Sabia que não ia morrer, nossa mas então era o Obi que guardava a Sof, nem tinha pensado nisso quando li a teoria, ficou muito bom, aguardo novos capítulos, agora em main;)
Versão Imprimível
Sabia que não ia morrer, nossa mas então era o Obi que guardava a Sof, nem tinha pensado nisso quando li a teoria, ficou muito bom, aguardo novos capítulos, agora em main;)
Rapariga em portugal ou no Sul do Brasil, se não me engano, tem o mesmo significado (Moça bonita) mas nas demais regiões do Brasil, o significado é mais tendencioso, rsrsrs
Estamos ansiosos por novos caps...
Primeiro venho pedir desculpa pela minha ausência com a escola, trabalhos não anda nada fácil. Quer pedir realmente as minhas desculpas. Mas para compensar venho postar o próximo Capitulo que estará dividido em 3 partes (provalvelmente). Espero que gostem! :y:
Parte I | Capitulo 5 – O Naufrágio
Parte II | Capítulo 5 - A Ilha PerdidaCitação:
Hans olhava fixamente para Jéssica à espera de uma resposta, sentia uma impaciência em todo o seu corpo, ela ficara sem palavras.
- Jéssica por favor diz alguma coisa – suplicava Hans.
- Claro que aceito! – Jéssica ficou aliviada
Hans levantou-se e deu-lhe um beijo prolongado, ele esquecera todos os seus problemas e só queria que aquele momento não acabasse.
- Icem as velas, vamos virar para estibordo – gritou o Capitão,
Hans esfregou os olhos, e logo a ver-se ao lado de Jéssica colocou um grande sorriso na sua cara. Mais uma vez gritava o capitão:
- Icem as velas, rápido aproxima-se uma tempestade!
Levantou-se num sobressalto acordando Jéssica, vestiram-se e foram ter com o capitão.
- O que se passa? – Perguntou Hans.
- Uma tempestade aproxima-se, - explicava o capitão- temos de nos apressar, ajudem-nos a içar as velas.
O barco rangia, parecia que as tábuas se iriam partir uma a uma, deixando-os em alto mar, a tempestade sentia-se cada vez mais no barco, no convés já entrava água, todas as pessoas que podiam ajudavam a tirar a água do barco.
- Cuidado – gritou Jéssica – uma pedra!
O capitão só teve tempo de virar para bombordo, despedaçando o casco do barco, naquele momento era o mar que mandava, puxava-os para baixo, com o casco partido era uma questão de minutos até o barco afundar. Avistou uma ilha, sem nenhuma dúvida tinha logo a certeza que a única salvação deles era parar naquela ilha, para poderem reparar o barco e terem mais hipóteses de conseguirem voltar.
O barco, com dificuldades, esforçava-se para ir para parar na ilha, a tempestade era tão forte que parecia que sugava tudo o que conseguia. De repente um pequeno coral, perto da costa embateu no barco, o capitão não conseguiu reagir, ninguém o vira parecia que tinha aparecido vindo do nada.
Sentia a água a bater na cara, acordou confusa e olhando à sua volta só via restos de destruição, via-se o rosto de aflição no rosto de Jéssica, não se conseguia lembrar do que acontecera, mas as imagens e os sucedidos acontecimentos começava a montar-se na sua cabeça. O rosto de aflição voltara. Pensava para sim mesma “Onde está Hans?”, “Está Vivo?”, “As outras pessoas que vieram connosco alguma estaria viva?”.
Hans, Hans?! Onde estás? – Gritava Jéssica.
Numa balbúrdia virava todos os destroços na esperança de encontrar alguém, que o pudesse ajudar.
Ficou legal, demais, só tem um problema, capítulos pequenos
Eita que em naufrágios as coisas se complicam muito, mas espero que nenhum monstro surpresa apareça para complicar ainda mais a vida dos náufragos.
Espero que gostem ! Este é grande :)
Parte II| Capitulo 5 – A Ilha Perdida
P.S: Peço aos moderadores que juntem este com o de cima enganei-me.Citação:
Hans respirava com dificuldade, o seu coração batia mais rápido que nunca, tinha a sensação de que queria saltar do peito e ao mesmo tempo sentia um fogo ardente que lhe queimara todo o corpo, talvez fosse o cansaço, a adrenalina instalou-se.
Abriu lentamente os olhos e viu o rosto de Jéssica mesma em cima da dele e logo colocou um grande sorriso na cara.
- Hans estás bem? Fala comigo – disse Jéssica.
- Dói-me o meu corpo todo.
- Eu tenho umas poções que aliviam e curam a dor – disse Sparrow, o capitão do navio – eu posso vos dar algumas que ainda tenho comigo. Toma bebe.
A poção sabia mal, mas Hans agradeceu e sentiu-a a percorrer todo o seu corpo e naquele momento sentiu-se bem melhor, aliviou a dor muito rapidamente, levantou-se e quase que caiu no chão devido às tonturas provocadas pela poção.
- É normal que te sintas tonto, as poções da Ilha da Preparação são mais fracas do que as que se vendem no continente, depois de te habituares nem vais sentir nenhuma diferença.
Hans olhou em redor e reparou que só lá estavam eles e perguntou:
- Onde estão os outros que vieram no barco connosco?
- Infelizmente além de nós não sobreviveu mais ninguém. – Disse cabisbaixo Sparrow – Está a anoitecer é melhor encontrarmos um abrigo numa caverna para podermos comer e dormir. Amanhã iremos explorar a floresta e começar a reconstrução do barco, felizmente não ficou totalmente destruído com umas semanas de construção conseguimos com que o barco nos leve de volta para pelo menos Venore, não sei se aguentaria muito mais.
- Por favor ajudem-me! Por favor alguém!
-Vamos ver quem é – respondeu de imediato Jéssica – pode estar em apuros.
Os gritos vinham de uma grande tábua de madeira, provavelmente fazia parte dos destroços do barco, levantaram-na, e debaixo dela estava um jovem que saíra com eles da ilha.
Toma bebe. – Disse Sparrow
Qual é o teu nome? – Perguntou Hans
Levantou-se e tal como Hans deu um leve solavanco para trás, mas Sparrow agarrou-o antes que caísse, logo disse:
- Obrigado, sinto-me muito melhor. Chamo-me Deinon.
-Vamos daí Deimon, precisamos de encontrar uma gruta antes que escureça.
Todos soltaram uma leve gargalhada, Sparrow ficou confuso.
- Estão a rir-se do que? – Perguntou-lhes
-Não é Deimon é Deinon – Corrigiu-o
Recompuseram-se e partiram juntos à procura de um lugar onde pudessem se abrigar durante a noite, de repente ouvem um barulho, deram um salto com um susto, juntara-se todos e caminharam na direção do barulho misterioso. Uma aranha saiu dos arbusto numa velocidade louca, Jéssica avançou e com uma enorme agilidade pegou na sua espada e deferiu a aranha, tombando para o lado morta.
O rosto de alívio viu-se em todos, afinal o que queriam era descansar, anoiteceu, Sparrow pegou num ramo, e nalguma madeira podre e com algumas folhas seca atou e fez uma tocha. Ficaram surpreendidos com a excelente capacidade e rapidez com que o fez.
A floresta estava sinistra, ouvia-se o corujar das corujas, aquele barulho provocou um certo medo a todos.
- Uma gruta – disse Jéssica, apontando para ela.
- Cuidado, custam habitar Ursos e juntos tornam-se perigosos. Avancemos devagar e com cuidado – ordenou Sparrow
- Está vazio, podemos instalar-nos aqui durante a noite. Fizeram uma fogueira e assaram um coelho que tinham encontrado no caminho. As camas foram feitas de folhas verdes.
- Amanhã espera-nos um grande e árduo dia, descansem – disse Sparrow.
Jéssica deu um beijo a Hans e sussurrou-lhe:
-Ainda bem que estás vivo, agora já fazes parte da minha vida, não conseguia viver mais sem ti.
Deu-lhe outro beijo e ambos foram deitar-se, Sparrow pegou num livro que tinha na sua mochila e pegou numa runa, e atirou várias para o chão. Uma parede de terra ergue-se, tapando a entrada, ficaram todos impressionados mas o cansaço era tanto que adormeceram.
Opa que beleza que conseguiram sobreviver, humm acho que minha previsão de monstros que atrapalham os mocinhos na hora que mais precisam deve estar meio esvairada, pois bem acho que esse capítulo grande foi melhor, mas por mim tanto faz grande ou pequeno, o importante é o conteúdo e esse não faltou nesse capítulo parabéns.
legal gostei mt da sua historia
Gostei muito hein :D
Continue por favor?