Pra fala a verdade nem li n... -.-''
Como vc eh criativo cara Gun's Roses = Armas e Rosas...
/o\
Otra coisa tenta separar mais os paragrafos da até falta de ar le isso rudo ae...
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Pra fala a verdade nem li n... -.-''
Como vc eh criativo cara Gun's Roses = Armas e Rosas...
/o\
Otra coisa tenta separar mais os paragrafos da até falta de ar le isso rudo ae...
obrigado...vou te dizer só um negócinho Armas e Rosas eu nao copiei de Guns and Roses... e sim de uma história criada pelo meu primo sobre a segunda guerra mundial...bem eh soh ... e so for pa avacalhar e não ler vai para outro forum...soh não posta o que os outros já disseram
Simples, amigo.Citação:
Postado originalmente por Max Sky Hunterrier
Não comenta :)
O cara nem le e sai falando. Esse eu tenho pena.
Drasty :cool:
Dois Caps. Pq eu vou viajar! Divirtam-se :P
Capítulo 3 – A senadora.
Cris, como era chamado por todos, um dos melhores amigos de Arialos, estava chorando sobre o corpo do tal rapaz falecido.
De repente, a cor do rapaz volta ao normal, sua respiração também. Estava vivo, era uma dádiva a deus, mas não era uma dádiva a Aldebaran, que lhe dera a roupa, ela amorteceu o golpe e, além disso, estava absorvendo o dano crítico feito pelo demônio, o salvou de uma morte.
-Hei, amigão to vivinho! – Gritou o rapaz.
-Que sorte a sua! Olhe o que eu peguei – disse Cris, mostrando a foto da tal criança.
-Hum, cabelo rosa, orelhas pontudas, olhos azuis e o rosto sério. É a minha amiga... Senadora Nashi.
-Ela é um demônio dragão filha desse velho caído ai não é?
-É eu lembro muito bem quando a conheci... Foi em Madagascar... Ela me salvou de Duendes Maníacos, depois me ensinou a caçar, uma excelente Farejadora (Caçadora de bestiais, possuem um olfato extremamente aguçado)
-Nashi vai desembarcar com nós?
-Acho que sim. Vamos ao palácio dela.
-Como? É muito longe daqui, meia noite partimos dessa cidade.
-Eu tenho um cavalo, está em um estábulo não muito longe daqui.
-Outro? Você é maluco, sua fazenda já tem 100 cavalos treinados para que mais um?
-Esse é o melhor de todos. Um cavalo de guerra, possante mesmo, garanhão igual a mim.
- Metido, não foi o que mostrou com aquele demônio.
-Vamos. – Disse Aioros com a cara emburrada.
Dois minutos depois Aioros estava montado em um lindo cavalo branco, imenso que portava armadura de prata e caminhando para longe, enquanto Cris alugou um burro de carga muito bom, jovem e forte.
-Cris, você soube sobre a história de Alu?
-Não
-Alu é o demônio da escuridão, ele quer criar uma outra raça, fundir humanos, elfos e anões, as três raças que reinam nesse mundo com demônios.
-Cara, darei meu sangue mas não desistirei.
-Lhe contarei outra coisa. Dizem que há uma única arma para mata-lo. As lágrimas demoníacas jorradas em uma flecha abençoada lançado por um arco chamado Sagitarius.
-Se a senadora é demônio como ela pode chorar?
-Não sei, mas acho que ela não é totalmente demônio, ela é meiga.
-Hei, eu te ganho com a minha mula.
-Duvido.
E os dois amigos sobre seus devidos animais se lançaram numa velocidade gigante, pena que a mula não resistiu e parou de correr.
-Ganhei!
-Cala boca, você tem um alazão.
E caminharam um pouco pela longa e pacífica mata da cidade, não era vista nenhuma arvore e nenhum animal ou monstro.
-Onde é o castelo dela?
-É mais a frente, monte em Spartagus.
-Quem é Spartagus?
-Meu cavalo, seu lerdo!
-E a mula?
-Amarre-a no Spartagus.
Cris fez o que seu amigo dissera, a face de Arialos estava séria.
-Cuidado alguém está nos perseguindo.
-Relaxa, é um ninja
-O que? Ninja nesse continente
-Sim, ele é Touturo Misagni. Ele está caçando aqui, o conheci quando vinha para cá.
-Hum, vamos.
“Touturo estava invisível, como ele soube?” – Perguntou a si mesmo o velho amigo.
-Volte T-hawk. – Disse o rapaz.
Touturo um rapaz de rosto todo deformado pelo fogo da ilha Inzilbiur (contarei adiante), vestido em longas roupas negros originárias de ninjas, mantendo em seus olhos vermelhos um dos maiores temores humanos: Orshaball, foi visto por T-hawk, um falcão de asas imensas.
-Nossa! Esse T-hawk se compara a uma fênix negra.
-Sim. Eu que criei T-hawk, desde que era bebezinho.
Mais duas horas de caminhada e finalmente chegaram a um imenso palácio com trinta torres pequenas e douradas nas bordas e imensas estátuas de grandes heróis e heroínas no jardim. Não pararam no jardim, passaram correndo, pois se parassem poderiam se perder de tão grande que era virava um labirinto entre arbustos.
-O de casa! – Berrou Arialos ao chegar na portinhola dourada de três metros.
-Não fale assim. Os guardas irão nos ver.
-Bem que eu percebi. Cadê eles? – Arialos abriu a portinhola, e ao entrar cem espadas estavam apontadas em seu pescoço.
-Hei gente eu sou um arqueiro real e quero falar com a senadora.
-Você não paresse ser um arqueiro real, parece um moleque querendo zombar com nossa cara!
-Ah é? T-hawk, mergulho de prisma.
T-hawk passou pela perna de seu dono, subiu e em uma descida rápida ficou de fogo e caiu por cima dos guardas jogando-os longe.
-Ahaha! Saem, sou muito forte para vocês todos.
-Não acredito que você fez isso! – Diz Cris.
-Vamos. – T-hawk já se recupera-la e estava no antebraço de seu dono.
Subiram uma escadaria branca imensa, T-hawk repetia a ação passada nos guardas.
-Achei a sala! – Disse Cris.
-Saem daqui! – Disse uma mulher idêntica a menina da foto.
-Você irá viajar conosco amiga?
A moça abriu um sorriso imenso e abraçou seu velho amigo.
-Sim. Acho que vocês sabem o porque.
-Sei, o rei sabe?
-Não, se ele soubesse, seria expulsa do meu cargo.
-Mas, hoje de manha meu amigo foi mandado para matar um demônio dragão e nesse tinha sua foto.
-Era meu pai! O rei já sabe! – A linda moça começava a escamar, sua pele mudava e sua fisionomia também, chegou a uns dois metros de altura, seus olhos mostravam pura magia negra. Estava fora de seu controle, com suas garras criadas da raiva atacou Arialos que desviou, girou e armou sua besta.
-Arialos, como vamos pará-la?
-Não sei, vamos dar um calmante nela – um rizinho saiu da boca do rapaz.
“Dormirara Bolt” Repetiu duas vezes o arqueiro, enquanto corria da amiga. Cristoff criou uma barreira de mana que a impedia.
Primeiro dardo atirado pegou no pescoço e a segunda na perna, pronto estava feito, o demônio adormeceu. Arialos a deitou em sua cama e esperou voltar ao normal, demorou-se mais meia hora até ser acordada, com uma frase:
-Acorde amiga. Temos que partir!
Capítulo 4 – Um encontro com Behemoth.
-Descobrimos onde está Alu! –Cris disse em baixo tom
-Aonde? – Perguntou a senadora confusa.
-O barco de meia noite, será nossa morte! Alu se apossou do corpo do rei, ele escolheu os únicos que podem matá-lo. A nossa sorte foi que Aldebaran descobriu isso, os sete demônios já estão comandando as cinco raças predominantes: elfo, humano, orc, anão e duende (duende é uma raça mágica aqui.). Temos que sair daqui até meia noite e iremos para o covil.
Milhares de soldados apareceram T-hawk matou todos. Desceram à escadaria, pegaram seus animais. E foram mata fora, encontraram Touturo, que os a seguiu pois tinha um bom porte de lutas principalmente com a sua foice.
-Touturo, obrigado por me avisar.
-Ele é espião. –Perguntou Arialos.
-Ele é um dos escolhidos.
-Ah. Touturo nos salvou, ele mandou uma carta de Aldebaran antes de matarmos aquele demônio, quer dizer o pai dela. Ele não o queria e sim a senador.
-Vocês mataram meu pai?
-Esquece!
-Touturo, siga T-hawk e veja se tem alguma coisa a nossa frente.
O ninja desapareceu, e reapareceu.
-Há três homens com lanças imensas a nossa frente, usam escudo e são lanceiros natos, se continuarmos morreremos. Viram-me.
-Calma! T-hawk repita e explosão nos homens. Iremos para esquerda, quando sairmos daqui com certeza estaremos fritos.
E foi assim, morreram os soldados, e fugiram para a esquerda. Estava totalmente cercada de homens de vestimenta azul, com chapeis negros em forma de cartola e espadas – Eram Bruxos de elite – Além de uma criatura horrenda, de apenas um olho, cheia de banha com dentes e garras do tamanho de um elefante, ale de sua altura que passava facilmente quatro metros.
-Behemoth! Agora estamos fritos! – Berrou Cris.
-Dá para passar por baixo das pernas dele, só uma flecha!
-Mas como!? – Disse a senadora.
-Espera! Touturo pule na mula. T-hawk meu antebraço. – Os dois fizeram o que foi dito por Arialos. – Agora eu confio em você, Cris, faça o melhor escudo mágico possível!
E rapidamente uma bola azul envolvia todos que estavam nos animais.
A noite estava muito fria e o vento penetrava os olhos de todos, e já se sentiam milhares de rajadas de energia sendo bloqueadas.
-É o fim! Estamos pertos de mais do Behe e Cris, não está agüentando! – Gritou Nashi.
-Calma! – Uma flecha de fogo foi lançada bem na boca do demônio assim o paralisando e conseguindo passar pelas pernas gigantescas da criatura.
-Como conseguimos? – Disse Cris.
-Fácil garra e determinação nossa.
-Cara, às vezes você parece ser maduro.
-Às vezes.
Os animais aceleraram o passo e chegaram ao pequeno covil onde viram Aldebaran e mais cinqüenta homens, junto a duas mulheres bem vestidas.
-Alu, já sabe onde é esse covil, vocês viram Behemoth?
-Sim! – Gritou a senadora.
-Temos que ir para outra cidade, uma cidade de hobitts!
-Lá é seguro?
-Sim e bom te vê Senadora.
-Também.
E rapidamente partiram ao sul, onde há um portal para cidade de Neiphel (cidade dos Hobitts)
Ps: Mudei o ritmo da história tomara que gostem!
Essa coisa de 7 demônios, jovem herói( destaque ao jovem, nunca vi um herói velho que não fosse um elfo...com idade mental de adolescente) tá meio batido já. Meu conselho é centrar sua história mais nos detalhes e menos nos diálogos, o que trará um equilíbrio, assim por dizer, entre o cenário e os personagens.
O dialogo é para entender a história o cap. 5 já vai começar... Eu botei jovem herói e 7 demônios... pq a história eh sobre isso, mas é a primeira saga =D heheh vlw pelo comments
:)
sem muito a dizer, concordo com o Guardian, mas a história ta boa tio
Estou tentando fazer uma coisa nova nos capítulos sete até o vinte...
Essa é a primeira história de Arialos, haverá milhares... esperem xD
Capítulo 5 – Lorde das Árvores.
A noite passava, com milhares de carroças e na frente estava em seus cavalos Arialos e Aldebaran.
-Precisamos de mais homens, os sete tem cinco reinos para usar e a gente 50 homens.
-Acalme-se rapaz nós temos mais 400 homens treinados em Riulër.
-Mas isso é uma cidade de elfos!
-Riulër, é impossível de ser invadida por seres não divinos.
-Eu estava pensando nos eqüinos e nos minotauros.
-Estamos com quinhentos de cada.
-Hum, Sagitarius?
-Vamos ter que achar nos hobitts.
-O que? Hobitts são uma raça passiva.
-Essa arma foi criada por eles, acredite.
-O.k.
Já amanhecia todos estavam exaustos da viagem, estava muito estranho quase sem movimento. De repente Touturo aparece.
-Estamos indo de frente á um grupo de Àrvores Anciãs.
-Vamos tentar conseguir aliados. –Disse Aldebaran
As carroças e os cavalos aceleraram o trote e ao longo da montanha que imensa era, estavam quatro árvores imensas, que falavam e andavam.
-Onde está seu líder! – Berrou Arialos.
-Quem é esse garoto? – Disse uma delas.
-Eu sou Arialos, quero ver o seu líder.
-Então Sr. Arialos, esse com quem fala grosseiramente é o líder – Disse outra árvore.
O rapaz logo ficou vermelho.
-Deixe que eu assuma! – Disse a senadora. – Senhor Lorde, eu queria com vosso poderio milenar (utilizado para lordes de árvores milenares.) que nos ajudasse a enfrentar os sete demônios que se apossaram dos 5 reinos com maior influência nesse mundo.
-Estou sabendo, destruíram algumas árvores nossas. Por favor, continuaremos essa conversa em meus aposentos.
-Tudo bem.
E meia hora se foi. Arialos sentou na grama e ali ficou já Cris ficava calculando contas milenares em sua mente. E assim saiu a senadora com a arvore de uma das grutas ali na direita de Aldebaran que estava com o exército comendo um suculento filé, saiu Nashi feliz.
-O que houve?
-Ele concordou em entrar em nosso exército. Daqui a três dias armaremos uma cilada contra o exército demoníaco.
-Hmm, informe isso á Aldebaran
Passaram-se uma hora e colocaram o pé na estrada, mas dessa vez uma imensa Ave os seguia.
Continua...