Meltoh: Vou te falar a verdade, quando eu escrevi, só tinha pensado em uma interpretação. Acabei deixando um furo no meu próprio enredo e ele passou despercebido, como se tivesse sido minha intenção todas essas interpretações... Ou não.
Sobre o texto de diálogos, fico feliz que tenha gostado. Sobre o excesso de palavrões... Segui o seguinte raciocínio: se eles convivem conosco no cotidiano, seria de se esperar que aprendessem alguns termos de baixo calão.
Obrigado pelo comentário.
Drasty: Senti falta de uma nota no Malditos Sejam, mas tudo bem. Comentários sinceros me interessam.
Obrigado.
Wu Cheng: Realmente, acho que caberia muito bem em uma história em quadrinhos, agora que parei para pensar; outro fato sobre esse texto de diálogos é que eu rio das minhas próprias piadas, não sei porquê e nem sei se é normal.
Sobre o conto do concurso, acho extremamente estranho o fato de praticamente todos verem confusão nele. Talvez seja só na minha mente mesmo.
Obrigado pelo comentário.
Emanoel: De fato, amo desfechos que valem pelo conto inteiro.
Obrigado pelo comentário.
Hovelst: É uma pena que não receberei mais comentários seus e nem chegarei a ver sua opinião sobre Malditos Sejam. Também não entendi o que seria "entregar frases boas ao leitor tão depressa".
E nem tinha me ligado sobre o suicídio sair em um jornal.
Obrigado pelo comentário.
Steve do Borel: Foi exatamente esta a minha ideia ao escrever o fluxo de consciência.
E fico triste por ter gostado de Malditos Sejam.
Obrigado pelo comentário.
Thomazml: Eu prefiro "biruta" a "sádico". Pode ser?
Obrigado pelo comentário.
Jack Irgul: Após insistir um pouco, você veio... Fico feliz.
Obrigado pelo comentário.
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Enfim, já faz algum tempo que postei meu último conto. Dessa vez, vim com uma série de capítulos (história?) que achei bem gostosos de escrever. Acho que não chega a ser, realmente, uma história, mas como era muito grande para um conto, resolvi dividi-la.
Boa leitura.
Citação:
Bom era o tempo em que crianças mortas não eram fotografadas
Um bom começo, não tive, teria com mais sorte, sem sorte não tive mesmo, é a vida, é a vida; ou não: sonho, imaginação, loucura, delírio, morte, um pouco de tudo, muito de tudo; ou nada.
Nada mesmo.
Com o começo que tive, descobri pouco; de tudo. Como já dizia um filósofo grego, conhece você e o mundo e, com um pouco de sorte, talvez ganhe; conhece você e o mundo, ganhe, e apenas ganhe, sem depender de sorte, acaso ou bênção divina; não conhece nem você e nem o mundo e morra, usando uma samba-canção de bolinhas e uma meia encardida de água da privada. É a vida.
Ou não, porque não conhecia nem eu e nem o mundo e acabei ganhando; é certo que devo ter tido sorte, não sei, se já nasci com sorte, não sei como seria ser sem sorte, e se não tive sorte, não sei como seria se tivesse tido sorte, e se não tive sorte mesmo, foi acaso; ou não, pode ter sido a última opção, a bênção divina; ou o filósofo errou, é possível também.
Tiro fotos, é isso que eu faço.
