próprio banco?
- Oras, vá pro inferno!
Interrompo a ligação, fechando o celular. Vadios, vem passar trote numa hora dessas! Cretinos...
Mas...
Passam-se alguns segundos e o celular toca, mais uma vez. Tento ignorar, mas não pára de fazer barulho... Impaciente, não vejo outra solução a não ser desligá-lo, não estou a fim de me aborrecer por tolices...
Paz novamente. Volto a olhar e apreciar a rua, tento cochilar um pouco, coisa que não faço há tempos. Só mais meia hora e estarei em casa... Fecho os olhos, mas logo depois sinto o carro parar, deve ser algum semáforo vermelho, nada de mais... Dormir só um...
- Sr. Augustus...
- Droga Anderson, o que foi agora? – Estava do lado de fora, na rua. Havia parado o carro no acostamento e aberto a porta traseira, segurando um aparelho em sua mão direita:
- Desculpe, é que alguém ligou no meu celular e insiste em falar com o senhor, argumentando que não consegue ser atendido no seu número.
- Ah, está bem. Volte a dirigir, depois devolvo pra você.
Ele obedece, liga o carro novamente e continuamos a trilhar as ruelas e passarelas da capital. Atendo a ligação, num simples celular pré-pago, já irritado com a situação atual:
- Quem é?
- Sr. Augustus, o senhor preza pela vida...
- Olha aqui seu vagabundo, quer parar com essa besteira...
-... Preza pela vida de sua sobrinha, Stella, que completará maravilhosos sete anos amanhã?
Não sei o que houve, mas de repente perco o controle, apertando o aparelho com força em minhas mãos trêmulas. Brincar comigo é uma coisa, mas por o nome de minha sobrinha no meio?!
- Ouça bem, se isso for uma brincadeira, já perdeu a graça. Quem é você?
- Quem sou eu? Hum, sou uma pessoa que conhece alguém que neste instante está apontando uma Robar Q... Bem, não importa eu dizer o nome, nem deve ter idéia do que trata. Só precisa saber que a mira de um rifle está direcionada exatamente para o banco do motorista, onde está seu segurança. Anderson o nome dele, não é?
Ele está blefando, é mentira, não tem sentido isso...
- Escuta, não é por que você sabe o nome deles que significa que acredito no que diz...
- Ahh, que chato. Nem mesmo se eu disser que seu carro nesse momento está parado numa rua chamada Antonio de Barros, e que posso mandar atirarem em Anderson do local onde estou?
Não, ele não vai...
- Imbecil, mesmo se fosse verdade, os vidros são blindados, não tem como...
- Mas, olhe só, a porta do lado dele não está com o vidro totalmente fechado, podendo vê-lo claramente daqui... Descuidado ele...
- Você não seria capaz de...
- É, já falaram isso pra mim, e o resultado não foi nada bom pra eles. Só que, rua deserta, semáforo vermelho, vidro funê do qual ninguém conseguirá ver algo, não vai ser difícil... Mas, se não acredita, deixa pra lá, só avise pro Anderson erguer o vidro, é mais... Seguro. Entretanto, tem cinco segundos...
- Quanta besteira...
- CINCO...
- Você não pode estar falando sério...
- QUATRO! Sr. Augustus, se acha que estou mesmo brincando, pode tentar dormir um pouco, teve um dia cansativo, enfadonho...
- Merda!
Solto o celular, o deixando cair no chão do carro. Aperto desesperadamente o botão para descer o vidro anti-som o mais rápido possível, enquanto que ao mesmo compasso ouço em auto tom “Três!” vindo do aparelho.
- Anderson, fecha o vidro!
Ele não percebe. O filho da mãe ouvia música no volume quase no máximo. Desligo o CD-Player bruscamente e consigo escutar aquele cretino gritar “Dois!” no celular.
- FECHA O VIDRO!!
- Um!
- Hã, quem ta gritando no celular? E por que o senhor quer que feche o vidro, está...
- Não importa, mas feche a porcaria do...
Não termino a frase. Não há mais necessidade, também nem tinha mais energias para tal. Aconteceu, de fato. Foi instantâneo. Uma bala vinda de fora passa perfeitamente pela fresta deixada no vidro entreaberto, atingindo intensamente o lado esquerdo da cabeça de Anderson. Com um baque ele cai, deitado, entre os dois bancos da frente, e do furo feito pelo projétil jorra-se sangue por todo o veículo: No painel, no volante, nos bancos de couro, em minha camisa, em meu rosto...
...
O imbecil foi eu.
Ainda em estado de choque, pego o celular antes esquecido no chão, mas, não sei o que dizer, não consigo, só o coloco no ouvido, nada mais...
- Hum, sinto que você está aí me escutando. É uma pena, um empregado que trabalhou fielmente durante oito anos ser morto por causa da teimosia de seu patrão. Triste... Vai me ouvir agora ou sua querida Stella será a próxima “prova” de que estou falando sério? Quanto ao corpo, não se preocupe, já tem pessoal indo “cuidar” disso...
Não, minha Stella, minha sobrinha, filha de minha irmã, não! Ela não pode... Não deve. Limpando o sangue que lentamente escorria por minha face e que se misturava com as lágrimas recém-derramadas, reúno o máximo de forças possível, e o respondo num tom fraco, melancólico:
- Pode falar, sou todo ouvidos...
Citação:
Críticas, o que acharam, sugestões e blá blá blá, sempre bem vindos...
Dard* :)
Gostei muito, Dark.
Acho interessante a narração no tempo presente, e gosto também de primeira pessoa, apesar de achar bastante ousado a combinação das duas.
Esse último capítulo ficou bem melancólico, mas ficou emocionante o momento do tiro.
E odiei o fato do cara ser são-paulino, bota ele pra morrer no final, viu? >.<
··Hail the prince of Saiyans··
Ae meu querido!
Todo dia eu tinha a esperança de encontrar um novo capítulo!
Eu li ele faz uns dias já, mas só agora tenho tempo para comentar...
Ta, mas eu não tenho nada pra falar porque está PERFEiTO!
Parabéns Dard, passou a emoção do capítulo divinamente! Na hora em que o cara começou a contar, num ato de desespero pulei uns dois parágrafos para ver o que ia acontecer, mas quando percebi isso voltei e continuei lendo, com uma agonia querendo saber o que você guardou pro atual defunto.
Parabéns, Dard.
Grato, Wakka H.
othemo =D, explendido, gostei pakas, fico rox xD
Fiquei meio confuso,voce muda muito de narrador,mas isso nao impede que sua historia seja boa,simplismente A Melhor!!!
cara.. o seu rp ta mt tezao, diferente dakele q ganho em segundo lugar q nao vou citar o nome do autor.
nao sei se vc viu, mas eu chinguei o rp dele, já o seu tenho q elogiar.
ta realmente mt bom.
de 1 a 10 vc merece 9 :P
Vamo Tio!
Todo dia entro esperando um capítulo novo de Amor~ ou Sem Destino. Não me deixa esperando, meu querido.
Grato, Wk.
Ah, mas vou deixar...Citação:
Postado originalmente por Wakka Hill
Final de ano escolar chato, principalemnte pra alguém que teve 286 faltas e tem que fazer 15 (agora são "apenas" 13) trabalhos escolares pra repo-las o/
No momento só estou reescrevendo os primeiros capitulos, que são meio chatinhos de se ler, pelo menos para mim, os acho meio sem graça...
Mas tbm, foi a primeira história que comecei a escrever sério...
Previsão do próximo capítulo... Hum, 20 de Dezembro cai que dia =]?¿
...
Brincadeira, mas tbm não darei uma previsão pra no fim irritar os outros por não cumpri-la...
Dard* :)
Como acordado, a história perde o seu fixo com o início do concurso seguinte.
LOLCitação:
Postado originalmente por Dard Drak
Finalmente estou lendo vossas obras novamente.
E qual é a desse avatar? Oo
Cap 8A
Citação:
- Sim, sei quem é...
auhaiuahi meu nome eh gustavo
tenho olhos castanhos e cabelos cachiados
que td mundo elogia
serin uhauahishauishaeiuahs
Ainda existe alguém que le a história O.o?¿
Quase dois meses sem postar, por que vontade de escrever não existia...
Tinha parado de frequentar esta seção inclusive...
Porém prometi a mim mesmo terminar um dia este aqui, mesmo não achando essa historia esplêndida... Prefiro Sem Destino, mas aquela ta mais dificil de continuar =x
Mas ta ai novo capítulo, e o próximo não tardará a sair...
Capítulo 13 – Imprevistos - Parte 1
15 de Janeiro, 21h00
Alcançamos nosso mais novo objetivo, a casa de Vanessa. Será que finalmente a encontrarei? Será que finalmente a conhecerei?
Entretanto, parece que minhas dúvidas haviam sido retorquidas. A casa se encontrava numa escuridão total, porém havia um carro parado à frente, estranhamente com as portas abertas...
- Pois é, rico é outra coisa... Olha só Bruno, que casa enorme. Só mesmo roubando que nem o Guilherme para eu conseguir comprar uma dessas, por que se depender do salário que recebo...
- Como assim “roubando que nem o Guilherme”?
- Nada não Bruno, nada. – Novatos...
Mas de fato, a casa era esplêndida. Dois andares, com um pequeno terraço no segundo. Era toda pintada de tons rosados, como se fosse aquela Casa Rosa que tem na Argentina. Um quintal de grama impecável, com um cachorro, rotweiller, dormindo ao lado de sua casinha de madeira...
- Bem, tem um carro parado com as portas destrancadas ali na frente, e a casa também está com a entrada aberta, deve ter alguém em casa, mesmo estando tudo escuro...
Nos aproximamos do carro, um Vectra, e como se esperava, ninguém estava nele. Porta dianteira e traseira escancaradas, e uma mochila de estudante no banco de trás.
- Estranho isso...
- É, como pode alguém usar uma mochila do Naruto, muito besta esse ani...
- Como é Bruno, do que você está falando?
- Nada não, capi... Cláudio. Olhe, aqui no painel, devem ser documentos do motorista.
Pego os papéis que havia no painel e entre eles encontro uma carteira de motorista: Gustavo Vascelos Gomes, o dono.
- Deve ser marido de Vanessa, tem o mesmo sobrenome... Bem, vamos lá na casa.
- Mas... E o cachorro?
- Ué, ta preso, não vai vim em cima de nós e... Que foi, ta com medo?
- Não, não, vamos...
Passamos pelo quintal da propriedade – Comigo na frente, Bruno ia logo atrás, receoso - do qual tinha uma trilha de pedras em diversas formas que iam até a entrada, frescura típica desses riquinhos. Chamamos pelo nome, tanto de Vanessa quanto de Gustavo, porém ninguém atendera. Não, não posso ter vindo aqui em vão...
- Cláudio, chamando desse jeito você vai acabar acordando o cachorro, e eu... Quer dizer, bem, parece que não tem ninguém. Vamos embora, amanhã chamamos alguém pra vim aqui por nós, e...
- Vamos entrar.
- Co-como? Mas Cláudio, não temos mandado, se nos pegarem fazendo isso estamos...
- Não importa! Não vim aqui pra nada! Quero e preciso saber mais detalhes, e não vou deixar ninguém mais se intrometer num caso que é meu há dois anos!
- Mas Cláudio, você mesmo disse...
- Bruno! Vai vim, ou não?
Ele hesita por alguns instantes. Olha para a viatura, logo depois para o carro abandonado, provavelmente pensando em tudo que até agora acorreu. Mordendo os lábios e evitando o meu olhar, começa a me seguir casa adentro.
- Caso algo ocorra, você que será o responsável...
Não replico, mas deve ter entendido que aceitei o acordo. Entramos no recinto, passando por uma porta de metal com vidros transversais, e chegamos ao que parecia ser o corredor da casa: Do lado esquerdo havia a escada, forrada com um tapete de veludo marrom, que dava acesso ao segundo andar do domicílio. Do lado esquerdo havia a continuação do corredor, com entradas de ambos os lados do mesmo para diversos cômodos. Chamamos mais uma vez pelos donos da casa, e nada de novo. Realmente, estávamos só nós dois naquele lugar...
- Bruno, verifique cômodo por cômodo daqui de baixo, e eu verei lá em cima. Depois nós...
Celular toca. Ivone...
- Vá. Depois falo com você.
Ele obedece, e entra no que seria a cozinha. Ando pro lado de fora da casa, paro à frente de minha viatura, com um vento forte e frio me atrapalhando, e atendo a chamada:
- Que foi querida?
- Meu bem, já são quase dez horas, não vai vim no hospital?
Droga...
- Desculpe, o trabalho está me prendendo mais do que imaginava... Hoje não vai dar pra eu passar aí novamente. Lamento, não sei que horas sairei daqui.
- Tudo bem, só queria saber mesmo...
- Cláudio! Cláudioooo! Rápido, vem cá!
- Peraí querida, depois ligo.
Merda Bruno, seu idiota!! Irá despertar toda a vizinhança com essa gritaria! Atravesso o quintal novamente, quase sendo pego pelo cachorro que acabara de acordar com o clamor que Bruno fizera. Adentro na casa, e o vejo no fim do corredor, olhando fixamente para a entrada de um dos cômodos:
- Que foi, você poderia assustar os vizinhos e quase...
Não acreditei na desordem que meus olhos transmitiam. Não sabia se eu demonstrava alegria ou tristeza. Finalmente, provas concretas...
**********
O som estridente do telefone sem fio ecoava pelas paredes sem vida daquela casa sem mais felicidade. A moradora, sem mais o brilho de antes em seus olhos verdes, vermelhos e molhados de tanta lamúria sofrida, atende o aparelho depois de seu terceiro toque, dando o cumprimento padrão:
- Alô?
- Oi, aí é a residência da senhora Paula Souza de Almeida?
- É ela mesma quem fala.
- Oh, graças a Deus, finalmente. Aqui é do hospital Madelín de Queiroz. É a respeito de seu marido, Rafael Santos Almeida. Ele está aqui, internado. A senhora poderia vim amanhã cedo visita-lo?
Inesperadamente, seus olhos verdes recuperam parte de seu antigo brilho e lacrimejam novamente. Mas desta vez, de alegria...
**********
Uma baderna, um bacanal. Não acho os dizeres apropriados para o que via. O cômodo era uma sala. Era, por que estava na mais pura desordem: Almofadas de diversas cores rasgadas espalhando o algodão de seus interiores por todos os cantos, tapetes dobrados e fora de seus lugares... Abajur no chão com a lâmpada quebrada. Estante de livros sem os livros, já que os mesmos se encontravam no chão, abertos e jogados a esmo. Sofá com cortes, retratos no chão. Houve alguma luta aqui, alguma resistência. Agora tudo parecia ser real, não eram apenas um amontoado de provas inconcretas e teorias...
- Bruno, chame alguém do departamento para cá, rápido!
Enquanto Bruno pega seu pequeno rádio – Que muitas vezes dá problema, e não podemos reclamar – Para falar com alguém da polícia, me agacho ao chão e pego um dos retratos que se encontravam ali jogados, mesmo sabendo que era algo anti-ético de minha parte profissional mexer na cena do crime, mas não me importava, não mais... Fico por um tempo observando-a. Havia uma família na foto, com certeza os moradores desta casa, e que agora se encontravam dois desaparecidos. Ou, quem sabe, infelizmente, três, já que o marido até agora não aparecera. Pelo menos na fotografia, ela parecia ser muito bela: Tem vinte e nove anos, pelo que eu vi na ficha dela no banco, mas parecia ter uns vinte, com um corpo avantajado, seios volumosos, cabelos negros e longos, e olhos também negros que combinavam com sua fisionomia. O garoto, filho dela, herdara os cabelos negros da mãe, porém seus olhos eram da cor castanha como os do seu pai. Pai do qual o rosto me era familiar, mas de onde? O fundo era uma praia qualquer, magnífica... Monstros, até crianças estão seqüestrando agora?
- Cláudio, chegaram.
- Mas já? Quanto tempo fiquei aqui agachado?
- Bastante. Venha, eles estão lá fora.
- Só quero ver quem eles mandaram – Caminho apressadamente para fora da casa, e vejo duas viaturas parando em frente ao quintal – Se for o Guilherme já o intimo para cair fora daqui, não quero saber dele se intrometendo em meus casos novamente! – Mas ao ver quem saía de um dos carros, percebo que me enganara – Marques Valesco? Por que mandaram você?
- Bom ter ver também, Cláudio Oliveira...
Citação:
Comments de todos os tipos são bem vindos...
Dard* :)
uhuuuu capítulo novooo!!! xD eu sempre entro aki pra ver se tem capítulo novo de sem destino ou amor eternoe hoje eu dei sorte! vc postou um novo! num demora mais tanto assim por favor!! eu gosto muito das suas histórias!! :)
Creio que é o primeiro posts seu em algum rp meu...Citação:
Postado originalmente por Mago Skywalker
Se as ve direto, comenta :D! É algo que aumenta minha vontade de continuar =x
Próximo capítulo, ou melhor, a parte dois do 13, acho que postarei sexta, já ta quase pronta, mas vou demorar a posta-la por que vou viajar depois e ficara uma semana ao menos sem novos capitulos :riso:
E por fim...
Dois erros no último capítulo =x
Não se passa no dia 16, e sim 15
E o nome do personagem que aparece no final é Marques Valesco, não Marcos... Na hora troquei o nome com um dos bandidos XD
Sry =O
Dard* :)
Achei muito homosexual.
Mas está bonzinho até. COntinue.
eita!!! ate qui infim!!!!!!
vamo que vamo querido! to doidinha pra ve o fim dessa historia já!
a cada capítulo fico imaginando o que virá pela frente! :)
go go postar!
beijaoo@
Feliz 2007 à todos os leitores e frequentadores da Seção Roleplay \o/!!
Capítulo 13 – Imprevistos – Parte 2
Marques Valesco, trinta e oito anos. Outra pessoa a quem eu respeitava no departamento, além de Bruno. Fomos parceiros por um tempo, dois anos, mas mudou de divisão, uma que pretendo ficar muito longe... Isso que me intrigava: De acordo com o que trabalhava, não havia razão de ele estar aqui!
- Bem, Marques, me desculpe a grosseria, mas não vejo seqüestro algum aqui...
- Oras, só por que não há bandidos apontando uma arma na cabeça de algum refém, significa que a DAS* não pode se intrometer? Que isso Cláudio, de acordo com o estado do local que seu parceiro descrevera, e os fatos que ocorreram, é mais que óbvio o que está havendo: Temos um seqüestro!
- Mas o caso é meu!
- Se quer exclusividade em algum crime, que vá trabalhar no FBI, e não numa policiazinha de merda como a de São Paulo... Bem, deixe-me ver a tal sala toda bagunçada...
O respeitava, mas nossos objetivos, nossos caminhos, se separaram. Transformara-se em um agente qualquer do departamento, preocupado somente em trabalhar para conseguir dinheiro e por fim ter uma vida decente. Sua idade não permitia dar-se o luxo de perder o atual emprego. Não era mais o Marques Valesco de anos atrás, que se preocupava com cada caso como se sua vida dependesse do sucesso ou fracasso do mesmo. Mas ainda assim, eu o via com bons olhos...
O vejo entrar na casa, juntamente com outros dois policiais da perícia que iriam tirar as digitais de todo o lugar. Começam a vasculhar, cuidadosamente, os destroços da sala, pegando e analisando cada objeto do local. Vejo o caso que era meu há dois anos ser de repente tratado por outros que nem darão muita importância a ele, que não farão o mesmo trabalho que eu faria e que exerci até agora. Não, não deixarei que façam isso, eu que terminarei este caso, eu que prenderei os culpados de tu...
- Cláudio, já entrou em contato com o marido?
- Como? Ah, não... Ainda não. Só agora descobrimos quem era o marido de Vanessa. Gustavo Vascelos alguma coisa. Tenho aqui a carteira de motorista dele. - Curiosamente, as feições daquele homem não me eram estranhas, ainda me intrigavam, parecia que eu o já tinha visto... Mas, me pergunto novamente... Onde?
- Vou pedir para investigarem o nome dele para sabermos mais a seu respeito. Temos que confirmar logo se esse sujeito também se encontra desaparecido. Não tinha ninguém na casa?
- Só o cachorro, se você considerá-lo gente - E delineia um pequeno sorriso na face, claramente não gostou do deboche. Durante todo o tempo ficara escrevendo sem parar em um pequeno caderno, talvez as informações que lhe eram passadas por mim. Parecia ser um aqueles novatos em sua primeira semana de trabalho, anotando tudo que lhe diziam, achando que estivesse fazendo algo importante. Definitivamente, não era o mesmo Marques Valesco de antes...
O observo pegando o rádio da polícia do bolso de sua calça, e liga para o departamento, dando o número da carteira de motorista de Gustavo, para poderem achar informações que fossem de alguma valia para o caso. Em seguida, pega seu celular que se encontrava no outro bolso da calça, ligando para algum lugar qualquer... Bem, eu não tinha mais nada a fazer ali, todo o local fora dominado pela DAS, eu só seria um peso morto no meio...
- Bruno, vamos embora, nosso trabalho aqui terminou...
- Merda!
- Calma, o que foi, Marques?
- Essa porcaria de celular! Estou tentando ligar pra minha esposa, mas fala que está fora de área. Porcaria de operadora Claro, sempre dá esse tipo de problema...
- Por isso que não gosto de celular, mais atrapalham do que ajudam! Bem, estou indo, creio que não tenho mais nada a fazer aqui...
E eu e Bruno saímos da casa, ouvindo os sons da sirene de mais uma viatura que chegava ao local, como se precisasse de tanta gente assim... Ouço também Marques falar mal novamente de seu aparelho, - "Como essa droga não funciona estando quase no centro da cidade?" - Coitado, se estressando por tão pouco, sendo que... Peraí...
Será que...
- Bruno, teria como sabermos os lugares e áreas em que alguma operadora de celular não dá cobertura?
- Bem, tem si, é fácil... Por quê?
- Nada não, curiosidade... Pode ir sozinho Bruno, irei a pé até um ponto de ônibus aqui perto e pegarei um coletivo pra casa...
- Ué, por quê?
- Quero andar um pouco, pensar em algumas coisas, está uma bela noite, estrelada, mesmo sendo numa cidade poluída como São Paulo... Que foi, ta com medo de voltar sozinho?
- Não, não, tudo bem. Até amanhã então.
- Até...
Onze horas da noite. Um dia atarefado e corrido foi, mas que finalmente chegava ao seu fim. Se o que João Carlos disse fosse verdade, teríamos apenas nove dias pela frente antes do tal assalto ser feito... Mas, caso a idéia que eu acabara de ter funcionasse, poderíamos achá-los antes disso tudo, impedindo que vidas fossem perdidas, o que é nosso trabalho... Mas muitos, esquecem.
Sophia, minha querida Sophia. Ainda não sei como arranjarei dinheiro para pagar o seu tratamento, que a trará "de volta" à vida. Mesmo que se eu hipotecasse a casa, mesmo se vendesse alguns móveis e aparelhos, até se pegasse empréstimos em bancos... Creio que não chegaria ao montante que precisam para começarem, quarenta mil... Falando nisso, ligarei para Ivone, ver se ela já esta em casa ou se ainda está zelando por nosso anjinho...
- Droga, acabou a bateria... Porcaria de celulares, mais atrapalha do que ajudam...
*************
O homem calvo à sua frente finalmente tiraria daquele local sua presença nem um pouco bem vinda para aquela mulher nem um pouco confortável, amarrada a uma cadeira, desprotegida, desamparada, indefesa, ao capricho de seu "anfitrião":
- Bem senhora Vanessa, infelizmente a deixarei sozinha agora, mas não se preocupe, amanhã eu volto. Boa noite...
Ela não responde, logicamente. Mal olhava pra ele, praticamente...
- Ah senhora Vanessa, não fique assim não. Isso logo acabará, e deixaremos você e sua família em paz, como se nada tivesse ocorrido. Só mais nove dias senhora Vanessa, só mais nove dias...
Depois de ditas suas últimas palavras, o homem calvo e dono de um nariz de tamanho nada comum passa pela única entrada e saída do lugar, uma porta de madeira carcomida pelo tempo e pelos cupins, deixando a "hóspede" sozinha naquele quarto vazio e sombrio, sujo e abandonado, acompanhada apenas por suas lamentações, por suas angústias, por suas lágrimas...
- Não sei se agüentarei mais nove dias...
**********
16 de Janeiro, 7h00
A possuidora dos belos olhos cor esmeralda estava novamente radiante desde a ligação que tivera na última lua. Encontrava-se bem vestida, bonita, formosa, pronta para ir ao encontro de seu príncipe encantado, que em boa situação não estava:
- Tchau Maria, cuide bem da Jéssica até eu voltar!
- Sim, senhora. Mas dona, aonde que vai assim, tão cedo?
- Ao hospital, encontra-lo, ajuda-lo, fazer-lhe companhia, ampara-lo... Bem, to indo, tchau!
E assim anda em direção a seu carro, para continuar seu caminho. A simplória empregada ficara sem entender o que a patroa acabara de dizer. Mas pra ela, era difícil compreender. Não era seu marido que da morte estava à mercê.
- Rafael, por favor, espere por mim...
*************
Sete da manhã. Não consegui dormir nada, estou aos pedaços. Mas a força de vontade para continuar com meu trabalho se encontrava maior do que meu cansaço. Já no departamento, procuro por Bruno, iria discutir com ele a idéia que tive na noite anterior... O encontro sentado todo à vontade na poltrona de meu escritório, lendo alguma revista qualquer...
- Bruno, sabe o que... Bruno! Preste atenção porra, depois você lê essa revista - Olho a capa e vejo seu título... - Playstation, que isso?
- Hã, não é nada não. Que foi?
- Lembra da pergunta que te fiz ontem sobre as operadoras de celulares e as áreas em que elas dão cobertura?
- Sim, que que tem?
- Pois bem, eu tive... Para de ler essa merda e me escuta! - O jeito foi tirar à força a revista de suas mãos - Então, tive uma idéia em relação á isso...
- Consegui Cláudio, achei!
Era Marques. Entrara grosseiramente e de sopetão em meu escritório com alguns papéis balançando em sua mão direita.
- Que foi? Conseguiu usar o celular desta vez?
- Sem graça... Consegui informações sobre o marido de Vanessa, Gustavo Vascelos Gomes. Ou melhor, DOUTOR Gustavo Vascelos Gomes!
- Doutor?
Doutor?
- Isso. Ele trabalha no hospital Madelín de Queiroz há um bom tempo. Estamos tentando entrar em contato com o sujeito no hospital, mas disseram que ele ainda não passou por lá hoje, deve chegar mais tarde.
Gustavo... Doutor...
Sophia! Agora fazia sentido o fato de aquele rosto ser familiar... Não, coincidência demais...
- Não importa, eu e Bruno vamos lá e descobriremos seu paradeiro. Iremos agora mes...
- Sinto muito Cláudio, mas não.
Não?
- Como?
- Agora o caso é exclusivo da DAS. Infelizmente você e Bruno estão fora e...
Não, não podem nos tirar...
- Mas tem a ver com um provável assalto a banco, algo na qual estou investigando há dois anos! Temos até as provas, os bilhetes passados por Rafael para João Carlos, os...
- As provas estão comigo, as peguei para analisá-las melhor...
Canalha...
- O que? Não podem me por pra fora do caso desse jeito, isso é...
- Cláudio, se acalme. Esta levando tudo isso pro lado pessoal, só por que são os assaltantes que você persegue há dois anos e que já lhe passaram a perna. Isto é apenas o nosso trabalho, saiba diferenciar e separar de sua vida particular... Está levando muito a sério...
Você não é o primeiro a dizer isso...
- TRÊS PESSOAS E UMA PROVÁVEL QUARTA SE ENCONTRAM DESAPARECIDAS E VOCÊ DIZ QUE ESTOU LEVANDO À SÉRIO DEMAIS? ELAS PODEM JÁ ESTAREM MORTAS, MARQUES!
Não agüentei, com muita raiva fiquei. Gritei, e a atenção de quase todos no departamento chamei. Devoravam-me com seus olhares de assombro ou compaixão... Este lugar não presta...
- Bem Cláudio, sinto muito, mas, não posso fazer nada...
"Não posso fazer nada". Sempre dizem isso para tentar confortar o derrotado. Sempre dizem isso para saírem de cena, e foi o que fizera. Eu estava fora? O caso está nas mãos deles agora? A ficha ainda não caiu, era difícil de engolir...
- Cláudio, ta tudo bem? Quer alguma coisa? Eu...
Sim, eu quero...
- Vamos ao hospital.
Eu realmente disse isso? Cláudio Oliveira, desrespeitando as ordens dadas por seus superiores?
- Hospital? Pra que? Por quê? Você ouviu o que Marques disse, estamos...
- Oficialmente, estamos. Estamos fora. Mas, e daí? Pra que seguir o protocolo à risca?
Exato. Qual a razão?
- Mas, bem...
- Você vem comigo?
A mesma situação de ontem. Estava indeciso, olhava para os lados, mordia seus lábios, evitava me olhar. Com a carreira de um jovem eu poderia acabar. Mas eu não o forçava a aceitar, mas de sua ajuda, eu iria precisar...
- Você que irá levar a culpa de tudo caso algo saia errado...
Bom rapaz. Não digo nada, novamente, mas, deve ter entendido que o silêncio foi uma afirmação. Saímos do departamento, agora com olhares de desconfiança nos rondando, mas não me importava. Calarei a boca de todos...
DAS* = Divisão Anti-Sequestro
Eu li todos os capítulos escritos até agora.. até o 13, Mt bom a história.. to doido pra saber do final ^^
Olá Dard Drak
É é a primeira vez que eu estou acessando algum dos tópicos desse fórum e olha só que sorte a minha, vim cair justamente nessa bela história.
Bom, eu sou meio suspeito de falar, porque independente do gênero, eu adoro uma boa leitura; mas para aqueles que gostam de um bom romance policial, esta sua história está me parecendo um prato cheio :riso:
É uma pena que vc vai ficar tanto tempo sem posta, mas espero o próximo capítulo. Que bom que ele já está quase pronto, como vc disse alguns posts acima ;)
Que bom que agarrei um novo leitor à minha história meio fora do comum, visto que essa seção só tem histórias tibianas...Citação:
Postado originalmente por Edomon Dominatrus
Obrigado =]
O próximo capítulo está demorando por que pausei por um tmepo essa aqui pra fazer outra sobre Tíbia (mas bem diferente das atuais), mas não tardo a postar novo capitulo
Mais uma vez, obrigado o/
Dard* :)
Por favor não tarde mesmo, já estou curioso para saber o que se sucede ;)
yeah o/
eu msm x)
suspenses,,,, nao vejo a hora de ver o desfecho, te mto intrigante isso viu
cya
faaaala Dard, fiinalmente terminei de ler essa sua história, ei ve se não mata meu parente viu, ele vai ter que sair do hospital e mata os bandido :P, bom essas partes que eu dei quote foi pq fico parecendo mestre Yoda falandoCitação:
Postado originalmente por Dard Drak
deu até pa ri um pouco da uma lida no quote que vc vai perceber(mas eu acho que foi intencional ^^)Citação:
Com a carreira de um jovem eu poderia acabar.
bom agora que eu ja comentei de um chute nessa história pa vê se ela vai pra frente que ela ta parecendo LOST :P
ps.: vc continua dizendo thau no lugar de tchau ¬¬ ;)
WoW!
Quase cinco meses sem postar novos capítulos, vergonha =x...
MAS...
Retomei esta história. Deixarei a de Tibia um pouco de lado pois gosto muito mais desta aqui =D
Todos os capítulos foram mudados. Reescritos (mesmo por que o sprimeiros capítulos são deveras chatos, ainda), modificados, etc (Agora, senhor Thulio, todos os "tchau" tem c! Vício de linguagem..)... Mas nada que prejudique quem já leu a história. Se é quem se lembram ainda dela O.o...
Tentarei postar o capítulo 14 no dia em que a história fizer um ano, dia 28 de maio. Tentarei, mas está meio complicado :wscared: ...
Vamos de uma vez dar um fim à isso! Muitos personagens, muitas situações, muita história pela frente ainda, mas irei terminar (pareço político falando...)!
Dard* :)
Voltei!
Li todos cap. que estavam faltando, e realmente a história tá mto boa!
Ve se tira essa preguiça e tenta postar mais rapidos os caps, terminar essa história, essa vale a pena ;D
Abração!
Caramba....
To lendo sua historia..
Muito boa... Mas cade o resto dos capitulos???
kero saber logo o finalllll... naum aguento o suspenseee
pls poste logo
Caralho, essa porra não morre de vez .-. ...
...
Indefinido quando essa história será retomada aqui no fórum, já que com essa seção não me importo mais...
...
Mas indefinido não quer dizer que não terá final. É só eu aqui criar coragem mesmo para terminá-la...
Dard* :)
6,666
Do diabo!
Boa a hisotira
Tah nos favoritos
So que eu nao me lembro em que capitulo parei
hashuahsauhsuausas
Gosto de hisotiras cotidianas
Escreve algo tipo Demian
Gosto de livros,tambem, de livros tristes
Kualéé
Deixa na curiosidade nauumm vaii
xD
termina aiiiii
PLLLSSSSSSSSSSS
muito bao... excelente... :riso:
mais historias plzzzz... =DDDD
Pelamordedeus APRENDE A VER DATAS DE TÓPICOS SUA ANTA
Tragam o exorcista, o fantasminha voltou >_>
Manteiga.