OMG, eu sei q a historia caiu um pouco em emoção mas vamo lá galera, nao deixem isso acontecer!Citação:
Postado originalmente por Sapo Boi
Sem mais,
Bastos
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OMG, eu sei q a historia caiu um pouco em emoção mas vamo lá galera, nao deixem isso acontecer!Citação:
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>EDITED<
mal pelo post duplo :P
Obrigado aos que continuam me dando chances come ssa história.
Capítulo grande e com ação.
Capítulo 20 - Revolução.
Para alguns aqueles eram apenas mais uns dias como todos os outros na nobre cidade de Thais. De fato, a única mudança parecia ser a diminuição no número de guardas protegendo os limites da capital. Uma grande conspiração, porém, havia se estabelecido bem embaixo do nariz de Fletcher.
Com a segurança mais frágil, o Rei reforçara sua proteção pessoal, colocando guerreiros de elite no lugar de seus guarda-costas; outra das diversas atitudes egoístas de Kiros Fletcher. Atitudes que renderam a ele o desgosto por parte da população e o ódio por parte daqueles que diretamente prejudicou. Aproveitando-se desse sentimento, Kamus e Spiral haviam bolado uma estratégia para derrubá-lo.
O jovem mago havia se tornado influente em meio aos bandidos, e acabara conhecendo muita gente poderosa, entre eles líderes de grupos que se manifestavam a favor da queda do Rei.
Unido com essas pessoas, ele ia cada vez mais convencendo mais gente a participar do seu plano de derrubada do poder, mas sempre através de terceiros, não precisando se expor.
Com isso, Kamus também ia conhecendo mais gente, e esteve presente na maioria das reuniões secretas nas quais eram discutidos os planos da invasão.
- Está tudo combinado. – falou Kamus para Nad ao final da última dessas reuniões – Daqui a alguns dias nós confundiremos a guarda, invadiremos Thais, e saquearemos o castelo.
Uma boa parte da população havia ingressado na idéia, principalmente depois de anunciadas as primeiras mortes no conflito em Venore. O que começara como uma utopia acabara virando realidade graças aos erros do próprio Rei, que fizeram mais e mais pessoas voltar-se contra seu líder, e ingressarem num projeto que logo acabou se tornando o maior Golpe de Estado já planejado.
A intenção da maioria das pessoas que estavam envolvidas era apenas intimidar o Rei de tal modo que ele anunciasse sua renúncia. Os quatro discípulos do Mestre Ancião, contudo, tinham o objetivo pessoal de vingarem a morte de seu tutor e de Farrar. Para isso contavam com uma carta na manga:
- Usaremos a Criação de Ilusão para intimidar os guarda do Castelo e chamarmos-lhes para baixo. – disse Nad a Spiral.
- Entendido. – ele respondeu.
O dia do ataque ia se esvaindo como outro qualquer, no entanto só alguém extremamente insensível não captaria um clima de tensão que pairava no ar. O Rei, por sorte, era um desses, e permaneceu, como sempre, trancado em seu Castelo.
- Sorria enquanto pode, Fletcher. – falavam as pessoas nas ruas.
Ao entardecer, pouco antes dos portões serem fechados, todos já estavam em seus postos. Kamus e Rorc haviam se voluntariado para ficarem no primeiro pelotão. Sua missão era simples: invadir, matar quem os atacasse, e não deixar que fechassem os portões. Spiral e Nad ficariam mais recuados.
O momento do golpe foi se aproximando, a tensão foi aumentando, e Kamus suava frio, pois era a primeira vez que faria algo como aquilo. Uma espada bastante afiada foi dada a ele e a Rorc. Sabiam que ao entrar em Thais teriam que matar ou morrer.
Um homem distraia os guardas, perguntando-lhes diversas coisas, até dar o sinal ao pelotão escondido.
No momento do ataque, Kamus correu com a espada em punho. Passou pelos portões e correu para dentro da cidade; não enfrentando os primeiros guardas, pegos de surpresa. Os ruídos de metal se chocando eram bem altos, e ele agora estava no meio do campo de batalha.
Os habitantes que participariam do ataque começaram a sair de suas casas, Kamus ainda estava bastante confuso com o amontoado de pessoas ali presente, e não sabia o que fazer. Isso até sentir uma mão pesada em seu ombro. Um soldado o virou a força e deu-lhe um soco na barriga. Ele caiu no chão, cuspindo um pouco de sangue. Quando o homem sacara sua lança, o jovem sentiu o instinto de sobrevivência ser lançado em seu corpo. Viu que a coxa do sujeito estava desprotegida, e com um movimento cravou-lhe a espada na perna. Aquilo fez o soldado cambalear, e, sem certeza do que fazer, Kamus cortou-lhe as mãos.
- Assim não fará mal a mais ninguém. – disse.
Vencer o combate deu mais confiança ao jovem cavaleiro. Ele então começou a dar ordens aos habitantes da cidade, mandando-lhes para o castelo.
Algumas vezes parando para ajudar alguns aliados a aniquilar mais soldados, ele também se dirigiu ao grande castelo do Rei Fletcher, onde pode ver uma guerra sendo travada.
Uma chuva de flechas era disparada da enorme construção, sempre mirando o mar de pessoas que lutava contra os guardas do local. Sabendo que seria pior se fosse para o meio da confusão, Kamus foi para a saída Norte, onde cravou sua espada nas costas de um sujeito que tentava fechar o portão, de modo a impedir a chegada de mais reforços dos inimigos da Coroa.
Enquanto coordenava os aliados que chegavam, ele ouviu um sonoro rugido vindo do castelo, e correu para ver do que se tratava. Enquanto corria pelas ruas podia ver que os arredores do local estavam em chamas. Alguns soldados lançavam flechas inflamadas, enquanto outros atiravam flechas envenenadas nos inimigos. O som, porém, não era de nada que se era visível daquele ponto.
No meio da guerra que havia se formado, um grande Dragão pisoteava vários guardas, derrubando dezenas de uma só vez. O número de soldados do Rei havia diminuído bastante, e agora a guerra da maioria era contra o grande portão do Castelo.
Kamus avistou Nad no meio da confusão. Ele distribuía tochas para os aliados, e ao ver o amigo, disse aos berros:
- Kamus! Ainda bem que está vivo! Vamos, você pode me ajudar a incendiar o portão!
Eles pegaram as tochas que restavam e seguiram as várias pessoas que as usavam para fazer a madeira arder em chamas. Alguns buracos já haviam sido feitos, e a proteção parecia prestes a desabar. Aquela altura só os arqueiros em cima do castelo atacavam os revolucionários. Praticamente toda a população de Thais ajudava a derrubar a imensa porta do lar de Kiros Fletcher.
Poucos minutos mais foram necessários para que a imponente entrada do castelo desmoronasse, e poucos guardas estavam do lado de dentro para tentarem deter a massa de pessoas ali presente. Os poucos que ficaram no caminho foram pisoteados com a entrada de toda aquela gente.
Enquanto a maioria das pessoas tentava pegar todos os bens de valor do local, Kamus e Nad juntaram-se a Spiral e Rorc para realizarem sua missão pessoal: matar Vladislavus Dragulia.
Enquanto percorriam os grandes corredores que levavam a sala do Rei, pouca resistência encontraram. Os que ousaram ficar no caminho dos jovens guerreiros foram mortos, apenas os outros políticos, que não tentavam os atacar, eram poupados.
Ao chegarem à porta da sala do Rei, eles mataram os soldados que faziam sua proteção, mas não sem antes eles fazerem estardalhaço, com a intenção de comunicar aos que estavam no seu interior da chegada dos, em suas palavras, “rebeldes”.
Ao forçarem um pouco a porta, ela se abriu por dentro. De lá saíram inúmeros guerreiros de elite, e os rapazes nada puderam fazer senão correr. Kamus sentiu flechas furarem suas costas e braços. Cambaleava ao virar um dos largos corredores e se dar conta de que haviam caído numa armadilha.
De ambos os lados viam os soldados, e eles estavam completamente encurralados naquele estreito lugar. Sem saber como sairiam dessa, um ato desesperado acabou por salvá-los.
Spiral começou a se transformar no temível Dragão. As paredes impediram o crescimento do bicho, mas a base parecia estar cedendo. Kamus, Nad e Rorc se seguraram firme no amigo, e segundos depois o chão desabara e a maioria dos inimigos despencara com ele. Spiral voou até um lugar que permanecera em pé, derrubou os guardas que restavam e se destransformou. Agora eles estavam de frente para a sala do Rei, onde só estavam Dragulia e Kiros Fletcher.
Sem pestanejar, prepararam suas armas e entraram no lugar.
- Ora, ora, ora. – falou o Rei, ainda sentado em seu trono – Vocês impediram que meus homens me defendessem, mas também impossibilitaram os seus de chegarem até aqui.
- Não tem problema. – falou Kamus – Nós damos conta de vocês dois.
- Isso – disse Dragulia, puxando uma espada – é o que nós vamos ver.
Ele partiu para cima de Kamus, que se defendeu magistralmente. Quando seus amigos iam o ajudar, Fletcher levantou, desembainhou uma linda adaga de ouro e disse:
- Não achem que cheguei aqui sem luta. Eu tenho muito potencial para isso, e gostaria de mostrá-lo a vocês.
O rapaz achou que estava perdido. Por mais que fosse um bom lutador, Dragulia era muito mais experiente, e em poucos minutos de duelo botou o jovem cavaleiro para cansar-se. Do outro lado, Fletcher ganhava dos três oponentes facilmente.
Sem perspectiva de vitória, Kamus lutou até suas últimas forças, mas não conseguiu ferir o adversário:
- Vamos! – gritava ele – Onde está sua força? Lute comigo!
Quando Dragulia estava para desferir o golpe fatal em Kamus, Nad conseguiu se desvencilhar do Rei e empurra-lo.
Num momento de mágica, o druida se transformou em um poderoso leão, e correu para cima do inimigo. Este, porém, devolveu na mesma moeda, e usou a magia para tomar a forma de um grande Urso Polar.
Uma batalha de feras ocorreu. Sobraram dentadas e arranhões para todos os lados, mas Vladislavus ainda levava a melhor. Depois de se ferirem bastante, ele lançou Nad contra a parede, que bateu as costas na quina, quebrando algumas costelas, e ficando tão fraco a ponto de se destransformar inconscientemente.
Kamus partiu para o ataque, mas o Rei jogou-se em sua frente. No momento em que Dragulia mataria Nad, contudo, Rorc aparecera por trás e cortara sua cabeça.
O sangue jorrava no mais luxuoso aposento do castelo, e como se toda a guerra tivesse acabado naquele momento, Rorc deixou cair sua espada e ajoelhou-se. Kiros Fletcher gritou de angústia:
- Você matou meu filho!
Sem nem pensar no que o então Rei falava, Kamus enfiou a espada em sua barriga. Só depois que ele jazia inconsciente no chão, que o rapaz se deu conta do ocorrido.
Aquilo sim era uma revolução sangrenta.
http://img299.imageshack.us/img299/8564/cap20ig4.png
A luta no Castelo.
··Hail the prince of Saiyans··
¬¬
Alguma coisa fez meu post não contar, então só pra mostrar que eu atualizei vou comentar aqui.
··Hail the prince of Saiyans··
Ta muito bom, ta muito bom!! vamos la, continue assim !! muito "empolgante" uhul :P
fiko mto bomM
õ/
inspirado d+ pra faze esse capitulo =]
gostei mesmo
continua assim
cya
=D
Capítulo bom, caso considerar os últimos capítulos desse RP você deu um salto de qualidade, caso considerarmos Ferumbras...
No geral, a história me pareceu boa, mas principalmente no ataque a cidade e a invasão do castelo, ficou muito sem profundidade tanto psicológica quanto temporal, sem dizer que algumas coisas são estranhas, principalmente no que se refere ao rei, mas como ele morreu, não é mais uma preocupação.
Se você ler esse capítulo garanto que conseguirá ver, onde faltou dar emoção e tempo pra história, o Kamus está muito apático, coloque algum sentimento nele, parece um boneco sem sentimentos.
Bom capítulo, melhorou, mas ainda está longe de alcançar o nível que Ferumbras tem.
Esperando um novo capítulo e com expectatica de que fique tão bom quanto Ferumbras.
Melhorou em relação aos outros.Mas parece que faltou um pouco mais de descrição da batalha em frente ao castelo.
Mas eh isso ae....tomara que continue melhorando.
Sem mais,
Bastos
mto boooooooom seu rp
tava lendo uns aki, o seu eh concerteza um dos melhores se num for o melhor, terminei ele agorinha leio desde as aventuras de aikow, mto bom msm
continua assim :D
Este último capitulo foi muito bom comparado aos anteriores, mesmo assim acho que esse rp anda piorando desde a primeira fase(epoca vivida por Aikow). Seu outro rp (Ferumbas) está com uma qualidade ótima.