:2gunsfiri o cara eh fogo hein? podia ter mais açao :mace:hehehe,mas mesmo assim o enredo eh bom :enaccord1
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:2gunsfiri o cara eh fogo hein? podia ter mais açao :mace:hehehe,mas mesmo assim o enredo eh bom :enaccord1
kacamba velho, posta logo, tah dahora a hitoria !! :lhdevil: :moon: :puke:
soh falta um :biggringi hehehehehe
continua posta vai...q eu vo continua :118:
Realmente bom!
Capítulo VIII: A Descoberta
Após apresentarem, Blade, deu um tapinha nas costas de Luckaz, com o intuito de fazê-lo segui-lo. E subiram as escadas que levavam à cidade. Venore era uma cidade em palafitas, totalmente sobre o pântano. Era muito movimentada, e fortemente guardada por guardas.
Luckaz seguiu Blade por alguns minutos, até que chegaram finalmente ao deposito de Venore. Uma carteira, muito bonita chamada Dove zelava pela segurança do deposito, e organizava as cartas e pacotes atrás de seu balcão. Subiram umas escadas e andaram mais alguns metros e encontraram uma mesa com quatro homens sentados. Ao verem Blade, um dos homens ali sentados, puxou uma mesa e uma cadeira a mais para o amigo se sentar.
- Pegue mais uma cadeira – Disse Blade, mostrando seu acompanhante, Luckaz.
E o homem assim o fez. Trouxe mais uma cadeira para Luckaz sentar-se.
Ficaram então em um grupo de seis pessoas. Blade, cortês, os apresentou:
- Este aqui é Lee – Apontando para um meio-elfo igual a Luckaz.
Lee era alto, tinha cabelos dourados como as moedas que Luckaz possuía, tinha uma barba fina, como se tivesse deixado de fazer por um ou dois dias (-Que Relaxado – Pensou Luckaz), olhos pequenos e castanhos, e tinha uma aparência sensata. Trazia consigo uma besta em suas mãos. Em seu alforje, haviam muitos dardos a serem lançados por aquela besta. Suas roupas pareciam ser feitas de um tecido nobre, verde vivo, mas havia tonalidades de bege também.
- Ali sentado á esquerda está Watershed – Continuou Blade em suas apresentações.
Watershed era um humano moreno, com cabelos e olhos castanhos, haviam cortes em seu rosto, mostrando que se machucara fazendo a barba com uma faca não afiada o suficiente.
Tinha traços finos e sutis. Era outro arqueiro, como seu amigo. Tinha em suas mãos uma besta igual à de Lee, não tinha alforje visível. Suas roupas eram vermelhas como o sangue, e suas botas eram negras e simples.
- Aquele é Stelitu, ele é um feiticeiro – Mais uma vez falou Blade.
Stelitu era um homem alto e magro, porém tinha uma aparência delicada, que contradizia a força de seu olhar. Seus olhos eram negros como a noite, assim como seus cabelos. Usava uma roupa dourada, parecendo ser tecida com fios de ouro.
- E por ultimo – Interveio Blade – Aquele é Epsilon.
E apontou para um homem corpulento e musculoso. Tinha feições alegres, e tinha muitas cicatrizes em seus braços nus. Tinha orelhas levemente acentuadas, como as de um meio-elfo, levando Luckaz a crer que Epsilon era um. Seus cabelos eram castanhos escuros, quase negros, e curtos. Seus olhos eram castanhos, usava roupas largas, para fácil movimentação. Trazia em seus braços um martelo de guerra, de aparência muito poderosa.
Todos cumprimentaram Luckaz, e Epsilon mostrou a cadeira, onde Luckaz deveria sentar-se.
Conversaram sobre muitos assuntos, na maioria sobre a vida de Luckaz. Ficaram meio que desapontados ao saberem que Luckaz sabia muito pouco sobre suas origens. Apenas revelara que tinha sido adotado por um druida quando ainda bebê, e isso era apenas o que Luckaz sabia. Nem ao menos o nome de seus pais, não sabia de onde vira, aonde nascera...
Isso o intrigava muito, Ivanhoeh apenas lhe dissera que uma elfa o havia abandonado, e pedira a Ivanhoeh para criá-lo.
Com seus novos amigos, Luckaz foi levado a todos os lugares de Venore. Aquela cidade era ótima, porém perigosa, por causa das aranhas. Andaram por algum tempo e viram mais um corpo de aranha gigante, provavelmente morta a bastante tempo, pois já estava em decomposição exalando um fedor de podridão por ali.
Resolvera passar a noite em Venore, e ao amanhecer partiria para Kazordoon, a cidade dos anões. Epsilon e Watershed viviam lá. Stelitu morava em Venore, e Lee residia em Thais, como Luckaz.
- Pequeno elfo? – A voz de Blade ecoou pelo aposento.
- Já lhe disse que não gosto de ser chamado aaaaassim – Disse Luckaz, tentando conter um bocejo, falhando em sua tentativa.
- Devemos levantar, Luckaz – Lee descobria Luckaz. O frio gélido da manhã passou por suas pernas nuas rapidamente, dando a Luckaz uma sensação horrível.
Vestiu-se.Os outros já estavam prontos. Provavelmente já acostumados a acordar com o sol da manha.
Stelitu, Lee e Blade ficariam em Venore. Luckaz e Epsilon iriam a Kazordoon, e Watershed rumaria para Thais. Despediram-se e cada um rumou para seu objetivo. Ao sair de Venore, Luckaz percebeu que nem ao menos tinha visto seu amigo Thorthaz por ali... Estava com saudade do companheiro, queria ver se o amigo obteve sucesso em sua vocação.
- Vamos dar uma passada em Shadowthorn?! – Perguntou Epsilon.
- O que é Shadowthorn?! – Luckaz estava curioso.
- Um vilarejo e elfos perto de Venore. – Disse-lhe Epsilon, rumando em direção ao vilarejo.
- O que faremos lá? – Mais uma vez Luckaz incomodava Epsilon com suas perguntas.
- Siga-me apenas. – Disse-lhe o guerreiro, tentando acabar com as perguntas.
Chegando aos portões do vilarejo, vários elfos os atacaram, Epsilon não tinha dó deles. Atacava-os com seu martelo, esmigalhando e destruindo-os sem piedade.
- EI! Por que mata os elfos? Teu pai ou tua mãe fôra um deles!!! – perguntou Luckaz em desespero...
- Minha mãe era elfa. Meu pai humano. – Disse calmamente enquanto matava mais uns dois elfos.
- Minha mãe também era elfa... – disse Luckaz ao adentrarem o vilarejo.
- Conversamos depois, prepare-se. – Epsilon estava preparado para a batalha.
Elfos arqueiros começaram a atirarem seus projeteis nos intrusos.
Luckaz, não querendo apanhar sem revidar, os atacou com suas flechas também, e Epsilon já estava tirando a vida de mais alguns.
Em um momento de distração, um elfo agarrara Luckaz pelo pescoço, aplicando-lhe uma “chave-de-braço” e fez com que sua corrente, com a foto de seus pais, caísse de seu pescoço.
Luckaz conseguiu livrar-se do elfo, e correu em direção para pegar sua corrente, mas Epsilon já havia pegado.
- Isso é meu! – Exclamou o arqueiro ao tirar a corrente das mãos de Epsilon.
- Não é! Caiu do meu pescoço – replicou o guerreiro.
Epsilon levantou a camisa para ver se foi de seu pescoço que realmente caíra a corrente, mas já havia uma idêntica ali.
- É a foto da minha mãe e do meu pai... – Contou-lhe Luckaz, no momento em que Epsilon retirava do pescoço a sua própria corrente.
Compararam-nas. Eram idênticas. O mesmo pingente, a mesma coloração, o mesmo metal.
Mas com certeza as fotos de dentro dos pingentes seriam diferentes.
Abriram-nos... E eram iguais...A foto da mesma elfa, e do mesmo humano estavam dentro dos dois pingentes...
huhu luckaz a historia tah loka !! UHUhUhU q imagnation !!!!! luckaz e epilson saum irmaos.... c me lembro bem epilson fora "raptado" pelo pai dos dois !! UHQiuoHAEIOUheiouAHeuioaHioeuaHOiuehaiUHeiuoAHouai eHEuoiahoUehOAIUea memoria boa...li ontem uaehuioaehuiohuaie =p
continua continuan!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!buaaaaaaaaaa posta td antes do dia 13 UAEhoiaEHiouEHAOuieaHoiUAEHo
feriado rox a lot
Eu sei de uma coisa, talvez vocês não saibam, e eu num vo contar o que é!
Ta boa luckaz, como sempre
gratz ae luckaz
Capítulo IX: A Carta
Dois anos haviam se passado desde que Luckaz, finalmente encontrara alguém de sua verdadeira família. Descobrira ele, que Epsilon era seu irmão de sangue, e que fôra levado embora quando ainda jovem pelo pai, Sada’igh.E agora descobrira também o nome de sua mãe, Eloria, a elfa que o abandonou quando ainda bebê, para que ficasse aos cuidados de Ivanhoeh. Ficara feliz ao descobrir o nome dos seus pais. Continuava amando Ivanhoeh, pois o druida o criara enquanto jovem, e sempre o ajudara nas horas de dificuldade.
Após o incidente em Shadowthorn, Luckaz resolveu ir com seu irmão para Kazordoon, e não voltaria para Thais enquanto seu treinamento não estivesse terminado.
Epsilon o treinava todos os dias, durante o dia todo, apenas descansando a noite.
Resolvera que esqueceria Guitano, Ivone e Ivanhoeh até que seu treinamento estivesse pronto. Os amigos sentiam sua falta... Muitas cartas chegaram no correio para ele, no mínimo em todas as cidades do continente tibiano, durante mais ou menos um ano... Nunca as respondia. Finalmente as cartas pararam de chegar. Parecia que tinham se conformado com o seu desaparecimento.
Estava, de fato com saudades, mas seu treinamento era importante demais para ele se distrair. Chorava muito ao ler as cartas desesperadas de Ivone, e Guitano, pedindo aos deuses para que ele retornasse são e salvo. Sentia falta de seu tutor também. Chorava de noite também. Ao deitar em sua esteira, as lágrimas frias e tristes escorriam por seu rosto, mudando muito seu pensar sobre as coisas. Ivone... Sonhava todas as noites com ela. Perguntava-se, em desespero às vezes, se a garota já havia se esquecido dele, e se já haveria arranjado um novo pretendente...
Luckaz mudara muito desde quando partira de Thais.
Saíra de Thais garoto ainda. Seus cabelos eram longos, e claros. Sua face era macia, lisa, desprovida de barba. Suas expressões eram alegres, cativantes... Usava roupas variadas, de muitas colorações.Contudo, era inexperiente, mas saíra de Thais feliz.
Após sua estadia em Kazordoon, Luckaz cortara os cabelos, que escureceram com o tempo. Seus cabelos era curtos agora, apenas pelas costeletas, que as deixara crescer. Sua face agora era torneada de pontos de barba, pois a raspava todos os dias. As expressões agora eram frias e calculistas, quase nunca sorria. A saudade de seus amigos o amarguraram, deixando-o infeliz. Mudou seus hábitos de variar as vestimentas. Agora usava sempre o mesmo sobretudo negro, feito de um couro resistente. Era irreversível o que a saudade, solidão e tristeza causara nele. Porém, aprendera muitas coisas... Manejava seu arco como ninguém. Suas flechas eram precisas agora. Seus dardos, mortais. Aprendera muito sobre magia também. Conseguia usar runas fortes que necessitavam de muita sabedoria e esforço. Ficara rico também. Sua armadura agora era feita de escamas de dragão, suas botas eram leves, e davam-lhe um andar suave e rápido, pequenas asas as enfeitavam.
Seu escudo era encantado com uma magia poderosa. Com uma defesa extraordinária.
Aprendera fluentemente a falar a língua dos elfos, que lhe fôra ensinada por Epsilon.
E aprendera também a tocar a lira que Ivone lhe dera. Suas melodia era delicada, porém consistente, assim como seus amores por Ivone...
Certo dia, voltando do seu treinamento, foi ao deposito, e uma carta havia chegado. Há tempos que cartas não chegavam. Tinha quase certeza que o haviam dado como morto... Por que uma carta haveria de ter chegado?
Abriu-a e leu calmamente as palavras escritas garranchosas, e apressadas.
O remetente era Guitano.
Na carta dizia:
Luckaz...
Se estiver vivo, apelo a ti.
Volte para Thais o mais rápido possível...
Precisamos de você aqui.
Volte para Thais o quanto antes.
Você é a minha última esperança...
Ivone corre perigo.
Guitano
Ivone estava em perigo. Uma raiva grande subiu à sua cabeça, embora não demonstrasse.
Pegou flechas e partiu, sem ao menos se despedir de seu irmão, Epsilon...
Comentem! ;)
Agora vai te porrada!!!
WAR PLEASE!
Parece q agora a treta vai pegar fogo !!!!
Mto boa a historia