Citação:
Comparando 3 anos de Lula com 8 de FHC não tem nem graça: Lula foi muito
melhor. Sou pós-graduado e não tenho pudor em afirmar: O operário Lula é
muito mais gestor e mais sensível que o professor PhD FHC.
Vcs da Petrobrás não têm nem o que discutir: se não fosse Lula veriam
demissão em massa e gringo mandando em tudo que é lado. FHC vendeu a preço
de banana com financiamento público do BNDES 70% do patrimônio público
brasileiro e quase dobrou a dívida interna, chegando a quase 60% do PIB.
Lula já reverteu a dívida para 51%, gerando 10 vezes mais empregos que FHC,
triplicando o salário mínimo em dólar (o melhor em 25 anos) e batendo todos
os recordes macroeconômicos: balança comercial, risco-país (o menor da
história), reduzindo a pobreza em 8% (fonte IBGE e FGV) e controlando a
inflação. O PSDB de FHC e PFL de Bornhousen, ACM e companhia pegaram a
carga tributária com 26% e entregaram com 36%. Lula não aumentou mais. Pelo
contrário: acaba de aprovar correção na tabela do IR em 8%. Quantas
correções no IR, FHC fez? NENHUMA em 8 anos. Agora vem o Alckmin dizer que
tem que reduzir imposto . Eles que aumentaram e venderam o patrimônio
brasileiro (Vale, Telebrás, estradas, bancos estatais etc.) Só a Vale foi
vendida por míseros 3 bilhões. Hoje suas ações valem mais de 100 bilhões,
apenas 5 anos depois. Isso é que é incompetência do governo FHC.
Agora vem o pior dos tucanos: sabem quem são os Assessores que estão
fazendo o plano de governo do Alckmin? Mendonça de Barros, Armínio Fraga
(ex-Banco Central de FHC) e outros gatunos de plantão. Sabem qual é a
proposta? Retomada das privatizações (o resto dos bancos estaduais,
correios, e quem sabe Petrobrás, ou Petrobrax, lembram?), enfraquecimento
do Mercosul e retomada das negociações da Alca e por aí vai. Estão na
contramão da história, no momento em que se fortalece a vontade política de
integração histórica da América doSul (Lula, Kichner, Chavez, Evo Morales,
Michele Bachelet).
Conhecem o dossiê Furnas de Dimas Toledo? A lista de favorecidos com caixa
2 de Furnas em 2002 só tem tucano e pefelista na grande maioria, incluindo
as campanhas de Serra, Alckin, Aécio Neves, ACM, ACM Neto e outros. Vi uma
cópia. Depois eles vêm falar em ética. Não defendo o que o PT fez. Mas
defendo o governo Lula. Concluindo: Lula foi muito melhor em 3 anos do que
FHC em 8. Nem se compara.
Lula denovo, com a força do povo. :P
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- Sivam: Logo no início da gestão de FHC, denúncias de corrupção e
tráfico de influências no contrato de US$ 1,4 bilhão para a criação do
Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam) derrubaram um ministro e dois
assessores presidenciais. Mas a CPI instalada no Congresso, após intensa
pressão, foi esvaziada pelos aliados do governo e resultou apenas num
relatório com informações requentadas ao MinistérioPúblico.
- Pasta Rosa: Pouco depois, em agosto de 1995, eclodiu a crise dos bancos
Econômico (BA), Mercantil (PE) e Comercial (SP). Através do Programa de
Estímulo à Reestruturação do Sistema Financeiro (Proer), FHC beneficiou
com R$ 9,6 bilhões o Banco Econômico numa jogada política para favorecer o
seu aliado ACM. A CPI instalada não durou cinco meses, justificou o
´socorro´ aos bancos quebrados e nem sequer averiguou o conteúdo de uma
pasta rosa, que trazia o nome de 25 deputados subornados pelo Econômico.
- Precatórios: Em novembro de 1996 veio à tona a falcatrua no pagamento de
títulos no Departamento de Estradas de Rodagem (Dner). Os beneficiados pela
fraude pagavam 25% do valor destes precatórios para a quadrilha que
comandava o esquema, resultando num prejuízo à União de quase R$ 3 bilhões.
A sujeira resultou na extinção do órgão, mas os aliados de
FHC impediram a criação da CPI para investigar o caso.
- Compra de votos: Em 1997, gravações telefônicas colocaram sob forte
suspeita a aprovação da emenda constitucional que permitiria a reeleição de
FHC. Os deputados Ronivon Santiago e João Maia, ambos do PFL do Acre,
teriam recebido R$ 200 mil para votar a favor do projeto do governo. Eles
renunciaram ao mandato e foram expulsos do partido, mas o pedido de uma CPI
foi bombardeado pelos governistas.
- Desvalorização do real: Num nítido estelionato eleitoral, o governo
promoveu a desvalorização do real no início de 1999. Para piorar, socorreu
com R$ 1,6 bilhão os bancos Marka e FonteCidam - ambos com vínculos com
tucanos de alta plumagem. A proposta de criação de uma CPI tramitou durante
dois anos na Câmara Federal e foi arquivada por pressão da bancada
governista.
- Privataria: Durante a privatização do sistema Telebrás, grampos no BNDES
flagraram conversas entre Luis Carlos Mendonça de Barros, ministro das
Comunicações, e André Lara Resende, dirigente do banco. Eles articulavam o
apoio a Previ, caixa de previdência do Banco do Brasil, para beneficiar o
consórcio do banco Opportunity, que tinha como um dos donos o tucano Pérsio
Árida. A negociata teve valor estimado de R$ 24 bilhões. Apesar do
escândalo, FHC conseguiu evitar a instalação da CPI.
- CPI da Corrupção: Em 2001, chafurdando na lama, o governo ainda bloqueou
a abertura de uma CPI para apurar todas as denúncias contra a sua triste
gestão.Foram arrolados 28 casos de corrupção na esfera federal, que depois
se concentraram nas falcatruas da Sudam, da privatização do sistema
Telebrás e no envolvimento do ex-ministro Eduardo Jorge. A imundície no
ninho tucano novamente ficou impune.
- Eduardo Jorge: Secretário-geral do presidente, Eduardo Jorge foi alvo de
várias denúncias no reinado tucano: esquema de liberação de verbas no valor
de R$ 169 milhões para o TRT-SP; montagem do caixa-dois para a reeleição de
FHC; lobby para favorecer empresas de informática com contratos no valor de
R$ 21,1 milhões só para a Montreal; e uso de recursos dos fundos de pensão
no processo das privatizações. Nada foi apurado e hoje o sinistro aparece
na mídia para criticar a ´falta de ética´ do governo Lula. E apesar disto,
FHC impediu qualquer apuração e sabotou todas as CPIs. Ele contou ainda com
a ajuda do procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro, que por isso
foi batizado de ´engavetador-geral´. Dos 626 inquéritos instalados até maio
de 2001, 242 foram engavetados e outros 217 foram arquivados. Estes
envolviam 194 deputados, 33 senadores, 11 ministros e ex-ministros e em
quatro o próprio FHC.Nada foi apurado, a mídia evitou o alarde e os tucanos
ficaram intactos.Lula inclusive revelou há pouco que evitou reabrir tais
investigações - deve estar arrependido dessa bondade! (um grave erro,
diga-se de passagem, porque acabou sendo conivente).
Diferente do reinado tucano, o que é uma importante marca distintiva do
atual governo, hoje existe maior seriedade na apuração das denúncias de
corrupção. Tanto que o Ministério da Justiça e sua Polícia Federal surgem
nas pesquisas de opinião com alta credibilidade. Nesse curto período foram
presas 1.234 pessoas, sendo 819 políticos, empresários, juízes, policiais e
servidores acusados de vários esquemas de fraude - desde o
superfaturamento na compra de derivados de sangue até a adulteração de
leite em pó para escolas e creches. Ações de desvio do dinheiro público
foram atacadas em 45 operações especiais da PF.
Já a Controladoria Geral da União, encabeçada pelo ministro Waldir Pires,
fiscalizou até agora 681 áreas municipais e promoveu 6 mil auditorias em
órgãos federais, que resultaram em 2.461 pedidos de apuração ao Tribunal
de Contas da União. Apesar das bravatas de FHC, a Controladoria só passou a
funcionar de fato no atual governo, que inclusive já efetivou 450
concursados para o trabalho de investigação.
A ação do governo do presidente Lula na luta decidida contra a corrupção
marca uma nova fase na história da administração pública no país,porque ela
é uma luta aberta contra a impunidade´, garante Waldir Pires.