Olha ai o cara do bot questionando honestidade da Michelle melhor milfa. Pague a aposta.
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Olha ai o cara do bot questionando honestidade da Michelle melhor milfa. Pague a aposta.
A questão é mais pragmática do que necessariamente a quantidade de países que adotam a medida.
Acho que isso dá um bom debate, mas em outro tópico, heim? À propósito, https://www.heritage.org/index/ranking
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Discursos de posse. Vale a pena assistir. Dos ministros, até aqui já assisti o do Paulo Guedes, Luiz Mandetta e Ernesto Araújo. Muito interessantes.
Acho que vale até copiar esses discursos todos pro primeiro post, pra acompanharmos na posteridade...
Spoiler: Jair Bolsonaro (Presidente da República) Spoiler: Sérgio Moro (Justiça) Spoiler: Osmar Terra (Cidadania) Spoiler: Ernesto Araújo (Relações Exteriores) Spoiler: Tereza Cristina (Agricultura) Spoiler: Bento Albuquerque (Minas e Energia) Spoiler: Paulo Guedes (Economia) Spoiler: Luiz Henrique Mandetta (Saúde) Spoiler: Fernando Azevedo e Silva (Defesa) Spoiler: Santos Cruz (Secretaria de Governo) Spoiler: Gustavo Bebianno (Secretaria Geral) Spoiler: Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) Spoiler: Onyx Lorenzoni (Casa Civil) Spoiler: Marcelo Álvaro Antônio (Turismo) Spoiler: Ricardo Vélez Rodriguez (Educação) Spoiler: Damares Alves (Direitos Humanos)
Reforço meu posicionamento que, para mim, bolsonaro não traz gigante ameaça mt menos esperança. Eh mais do mesmo.
A faísca de esperança eh o PG, que gostei da pronunciamento. Unica ressalva é a proposta de desvincular o orçamento, além de demandar uma reforma constitucional pesada, não sei se resolve muita coisa. Pq ainda vai ficar na mão do legislativo, que sempre usou emendas de orçamento como a principal moeda de apoio politico em estados e municípios, onde o patrimonialismo ainda reina.
Acompanhei a posse lá de Brasilia, tirando a pessima organização e quase morrer de sede só para não perder um bom lugar, foi incrivel!
Unica coisa que estragou foi o arrombado do presidente do senado que não parava de falar, desanimou geral.
Bom, agora não tem mais volta, é torcer pra gente não se fuder mais do que já nos fudemos na história do país. E eu estendo esse pensamento não só a mim, que sou privilegiado, tenho pós-graduação, discernimento, acesso à informação e um cargo federal, mas àqueles que são minorias ou estão em situação de vulnerabilidade social, que são os que realmente se fodem em qualquer governo.
Minha impressão com os dois discursos do Bolsonaro é a mesma que eu tenho dele desde a eleição. É uma pessoa extremamente limitada, apresentou-se um tanto quanto manipulável por forças intelectuais do seu círculo de influência, mantém o mesmo discurso de proselitismo ideológico e populista da campanha e ainda vai se apoiar até onde der na impopularidade do PT e do Lula.
Quanto aos ministros, gosto do Paulo Guedes, do Gen. Heleno, do Marcos Pontes e do Moro (aparentemente, aqueles que menos se assemelham em forma e conteúdo ao próprio Bolsonaro). Tenho pavor e repulsa do novo chanceler e da ministra pastora, dois espécimes de ideologistas que não aparentam pudor em inserir as próprias crenças dentro da administração pública. Tenho medo e dúvidas sobre o meu futuro chefe, o colombiano do MEC. Como pode um ministro da Educação, que irá gerenciar o ministério mais importante, rivalizar com a maior parte dos professores? É mais um sinal de revés para a classe, que já é bastante desvalorizada e parece que vai continuar sendo. Professor vai virar sinônimo de marxista e dá para esperar uma "caça às bruxas" em relação a isso.
No mais, política é um jogo de tiro longo, isso é algo que todos aprendemos nesses últimos anos. O Estado vai se reordenar todo nesse primeiro momento, algo normal quando se há um troca grande de direcionamento na administração pública. A oposição vai chiar muito por qualquer merda, o que também é normal e desejável, afinal, estamos em um democracia.
Gostaria profundamente que o debate político fosse construtivo mas parece que ainda teremos alguns anos de polarização pela frente. O que é uma pena, porque o trabalho que o Paulo Guedes promete desenvolver, se passar pelo Congresso, tem tudo para ser uma das maiores revoluções econômicas no país. Mas ela não será mantida apenas pela caneta, será necessário que o cidadão entenda que abertura de mercado acarreta em responsabilidades e o fim da dependência do Estado. Se isso não for plenamente entendido, tanto no contexto social quanto cultural, mesmo quem votou no Bolsonaro irá chiar.
P.S.: uma coisa que nunca entendi: qual é do fetiche da galera esquerda liberal universitária com os indígenas?
Ué, minoria coitadinha sendo explorada por malditos burgueses safados que manipulam a mídia e invertem os valores única e exclusivamente para o povo da direita. São os pioneiros do movimento sem terra, ideais de luta contra a opressão do estado. Lembro-me até hoje da vez que a tia me levou no museu na 5ªa série ao museu indígena e contou sua história de como os índios eram maravilhosos e depois no ensino médio como eles eram a luta contra a repressão nas zonas rurais. Ainnn fiquei ultra chocadx quando descobri que invadem terras, matando animais, queimando plantações, matando gente e cobrando pedágios, mas é a revolução neah.
Sei disso porque sei me informar, estudei muita apostila na vida e gosto de me informar nos sites brasil247, carta capital, quebrando tabu, catraca livre, ótimos canais de comunicação de imprensa imparcial, é a minha verdade absoluta e irrestrita, recomendo a todos os amiguinhos. Nem vou perder meu tempo dialogando com esses fascistinhas arrogantes e prepotentes, ai que canseira são a escória da sociedade um verdadeiro lixo que acredita em mensagens de whattsup e posts de facebook, não vou ser a chiliquenta. Eu quando falo com meus miguxos no boteco ou na praça fumando maconha sou mais inteligentinho que o cara que estuda livros de importantes economistas. Agora chega de lição de moral, deixa eu voltar e ligar meu bot no tibia afinal sou uma bicha louca.
É verdade esse bilhete.
Deixa os caras falarem chimchom. Ironia e sarcasmo hiperbólico não é construtivo. Eu realmente quero entender o argumento por trás de querer manter indígenas em extensões de terra irreais em prol da manutenção de um primitivismo que vai contra qualquer ideal de humanismo, principalmente por não oferecer escolha.
O verdadeiro motivo é que é lucrativo, você cria diversas fonte de renda com um interesse em minoria, sejam cargos e funções em um orgão/secretaria como a própria exploração da cultura do povo indígena, também há uma briga ferrenha pela terra e o poder que ela naturalmente proporciona, sabotagem de outros senhorios do campo contra a concorrência e desafetos. Essa galera toda financia a matéria ideologizada e o repasse do assunto para surtir os efeitos que eles querem. É muito parecido com a paixão burra que se tem ao MST por exemplo, o próprio povo indígena é usado como o MST inclusive, mas a culpa é do Nando Moura.