:787: Here I go! :dry:
Hm... Amor no ar? :riso:
Continue, linda a descrição do rosto de Lisandra, mas acho que este nome está ficando meio... Comum...
Curiox Morozesk
:ninja: :ninja: :ninja:
Versão Imprimível
:787: Here I go! :dry:
Hm... Amor no ar? :riso:
Continue, linda a descrição do rosto de Lisandra, mas acho que este nome está ficando meio... Comum...
Curiox Morozesk
:ninja: :ninja: :ninja:
Acabei de ler todos os capitulos e posso dizer que seu rp é incrivel!
Você realmente sabe escrever uma história!
Estou aguardando o proximo capitulo e espero que não demore muito para chegar.
Capitulo Quatro “A Viajem”. Parte III "Imprevistos"
Uma voz grossa se espalhou friamente pelo ar. De imediato Cronos saltou das cobertas, rejeitando o ar quente da carroça, para a friagem do lado de fora; Expondo-se ao frio e ao perigo.
Quando os dois se encontravam fora da carroça, conseguiram visualizar a situação com um simples relance; a estrada que se seguia adiante era cercada pelas árvores que se erguiam altamente – como simples gravetos – não possuindo folhagem alguma; os cavalos que guiavam as carruagens eram de uma pigmentação nevada, podendo se camuflar facilmente ao branco. Havia quatro carruagens no total; as pessoas se encontravam do lado oposto do que acontecia. Lá estava, os olhos de Cronos não acostumados com essa cor se espantaram. Sua irmã bruscamente debruçada sobre o chão inconscientemente; Um grande vulto branco corria de forma quadrúpede para as entranhas da floresta; mas o que mais o paralisou foi à cor vermelha, um rastro vermelho sangue deixava seu terror seguindo em direção “aquilo”. Fazendo uma ultima visão antes de recuperar o fôlego. Algo era arrastado pelo bicho, era puxado pelas pernas de um modo ignorante, trombando nas árvores enquanto era arrastado.
Correndo até Niele e colocando dois dedos sobre o pescoço dela:
- Lisandra... Rápido, ajude ela – Cronos falou rapidamente, de um jeito que tinha que se esforçar para entender o que falava.
- Meu marido! Uma moça de aparência jovem corria em direção a Cronos, e ajoelhando aos pés dele choramingou – Por favor! Ajude meu marido.
- Vamos Cronos, não temos tempo a perder – Cronos reconheceu de imediato, era Kratos – Lisandra cuidara de sua irmã.
- Ótimo, assim seja.
Apressado correu para dentro de sua carruagem sentindo a enorme dor de sua perna. “Onde esta?” revirando toda a palha do local, “Aqui”, pegou a bainha que guardava sua espada e prendeu sobre sob a capa. Correndo para fora viu que Kratos montava um dos cavalos; tirou sua espada e cortou velozmente as cordas que seguravam um dos cavalos de sua carroça e montou.
- Vamos – Kratos começou galopar seguindo o rastro de sangue, em seguida Cronos o seguia.
-------------- CONTINUA-----------
nao se preocupem com a descrição de Kratos =P na proxima parte eu colocarei ^^ e se tiver erros que eu não vi só flar =P cya povo
Capitulo meio sem conteudo ao segmento da história,vc descreveu mais o cenário e o que o personagem via... gostei =)...go go new chapter XD...
Dard* :)
kra teu rp ta otimo se eu tivesse que da nota eu ia da 11 (issu ja aconteceu cumigo, professor babão da porra :P ) vamo lá eu quero mais, o então eu vo atras de vc e te obrigo a escrever :P go go go new cap go go go
:787: Here I go! :dry:
Muito bom, suspense maldito :) Se soubesse que ia dar nisso nem lia. <lol>
Curiox Morozesk
:ninja: :ninja: :ninja:
Whouw!
Como eu acabei de te falar no msn, lendo seu rp da até vontade de fazer um xD
Eu não entendo muito de rp, mas eu gosto do jeito que você escreve e das palavras que usa. Sim, tah mto bom seu rp!
Ao menos eu gostei... e parece que não é só eu que estou gostando!
Nem preciso falar que você escreve muito bem neh kra =P
Flw'sssss... e quero capitulo novo!!! =]
Flw's Vlw's
ai esta uma continuação =)
Capitulo Quatro “A Viajem”. Parte IV "Vermelho sobre o Branco"
“Não é um momento apropriado para fazer questionários a Kratos”, continuavam contornando as árvores enquanto galopavam. Ou eles estavam cavalgando devagar de mais, ou então “aquilo” era muito rápido. Lembrava de sua irmã debruçada no chão, inconsciente, “Como será que ela estaria nesse momento? E a moça que teve seu marido levado? Será que ainda esta vivo?”.
Um pequeno tempo passou, e a neve ainda caindo. Ainda em silencio galoparam mais e mais...Fim da trilha.
- Merda – Kratos urrou com um repressivo som – É tarde demais.
Cronos simplesmente levou à mão a boca e bordou uma expressão nauseante em sua face. Não havia nem mais sangue para escorrer no “pobre” ser, mas ainda se encontrava horripilantemente mutilado. Seu rosto portava um olhar assustado, a boca turvamente aberta, os olhos forçadamente fechados devido a grande dor que sofrera, a região do abdome se encontrava dilacerada, formando uma cavidade que expunha uma visão perfeita para seu interior incompleto, tudo se encontrava fortemente rasgado, alguns restos do seu interior se encontravam escapados em torno do corpo, e o intestino havia sido arrastado, saindo do buraco corpóreo para a neve fria, aparentando uma minhoca banhada a sangue.
Um ultimo olhar de náusea para ele notar que da lateral da cabeça levemente amassada escorria sangue ainda mal coagulado, devia ser resultado das bruscas batidas nas árvores, o que também devia ser resultado das marcas de mordidas nas coxas, que moldaram buracos feios que ambos soltavam mínima quantidade de sangue.
Desviando o olhar para Kratos, pode reparar que seu velho amigo não mudara em nada, cabelo vermelho flamejante, curto, todo desarrumado com a galopada a cavalo, usava uma capa - que se prendia por um broche em formato de folha na altura do pescoço - de cor caramelo claro, os olhos com acinzentados, e o mesmo olhar de convencido como sempre, acompanhado daquele sorriso maroto e a pele levemente pigmentada de sol.
- Muito tarde – A voz de Kratos com aquele tom grosso, sempre com um pequeno ar de superioridade – E agora? Não podemos levar os restos para aquela pobre moça.
- Mas também não podemos deixar aqui para que sirva de restos para outros
animais. Cronos sempre evitando olhar aquela cena horrorosa, por mais que fosse treinado com espada, não tinha crescido em um ambiente de mortes.
- Vamos voltar andando, os cavalos estão cansados com os dias de viagem e essa cavalgada, e alem do mais... “Ele” pode não ter ido embora.
- Você tem razão, vamos apenas dizer para ela que ele não resistiu. Sua voz estava meio abalada.
Ambos agora caminhavam pelo rastro de volta, os dois com olhares desconfiados para os lados, e com a neve que não caia mais com a mesma freqüência que agora a pouco, com receio que a trilha “da morte” se apagasse pelo branco, apenas os fazendo perder mais tempo, enquanto o suposto entardecer caia escondido sobre as nuvens cinzas que cobriam todo seu campo visual.
“Como será que esta Niele e Lisandra?”.
----continua-------
erros e criticas só falar =), tava precisando voltar nesse rp depois de começar tortamente o otro u.u, acho que só sirvo pro medieval msm xD
cya
Nesse caso é junto, "demais"...Citação:
cavalgando devagar de mais, ou então “aquilo” ...
"abdômen"...Citação:
a região do abdome
Se o resto tá no passado, por que essa não?¿Se me confundi, perdão...Citação:
se encontrava dilacerada, formando uma cavidade que expunha uma visão perfeita para seu interior incompleto,
Esse tem acento, "pôde"...Citação:
Desviando o olhar para Kratos, pode reparar
Sem esse acento no U...Citação:
freqüência que agora a pouco,
Quanto à parte...simplesmente senti um pouco de nojo no descrever do cadávere, se era isso que queria passar ao leitor, parabéns, conseguiu XD...
Dard* :)
Realmente mto bom...E tb senti nojo quando vc descreveu o cadaver...
coloca logo novo capitulo plzzzzzzz
VLW!