O clima misterioso e de suspense que vc deixa pra próxima parte é muito bom, ta de parabéns ^^...
Dard* :)
Versão Imprimível
O clima misterioso e de suspense que vc deixa pra próxima parte é muito bom, ta de parabéns ^^...
Dard* :)
wou kra ta ótimo fiquei preso a história do começo ao fim.
go go go new cap go go go(eu sei que é so uma vez por dia mas ei vc posto ontem :P )
Ass.: secura que ta a noite toda aqui ^_^
:787: Here I go! :dry:
Comentário atrasado!
Muito bom o capítulo, continue assim, bom clima de suspense, mistério... Só não coloque terror.
Curiox Morozesk
:ninja: :ninja: :ninja:
Capítulo VIII - As Portas da Morte
Um barulho na porta de Karteler. Rapidamente ele acorda, era noite. Não enxergava nada, apenas uma pequena claridade, que vinha por debaixo da porta. Ao tentar levantar, uma luz se acende no meio do quarto. Ele olha, assustado, não havia nenhuma tocha, nem algo parecido.
- Não se preocupe Karteler.
Ele reconhecera aquela voz. Era a mesma voz do vulto, que vira nas planícies da guerra.
- Eu disse que você não deveria vir para o castelo. Deveria estar em Daraak Sael. Agora por sua culpa, Ann foi capturada.
- O quê?
Ele explicou para Karteler tudo o que havia ocorrido na sala principal. Karteler abaixou o rosto e socou o chão. Era culpa dele que aquilo havia ocorrido. Iria fazer o máximo agora para que pudesse consertar seu erro.
- Agora já é tarde para ir treinar. O único jeito de ter Ann de volta, será se você fizer tudo que aquele homem te pedir.
Levantou novamente o rosto, e olhou enquanto a luz se dissipava, restando apenas fumaça. Pensou em forçar o homem a dizer o que havia feito, mas estaria se arriscando demais. Iria fingir que não sabia de nada.
Já era manhã, não havia conseguido dormir. Levantou-se e foi em direção ao hall de entrada. Abriu a grande porta. Lá estava o homem, sentado à mesa comendo. Karteler desceu as escadas e foi falar com ele.
- Você viu Ann? - perguntou para o homem
- Não. - disse sem olhar para Karteler - Achei que estivesse com você.
Não aguentou o jeito que aquele homem havia mentido. Saiu correndo na direção dele e o derrubou.
- O que está fazendo?
- Diga agora! Onde está Ann?
- Eu não sei!
- Diga ou morra! Eu sei de tudo!
O homem começou a rir.
- Se você me matar, nunca saberá onde está Ann.
Ele tinha razão. Karteler se acalmou e permitiu que ele levantasse. O homem se levantou, e limpou sua roupa que ficou completamente empoeirada.
- Você pode ter Ann de volta facilmente.
- Como?
- Sente-se, é uma longa história.
Karteler se sentou na cadeira mais próxima. Olhava fixamente, esperando o homem falar.
- Bem, já faz alguns anos que este castelo não é mais dominado por trolls. Eu pessoalmente, matei todos, inclusive o rei.
- O que? Então foi você?
- Sim. Eu vim pois estava a procura das jóias de minha família. Há muito tempo atrás este castelo era dominado pela mais rica guilda de toda Thayles, os Halth Norëks, que era liderada pelo meu pai. Eles guardavam as jóias em um baú neste castelo. Os trolls se aproveitaram de uma guerra, para tomar o castelo, e com ele, as jóias da guilda. Eles trancaram as jóias atrás das grandes portas de pedra no subsolo, que chamaram de Portas da Morte.
- Então, você quer que eu entre nas Portas da Morte, pegue as jóias para salvar Ann?
- Você é bem inteligente. Exatamente isso.
Karteler não queria fazer nada para aquele homem, mas era o único jeito de salvar Ann.
- E o que tem de tão importante nestas jóias?
O homem olhou para Karteler e se recusou a responder. Havia algo muito estranho naquelas jóias. Seguindo o homem, chegou a um grande lance de escadas, que parecia não ter fim. A cada passo, ficava tudo mais escuro. O piso de madeira da escada rangia à medida que desciam.
No fim, não era possível enxergar mais nada. O homem acendeu uma tocha, iluminando uma pequena parte do local. Chegaram até a porta.
Era uma enorme porta de pedra. Completamente lisa, e quente. A pedra era tão quente que parecia guardar o próprio inferno.
- Ainda há chance de voltar Karteler. - disse o homem
- Não. Eu tenho que salvar Ann.
O homem abriu as grandes portas e Karteler entrou. Após isso as portas se fecharam. O homem tirou o capuz e começou a rir. Uma sombra apareceu na parede.
- Mestre, você está aí? - perguntou o homem
- Vejo que percebeu. - disse a sombra tomando forma de homem - Explorando os outros para conseguir as pérolas?
- Sim mestre. E com as pérolas, possuíremos o mesmo poder daquele troll idiota. Criaremos o seu reinado, mestre.
Uma longa e maligna risada pôde ser ouvida nos arredores do castelo.
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Capítulo VIII aqui. Tirem suas próprias conclusões.
||KaRtElEr||
Nossa! Naum sabia que você sabia escrever taum bem assim, me suropreendi.
E otra coisa, vc cismou comm malignos naum, risada Malígna MWUAMWUHA
Tirando uma parte em que repetiu exaustivamente a palavras "jóias ",e od iálogo que foi meio maçante, tá bom ^^...
Dard* :)
pô kra ótimo, eu aposto que o kra de capuz é o homem que salvo eles nas cavernas num foi(se foi acabei de tirar o mistério muhahahaha):P :riso: ei po ta ótimo
continuação plz
go go go new cap go go go
:787: Here I go! :dry:
Hm... Legal... Aposto que ele vai acha-las e vai conseguir salvar Ann sem dar as pedras...
Velho clichê :dry:
Curiox Morozesk
:ninja: :ninja: :ninja:
Capítulo IX - A primeira pérola
Karteler percebeu que as portas se fecharam atrás dele. Estava em uma grande sala. As paredes eram de pedra, semelhante as paredes de uma caverna. Estavam quentes, como se algo houvesse queimado-as. Um pouco de lava escorria por elas.
Olhou para o centro da sala, lá estava o baú. As jóias deveriam estar ali. Foi andando em direção a ele, quando ocorreu um grande terremoto. Algumas pedras caíram do teto. Karteler tentava desviar delas o melhor que podia.
Com muita dificuldade chegou ao baú. Arrebentou o cadeado e as correntes. Abriu-o.
- Mas... aqui não tem nada!
O baú é arremessado até o teto, quebrando. Um buraco no chão, que o baú tampava, soltava uma grande coluna de magma. A sala começou a se encher, até um ponto em que já era quase impossível se locomover sem pisar na lava. Sentiu os poderes do troll vindo novamente. Não possuia controle sobre eles, apenas apareciam quando precisava. Sentiu que seu corpo estava ficando completamente quente. Conseguia soltar chamas de suas mãos e já não sentia o calor do magma.
A lava continuou a subir, Karteler já estava completamente submerso. Outro terremoto ocorreu, abrindo ainda mais o buraco pelo qual a lava saía.
De repente, uma grande criatura. Parecida com uma lacraia começou a sair pelo buraco. Karteler usou o seu poder de chamas, mas era inútil.
O grande monstro começou a jogar muito mais lava na sala. Karteler tentava ficar acima do nível do magma mas era difícil. Já estava alcançando o teto da sala. Deveria fazer algo antes que ficasse exausto demais.
Enquanto isso, no calabouço. Ann acordava e via que um homem cuidava de seus ferimentos.
- Não se preocupe. Você vai ficar bem.
- Matthey? É você?
Matthey se surpreendeu. Para que soubesse que ele estava ali, só poderia ser uma pessoa.
- Ann? Não posso acreditar. - Matthey disse com alegria, alegria que logo acabou - Não é hora de comemorar. Não temos como sair daqui.
O calabouço estava completamente reformado. As grades enferrujadas foram trocadas por barras de aço bem mais resistentes. A porta de entrada consertada. Era quase completamente escuro, toda a luz vinha de uma pequena abertura na porta.
- Karteler veio também? - perguntou Matthey
- Sim. Não sei o que ele está fazendo agora, mas espero que esteja bem.
A sala já estava completamente cheia. O calor era insuportável, até mesmo para Karteler. Ele golpeava a criatura o mais forte que podia. Ela possuia uma couraça muito resistente. Com uma de suas garras, a criatura arremessou Karteler longe.
Ele percebeu que com fogo não poderia vence-lo, mas teria que achar um jeito de esvasiar a sala. Começou a andar de um lado para o outro na sala, fazendo com que a criatura golpeasse o ar. Chegava mais perto da parede a cada momento, até a hora que a criatura com um poderoso golpe acertou a parede.
O magma começou a sair e invadir a sala onde o homem estava. Rapidamente ele subiu as escadas, que eram corroídas pelo quente magma. Chegou no topo. Olhou para a lava que subia cada vez mais.
- Eu sabia que Karteler não iria me decepcionar.
A sala já havia esvaziado muito. A lava estava pela metade. A cabeça da criatura agora não estava mais submersa. Deu um salto e subiu na cabeça dela.
Repentinamente, sentiu que estava ficando fresco. Um jato de água começou a sair de suas mãos, atingindo a criatura e endurecendo a lava.
Já enfraquecida, a criatura caiu de cabeça em cima da lava endurecida. Foi então que percebeu que algo estava brilhando na cabeça da criatura. Fez um pouco de força e retirou. Era uma pérola, talvez uma das jóias que o homem havia lhe dito. Ao retira-la a criatura começou a diminuir, até virar uma pequena e normal lacraia.
- Mas, como é possível?
Karteler estava perplexo com o que acontecera. Saiu da sala, cuja lava havia petrificado e voltou para o hall de entrada do castelo, levando a jóia.
- Aqui está o que você me pediu.
Karteler entregou a pérola para o homem.
- Muito bem.
- Agora liberte Ann!
O homem olhou para Karteler e começou a rir. Guardou a jóia em seu bolso.
- Eu disse que devolveria Ann quando você me trouxesse todas as pérolas. Aqui só tem uma.
- O quê? Seu...
Karteler correu em direção ao homem, que com um soco o derrubou no chão.
- Tudo bem, se não quiser mais ver Ann...
O homem começava a subir a escada para voltar ao seu quarto. Após algum tempo calado, Karteler o chamou.
- Sim? - Respondeu o homem
- Onde estão as outras pérolas?
O homem olhou para Karteler, não sabia onde estavam as outras pérolas. Disse que ele deveria procurar fora do castelo, e talvez encontrasse.
Karteler saiu do castelo e foi em direção ao lago. Sentou-se e ficou pensando, onde poderia achar as outras pérolas? Talvez, se perguntasse na cidade...
- Hey! Quem é você? - Gritou um homem que estava observando Karteler a distância.
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Botei o capítulo um pouco mais cedo hoje. Comentem! Não sei se este ficou bom, vocês que vão dizer.
@Curiox Morozesk
Não, ele não vai salvar Ann e ficar com as pérolas. Seria muito óbvio. ^^
@Thulio
Pense um pouco mais, não acertou desta vez. XD
||KaRtElEr||
WOW! Mto show!
Vamu as conclusoes...
Essa história esta me lembrando um anime, naum sei pq? naum sei msm.
Essa lacraia parece a twinmold the The Legend of Zelda: Majora's Mask. Mas td bem, vc precisava c basear em algo.. ^^ HEHEHE.
FLWZZZZ
..::::Gorner::::..
Bem, a descrição de tudo ficou bem feita, esse foi mas superior aos outros capítulos, congratulations =)....
Dard* :)
kra ta ótimo, pow num matei a charada:confused: mas ta muito bom.
ps.: gorner na tua assinatura eu acho que tu exagero um poco, mas é claro é a minha opnião:P ,as tenhu que concorda que ta muito bom
Capítulo X - Mistério em Yassert
Karteler se levantou e olhou para trás. Um homem o estava observando. Estava com o rosto coberto, provavelmente devido as tempestades de areia. Possuia um arco em suas costas, e longos e negros cabelos, que balançavam com a leve brisa.
- Responda! Quem é você? - perguntava o homem em voz alta
- Meu nome é Karteler. E quem é você?
- Você disse... Karteler?
O homem estava surpreso. Parecia ter reconhecido o nome, era como se conhecesse Karteler de algum lugar.
- Há quanto tempo Karteler!
O homem descobriu o rosto. Karteler logo reconheceu Hazfeëf, o homem que havia lhe ajudado na mansão. 10 anos atrás.
- Achei que estivesse morto. - Disse Hazfeëf caminhando na direção de Karteler - Ann me disse que os trolls haviam te matado.
- Isso é uma longa história. Nem eu sei como posso ter sobrevivido.
A leve brisa começa a ficar um pouco mais forte, levantando alguns pequenos grãos de areia.
- Parece que vem uma tempestade de areia por aí. - disse Hazfeëf - Melhor nos abrigarmos. Vou te levar até a cidade.
Karteler começou a seguir Hazfeëf, o capuz cobria a cabeça de Karteler, e Hazfeëf ainda não reparara que ele estava como troll. Os dois seguiram, enquanto o vento ficava cada vez mais forte. Após alguns minutos de caminhada, chegaram na cidade.
Karteler nunca tinha ido até Yassert. Era uma grande cidade, no meio do deserto. Prédios de muito boa estrutura, parecidos com os de Soutan.
- Vamos até minha casa. - Hazfeëf olhou bem para Karteler - Pode tirar este capuz. Você deve estar morrendo de calor.
- Hã... prefiro tirá-lo quando chegarmos em sua casa.
As ruas eram de areia, sendo apenas uma pequena parte coberta de pedras. Era exatamente a parte central. Existia uma grande estátua de Yassian III, o atual rei de Yassert. Aquela estátua chamou a atenção de Karteler, parecia que havia algo errado com ela. Era como se estivesse... respirando.
Karteler parou de seguir Hazfeëf e foi em direção à estátua. Quando estava prestes a examiná-la...
- Hey! Vamos logo. Por que parou?
- Esta estátua. - Karteler dizia intrigado - Esteve sempre aqui?
- Sim, desde que Yassian III assumiu o trono. Algumas lendas dizem que foi construída para guardar um grande tesouro.
Hazfeëf fez uma pausa. Percebeu o interesse de Karteler pela estátua.
- E então? Já podemos ir? - Hazfeëf já estava impaciente
- Vamos.
Karteler começou a seguir Hazfeëf, mas não parava de pensar na estátua. Não sabia o que foi, mas algo havia lhe chamado muita atenção.
Chegaram na casa. Era uma casa muito pequena e humilde, possuía muito poucos móveis, apenas uma cama, um pequeno armário e uma lamparina.
- Bem, pode tirar o capuz agora.
- Certo, mas não se assuste, tudo tem uma explicação.
Karteler retirou o capuz e explicou tudo o que havia ocorrido com ele, desde quando acordou no castelo dos trolls, até a pérola que havia encontrado, e entregue para o misterioso homem. Hazfeëf parecia acompanhar tudo o que ele dizia com muita atenção.
Após Karteler contar tudo, perceberam que já era noite. Hazfeëf deitou em sua cama, e Karteler deitou no chão mesmo.
Algumas horas depois, Karteler se levantou e saiu da casa. Foi em direção a praça central. Não poderia deixar de observar a estátua.
Chegou lá e ficou olhando. Haviam apenas dois moradores passeando por perto da praça. Sentou em um banco que ficava ao redor da estátua.
Sentiu algo se mover, sentiu que estava preparado para soltar chamas caso alguem atacasse.
- Saia daqui ou morrerá! - disse alguém atrás de Karteler
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Cheguei no capítulo X! Agora só precisam comentar.
||KaRtElEr||
Ta bom, não melhorou nem piorou,e o suspensa fica solto no ar ainda XD....
Dard* :)
concordo com o Dard, num vi muitas mudanças do ultimo cap pa ca, mas isso não é ruim, pelo contrário desse jeito se vc num melhora em um cap pelo menos se mantem a boa qualidade ;) continua plz
go go go new cap go go go
estátuas que repiram? realmente claustrofóbico =P
Melhor mater a qualidade msm, pq se tenta melhora , soh vai piora...
E...Mas nada, soh!
Capítulo XI - A maldição de Artheron
Karteler se virou, e percebeu que era um guarda.
- Eu já disse para sair!
- Me diga, quem é você? - Karteler tentava dialogar
- Não te interessa. Yassian III não te quer aqui!
- Eu não vou me retirar.
O guarda sacou sua espada e correu em direção a Karteler, desferindo um golpe que Karteler habilmente desviou. O homem correu novamente em sua direção, em vão. Karteler usou um pequeno raio de energia, mas forte o suficiente para derrubar o homem no chão.
Ele já estava se acostumando com aqueles poderes e, lentamente, já começava a dominá-los.
Com o homem caído no chão Karteler o desarmou, e guardou a espada dele, em caso de precisar. Com força, levantou o homem, e prensando-o contra a estátua, ordenou que fosse levado a Yassian III.
- Prefiro morrer do que trair meu rei.
O guarda tirou uma pequena faca de seu bolso e cortou seu próprio pulso para se matar.
- Hã? O que está fazendo? - Karteler estava surpreso
- Eu... não trairei... meu rei...
O guarda morreu. Karteler arrastou seu corpo até fora da cidade e o enterrou na areia. Agora ele continuava não sabendo onde era o castelo de Yassian III. Começou a vagar novamente pela cidade, sem rumo certo.
Encontrou uma pequena construção, cujo cheiro de bebida logo denunciava que era um bar. Abriu a pequena porta e entrou. Estava completamente vazio, havia somente o dono do bar, atrás do balcão. O cheiro de bebida, misturado com mofo era insuportável. As cadeiras estavam quebradas, a areia invadia por debaixo da porta. Os barris de vinho estavam completamente estragados.
- Boa noite. - disse Karteler, sem obter respostas continuou - Onde estão os clientes?
O dono olhou para ele, se virou e foi lavar copos.
- Ei, estou falando com você!
A porta foi arrombada, uma grande quantidade de guardas chegaram e renderam Karteler, sem chance nenhuma de que ele se defendesse.
- Saia agora da cidade, e não terá mais problemas.
Karteler chegou um pouco para trás e começou a concentrar um pouco de energia em sua mão, mas sentia que essa era diferente, parecia estar concentrando gelo. Ele começou a sentir frio por todo o corpo enquanto fazia isso, seu metabolismo ficou lento, ele quase não se mexia. Parecia que não conseguiu controlar desta vez. Lutava para ficar acordado, ou poderia morrer ali. Culpa de sua própria força. Conseguia apenas falar, e muito mal.
- Eu só quero - fez uma pausa, falava com rouquidão - falar com Yassian III.
- Por que deveriamos levá-lo para ele? Você não tem nada para falar. Causou muitos problemas nesta cidade.
- Mas, é a primeira vez... que eu venho nesta cidade.
Os guardas se entreolharam e começaram a rir.
- Você ainda tenta mentir para nós Artheron?
- Artheron? Quem é este? - estava sentindo muito frio, mas tinha que resolver aquilo - Meu nome é Karteler.
Sentiu que estava ficando quente novamente, conseguiu controlar seus poderes e ficar normal. Resolveu não atacar, já haviam o confundido, atacar apenas pioraria a situação.
- Pare de tentar mentir Artheron. Sabemos que é você.
- Como eu posso provar que não sou Artheron?
Os guardas se entreolharam novamente. Perceberam que Karteler realmente poderia estar falando a verdade. Eles abaixaram as armas e pediram que Karteler os seguisse.
Foram em direção à praça, e pararam em volta da estátua.
- Eu quero que tire a maldição que colocou na estátua.
- Maldição? - Karteler perguntou surpreso
- Sim. Você colocou a maldição na estátua, pois Yassian III não quis te entregar o nosso tesouro. A pérola de Vênus.
- Pérola de Vênus?
Os guardas se irritaram.
- Você sabe do que estamos falando! Retire agora a maldição.
Karteler não sabia o que fazer. Concentrou um pouco de fogo em suas mãos e lançou na estátua, sem efeito algum.
- Está tentando nos irritar? Estamos esperando Artheron!
- Eu já disse que não sou Artheron. Mas, vou fazer de tudo para retirar esta tal maldição.
Karteler começou a examinar a estátua, parte por parte. Experimentava tocar em cada uma delas, procurando por algo que poderia dar uma pista. Concentrou em suas mãos um feixe de luz, e começou a explorar a estátua, iluminando-a. Ao iluminar o rosto, sentiu que algo se movia. Um terremoto começou, a estátua se soltou da base da praça. Começou a andar, como se possuísse... vida.
- Corram! - os guardas estavam assustados e correram.
Karteler se viu sozinho naquela luta. Preparou a espada que tinha pego e estava pronto para lutar.
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Cheguei o RolePlay no capítulo XI. Muito obrigado pela contribuição de todos vocês, pelas críticas, sugestões, etc...
Se não fosse por vocês, certamente não teria evoluido. Tanto em escrita, quanto em idéias. Agradeço principalmente ao Dard Drak, que acompanha meu Roleplay desde o começo. Ao Gorner, meu grande amigo, desde a 1ª série, que me deu grandes idéias para o Roleplay também. E claro, a todos os outros que pararam para ler e deram suas opiniões.
Thanks for everyone! :)
||KaRtElEr||
buaaaaaa nem me cito :triste: :P :riso: lol ei po nessa tu melhoro muito, pos mais mistério, que é esse tal de (num sei escreve o nome :P ) kra ai, e essa estatua, e´pero que ela seja muito pau para dar pelo menos trabalho :P :riso:
:787: Here I go! :dry:
Voltando das catacumbas! :)
Curioso... Mas como a estátua animou-se? Magia? "Sangue estatual"?
Curiox Morozesk
:ninja: :ninja: :ninja:
humm!! P-E-R-F-E-C-T!!! Seu skill de elaboração de redação subiu pra 100, pow axoq nem o Chuck Norris escreve tão bem..
p.s.:Desculpe Sr. Norris foi só uma brincadeira >.<
Ééé,curioso um luta com uma estátua de pedra...
Dard* :)
bom, eu so iniciante em RP, mas vo dah a minha opinião, ta mto legal, mas como foi q criou vida, o Karteler ou Antheron, deve ter petrificado o rei neh?
Vocês entenderão como ela ganhou vida daqui a alguns capítulos. ^^
||KaRtElEr||
Gente, hoje eu não vou colocar outro cap. Porque não estou passando muito bem, e sinto que o cap não vai ficar bom.
Amanhã vem o cap XII.
||KaRtElEr||
Capítulo XII - A pérola de Vênus
Karteler sacou a sua espada e partiu para cima da grande estátua. Desferia golpes furiosamente sem efeito algum. Sua pequena lâmina não conseguia cortar a grande pedra maciça que compunha a estátua. Ela desferia alguns murros no ar, tentando acertar Karteler que conseguia se esquivar com alguma dificuldade.
Ele se apoiou com a perna e carregou um raio em sua mão, atirando contra a estátua. A parte atingida soltou um pouco de poeira, mas nada que pudesse realmente machucar a estátua. Precisaria de algo realmente muito mais forte, o que não era possível, já que seus poderes ainda eram muito limitados.
Karteler corria pela cidade, tentando despistar a estátua, que o seguia derrubando alguns prédios.
- Não posso continuar aqui. Se ele continuar derrubando os prédios não sobrará cidade!
- Hey Karteler! Por aqui!
Ele olhou para o lado e viu Hazfeëf. Correu até ele e se escondeu em um pequeno beco. A estátua parou. Não avistava mais Karteler, deu meia volta e foi em direção ao castelo de Yassian III.
- Você está bem Karteler?
- Sim. Só estou muito cansado.
- O que era aquilo?!?!
- A estátua da praça. Eu sabia que havia algo errado com ela. Parece que está amaldiçoada por um tal de Artheron.
- Artheron?
Hazfeëf neste momento ficou completamente pálido. Karteler estranhou completamente esta reação dele.
- Você conhece Artheron? - Karteler perguntou
- Isso não vem ao caso. Se foi Artheron que amaldiçoou aquela estátua, temos mais problemas do que pensamos. Você deve ir imediatamente destruir aquela estátua.
- Mas, como eu posso fazer isso?
Hazfeëf olhou para Karteler fixamente, com um estranho olhar. Ele nunca havia visto ninguém com aquele olhar. O que estava acontecendo?
- Use a pérola de Vênus.
Hazfeëf correu para a saída da cidade, deixando Karteler lá, sozinho naquele escuro beco. Ele também saiu e foi seguindo as pegadas que a estátua havia deixado no chão, em direção ao castelo de Yassian III.
Ao chegar no castelo viu o muro destruído, chegara muito tarde. A estátua já estava dentro. Passou pelo enorme buraco e chegou ao portão principal, que estava arrombado.
Entrou. Avistou muitas portas e uma grande escadaria. Correu subindo a escadaria e chegou ao trono de Yassian III.
O rei estava caído no chão, a estátua estava de pé. Procurando por algo. Karteler foi para cima da estátua e lançou novamente um raio. A estátua se virou e começou a atacá-lo. Ele tentou fazer o máximo para fazer a estátua baixar a guarda. Quando conseguiu, lançou um forte raio em direção a estátua, derrubando-a.
- Pegue... pérola... no trono... - Yassian III falava em voz baixa
Karteler foi em direção ao trono. Era um grande trono, com detalhes dourados e um forro vermelho. Avistou logo, no topo do trono, a pérola. Retirou-a.
A estátua se levantou e foi em direção a Karteler e desferiu um poderoso golpe. Uma enorme quantidade de poeira se levantou.
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Aew gente! Melhorei. Gripe é fogo, conseguia nem pensar. Mas está aí o cap XII, espero que vocês gostem. ^^
PS.:Tá atrasado mas tá aqui! XD
||KaRtElEr||
Aposto que com um golpe ele pulverizou a estátua o/....
Ou a estátua que pulverizou ele?¿
Dard* :)
wow cara acabei de voltar da festa que ta tendu aqui e ja encontro otro cao aeeew \o/ vai la karteler que agora com duas perolas c detona ele com um golpe o/
go go go new cap go go go
go go go Brasil no jogo de amanhã go go go
/o/ \o/ \o\ /o/ \o/ \o\
:787: Here I go! :dry:
Será essa história baseada em outro planeta de nosso sistema solar? Vênus... :P
Interessante, e estatuazinha maligna...
Curiox Morozesk
:ninja: :ninja: :ninja:
O kartler vai botar a perola e virar o supersayadin nivel 3? ou ele vai c transformar numa estátua tmb, tah ótimo, mas eu quero mais!!!!!
Capítulo XIII - Artheron
Uma enorme quantidade de poeira se levantou. Yassian III estava no chão. O que haveria acontecido?
Do meio de poeira, a estátua sai com um braço completamente destruído. Logo após, Karteler sai do meio da poeira. A pérola brilhava em sua mão. Levantou o braço. O chão começou a se partir ao meio em direção a estátua, que caiu partindo-se em pequenos pedaços de entulho. Uma pequena esfera de energia saiu da estátua e se dissipou no ar.
Yassian III aplaudiu Karteler.
- Muito bem! Você conseguiu.
- Agora me diga. - Karteler estava cansado devido a luta - Por que mandou os guardas atrás de mim?
- Você já sabe. Pensei que fosse Artheron, mas vejo que não. Artheron nunca teria me salvado.
Karteler olhou para Yassian III que se levantava e sentava novamente no trono, limpando sua roupa.
- Quem é Artheron?
Yassian III olhou para Karteler com olhar de medo.
- Você não deve se preocupar com isso. Com certeza, Artheron irá te procurar.
- Por que ele me procuraria?
- Porque você levará a pérola com você.
Karteler se assustou. Não era aquele o maior tesouro de Yassian III?
- Não tem motivo para se assustar. A pérola estará mais segura com você.
- Bem... muito obrigado.
Karteler virou as costas e se retirou, levando a pérola em sua mão. Saindo do castelo, lembrou de Hazfeëf. Ele saiu correndo do deserto, por que? Resolveu sair e procurar por ele.
Andou alguns quilometros e encontrou Hazfeëf. Um homem também estava junto com ele. Pareciam conversar. Karteler não foi visto por nenhum dos dois, aproximou-se lentamente para ouvir a conversa. Mas antes que pudesse chegar, o homem desferiu um golpe, fazendo com que Hazfeëf caísse.
Nervoso, Karteler preparou sua espada e correu em direção ao homem.
- Huh? É você Karteler. - disse o homem
Karteler parou de correr e abaixou a espada. Percebeu que era o homem do castelo.
- Por que você atacou Hazfeëf?
- Hazfeëf? Refere-se a este homem? - fez uma pausa - Ele é Artheron.
Karteler ficou chocado. Hazfeëf era Artheron? Não é possível. Ficou alguns minutos parado, olhando fixamente para o horizonte. Desligado do que estava acontecendo.
Apenas voltou a si com o homem falando com ele.
- E então? Algum sucesso com as jóias?
Karteler olhou para a pérola de Vênus que estava em sua mão.
- Sim. - Karteler entregou-a a ele
- Muito bem. Esta é a segunda. Faltam apenas três.
O homem deu alguns passos, e sumiu tão rápido que Karteler não pode ver o que acontecera. Karteler olhou para o corpo de Hazfeëf no chão. Seria mesmo Artheron? Pegou ele nas costas de deixou-o na entrada de Yassert. Talvez, alguem fosse procurá-lo lá.
Saiu da cidade e começou a andar em direção a Soutan. Talvez pudesse conseguir algumas respostas lá. Suas roupas balançavam com o forte vento nas planícies da guerra. Já via a cidade se levantando no horizonte. Alguns minutos depois já estava no portão principal.
Estranhou logo ao entrar. Soutan estava completamente quieta. As ruas estavam completamente limpas, os prédios pareciam desertos. Nunca havia visto a cidade tão vazia. Apenas um leve som podia ser ouvido. O som vinha da igreja. Andou em direção à ela. A cada passo o som ficava um pouco mais alto.
Chegou na igreja. Parecia que eles estavam fazendo alguma coisa lá dentro. Entrou.
A sacerdotiza fazia uma oração, e todos os moradores de Soutan a acompanhavam, sentados em seus bancos. Karteler foi para o canto e esperou que tudo acabasse. As pessoas saíram e voltaram a suas atividades normais. Karteler se dirigiu a sacerdotiza, que parecia feliz em vê-lo novamente, mas ao mesmo tempo, parecia preocupada.
- Olá Karteler. - olhou para os lados, como se procurasse algo - Onde está Ann?
Karteler explicou calmamente para ela, tudo o que havia acontecido. Contou sobre as pérolas, e sobre Artheron.
- Artheron??? - A sacerdotiza se asustou
- Sim, você sabe alguma coisa sobre ele?
Ela olhou para Karteler com um olhar de tristeza. Parecia que ia lhe falar alguma coisa, quando ouviu um enorme estrondo. Karteler pediu que ela ficasse ali e correu até o portão principal. Por ele entrava um homem, de pele completamente branca, cabelos cinzas e uma tatuagem vermelha, em forma de raio, no seu rosto. Trajava roupas estranhas, e possuia também um anel.
- Quem é você? - Karteler perguntou preparando-se para alguma luta.
O homem olhou fixamente para Karteler e sorriu, com um olhar maligno em seu rosto.
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Cap XIII aqui! Espero que gostem. ^^
Edit.: Pequeno edit. Coloquei o que aconteceu com o corpo de Hazfeëf. Quando eu escrevi o cap aqui, acho que pulei esta linha. Obrigado Gorner por reparar.
||KaRtElEr||
Eu gostei, o problema eh q na parte da luta com a estatua eu fikei confuso
E isso...
..::Gorner::..
eu gostei fico massa, mas agora ta meio estranho o rei simplesmente dar a esfera pa Karteler, se ela tem tanto poder o rei naturalmente iria querer para ele mesmo, tirando isso eu gostei, new cap plz.
go go go new cap go go go
É...esse cap. foi meio sem sal,mas deu a entender mais a história XD...
Só achei exagerado o poder dele...
Dard* :)
Kra, sem zuera, ta ficando mt bom, mt bom mesmo. No começo tava meio bagunçado, mas agora ta mt bom.
Continua.
[]'s
:787: Here I go! :dry:
Tire a poeira da história! :)
Continue...
Curiox Morozesk
:ninja: :ninja: :ninja:
Capítulo XIV - A maldição da Lua.
O homem olhou fixamente para Karteler e sorriu, com um olhar maligno em seu rosto. Já estava noite. Ele colocou a mão em sua mochila e tirou uma flauta. Karteler estava surpreso. O que ele iria fazer com uma flauta?
Começou a tocar uma suave melodia. Aquele doce som se espalhava por toda a cidade, e todos chegavam para ouvir. Aquele som envolvia Karteler, e era como se o prendesse naquele lugar, imóvel. Dormiu.
- Karteler, acorde.
Karteler levantou-se, ainda tonto. O que havia acontecido? Estava em uma cama, no meio do nada. Era apenas uma grande planície, vazia. Ao sair da cama, ela desapareceu.
- O que está acontecendo? - perguntou Karteler gritando
- Acalme-se, e não tenha medo. Está em local seguro.
Karteler apenas ouvia a voz, mas não via ninguém.
- Quem é você? Apareça!
- Não precisa me ver ainda. Devo explicar-te. Na cidade, aquele era um soldado de Artheron. Ele foi mandado para que trouxesse você para cá.
- Artheron? Mas... ele morreu.
- Hum. Primeiro, Hazfeëf não morreu e segundo, ele não é Artheron. Se quiser saber quem é Artheron, terá que pegar as cinco pérolas. Sei de sua jornada para resgatar sua amiga. Aquele soldado carrega no anel uma pérola, mas você não pode vence-lo. Está muito fraco neste momento.
- Fraco?
Karteler não sabia o que ele estava dizendo, até que olhou para si mesmo. Estava na forma humana. O que aconteceu?
- Vi que já percebeu que está em forma humana. Esta é uma pequena maldição. Quando o Mago Sombrio foi derrotado na grande guerra, amaldiçoou o lendário Troll, e os seus descendentes. Em todo 1º dia da lua cheia do mês, você ficará assim.
- Isso é bom! Eu estou normal.
- Deve ficar aqui até voltar ao normal.
- Mas, por quê? Eu luto melhor deste jeito.
Um portal se abriu em sua frente.
- Se quiser se matar, vá.
Karteler andou até o portal e entrou.
- Idiota.
Ele olha em volta e vê que está em Soutan. O homem guardou a flauta em sua mochila e correu na direção de Karteler com a espada. Karteler sacou sua espada e se defendeu. Começou a luta.
Karteler desferia golpes rapidamente, mas o homem desviava como se estivesse brincando. Com apenas um golpe, Karteler cai no chão. Sua forma humana o enfraqueceu. Não conseguia mais usar os poderes de troll, seria o seu fim.
O homem ergueu a espada.
Enquanto isso, no castelo.
- Matthey. - Ann dizia preocupada - Você está bem?
Ele estava muito fraco devido a falta de alimentos. Estava já magro e não tinha forças nem para falar. Ann chorava, ajoelhada, perto de Matthey. A grande porta do calabouço se abre. O homem do castelo entra, ainda com a cabeça coberta pelo capuz. E entrega um prato de comida para Ann.
- E o de Matthey?
Ele olhou para Ann.
- Não me interessa que ele viva. Apenas você.
Após dizer isso, saiu da sala. Ann pegou sua comida e deu para Matthey. Com dificuldades ele comeu.
Algumas horas depois, Matthey já possuia um pouco de força para falar.
- Ann, venha até aqui. - falava com dificuldade
- Matthey? Você está bem?
- Ann, eu não tenho muito tempo aqui. Quero que você se cuide, e seja forte quando Karteler voltar. Ficamos muito tempo sem ver um ao outro, e não queria me despedir assim.
- Não diga besteira Matthey. Você não vai mor...
Ele tampou a boca de Ann com o seu dedo indicador, em sinal de silêncio.
- Não se preocupe. Esta é a minha hora. Eu apenas quero que quando você e Karteler saírem daqui, sigam para a Praia da Morte. Eu tive um sonho, e lá vocês poderão encontrar... algo... importante...
O rosto de Matthey caiu para o lado. Ainda estava sorrindo, enquanto suas pupilas dilatavam lentamente.
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Um minuto de silêncio para Matthey... XD
Comentem aí, desculpe o atraso de atualização, estava sem tempo.
||KaRtElEr||
pô kra tu é muito mau, mato Matthey e ainda dexo ele com fome, quero ver como Ann vai se virar agora :P , a voz tem razão, Karteler é idiota(o kra naum vc) :P lol continua plz ta muito massa.
go go go new cap go go go
[QUOTE=Karteler Iridia]Capítulo XIV - A maldição da Lua.
Poderia colocar "ele", ou outro pronome no lugar, para evitar repetições...Citação:
O homem olhou fixamente para Karteler e sorriu, com um olhar maligno em seu rosto. Já estava noite. O homem colocou a mão em sua mochila e tirou uma flauta. Karteler estava surpreso. O que ele iria fazer com uma flauta?
O homem começou a tocar uma suave melodia.
Creio eu que não existe essa palavra...seria melhor "levantou-se"...Citação:
Karteler levantava-se
Tadinho do Matthew =(...
Dard* :)
Antes que alguém comente sobre isso, eu mesmo vou esclarecer.
Realmente, é impossível que suas pupilas dilatem, pois deveriam estar totalmente dilatadas. Como eu citei alguns capítulos atrás, o calabouço era completamente escuro, somente um fio de luz passava por baixo da porta.Citação:
Postado originalmente por Karteler Iridia
Deixarei isso no texto como uma escrita mais leve sobre ele ter morrido. Mas, tecnicamente, está errado.
||KaRtElEr||
:787: Here I go! :dry:
Bom, o Matthey não ta nas melhores!
E vai me prender bem hem! :)
Curiox Morozesk
:ninja: :ninja: :ninja: