Ritmo mais frequente!?!?
OBA! :D
Versão Imprimível
Ritmo mais frequente!?!?
OBA! :D
Aqui estou denovo!
Percebi ultimamente que o movimento caiu aqui na sessão, por outro lado novas histórias surgiram. Sem dúvida é bom sinal :D
E venho aqui não floodar, mas postar o oitavo capítulo de "a historia de john Silan", hoje que estou com menos trabalho. Espero que curtam :P
Capítulo 8 – Sou Urk, da Lâmina de fogo
Toda a vila estava organizada. O povo formava um corredor desde o quartel general até os portões de Terris. As trombetas e tambores já haviam sido tocados. Dentro do quartel, Norman com sua coroa e trajando uma armadura, estava em cima de seu cavalo branco, liderando o batalhão com mais de duzentos homens.
- Meu filho. Cuide da vila até a minha volta, não tardarei – disse o ancião controlando firmemente seu cavalo.
- Não se preocupe pai. Pense apenas em libertar nosso ferreiro! – respondeu Sig, confiante.
Os portões do quartel foram abertos por quatro guardas, assim o ancião e seu exército começaram a marcha, sendo aclamados pelas pessoas da vila.
_________________________
O guarda passava pela cela de John. Ele já não sabia mais quantas vezes tinha presenciado essa cena entediante. Para sua alegria, o guarda sentou num banquinho ao lado das escadarias, no final do corredor.
- Ah, que fome – murmurou John.
- Precisa agüentar meu rapaz. Não é todo dia que eles nos dão de comer – sussurrou o preso vizinho, como se tivesse ouvido a reclamação do rapaz.
John deu um suspiro como resposta. Alguns minutos se passaram e o guarda subiu as escadas, deixando o local.
- Vamos rapaz. Fale algo... – disse o preso.
John ainda estava abalado com os acontecimentos repentinos. Mas sabia também que os prisioneiros estavam se organizando para a fuga, sua única chance de sair daquele lugar.
- Preciso voltar para casa... – disse John.
- Todos aqui queremos – respondeu o vizinho.
John ficou quieto agarrando as grades da cela.
- Mais duas horas, acha que consegue?
- Como assim?- perguntou John.
- Em duas horas, o exército deste forte partirá em direção a Terris. Temos um plano de fugir no momento em que eles estiverem com poucos guardas – completou o preso.
- Entendo – respondeu o rapaz.
- Mais duas horas e sentiremos o sabor da liberdade – disse o homem.
Os dois permaneceram e silêncio por alguns instantes, quando o homem tornou a falar:
- Sou Urk, ou melhor... Era Urk, da Lâmina de fogo. Já fui o comandante deste lugar, mas desde que falhei numa missão, me prenderam e colocaram outro no meu lugar, isso faz mais ou menos uns sete ou oito anos. Hoje quero vingança. E você quem é, meu rapaz?
- Me chamo...
- Silêncio! – gritou o guarda, voltando ao seu posto.
Atrás do guarda vieram mais duas pessoas; Wung e um homem de cabelos brancos, usando uma armadura preta com detalhes em brilhante. Andaram até a cela de John.
- É este aí? – perguntou o homem da armadura.
- Sim – respondeu Wung.
- Peguem-no, guardas! – gritou o general.
Os guardas abriram a cela e imobilizaram o rapaz.
- Perfeito, bom trabalho. Agora vamos. – disse o general, tomando o rumo a ser seguido pelos guardas.
Os guardas levaram o rapaz, mas, ao invés de subir as escadas, desceram-nas.
- Pobre rapaz. Tão jovem... – pensou o preso, Urk.
_________________________
- Sig, se não for um incomodo, poderia fazer um pequeno favor?
- Claro senhora Lyndis – respondeu o homem.
- Estou preocupadíssima com o John... Poderia mandar algum guarda conferir se ele está em casa?
- Não se preocupe, eu mesmo irei.
- Mas seu pai pediu que ficasse...
- Sim, ele pediu, mas o povo daqui, como a senhora sabe, é muito disciplinado. Não creio que vá acontecer algo enquanto eu estiver fora – respondeu Sig, sorrindo.
- Se assim deseja, eu agradeço – respondeu a mulher.
- Guardas, tomem conta do lugar, volto em duas horas! – gritou Sig.
_________________________
- Guardas, prendam o jovem àquelas correntes! – mandou o general.
John foi levado até as correntes, e algemado com os braços abertos.
- Agora começaremos um pequeno interrogatório, meu bom jovem. Se você colaborar, terá a chance de morrer sem dor.
O rapaz entrou em choque. Ficou pálido.
Nossa, tá muito legal, está ficando cada vez mais envolvente. Só tem alguns errinhos, como o encima, que o certo seria em cima. Tem uma repetiçãozinha desnecessário no cap 8, e tbm aradura no lugar de armadura :P
Flw, acompanho ;D
obrigado pelo seu comentário!
corrigido, se encontrarem outro erro, avisem por favor :)
Realmente muito bom!
Não vejo a hora do próximo :D
Em primeiro lugar, peço perdão Claudio. Eu não passei aqui para comentar o sexto e o sétimo capítulo porque estive um pouco ocupado com os estudos pro vestibular. Mas o farei agora mesmo.
Repercutindo o Capítulo VI
Capítulo interessante, a princípio. Gostei das cenas cortadas, em parte. Não me lembro de muitos erros, apenas os já conhecidos de travessão, que você vai corrigir até o final do roleplay, eu espero. O capítulo me prendeu atenção pela simplicidade da escrita e por causa das poucas passagens descrevendo algo, pelo próprio narrador.
Essa passagem me chamou bastante a atenção.Citação:
- Ouviram? E com a saída do exército para atacar Terris, não ficarão muitos soldados aqui dentro, assim faremos nosso motim com sucesso e alcançaremos a liberdade! – Gritou o preso para os outros presentes na masmorra ouvirem.
Repercutindo o Capítulo VII
Bom, neste capítulo vi coisas mais interessantes ainda. Porém, existiram algumas outras que me deixaram um pouco perplexo pelo tempo de vida do roleplay, com algumas falhas que estão agora surgindo, na minha opinião. Veja:
Eu senti um leve som de clichê nesta passagem. "Meu filho, guarde o local até que eu volte", num tom de despedida premeditado antes de uma guerra. Na verdade, foi a única pequena coisa estranha que eu vi neste capítulo. A primeira parte me pareceu ter sido escrita às pressas, e alguns outros erros de acentuação e alguma falta de atenção te fizeram cometer pequenas falhas gramaticais. Se tu reler direito o capítulo, tu vai encontrar todas as falhas que eu cito. Não são muitas, mas são algumas.Citação:
- Meu filho. Cuide da vila até a minha volta, não tardarei – disse o ancião controlando firmemente seu cavalo.
- Não se preocupe pai. Pense apenas em libertar nosso ferreiro! – respondeu Sig, confiante.
No mais, o capítulo foi muito bom, na sua construção de cena. Consegui imaginar os locais e personagens sem nenhum problema. Interessante, de verdade. E perdoe a minha falha. Estarei acompanhando.
Abraços.
@cronaldo10
Sem problema algum cara, você não tem obrigação nenhuma de ler meu roleplay, sinta-se a vontade pra fazê-lo quando quiser! :D
eu vou reler o último capítulo que eu postei e ver o que eu fiz de errado, incrível que eu reli ele duas vezes buscando erros e não achei. Preciso fazer com mais atenção.
E o meu problema é o mesmo que o seu: trabalho & vestibular. Os dois deixam minha vida um correria, talvez isso esteja manchando meu texto com o que você falou, sensação de correria, preciso estabelecer ordem nisso tudo.
Obrigado pela ajuda e pelo toque dos erros, vou procurar e corrigi-los todos, e obrigado também por comentar! falou :D
p.s: ah, e você repercutio o cap. 7 e 8, e não o 6 e o 7 ;)
Estou atarefado pra caramba, então está me sobrando pouco tempo pro fórum. Até por isso meus comentários estão sempre atrasados. Bem, antes tarde do que nunca não?
Li apenas o capítulo 4...
Letra maiúscula.Citação:
- eu fiz o pacto.
mantinha...Citação:
Até então, Lyndis mantia suas mãos envolvidas
Sei lá... Meio que não consigo engolir essa história. Esse capítulo trouxe à tona mais um clichê. A história, em si, não tem nada envolvente. Você está tentando trazer alguma parte que chame a atenção, mas eu simplesmente não a vejo.
É, na verdade, um texto sem sal. Por que você acha que livros viram best-sellers? Por que há algo envolvente no meio da trama. Há algo que o leitor quer saber ao longo da história. É algo que prende a atenção.
Apesar de eu não gostar de citá-lo(Álias, tenho que arranjar outro autor pra citar:P), é Dan Brown. Seus livros são repletos de clichês modernos, e apesar de tudo, ele vende muito. Por quê? Simplesmente porque ele tem sempre uma carta na manga...
E falta também, um lado humano na sua história. Todo o diálogo se passou em branco com isso. Era apenas conversa. Não houve emoção nenhuma. Creio que em qualquer momento como aquele, o nervosismo viria à tona, e daí, o movimentar do corpo, o contínuo movimento de alguma parte do corpo seria bem evidente. É esse tipo de coisa que falta por aqui por todo o fórum. Álias, nem vou me prolongar muito aqui, porque pelo que vi, o Melgraon já citou isso.
Por último, uma coisa que venho esquecendo de falar. Em todos os capítulos que li até agora, nenhum tem a descrição do ambiente. Os personagens parecem estar imersos no nada. É muito vaga a ambientação na sua história. Nesse capítulo mesmo, você só se focou na conversa e esqueceu o resto. Não houve nenhuma descrição de ambiente. Onde diabos eles estavam? Como era o lugar?
Creio que seja isso.
Hovelst
bom muito obrigado hovelst, agradeço seu comentário.
Eu já cheguei ao capítulo 8, se não for muito difícil pra você, peço que leia os próximos, pra ver se pelo menos tenho melhorado. Eu cito apenas o básico do básico do cenário, pois prefiro que o leitor proprio interprete o local, e não eu por ele, descrevendo tudo timtim por timtim.
Bem, ao meu ver tudo ia bem quando de repente algo começa a assombrar a pacata família, tudo indica que é um fantasma do passado que veio buscar o que é dele por direito, claro é um clichê, porém escrito do meu jeito. Creio que seja essa a minha aposta pra chamar atenção a minha história, é óbvio que imerso nisso vem os combates, os enigmas(que aliás até o ponto que estou tem vários) e muitos outros acontecimentos.
Tudo que peço pra você é que continue a acompanhar quando puder e veja se o que eu falei aqui de fato acontece. até mais! :D
Ae....Sempre via você nos topicos dos outros falando do seu livro e talz... só que eu tinha lido apenas o prólogo e num gostei dai criei um preconceito e nem li mais... dai resolvi ler ontem... me arrependi pq o livro está interessante e agora nesses ultimos capitulos um pouco mais dinâmico... pena que está muito previsível... :riso:
Mas mesmo assim continuareiu lendo... leia o meu tbm :yelrotflm... boa sorte na continuação...
Vou deixar de comentar elementos da história e me ligar só na escrita, afinal você não vai deixar esse clichê de lado pelo jeito.
Os eventos do capítulos correram rápidos demais, ficaram básicos e sem gosto. De uma forma tão fraca que se tivessem matado o John eu nem teria ligado. Você entende que o leitor deve ter uma ligação com o personagem principal para que o mesmo tome parte ou não de seus ideais? De outro jeito, nunca vamos torcer ou azar seus personagens, vamos ficar assistindo seus futuros que não mudaram em nada o que sentimos em relação a sua história.
É por esse motivo que você deve trabalhar as cenas com calma e pensar nos diálogos como se fossem ditos por você mesmo a sua mãe, a seu pai, a seus amigos, para criar uma cara de real neles.
Vou citar algumas passagens:
Você acha mesmo que ele falaria assim, igual poeta? Um guerreiro, como é o Urk, não falaria com esse tom filosófico de jeito algum.Citação:
- Mais duas horas, acha que consegue?
- Como assim?- perguntou John.
- Em duas horas, o exército deste forte partirá em direção a Terris. Temos um plano de fugir no momento em que eles estiverem com poucos guardas – completou o preso.
- Entendo – respondeu o rapaz.
- Mais duas horas e sentiremos o sabor da liberdade – disse o homem.
Esses detalhes criam a identidade da personagem e fazem com que o leitor também sinta isso. Pense nisso e trabalhe com mais calma.
Achei o final corrido, assim como os diálogos que continuaram mal construídos. Minha dica seria você ler alguma crônica, conto (recomendaria um livro, mas algo curto facilita seu trabalho de leitura) para você aprender a escrever um pouco melhor. Se você gosta de escrever, precisa ler. Além disso você precisa de treino, muito treino. ;)
Boa sorte ai...
Brigadão pela crítica Drasty... eu realmente achei meio corrido os últimos capítulos, tudo aconteceu um pouco depressa, concordo, mas agora que já está assim tudo que posso fazer é aprender o erro e não cometê-lo mais, não é mesmo?
Bem, quando à fala que você citou do Urk, eu não pensei em nada mais subjetivo a não ser o imenso prazer que ele teria de sair daquela prisão e se vingar, pois se você perceber eu tentei mostrar que algo no passado o levou àquela prisão e naquele momento talvez ele consiga a liberdade, espera-se algo bem empolgado do preso, se formos pensar desta forma, não acha? Quanto à conotação poética, não querendo desmerecer, sim você tem toda a razão, mas um cara que fica 8 anos preso sem sua execução, de certo conviveu com muitas pessoas e muitas culturas diferentes, logo burro ele não é, ou não deveria ser.
Outra coisa relacionada à essa frase é que eu tentei passar que mesmo deposto, ele ainda acha que tem a moral alí, que é o chefe dos presos, primeiro por estar ali há muito tempo e segundo por achar que tem os méritos de general ou comandante. Eu retomei ele aí pois não queria deixá-lo vago como perdedor no terceiro capítulo, vou re-introduzí-lo na história e mostrar talvez o outro lado do cavaleiro...
Bom, de fim agradeço que você continue lendo a minha história, prometo que lerei a sua assim que eu conseguir mais tempo, pois minha vida atualmente está muito corrida e talvez até uma cronica na hora errada pode atrapalhar o ciclo das coisas, agradeço demais....
Agora logo abaixo você lê se quiser, pois é uma opinião que decidi mostrar, talvez seja um monte de baboseiras, mas eu não sou o dono da verdade e grande parte do que está ai é minha opinião, lá vai:
Quanto ao clichê, eu sei que a minha história é clichê sim, porém escrita da minha forma de pensar. Pra mim a definição de clichê que costumo ler aqui no fórum nos comentários é algo bem brando e sem dúvida questionável. Vou tentar te mostrar por quê...
Na minha concepção, clichê é aquilo que você lê ou vê e pensa: "ei já vi isso em algum lugar" ou " até minha vó faria isso". Ou seja, de maneira geral, já pensado. Farei um exemplo bem extremista: A humanidade tem aproximadamente 4 milhões de anos, no mínimo 5000 anos até aqui foram de mais variadas descobertas e invenções, logo tudo que você, eu e qualquer um pensar, já foi pensado em algum lugar do passado... por essa visão, tudo que produzimos é clichê a não ser que provem o contrário, o que na minha opinião é impossível. Agora o fato é o mesmo, porém a maneira com que é contado que muda. Quem ganha a guerra conta uma história, quem perde conta outra inteiramente diferente, do mesmo fato, a guerra. Logo por esse ponto de vista, embora o enredo das produções sejam clichê, nós tentamos inovar na forma de escrever para que apareça o nosso ponto de vista, e eu garanto que nisso estou cumprindo meu papel, talvez não esteja aparente na história agora, mas quando estiver completa você e todos notarão.
Vivemos imersos num mundo de clichê, isso é fato, só ver as novelas e os filmes que a midia propoem. Batman sem dúvida vai ser o filme com mais bilheteria do ano, peculiar,pois todos antes mesmo de sentar na cadeira do cinema já sabiam que coringa ia perder e batman ia triunfar,desde os anos 80 e mesmo assim foi recorde.
Com isso quero dizer que o clichê é ruim, pode até ser, porém não deve ser contestado, e sim aceito, pois não deixa de ser uma grande idéia, embora já pensada.
Bom sei lá, quem ler que tire suas próprias conclusões, me responsabilizo totalmente por qualquer merda que eu tenha escrito aqui e peço perdão se porventura ofendi alguem, não foi a intenção.
Pelomenos 1x pro semana.
To mto ancioso pra ver... Tah excelente
Eh...
Desistiu? Não neh!? O.o
Não, eu quase cheguei a esse ponto, mas eu não desisti.
Não pela história que pode estar ruim, mas o real motivo pela desistência foi a correria que minha vida se tornou. Deixo bem claro. Os próximos 3 capítulos estão escritos, falta o tempo para digitar. E quando eu o tiver, farei e postarei :D
Pô..!
Ainda bem cara, q susto!
vlw :)
Após muita demora, finalmente venho trazer o próximo capítulo. Tenho digitado algumas linhas por dia por eu ter apenas 30 minutos livres pra mexer no pc por dia, se for dividir isso nas atividades diárias que tenho que fazer, sobra muito pouco pra digitar. Mas Finalmente consegui :D
qualquer errinho me corrijam e comentem se possível :P
Capítulo 9 - “Aonde pensa que vai, entregador de carnes?”
Wung se aproximou de John. Uma lâmina afiada estava nas mãos do interrogador. Pousou-a sobre o braço do acorrentado rapaz. Olhando para o general, recebeu a ordem para começar.
- Quais são seus objetivos? – Perguntou.
John desesperado com a espada rente ao seu braço, ainda com a idéia anterior de que não sairia Dalí vivo, não conseguia formular uma resposta, afinal ele não era culpado de absolutamente nada, era apenas um inocente cidadão.
- Eu... Eu não sei... – Falou em tom baixo.
Após a infeliz resposta, a lâmina estática começou a mover-se levemente, fazendo um pequeno corte no braço do rapaz, que não conseguiu gritar de dor, tamanho o medo.
- Não quero que morra antes da hora, rapaz. Vou pular esta pergunta.
O general assistia a tudo de uma pequena distância, nada se alterava em sua face. Quando Wung olhou para ele, fez sinal com as mãos, avisando que o interrogatório podia continuar.
- Além de entregar comida, o que você faz? – Perguntou.
- Eu só faço entrega de carnes mesmo – Falou John, retraído.
- Interessante, então é apenas entregador... Mais interessante ainda é que justamente hoje cedo, resolveu entregar carne na porta do ferreiro – Comentou Wung.
- Sim – Respondeu o rapaz num tom seco.
- Mesmo sabendo que ele estava sumido há dias?!
- Eu só fiquei sabendo que o senhor Herbert não estava na cidade após você ter me avisado, enquanto estava disfarçado – Voltou a responder o rapaz.
- Eu? Disfarçado? – Perguntou o interrogador, tentando confundir o interrogado.
- Não adianta infeliz! Eu fingi estar inconsciente quando me deixaram na cela, ouvi toda a sua conversa com os guardas, sei que você é o espião!
- Maldito!
A lâmina manejada por Wung desceu alguns centímetros do primeiro corte e depois foi puxada com força, causando um novo ferimento. John dessa vez gritou de dor, o corte havia sido mais profundo.
- Eu já percebi que não conseguiremos nada com este interrogatório, acho que podemos começar a tortura. – Disse o espião.
- Perfeito – Disse o general.
Levantou a vestimenta de John, deixando a barriga com alguns músculos exposta. Aproximou a espada afiada do abdômen do rapaz e puxou novamente, fazendo mais um corte.
- Pare, por favor... – Dizia John, com imensa dor de três feridas abertas.
Wung fazia os cortes com prazer. A cada corte, um sorriso era estampado em sua face. Não demorou muito e o quarto corte saiu, na barriga do rapaz.
- Por... Favor...
Após o quarto corte e algumas gotas de sangue terem caído ao chão, um guarda desceu pelas escadas escuras e imundas, entrando na sala:
- General, o exército está a postos!
O general fez um sorriso satisfeito e enquanto se virava na direção da escada, falou a Wung:
- Deixe o coitado aí sofrendo. Vamos dar as instruções finais para a tropa, depois você pode descer aqui e terminar o serviço.
- Tem sorte, muita sorte, entregador – Disse Wung se afastando de John e indo pelo mesmo caminho do general.
O rapaz ficou ali acorrentado, com as quatro feridas abertas. Já estava se acostumando com a dor. Imaginava o que poderia ter feito de errado para ser acometido por todo aquele sofrimento.
***
Na superfície, um grande batalhão estava em posição em frente aos portões, abertos. Faltavam apenas os últimos avisos do general, que chegava:
- A ordem é simples! Vocês vão atacar um alvo sem soldados, portanto destruam tudo e todos que encontrarem! O nosso principal objetivo é o cofre do quartel general de Terris, peguem todo o tesouro e repito, não deixem nada em pé! Boa sorte soldados!
Um guarda afastado do pelotão, com uma feição suspeita, correu até as escadas que davam à masmorra, ninguém notou. O exército em posição começou a marchar, saindo do forte. O general enquanto via seus homens passarem sob seus pés, comentava coisas com Wung, ao seu lado:
- Será que eles trarão o que queremos?
- Claro, não há duvida disso.
***
Urk estava inquieto na cela. Finalmente o guarda chegou:
- Pronto meus amigos, o exército foi. Agora é delicado, esperaremos alguns minutos aqui, o tempo da tropa se distanciar do forte, então poderei soltar vocês.
- Mal posso esperar... A liberdade! – Disse Urk exaltado.
O guarda olhou sério para Urk, mas fora algo rápido, o ex-general não chegou a notar. O mesmo guarda correu até o banquinho no final do corredor, onde o real soldado que cuidava da masmorra deixara o anel com as chaves das celas. Após pegá-lo, foi até o outro lado do corredor, entrou numa sala e, segundos depois, saiu carregando consigo um saco.
- Pronto, agora vou soltar vocês. Aqui neste saco, armas que separei pra vocês, sirvam-se!
O homem foi abrindo cela por cela rapidamente e os presos soltos iam pegando uma arma do recipiente ali jogado. Esperariam mais alguns segundos.
- Aqui, não abriu a minha – Disse Urk.
- E quem disse que vou abrir? – respondeu o guarda, agora com o olhar sério percebido pelo ex-general.
Urk a princípio ficou estático, confiou plenamente no guarda com a promessa de que seria liberto.
- Hei traidor! Matem esse homem, companheiros!
Todos os livres olharam para Urk com desprezo, até que um falou:
- Você traiu nosso povo primeiro, general!
- Mas eu mudei! O mestre mandou me prender aqui há oito anos! Não é tempo suficiente para notar a diferença?
- Não sabemos se vai fazer mal novamente após sair daí, general, afinal o senhor que nos trouxe aqui quando era membro do poder. Por isso ficará mais alguns anos apodrecendo nessa cela, sozinho – disse o guarda.
- Maldito, eu lhe dei todas as coordenadas do forte, cada posicionamento, cada guarda! Assim que vai retribuir?
- Peça ao seu mestre para te soltar, não a mim – disse o guarda, acompanhado dos outros prisioneiros.
Urk nada podia fazer a não ser segurar as grades da cela e observar todos os prisioneiros pegando armas e esperando o sinal para poderem sair daquela masmorra e ir em direção aos portões, destruindo tudo rumo à fuga. Um leve arrependimento pairava em sua mente, mais uma dúvida, se havia confiado mais em seu mestre ou em seu falso libertador.
- Para a fuga! – gritou o falso guarda.
Todos os prisioneiros com suas armas em punho correram em direção a escada que dava à superfície com um único objetivo: destruir tudo que pudessem enquanto percorriam o caminho para fora do forte. O homem ao invés de subir, desceu as escadas. Queria ver a situação do garoto recém preso.
John ouvia os ecos que vinham da superfície, já suspeitava do início da rebelião. O guarda veio pelas escadas:
- Então está vivo, garoto! Deixe-me abrir essas correntes!
O rapaz agora tinha sua chance para fugir junto com a rebelião. Com um imenso sorriso na face, foi libertado pelo guarda.
- Vamos, vamos! Precisamos sair daqui! – Dizia o homem, subindo a escada e chamando a John.
- Perfeito, agora que estou livre, dou um jeito de chegar a Terris e avisar o senhor Norman desse ataque. Espero que seja a tempo, também preciso dar uma olhada nessas feridas.
Quando John se aproximou da escada, ouviu um grito de dor e um corpo veio caindo pela escada até os seus pés. Logo atrás, um homem com a vestimenta inteira preta e uma bandana descia, com sua espada ensangüentada em punho:
- Aonde pensa que vai, entregador de carnes?
Nesse ultimo capitulo não da pra entender qm q é q desce as escadas para libertar jhon...
está realmente bom, claudio... além das criticas já feitas... os varios cliches e espaço sem descrição alguma... o conto esta envolvente a meu ver... mas tbm não é nenhuma obra de arte =P concluindo, um ótimo entretenimento...
li do 6 ao 9... tinha parado de ler né =P aguardo a continuação, meu caro...
Pô, achei essa capítulo muito ruim cara, acima de tudo porque foi mal detalhado e demasiadamente simples. Acho suas ações, seus personagens, muito presos, sem liberdade para serem o que realmente são, humanos! John é quase um autista pra mim, fala coisas que normalmente só se pensa e o generais me lembram muito aqueles de anime (tudo pros caras é "MALDITO"), bem manjado.
Você devia escrever pensando na vida real, escrevendo assim parace que trata-se de uma história infantil. Tente ser mais cruel, mais humano e mais louco. Senão vai cair no clichê o tempo todo.
Enfim, capítulo bem fraquinho.
Continue escrevendo, estarei lendo. :)
concordo contigo no quesito infantilidade...
eu pensei seriamente em fazer algo mais violento, mas o meu maior problema é que a história em si não trouxe em suas palavras coisas muito agressivas... será que não fica estranho mudar a forma da escrita de um capítulo para outro?
vou tentar, e o próximo capítulo creio eu, seja o melhor ambiente pra testar...
tem alguma sugestão pra dar antes que eu comece a modificá-lo?
Estou acompanhando cada capítulo, Claudio. Estou gostando da história apesar de não ser do tipo que prefiro. Bem, esse último comentário do Drasty concordo plenamente. Tu podia dar uma trabalhada nos "vilões", pelo menos para mim tem muito do clichê maniqueísta (bem e mal).
A respeito da luta do pai do John, eu discordo de alguns comentários que foram feitos. Isso é fantasia amigos. E a luta me pareceu bastante coerente. Vocês querem porque querem fazer da história um realismo-medieval-histórico. (:P) Vocês já estão confundido criticar a história a mudá-la completamente para ficar ao molde que acham "ideal". E bem, só porque é clichê, não quer dizer que seja ruim, basta ele trabalhar bem a questão.
É isso que penso. Estarei acompanhando, Claudio. Até.
Galera gosta de discordar de mim. Bem, eu não vim falar que li mais capítulos, até porque não li. Só vou voltar a comentar de novo, quando eu tiver lido tudo.
Mas... Eu não resisti.:P
A luta não foi coerente de maneira alguma. Apenas, se for em quesito fantasia. Não que eu discorde, mas vou usar novamente do mesmo artifício. Fantasia existe. Senhor dos Anéis é uma fantasia, por exemplo, mas é uma fantasia complexa e verossímil.Citação:
Postado originalmente por Sanguinary Mage
Quanto mais se aproximar da realidade, eu acho que mais prestígio ganha. São poucas as exceções que fogem à regra, tal como Uma merda que deu Certo...digo, Harry Potter. (Erro meu galera:P).
Em nenhum momento, eu tentei modificar a história dele, apenas dei dicas e apontei o que estava errado, mas julgue como quiser...
E quanto ao clichê. Eu concordo sobre o que o Claúdio disse. Tudo o que escrevemos é clichê, porém, é como você mesmo disse, contar da sua forma. É necessário fazer dele, algo que pareça original.
E é justamente isso que você não está fazendo. Então, por mais que você tente "contar da sua forma", você continua contando coisas já bem batidas, e não explora o outro lado da moeda.
Agora, eu prometo que vou ler tudo. Cobre-a de mim.
Hovelst
cara, eu compreendo, então afinal de contas a minha forma de contar que é ultrapassada, então creio que o problema maior que precisa ser reparado sou eu, e não a minha história :P
Eu confesso que por mais que recebi críticas fortes de você, Drasty e Melgraon, entre muitos outros, mesmo eu discordando, na hora de escrever eu pensava nelas pra não esbarrar e evitar o comentário (ruim ao meu ver) de vocês. Agora que eu fiquei um tempo se postar, reli a história e me surpreendi como eu estava com a mente fechada, e passo a concordar com várias coisas que antes eu odiava de vocês. Já que você promete acompanhar, eu também prometo me empenhar pra tornar a minha forma de contar a mais original possível ;)
Está muito boa a história, mas só uma pergunta:
- Você vê Supernatural?
O negócio de pacto do pai do John, e depois uns malucos querendo o filho tá muito parecido com a série Supernatural
Mas eu gostei do seu jeito de escrever. Gosto desse tipo de história e tal...
Continue escrevendo!;)
supernatural? nunca assisti nem ouvi falar...
aliás, eu não sou muito de ficar na tv, eu fico mais estudando ou lendo algo :P
Ler é bããão...
Eu não consigo ficar sem um livro. Acabou um, já tenho que ter outro no dia seguinte se não fico agoniado! Mas também vejo TV.
Aguardando o próximo...
u.u
Olá!
Sou fanatico por RP!
Estou adorando sua historia, estou para ler o 4° Capitulo, porem vou dar um tempo pois quero ter essa diversão durante algumas horas, e, lendo todos assim rapidamente, terei que esperar até o 10° Capitulo...
E não gosto de esperar :P Pois fico muito ansioso para ver como continua uma bela historia.
Você tem uma forte fonte gramatical, deve ser um grande leitor!
Vocabulario Rico!
Mas, vou te fazer um pedido Jovem Claudio... Quero que me informe via uma PM sempre que soltar um novo capitulo.. E Peço, pelo amor de deus não largue essa historia antes do final!
Abraços e boa sorte!
:palmas::palmas::palmas:
Muito bom erros de portugues sempre tem ate minha professora com doutorado faz um ou outro de vez em quando mas a leitura flui muito bem induzindo seus leitores a querer mais continue a assim :-)
Pooo..!
Não fica sem postar não!
u.u
peço desculpas aí.... eu tou tentando fazer um capítulo bom....
escrevo um, leio e não me satisfaço, daí rasgo a folha e começo denovo quando vem inspiração....
e tou nisso na terceira vez, hehe... uma hora sai o bom daí eu posto :D
e eu também tou com a cabeça pensando no conto do concurso, as podem deixar que não vou abandonar o projeto!
Entao blz, abandona não
:D
História tá rox demais... :D
Quero ver o que vem a seguir... =D
Como prometido, inicio minha participacao (desculpem o teclado desconfigurado) nesta secao.
Gostei da historia, e faco minhas as criticas jah feitas pelos demais. Peco-lhe apenas uma coisa, Claudio, concentre-se somente nesta historia e escreva-a ateh o fim.
Um abraco,
'Az.
ainda não li toda historia parei no capitulo 05, mas já deu pra ver que você é um escritor de mão cheia!!! assim que tiver tempo vou continuar lendo!!! flow t+
Ta demorando...
ijdsaidsajdsauhdsauhdhuds brincadeira!
Agente entende q vem coisas em primeiro lugar...
Mas tenta montar um horariozinho na rotina ae pra escrever cara!
15 min por dia q seja!
;D
:eek:quero ver a continuação!!!:eek:
tá demorando...
bem, não para floodar, mas pro tópico não cair no esquecimento, venho avisar que hoje dei o ponto final do próximo capítulo do meu roleplay, ele ficou bem grandinho e nem eu fiquei lá muito satisfeito, mas de qualquer forma amanha ele estará aqui para vocês opinarem.
até mais e desculpem a demora exagerada pra terminar o capitulo =D