Manda bala!Continua issu!Pq o Ahern fez akilo?pq eli sabia q ia morre?Como era o rosto du cra q mato eli?:confused: :confused: :confused:
Respostas meu caro!Respostas!
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Manda bala!Continua issu!Pq o Ahern fez akilo?pq eli sabia q ia morre?Como era o rosto du cra q mato eli?:confused: :confused: :confused:
Respostas meu caro!Respostas!
anda logo oni, não nos deixe morrer sem saber o final dessa história....
tou adorando
Tá muito bom, muito bom, tá mantendo a qualidade dos capítulos e tá ficando cada vez melhor, continue assim :riso:
E poste logo, eu quero respostas =P
Todos nós queremos as respostas :P Mas ainda tenho aquela dúvida sobre as palavras mágicas.Citação:
Postado originalmente por Heenett
Edit.: Heenett, se eu não me engano algum moderador já mandou o Fernando_RB e o Sigma tirarem a bringuinha da assinatura.
KRa.. já leio faz 1 tempim..
mas me senti obrigado a comentar agora........
Flw
ahh
1 Bju na Bunda ^^
D@Rk_@NGEL
:)
Capítulo Especial 15: A batalha no mar: Shawk e Thovald contra Capitão Baelchiur!
Shawk pulou tão alto quanto voavam as gaivotas, e aterrisou num estrondo no navio pirata. Thovald viu a cena, e resolveu seguir o mestre, porém, em vez de pular por cima de tudo, resolveu usar a técnica de locomoção por cima da água. “Sabia que um dia essa porcaria viria a calhar”, pensava enquanto corria, firme e olhos atentos, por cima da água.
Bealchiur estava rubro. Nunca sentira tanta raiva na sua vida. A água batia forte no barco, e respingava em seu rosto, dando-lhe uma aparência ainda mais amedrontadora.
-Vocês ousaram desafiar o grande capitão Baelchiur, o maior pirata do Mar Central... –Falou, num tom aparentemente calmo. – E isso não ficará em vão... Matarei os dois aqui, e AGORA! VAI KAYASH!
Seus braços tornaram-se extremamente avermelhados, e cresceram sensívelmente. Shawk e Thovald sentiam que ele emanava uma forte quantidade de energia naquele momento, e dobraram sua atenção.
-Piratas só tem um destino, que é a MORTE! – Gritou Shawk, desembainhando a sua espada, e correndo para contra o concentrado Baelchiur.
Uma colisão, uma grande quantidade de energia liberada, e um clarão que cegou Thovald. Nunca havia visto tais poderes juntos em seus quase três anos com seu mestre.
Quando finalmente pôde voltar à enxergar, viu a espada de Shawk em contato com o punho de Baelchiur, enquanto faíscas brancas emanavam do local de impacto. “Realmente, uma luta impressionante”, pensou consigo mesmo.
O suor escorria do rosto de Shawk, enquanto pressionava, firme, a espada contra o punho do pirata. “Um poder tremendo...”, pensava consigo mesmo. Ele olhava, firme, nos olhos de Bealchiur, na esperança de conseguir descobrir algo sobre seu adversário, algo que pudesse dizer com os olhos.
Thovald então tomou uma decisão.
-Kyok: Dazegun! – Pegou uma pedra no chão, e tacou à toda velocidade na direção da cabeça do seu oponente, com o máximo cuidado para não acertar Shawk.
Enquanto isso, na galera mercante, um homem se levanta. Era baixo, gordo, tinha uma cara grande e redonda, além de ser careca.
Ele olha à sua volta, e percebe a situação: um peixe descomunal ao lado de um navio pirata, de onde emanavam faíscas, brilhos e muito calor. “Uma batalha!”, pensou consigo mesmo. Começou a ir para a borda do navio, na esperança de ver melhor o que estava ocorrendo. Se arrependeu amargamente.
A pedra que Thovald tacara acertou em cheio a cabeça de Bealchiur, que pareceu não se importar muito com o impacto do projétil. Continuava a pressionar a espada de Shawk com toda sua força, usando apenas um punho, enquanto a outra mão apoiava no solo.
Foi quando Shawk pulou, deu uma cambalhota para trás, e caiu, suavemente, do outro lado do convés do navio.
-Desista, estamos em dois aqui. Você não tem chance contra dakks de Gylluis!
-NUNCA! – O pirata tirou uma impressionante chapa de madeira do convés. Estava fora de si. – VOCÊS VÃO MORRER AQUI E AGORA!
Bealchiur lançou a chapa com toda sua força contra Shawk. Este, por sua vez, apenas fez um movimento rápido para o seu lado direito, e conseguiu escapar, ileso.
Uma chapa de madeira atingiu com tudo o homem gordo na galera. Ele caiu para trás, morto.
Shawk começou a correr na direção do pirata.
-Xuon Ryzi!
Ele, então, começa a dar vários pulos pequenos em volta do Pirata (que, à essa altura, estava mais vermelho do que nunca), na esperança de atacá-lo em alta velocidade. “Se ele é forte, eu sou rápido”, pensou Shawk, consigo mesmo.
“Brilhante. Meu mestre é um gênio!” Pensou Thovald, enquanto observava a cena. Queria ajudar de alguma forma, mas não sabia como.
Foi quando percebeu, finalmente.
-Vai: Kadekin!
Deu um poderosíssimo chute no convés do navio, fazendo desmontar as chapas (frágeis, depois da batalha) de madeira que lá estavam.
Shawk e Bealchiur sentem o baque, e pulam, quase que simultaneamente. No ar, Shawk, pega sua espada, e gira em altíssima velocidade, visando acertar a nuca do pirata. Porém este foi mais rápico, pegou a espada pelo cabo, e deu um soco na barriga do adversário.
Shawk foi arremessado no mar com toda a força. Thovald observou a cena, e correu (no que ainda restava do convés) o mais rápico possível para ajudar seu mestre, porém este conseguiu emergir. Lá ficou ele, parado alguns pares de segundo que pareceram horas, até perceber.
Tinha achado, finalmente, um ponto fraco em Bealchiur.
Pulou, chegou à quase 15 metros de altura, depois, com a espada em punho, desceu à uma velocidade impressionante, com os olhos fixos no alvo: o chapéu com as penas.
Cortou-o ao meio numa velocidade tão impressionante que o capitão nem notou o fio da espada. Com todo cuidado do mundo para não atingir a cabeça, simplesmente passou e recolheu a espada.
O capitão estava parado, imóvel. Seu braço desinchara, e seu olhar estava raso e sem vida. Com o balanço das ondas, caiu para trás, morto.
Shawk, então, desmaia.
Tá ficando muito massa cara, tomara que a história demore bastante pra acabar :)
Edit.: Aposto que o Shawk morreu e agora o Thovald vai ter que continuar a viagem sozinho :)
Não viu que ele emergiu logo depois da queda no mar?Ta vivinho ^^Citação:
Postado originalmente por gUgA_hF
@TOPIC
Fazia tempo que eu tentava entrar nessa seção mas não tinha vontade,achava que era besta...hoje de manhã entro,leio a sua história inteirinha e a partir de agora essa seção ganhou mais um visitante :riso:.Tá de parabéns pela história,o enredo,o desfecho de cada capítulo,deixando tudo resolvido mas ao mesmo tempo com uma abertura pro próximo,tá bom mesmo...
:787: Here I go! :dry:
Realmente, está otimooooooooo!! Muito poder e muita criatividade!!
Curiox
:ninja: :ninja: :ninja:
Citação:
Postado originalmente por Dard Drak
Tá aí a parte que fala que ele desmaia, isso aconteceu depois dele volta do fundo d'água :)Citação:
O capitão estava parado, imóvel. Seu braço desinchara, e seu olhar estava raso e sem vida. Com o balanço das ondas, caiu para trás, morto.
Shawk, então, desmaia.
mais uma vez sem o thovald entra na briga...pow oni, assim perde a graça o thovald num fez nda...
olha soh qm apareçeu, o dard drak, imitão, soh pq eu vim pra cá
Cap. 16: Desembarque forçado.
Thovald vê o seu mestre naquela situação, e decide ajudar. Correndo entre chapas de madeira que ameaçavam desabar a qualquer momento, foi até o seu mestre, que estava desacordado. Mediu-lhe o pulso, e viu que estava vivo. “Menos mal”, pensou, olhando à sua volta, estudando a situação.
Bem à frente, um capitão pirata com um chapéu partido em dois jazia morto. Dos lados, ondas que pareciam querer engolir a embarcação à qualquer custo batiam. Logo atrás, um atum gigantesco estava parado, esperando ordens. Tudo isso com o chão instável, pronto para desmontar, e deixá-lo a deriva no mar, com seu mestre inconciente.
“Não é bem a situação que eu esperava passar umas férias”, pensou Thovald, pegando seu mestre pelo joelho e pelo ombro, e levantando-se. Queria correr até Gargatuna, para tentar chegar em algum lugar menos turbulento.
Porém, enquanto corria, foi surpreendido por uma onda especialmente forte, que bateu no casco do navio. Cambaleando, sem equilíbrio, quase caiu no mar. Por sorte conseguiu segurar-se no mastro, que ainda estava inteiro. Foi quando tentou correr mais uma vez.
Chegou até Gargatuna. Porém, esse parecia passivo ao mundo à sua volta.
-Vamos, leve-nos para qualquer lugar melhor do que aqui!
O imenso peixe permanecia parado.
-Rápido, daqui a pouco tudo isso aqui vai desmoronar.
Nada.
-POR FAVOR, PRECISAMOS CHEGAR EM ALGUMA COSTA! – Gritou Thovald, ficando cada vez mais desesperado.
O peixe não se movia. Estava parado, quieto, ao balanço das ondas que estavam se tornando cada vez maiores, tornando-se assustadoras à medida em que o céu escurecia. Aquela confusão toda tinha rendido um dia inteiro, e era quase noite já.
Thovald deu um salto, caindo em cima do majestoso peixe.
-Vamos lá Gargatuna, precisamos sair daqui!
Mesmo com o impacto da queda, e Thovald falando ao seu lado, nada acontecia. O peixe parecia cada vez mais acomodado ao ambiente à sua volta.
-Nos leve... à alguma ilha... por favor... – Disse uma voz muito familiar à Thovald.
Era Shawk. Mesmo em um estado deplorável, e semi-desacordado, ele conseguira falar algumas palavras. E foram as suficientes: Gargatuna entendera a mensagem, e agora começava a nadar à toda velocidade, rumo à algum lugar desconhecido.
Thovald estava surpreso com o súbito lapso de lucidez do seu mestre. À poucos segundos, estava completamente desacordado, depois conseguira falar palavras de instruções para um peixe gigante, e agora estava, novamente, desacordado. “Mas parece dormindo dessa vez”, pensou Thovald, resolvendo deixar seu mestre descançar. Tivera uma luta muito dura com o capitão dos piratas do Mar Central.
Gargatuna agora nadava em alta velocidade. Parecia saber muito bem a direção que tinha de tomar, e estava indo em linha reta, diretamente para lá. Thovald ponderava para onde a instrução “nos leve à alguma ilha” estaria indicando. Talvez uma grande ilha, com cidades mercantes? Ou então uma ilhota com meia dúzia de palmeiras? E, chegando lá, o que poderia fazer?
A noite ia caíndo lentamente. Não estava absurdamente frio, mas também não era dos dias mais agradáveis para se navegar sem nenhuma proteção. Assim, cada vez mais, Thovald cedia ao cansaço. Fora um dia muito longo: acordar cedo para pegar o navio, a maçante viagem, o cerco dos piratas, o desgastante combate, e agora a fuga desesperada.
Thovald então, se rendeu ao cansaço, e adormeceu, assim como seu mestre.
Muito bom, muito bom, mais um capítulo de qualidade oni, não pare de escrever xD
Ei, atualize sua sign,ainda ta mostrando CAP. 15 :P ...
Gostei desse, sabia que o Shawk não tinha morrido (bem,tava duvidando um pouco...),mas só que esse foi,ao meu ver,um dos capítulos mais curtos...e fiquei curioso em saber o por que de Gargatuna só atendeu ao pedido de Shawk e sem ele falar mais nada já saiu nadando como se soubesse exatamente aonde ir...gostei ^^,mistérios pro próximo ....
:787: Here I go! :dry:
Muito bom o capítulo Onilink de Libra!!
Estou gostando do seu trabalho!!
Curiox
:ninja: :ninja: :ninja:
opa fico legal =D, eu voltando... amis dessa vez menos desgastante so vo ler 2 ou 3 rps pra num me perder
Acho que ele só obedeçe Shawk porque foi ele quem o criou. E como ele é uma espécie de peixe "sagrado" ou "místico" ele deve saber como é o mar :P
Gostei muito do role play! Quem sabe o filme pode virar uma saga e ter um filme, hehehe. Sonhei legal ein?
Citação:
Postado originalmente por gUgA_hF
eu acho q ñ... acho q ele obedeçeu pq o kra pediu por favor =D
Capítulo 17: Ilha
-Vamos, acorde.
Thovald mexera suavemente o canto esquerdo do lábio, mas ainda estava profundamente apagado.
-Acorde, não temos o dia todo! – Shawk cutucou suavemente o braço do garoto, com seu pé.
Este, por sua vez, pareceu pronunciar palavras ou grunhidos em algumas línguas enstranhas, e virou-se para o outro lado.
-Haes, marino geenakouge!
Uma rajada de água sai da mão de Shawk, e atinge em cheio o rosto de Thovald, que levanta subtamente.
-Ah, é você. – Disse Thovald, sentando-se. – Areia? Estamos numa praia?
-Numa ilha para ser mais exato. – Respondeu Shawk. – Olhe ao seu redor.
Thovald olhou e se surpreendeu: estavam numa ilha redonda e pequena, com pouco mais de 100 metros quadrados. Haviam apenas algumas palmeiras no centro, e gramínias. Mais nada.
-Bem... – Thovald começou a falar, lentamente. - ...não é dos lugares menos agradáveis para se estar, mas eu acho que precisamos sair daqui logo...
-Correto. E temos que achar um jeito de fazer isso.
-Mas e o Gargatuna? Chame ele novamente! – Retrucou Thovald, confuso.
-Não é tão simples assim. – Disse Shawk, com toda a calma do mundo. – Não posso chamar ele denovo em tão pouco tempo. É impossível, não tenho energias para tal. A magia de invocação arcana é muito poderosa e dispendiosa...
-É, está complicado. – Concordou Thovald, sentindo uma leve brisa em seu rosto.
Ficaram pensando por alguns minutos, calados. Teriam de sair dalí o mais rápido possível, ir para Ivïiti, pegar o Olho Fatal, e voltar para Gylluis, para então tentar vencer Stock. Ainda restava muita água para correr, e parados alí eles só estavam perdendo tempo.
Shawk pensava, olhando firme o horizonte. Não fazia a mais vaga idéia de onde estavam. Só tinha certeza de que aquela era uma das milhares de ilhotas do Mar Central, e de que ouvira muitas histórias sobre náufragos que ficaram dias, meses e até anos esperando para serem socorridos. “É claro que poderia usar uma técnica de caminhar sobre a água”, pensou, “mas seria muito arriscado. O gasto de energia é grande, e se não chegarmos logo à algum lugar, morreremos na água”.
Já Thovald não estava tão calmo assim. Andava de um lado para o outro, às vezes fitando as palmeiras, às vezes olhando o horizonte. Estava desesperado, apesar da presença do seu mestre, logo alí do lado. Teria de arumar um jeito de sair dalí, o mais rápido possível.
Foi quando teve uma idéia.
-E se... Construirmos uma embarcação de vidro, para irmos até algum porto e pegarmos um barco de verdade?
-É arriscado. Barcos de vidro são muito pouco resistentes, além de extremamente pesados. Se apenas um pouco de água entrar nele, é quase certo de afundarmos. – Respondeu Shawk, sem desviar o olhar. – Precisa ser algo mais leve, e mais resistente... Mas não imagino o que.
-Mais leve e mais resistente que vidro? Vai ser difícil encontrar. – Falou Thovald, desanimando novamente.
Pensaram por mais um tempo. Não seria fácil arrumar o material necessário naquela ilha. As palmeiras não tinham madeira suficiente para sequer uma jangada. A grama é inútil e a areia faz um material muito pesado.
Foi quando Shawk teve uma daquelas suas idéias mirabolantes.
-Sal! É isso!
-Como? – Perguntou Thovald, confuso.
-Um barco feito de sal! Se o casco for de vidro, ele não será capaz de absorver a água, ficando resistente. E como só o casco vai ser, nem teremos problema com o peso!
-GENIAL!
-Sim, vamos botar as mãos à obra. Temos muito o que fazer. Prepare-se para usar e abusar das técnicas de fogo e calor, além da transfiguração. – Falou Shawk, olhando firme para o mar, projetando, em sua mente, o futuro barco, que os levaria para fora da ilha.
Leeeegal o cpaítulo,só não entendi muito bem a parte do barco,de como eles irão fazer....mas só no próximo capítulo mesmo XD...
Dard* :)
Muito bom, tomara que o barco afunde e apareça um tubarão e coma eles :P
vai oni, vc consegue ter mais idéia fodonicas...
mto massa os dois ultimos capitulos, num podia esperar mais por eles
flw!
meu deus du seu....agora são 00:50 de uma sexta...eu acabei de le...minha cabeça tah duendo e toh vendo umas manhcha preta :eek: massssssssssssssss vlw muitooooo a pena muito bom o rp continue assim...espero que soh melhore e que vire um livro o.O :riso:
gogogo proximo capitulo :rolleyes:
Eu não costuma visitar essa parte do forum...ai olhei seu RP e gostei =D, continue assim.
olha!!! um cara de trimera!!! por acaso conhece o gatinho esquartejador?Citação:
Postado originalmente por Peixe Esquartejador
Sem Mais,
Viny Morozesk
:rolleyes: :rolleyes: :rolleyes:
Gostaria de agradecer ao filme "Se minha cama voasse" por me ceder parte das idéias para esse capítulo =)
Cap.18: Locomoção Substituínte.
Começaram a fazer o barco. Teriam de esquentar o máximo de agua do mar que conseguirem, para evaporar e sobrar apenas o sal. Este seria moldado em forma de uma embarcação, sem o casco, que seria feito derretendo a areia, com vidro.
Shawk estava trabalhando mais do que nunca com seu aprendiz: teriam de fazer o barco sem falhas. Apenas um lado mais pesado do que o outro significaria que todos iriam afundar. “Uma idéia pavorosa”, pensou consigo mesmo.
Ficaram alí, esquentando a água do mar e a areia da minúscula ilha, até o anoitecer. As únicas luzes alí eram o brilho da areia incandescente, e a luz gerada pelas técnicas de Thovald e seu mestre.
Foi quando, finalmente, acabaram.
-É, conseguimos. – Falou Shawk, que olhava atentamente a pequena embarcação branca, e de casco transparente.
-Ficou bom, mas, como vamos conseguir navegar sem remos ou um mastro? – Perguntou, confuso, Thovald.
-Usaremos a técnica da Locomoção Substituinte! – Respondeu Shawk, fazendo um estranho gesto com as mãos.
-Locomoção Substituinte? Nunca ouvi falar.
-É uma técnica esquecida, dita como obsoleta pelos mestres mais conservadores. Eu particularmente gosto dela, ela é simples e funcional, como toda técnica deveria ser. A desvantagem é que...
-É que...?
-Bem, pode sair de controle. – Falou Shawk, com a voz sumindo lentamente.
-Como assim sair de controle!? – Perguntou um Thovald mais confuso do que de costume.
-Bom, técnicamente, a Locomoção Substituinte cria uma espécie de “vida” artificial e independente em um objeto inanimado, como um par de sapatos, ou até mesmo uma espada. O problema é que é “independente” demais.
-Isso significa que ele pode sair para onde quiser?
-Sim e não. Se você conseguir jogar uma quantidade marcante de energia durante todo o trajeto que você quer que o objeto faça, provavelmente não terá problema. O que acontece é que, se por um acaso essa energia cessar, o objeto começará a correr atrá de energia, destruíndo e passando tudo o que tiver pela frente. E isso inclui afundar o barco, ou ir de encontro à um rochedo. – Respondeu Shawk, ajeitando seu manto.
-Isso significa que chegaremos exaustos em Kamayûnga? – Perguntou Thovald, começando a ficar realmente preocupado.
-É, provavelmente.
-Deuses... – Thovald parecia nauseado.
-Bom... Então, vamos começar? – Perguntou Shawk, fitando a estrutura.
-Torçamos para dar certo. – Respondeu Thovald, indo para o lado oposto.
-Pelos poderes ancestrais do grande mestre, eu invoco a Locomoção Substituínte! Wezo: Galirugan!
Shawk ergueu sua mão, e faíscas azuladas começaram a pulsar de lá, indo em direção ao barco.
-“Treguna
Mekoides
Tracorum
Satis Dee”
Quando essas palavras foram mencionadas, o barco começou a fazer alguns ruídos, como se alguém tivesse acabado de acordar de um sono profundo.
O barco começara a ganhar vida.
Nice....um barco com vida própria ^^
Gostei :)
Só me perco nessas palavras mágicas,dificeis de dizer a aparentemente sem ligação um com a outra...
Dard* :)
Tá muito legal o capítulo :) Espero que dê de fazer um livro :P
:787: Here I go! :dry:
Simplesmente ótimo!! Continue assim!!
Curiox Morozesk
:ninja: :ninja: :ninja:
Droga! Tinha feito uma resposta ontem mais minha net caiu e eu perdi. Tava explicando tudo sobre os erros e as falhas. Bem, vamos denovo:
Os roleplays hoje em dia tem grandes problemas com lutas. Sempre vemos lutas onde os caras dão enormes saltos, soltam poderes, usam sequencias de chute e soco, acho que devia haver um basta! E que viva o estilo Tolkien de descrever as lutas.
Algo me soa falso nas suas descrições, muito "pustiço", se é que entende. De mais vida a história, mais criatividade e mais humanidade aos personagens, fora esse pontos a história está num ótimo ritmo.
Começara?! Se você explicasse tudo bem, mais deixo assim de graça, nada começa a ganhar vida, ganha vida e acabou. Se você falasse que ele ia se movendo aos poucos, ganhando estabilidade e etc, era outra história.Citação:
O barco começara a ganhar vida.
Até ^^
Tá muito bom mesmo oni.
Já venho acompanhando roleplays a algum tempo (esse foi o primeiro que li no forum) e ainda não achei nenhum melhor, não postava antes pq não tinha cadastro mas agora postarei regularmente. :rolleyes:
Claro que não sou tão experiente quanto o famoso Curiox :ninja: xD mas tentarei ajudar com minha humilde opinião.
@Capítulo
Não só esse como todos estão muito bons, muito excitante a história (confesso que era mais no começo, mas acho que seja pq eu peguei no inicio e li vários em seqüencia, e agora tenho que esperar todo domingo, o que perde um pouco a graça).
Mas nenhum roleplay é perfeito, então sempre se dedique a fazer o melhor possível (isso é um elogio/recomendação, não crítica).
Só acho meio esquisito Shawk ter magias que fazem tudo, poderia fazer de dinheiro para equipar o exército :P .
Comentário final: Muito bom mesmo, para ter idéia vc tbm pode ler outros roleplays para se aperfeiçoar ainda mais.
-Beronhusco-
Leu Todos?Citação:
Postado originalmente por Beronhusco
O do Oni é muito bom, mas tem suas falhas, assim como todos, e ouso dizer que existem melhores histórias.Mas isso vem de gosto pessoal.Quer apóstar quanto que daqui a 15 minutos vão estar me cruxificando por dizer que existe história melhor que a do Oni?
É amikow, bem vindo ao Roleplay, aqui todo mundo é chato pra carambas, esculhamba história, se xinga, mas no fundo se ama. :P
Sem Mais,
Virgo Shaka
Cap. 19: Viagem e explicações.
Faíscas azuis e amarelas começaram a sair do casco transparente e das laterais brancas do pequeno barco. Este, ainda, estava começando a tremer suavemente, fazendo um rangido com o atrito na areia.
-Genial! – Falou Thovald, observando o barco ganhar vida.
-Exato. E será este barco que nos levará para Kamayûnga. – Falou Shawk, com a mão erguida, parecendo ajudar na magia.
Pouco tempo depois, tudo pareceu aquietar-se repentinamente.
-Tudo pronto, hora de partir. – Falou Shawk, pulando dentro da embarcação. Thovald foi logo atrás.
O barco, então, começou a mover-se mar adentro. Navegava lentamente, porém firme, como se soubesse exatamente onde ir. “Uma experiência interessante”, pensava Thovald consigo mesmo.
Após um tempo de viagem, Thovald olha para seu mestre, e pergunta:
-Eu ainda tenho dúvidas numa coisa...
-No que, exatamente? - Perguntou Shawk.
-Bem... Como é que o pirata Bealchiur foi derrotado, se você simplesmente cortou o chapéu dele?
-Ah simples... Lembra-se de quando você jogou a pedra contra sua cabeça?
-Sim sim.
-Pois é, naquela hora ele estava pressionando seu punho contra minha espada, com toda força. Bem no momento que você tacou a pedra, pude perceber que o brilho do seu olho deu uma leve variada, e sua força perdeu a constância.
-Em outras palavras, você percebeu que ele ficaria mais fraco acertando na cabeça?
-Mais do que isso, percebi que o chapéu era a fonte de força dele. Você deve se lembrar, numa matéria da academia, a respeito das Penas do Poder.
-Dos pavões de Dansïk?
-Exato. Aquelas penas possuem uma quantidade absurda de energia dentro delas, e podem ser combinadas com vestimentas para dar mais poder ao seu utilizador. Bealchiur foi muito sagaz ao ter pintado as penas, disfarçando sua origem.
-Mas que cor tem as penas originais?
-Elas são douradas, e em seu estado natural, irradiam uma luminosidade forte.
-Tá, mas eu acertei o chapéu, não as penas!
-Isso que eu achei estranho na hora. Mas cheguei a conclusão que as penas devem ter passado parte da energia ao chapéu, ou algo do gênero. Não sou muito ligado à artefatos energéticos, que não sejam um dos sete.
-“Os sete artefatos isso, os sete artefatos aquilo”. Sempre esses sete artefatos. – Thovald se virou para a direção onde o barco estava navegando, observando o horizonte que se abria à sua frente.
Parecia das situações mais calmas do mundo. Um barco feito de vidro e sal navegando por vontade própria num mar desconhecido. “Algo fascinante, realmente fascinante”, Shawk ficava repetindo, enquanto mantia uma de suas mãos bem presa ao casco transparente do navio, gerando energia para ele continuar em frente.
O restante da viagem foi tranqüilo. O balanço enjoado do casco, sacudido pelas ondas longas e constantes do oceano, gerava um sono incontrolável em Thovald. Ele olhava para Shawk, e este parecia inabalável, com sua mão firme no casco, olhando para o horizonte. Sentia uma grande admiração por seu mestre e pela sua disciplina. Por fim, acabou adormecendo.
Thovald acordou de súbito com um baque. Abriu os olhos e avistou algo no horizonte. Inicialmente, parecia um borrão claro. Ao seu lado, Shawk pensara: “Uma praia, certamente”. O borrão foi ficando maior, se espalhando para os lados, e ganhando formas para cima.
-É KAMAYÛNGA! FINALMENTE CHEGAMOS! – Gritou Thovald
hahahah, essa vai pra sign xPCitação:
Postado originalmente por Virgo Shaka
@TOpic:
Eh ta boazinha a historia, mas as vezes eu acho que ela tem tantos coments por ser o Onilink q fez.
:yelrotflm
Hum,talvez....Citação:
Postado originalmente por Saurito
@TOPIC...
Sempre deixa alguma coisa pro próximo capítulo,que chato...mas assim deixa com vontade de ver o próximo XD...
Dard* :)
a historia perdeu um poko do animo de batalha i tudo mais..
mais ainda assim eu acho importante te essas informacoes adicionais
;)
tem gente ki nao gosta..
mas eh legal
^^
fiko legal o cap!
soh axo ki fiko mto pikeno comparando com os otros
:787: Here I go! :dry:
Continue assim Onlink!! :)
E sempre evolua!!
Sem erros, per enquantio
Curiox Morozesk
:ninja: :ninja: :ninja:
A história está mto parada... Mais ânimo... plz
É, vocês viram que o fórum saiu do ar ontem a tarde. Então, lá vai o capítulo 20.
Cap. 20: Mercado
Kamayûnga era o maior dos territórios do continente, que tinha o mesmo nome. Era basicamente um punhado de casas e construções dividindo espaços com uma mini-floresta que se espalhava por todo o chão. Além disso, podiam-se ver cactos por todos os lados, e algumas trepadeiras subindo nas árvores.
-Vegetação praiana, muito interessante. – Pensou alto Shawk.
-É por aqui que iremos encontrar o Olho Fatal? – Perguntou, ancioso, Thovald.
-Difícil. É uma planta que não gosta muito de humidade. Capaz de encontrarmos mais para o interior. – Respondeu Shawk, vendo a praia se aproximar cada vez mais.
Finalmente chegaram e desceram do barco branco, que imediatamente se desfez. Atravessaram a praia, e finalmente chegaram no que parecia ser um mercado. Haviam várias tendas, todas muito coloridas e vibrantes, com pessoas vendendo de tudo dentro. Desde jóias, passando por artefatos de guerra, e chegando em regadores. Era a festa dos comerciantes.
-Anél de proteção, nem mesmo um Artefato poderá te ferir! – Gritou um homem que estava dentro de uma tenda, com uma bancada lotada de jóias, de tudo quanto era tipo: colares, anéis, pulseiras e pequenas pedras.
Shawk, então, falou baixinho para que apenas Thovald escutasse:
-O povo daqui é muito esperto e malandro, temos que tomar cuidado caso tentem nos enganar.
-Entendi. – Respondeu, prontamente, Thovald. – Mas ainda não entendi o que viemos fazer aqui.
-Precisamos de algo para guardar água, perdemos o nosso cantil depois da batalha contra Bealchiur. – Falou Shawk, elevando um pouco o tom da voz.
Continaram andando entre os estreito caminhos entre as tendas. Estava muito abafado alí, e ambos começaram a sentir sede e cansaço.Desde que começaram a montar o barco para sair da ilha, não comiam nem dormiam.
-Não aguento mais, preciso beber algo! – Falou Thovald, beirando o desespero.
-Certo, vamos procurar algum lugar com água. – Respondeu Shawk.
Saíram da confusão do mercado, e começaram a andar na rua, até chegarem numa praça. Haviam alguns bancos aqui e alí, e bastante gente passando. No centro, viram uma fonte.
Ao chegarem perto, puderam perceber como era a fonte: grande, ricamente adornada com esculturas em baixo relevo, que mostravam cenas da cidade de antigamente. Jorrava água em abundância para cima, fazendo cair um belo véu, formado pelas gotículas.
Enquanto tomava a água, Thovald comentou:
-Nunca pensei que a água pudesse ter um gosto tão bom.
-É mais ou menos o que acontece com os sedentos do deserto. – Falou Shawk. – Muitos morrem de sede todos os dias, por não encontrarem um lugar assim.
-PARADA AÍ! – Gritou uma voz ao fundo.
Thovald e Shawk viraram-se de súbito para ver o que tinha acontecido.
Uma garota estava correndo com o que pareciam ser jóias entre os braços. Era alta, tinha cabelos longos e negros. Não dava para ver sua face, mas parecia jovem. E era incrivelmente rápida.
Atrás dela vinha um homem mais ou menos de sua altura, gordo, com uma barba curta e negra que cobria todo seu queixo, e uma espada curvada nas mãos.
-Será realmente um homem correndo atrás de um ladrão? Ou melhor, de uma ladra? – Comentou Shawk, observando a cena.
-Hmm, não aparenta. – Respondeu Thovald, olhando atentamente o que a garota carregava: eram jóias, com certeza, mas não pareciam nem um pouco com as jóias convencionais que se vendiam nas lojas daquela cidade.
-Será que..? – Começou Thovald.
-Com certeza, vamos! – Falou Shawk, enérgico, levantando-se rapidamente.
tá começando a melhorar =P Continue assim
Quero mais aventura plz