me amarrei na historia, mas poderia ter um final melhor, ou melhor continuar a historia ele indo para main até enfim votar para o Rio.
Somente um opinião >D
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me amarrei na historia, mas poderia ter um final melhor, ou melhor continuar a historia ele indo para main até enfim votar para o Rio.
Somente um opinião >D
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passagem pro Rio.
Binikiba ajeitou seus poucos tufos imundos de cabelos, mirando-se em um pedaço e espelho quebrado. Em seguida, passou um óleo aromático atrás das orelhas para disfarçar a catinga. Toda saltitante, foi até a entrada da cabana receber os dois visitantes. Virudius e Makumba cumprimentaram a velha e entraram da residência. Se é que aquilo podia ser chamado de residência. Binikiba logo lhes adiantou que eles eram muito bem vindos (especialmente Makumba) e que ela estava preparando uma iguaria inesquecível: sua sopinha de Troll. Nesse momento, o estômago de Makumba Joe embrulhou. Ele era amiguinho de orcs e trolls e tinha certa simpatia por esses monstros humanóides. Jamais ele comeria um ser que se parecesse com ele. Ainda mais quando ele viu Rozm'Gut pendurado na cozinha! Ah não! Seu coração de preto velho encheu-se de ternura e ele lembrou-se de Zé Mininu, netinho de seu irmão. Rozm'Gut tinha cara kawaii, com grandes olhos negros e pele suave. Choramingava no meio da cozinha enquanto a velha Binikiba perguntava a Virtudius o que trazia os dois ali.
Antes de passar à resposta, todos devem estar se perguntando como raios aquele valente guerreiro afrescalhado foi conhecer e amigar-se com a oleosa velha das florestas. Tudo começou quando, numa tarde, Moviett e Virtudius passeavam pela floresta, indo em direção à uma Montanha conhecida como Broke Back Mountain (Montanha Quebra-Costas em inglês). Ali, eles assistiriam juntos a um pôr-do-sol divino enquanto se divertiriam em uma farta pescaria, já que por li passava o Córrego dos Dois Amigos (cheio de trutas do arco-íris - Rainbow Trout). Era o local mais romântico de Rookgaard; lindo lindo!! Antes de chegarem à montanha, porém, Virtudius ouviu alguém gemendo. Andou por uma trilha fechada de árvores para encontrar, caída no chão com uma fratura exposta, uma velha de cheiro nauseabundo. Havia encontrado Binikiba! Moviett não aguentou o cheiro e manteve uma distância. Mas Virtudius foi lá e tratou a ferida da velha bruxa. Ela havia caído de uma ribanceira após tropeçar em uma raiz, enquanto carregava um feixe de lenha para construir sua cabana. Inicialmente, ela se assustou com Virtudius, achando que ele e seu amigo aproveitariam da ocasião para matá-la. Mas não somente eles cuidaram de sua perna como também ajudaram a construir sua cabana. Moviett, posteriormente, se indispôs com a velha, sabe-se lá por qual motivo. Mas Virtudius era sempre bem vindo em seu lar. Ela dizia que ele era "Iluminado"! Um "anjo bão inviado pelo oráculo". Ele até incorporou isso no nome; apresentando-se desde então como Virtudius ILLUMINATO.
"Bom, minha queridíssima Madâaaame... Meu amigo aqui... - Óh! onde está, minha educação?!?!?! - Makumba Joe, autêntico "Preto Velho" carioca, está procurando uma passagem de volta para a terra dele, uma cidade chamada Rio de Janeiro, que eu não sei onde fica!" disse Virtudius, apresentando o amigo que observava o troll pendurado.
A bruxa respondeu com um grunhido guloso, que signmificava "o prazer é TODO meu".
Virtudius, Makumba e Binikiba foram para um pequeno aposento. Makumba acabou convencendo a Bruxa a deixar o troll livre, alegando ser vegetariano convicto, o que a velha achou uma gracinha. Enquanto Virtudius e sua Velha amiga sentavam-se em um toco de árvore coberto de cogumelos, o velho foi se abancar em umas almofadas desbotadas e imundas. Nisso, Binikiba tira, Deus sabe de onde, uma bola de cristal. Todos se debruçam sobre ela, na esperança de ver uma imagem... E eis que aparece o Cristo Redentor!
- Mô Rio!!!! Mô Mengão!!!! O Maraaaaaaaaaaaca, mizinfí!!!!!!!!! Os olhos de Makumba eram só lágrimas.
Binikiba viu, na bola mágica de cristal, como ele poderia retornar o Rio. As imagens eram claras em sua mente. Mas voltar pra lá não seria nada fácil. Primeiro, porque era preciso bruxaria da braba... E segundo, porque a velha já tinha aguentado muitos anos de solidão e queria companhia. Quem melhor que aquele simpático vovô de terras brasileiras?
Nada melhor que ler isso pra começar o dia.
Mas acho que a velha não vai deixar Makumba Joe sair de Ruquigardi.
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os cinco trabalhos de Makumba
Saravá, ô mo Diário!
Meus dois amigo, ou amiga, nem sei, me levaro na choupana da tal bruxa véia. Que futum, mizinfí! A véia num divia lavar a catinguera do suvaco há milênios. E a casa dela toda cheirava a carniça. Paricia que tinha urubu morto por lá. Sabe aquele mangue preto lá do Rio, que tem perto do eroporto, com uma catinga eterna? Pois aquilo parecia um jardim florido perto da casa da tal Binikiba, Não sei cumo aquele fresco do Virtudius aguentou. Emfim... Tenho boa nutissa pá suncê, mizinfa! VAMO VOLTÁ PO RIO!!! Tem uma maneira. A bruxa véia viu na bola de cristal. Tudo nós vimo! Mas a coisa não é fácil não. Eu terei que enganar o tal Oraclo. A Magia dele tem que dar errado!
Vou expricar. Eu vou pedir a ele pra me mandar pro tal do Mein. Quando estiver lá, vo ter que catar uns ingrediente mágico, que a bruxa me pediu: um "CHAMPIGNON AZUL" que cresce em Folda; o "MANUAL DO COVEIRO", da biblioteca da rainha de Carlin; a "FLOR QUE NUNCA MORRE", escondida com as amazonas; a "BRASA SEMPRE QUENTE QUE QUEIMA A MÃO DA GENTE", do acampamento de guerreiros selvagens e, talvez o mais difícil, os "TESTÍCULOS FRESCOS" de um alto cíclope. Essas coisa tuda deve ser colocada na Saca Escrutal de um Mamute Velho, item mágico que a bruxa me deu: é um saco comum, só que felpudo. E tem uma propredade mágica! Segundo ela, é "ele que vai permitir que eu transporte os itens mágicos de Tibia de volta para Rookgaard". Ah, se fosse só isso, mo diáro... A bruxa inda me falou duma regra que diz co tenho que "ganhar level, até chegar ao level 8 e ir pra Main; antes de mais nada". Inda num tendi muito bem essa de Level. Do nada, eu mato um bicho e o capirocho fala no meu zuvido que eu avancei do level 2 pro 3 e assim por diante. Tou no level 4, segundo ele. E, mo diário, acha que pára por aí?? han han!! Uma vez no level oito, em main, eu vou ter que me SUICIDAR e sofrer as piores mortes pra voltar pra Rurquergarde. Segundo a Bruxa, a volta ao Rio requer grandes sacrifícios. Que seja, né? Vamo ver o mengão jogando otra veiz, amigão.
Saí bem filiz da casa fedenta dela. Eu fui então com Moviett e Virtudius para um Bar na cidade, clandestino, pois bibidas num pode ser vindida pra menores de level 8. Eu realmente num gosto dessa parada de level. Bebemo muito e eles me dissero de um lugar bom pra ganhar level; onde tinha esqueleto pra matar. Achei bom, porque na minha istadia aqui eu ja tava amigo dos orcs e trolls; que esse povo daqui fica matando. Mas esqueleto num é coisa boa não. Inda mais quano mexe e te ataca. Isso é coisa de Exu Seis Calombo. Mos amigo me deram umas arma boa: uma ispada batuta que eles chama de cataná, um iscudo redondo... Fiquei parecendo Rei Artur segundo eles. Nem sei quem é esse cabôco. Mas agora, môfio... Isqueleto nium vai ter bola suficiente pra se meter comigo.
Pelos poderes de Greisco!! Eu. Tenho. A. Força!!!! Nem Virtudius nem Moviett intendero minha piada. Obviamente num assiste o Xou da Xuxa. Deve nem saber quem é. Terminada a bebedeira, fui mi recolher numa casa abandonada, onde geralmente eu drumo e inscrevo em suas página amarelada. Agora que terminei, tenho que confessar uma coisa pá suncê... Eu tou cuma coceira endiabrada! e num é lá num local muito cunveniente.
A Bênça!
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comichão e coçadinha
Saravá, ô mo Diário!
Mô caro Diário... Hoje o fui co Virtudius caçá o tal isqueleto. Foi imoçonante, tirando um detale cô vô te contar ao final das minhas iscribulhage. Andamo numa floresta a noite, e, ao alvorecer, cheguemo e saravemo numa ispéce de cimitéro, cumas treis catacumba, no meio dum vale. Virtudius tirou da muchila uma pá e, depois, disse que ia tirá uma "corda das calça". Fiquei assustado com essa história mas, de fato, o cabôco tinha uma corda coisada nas calça, dentro de uma pochete de côro fino. Ele amarrou porcamente numa preda, Abriu um buraco em direção as catacumba e nós descemo. Lá dento, ele acendeu uma tocha e enseguida fumo atacado por umas aranha cabiluda. Matamos tudo sem grande isforço. Inda ganhamo umas moeda. Continuamo pelo túmulo adentro, e acho que divia de ter toda uma famia enterrada lá. Poque suncê sabe? Tava cheio de esqueleto pedavida naquele lugar. Eles tava com raiva da gente ter entrado na tumba pa mulestá o sono deles. Se eu tivesse morto, tumem estaria bravo. Mas, precisano da tal "experiença" eu desci a cataná neles. A luta foi feroz, eles num era de brincadera mermo não! Destruí eles tudo e quebrei vários osso, rachano um monte de crânho ao meio... Até que o beiçudo arrenegado sussurou no ovido: "Você agora é Level 5". Só falta mais trêis!
Mas foi aí que a coisa começô. Num sei se foi emoção. Ou se o local ficô suado pelo esforço da luta... Ô fiquei sem jeito, má tive que comentar co meu cumpanheiro de caça... Cheguei discretamente nos ovido dele e cuchichei... "ô Virtudio... Vô tê que rêá as cueca de metal da armadura aqui qu'eu num tô mais me guentando. Tô cuma coceira braba bem no meio do meu ôio que nada vê. Parece que tem puga! Vou ter que infiá as unha." Co aqela armadura tudo, ficava impucível de coçar! Ele pediu pra dar uma oiada. Fiquei co medo novamente, mas acho que num tive iscôia. Ele aproximou a tocha do meu ânos e eu senti o calor do fogo. Se ele me queimasse eu ia quebrar as perna dele! Ele oiô... oiô... Deve ter cherado tb, mas eu num sei... "Olha, Makumba... Acho que você está com oxiúros. É um verme que põe ovos aí e coça. Você sentou em algum lugar sujo? Ou bebeu algo suspeito? Por hora não ha nada a fazer," E o disgramento completou exatamente ca frase cô seu parceiro aqui num quiria iscutar! "...Mas acho que a Madame Binikiba saberia como curar isso." PV74 Qv3 M3 P4R1V!! Eu achei cô tava livre daquela Madame peçonhenta! Que manía do rái que os parta que esse Virtudius tinha de me enviar praquela muié. Mas tava coçano TANTO que eu decidi encará aquele traste mais uma veiz. Ah, Mô Diário... Visti as cueca metálica da armadura e voltemo pra Rurquegarde. No mei do caminho, eu tava matutando onde cô podia ter arrumado aquela muléstia inconviniente... Aí lembrei da coisa mais imunda com a qual interagi: as mufada véia da Binikiba. Eu sentei lá. Havia cheiro de oxiúro no ar e eu num notei! Tudo estava claro, agora! Aque fío dum marrom que fuça do Virtudius riu da minha cara: "É, Makumba... Concordo com você. Provavelmente foi ali mesmo. Mais uma razão pela qual você deverá visitar a velha bruxa..." Se aquela carniça carcumida cria oxiúros em casa, é bom que ela tenha uma cura pá controlar as peste. Porque eu tô cum medo da coisa se alastrar pras minhas masculinidade.
Cramunhão que me perdoe, mas só por guentar esse bichinho me causando coceira, eu deveria ganhar um tal Level. Vida injusta! Vô ficano por aqui, tentar pegar no sono e, amanhã cedim, vou visitar a tal Binikiba. Que os Orixás me protejam e São Sibastião isteja cumigo.
A Bênça!
Deu pulga nele? kkkkkkkkkk
Cadê o proximo? voce sumiu?
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oxiúros?
Madame Binikiba, mais uma vez, observou o preto véio do Rio de Janeiro que se aproximava a passos tortos. Foi para um "aposento" de sua choupana e se perfumou com essências da mata. Colocou um vestido formoso, decotado, deixando entrever seus seios pendentes. Ajeitou suas oleosas mexas e foi ao encontro do atraente galã de aparência exótica. Ele, porém, não parecia lá muito feliz em vê-la... Ela deu-lhe as boas vindas e ofereceu a ele um chá, mas ele recusou - não pretendia ficar muito tempo naquele lugar fétido e putrefato. Mal a velha acabou de dar-lhe as boas vindas, sua cordialidade foi interrompida...
- Ô Binikiba! Negoço é o siguinte! Acho cô andei sentando numa mufada sua, sabe? E a bicha tava imunda, como tudo por aqui, aliás. Aí eu acho que peguei uns baita oxiúro. É... Bem ali! Uma coceira infernal. Inacreditável. Num pára; eu quase que num drumi onte de noite.
- Oh, meu nego. Tá com coceirinha, tá? (com a voz mais melosa do mundo)
- Tô. E como só posso ter rumado essa disgraça aqui, ô ispero que suncê tenha umas cura véia pra esse bicho.
- Hum... Provavelmente terei! Esqueceu que eu sou BINIKIBA? A Rainha dessas florestas! Nenhuma erva me é desconhecida; nenhuma poção foge ao meu saber. Minha experiência é infinita! Nem os mais famosos druidas no continente são páreos para mim.
- Quero nem sabê se suncê é Rainha de froresta ou druida de continente. Só quero que suncê cure essa inconha do meu rabo!
- Tudo bem, Makumba... Não fique nervoso. Vamos dar uma olhada? Venha para o meu ateliê.
Os dois foram para um pequeno quarto nos fundos da cabana. Duas lâmpadas de óleo iluminavam o ambiente sem janelas. Havia algumas mesas no local, com várias poções, restos de animais, plantas, livros. e recipientes de todos os tipos. Também havia alguns baús. Em um deles, Makumba podia ouvir alguma criatura rosnando, fazendo um barulho raivoso e estridente lembrando um chihuaua. Ele preferiu não comentar sobre o assunto. Nem é necessário mencionar que o cheiro no local era o pior possível; bem mais forte que o do resto da cabana. Binikiba foi até um baú e tirou dele 2 mantas espessas, estendendo-as no centro do quarto.
- Vamos, deite aí...
- Tudo bem... (Makumba estava apreensivo)
- Agora tire as calças pra eu examinar!
Ahhhhhhhhhhhhhh não!!!! Makumba deu um salto! Primeiro foi o Virtudius com a tocha e agora essa bruxa velha? Nem vem! Ela provavelmente iria estuprá-lo! E essa cena dos infernos lhe dava medinho...
- Deixe de frescuras, homem! Quer ficar curado ou não??
A coceira voltou intensa e Makumba não teve outra alternativa. Deitou. E, sem a mínima empolgação, foi abaixando as calças. Antes que essas chegassem aos joelhos, ele urrou de dor enquanto a velha de unhas pretas e enormes enfiava sem dó o "fura-bolo" no centro de seu ânus para uma análise mais profunda da situação. Cutucou e apertou tudo enquanto o pobre paciente gritava até que tirou tudo. Pelo cheiro e temperatura, ela tinha o diagnóstico.
- Makumba, meu lindo, a boa notícia é que você não tem oxiúrus...
Com lágrimas másculas nos olhos, Makumba perguntou:
- Imagino que haja uma má nutissa?
- Sim... Você tem um fungo. É mortal.
- ...
- Conhecido na floresta como "Fungus Danosus Beinuanus". Começa aí em baixo e se espalha pelo corpo todo. Você vira um ser-fungo e se integra à paisagem da floresta.
- Vô... Vô virá um cugumelão???
- Não. Felizmente não. Eu decobri a tempo de curar você.
- Como vai curá? Vai cutucá mais minhas parte de novo não né???
- Não. Você deverá ficar aqui um tempo. Eu cuidarei de você, ministrando algumas ervas. E você deverá passar boa parte do tempo com o seu bumbunzinho imerso na "Bacia da Titia com a Escuma que Alivia".
Makumba não gostou nem um pouco da idéia.
Explicado, Kenseiden??
hahahahahaha
Kra... Meu estomago emburlhou e eu rachei de rir com essa parte, quase me mijei todo, nunk li algo tão épico aqui... Tu deve ser mei doidão pra inventar isso (num bom sentido é claro). kkkkkkkkkk
Continua! Quero ver o que esse preto véio vai aprontar agora! :yelrotflm:yelrotflm:yelrotflm:yelrotflm