logo qmbaxo do rp dele tem um link dizenu "quer falar cmg?? add meu msn" clica nakela ft q vai add o msn dele ;)
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:787: Here I go! :dry:
Muito boa a história! Linguagem culta, vocabulário rico(qual sua série? Universidade?), criativo.
Curiox
:ninja: :ninja: :ninja:
meu deusssss
cara
teu rp eh mto rox
;DD
pra mim vai vira otra lenda.. ki nem (nao sei si todos vao concorda) Rebeld wolfeye
ateh hj eu lembro
mto bom
continua aih ;D
i tenta bota mais caps ^^
mto bom mesmo =)
Gente, gostaria de informar que é muito difícil, quase impossível eu conseguir postar um capítulo amanha, porque eu estou em SP, e não dá pra eu escrever aqui. Então gostaria de pedir paciência para até, no máximo, segunda feira à noite com o capítulo 10 do meu Roleplay.
Desculpas a todos
:787: Here I go! :dry:
Não tem problema ^^
Contanto que poste, espero paciêntemente pelo meu jantar.
Curiox
:ninja: :ninja: :ninja:
Lol...
Sem problema...
Só uma pergunta, a história vai retornar para o treinamento de Reepari ou vai continuar de onde está?
Jotinha
:) :) :)
Apenas uma coisa a dizer à tamanha obra: excitante.
legal,gostei,mais to sem nenhuma sugestao
..Citação:
Postado originalmente por Onilink
jah passo akela segunda fera.. xP
i jah vai passa mais uma.. ;///
num dexa passa mais uma nao =))))))))))
gogo best rp?
Cap.10: A arriscada saída de Gylluis.
No dia seguinte, o clima era de apreensão. O sucesso (ou, quem sabe, o fracasso) na guerra dependia unicamente de Thovald e Shawk conseguirem o Olho Fatal em Kamayûnga, o que significa sair do continente numa caravela, atravessar o Grande Mar Central e aportar nos arredores de Iviïti, para então se dirigir à Kamayûnga. Seria uma jornada arriscada, mas mestre e discípulo estavam certos do que deveriam fazer.
Thovald e Shawk prepararam as malas e os mantimentos: precisariam de toda a comida que pudessem levar consigo, suas armaduras lustradas e suas armas amoladas. É arriscado demais partir segurando a bandeira de “paz” nas costas, ainda mais em outro continente.
-Tudo pronto, Thovald! – Disse um Shawk alegre (como sempre), terminando de fechar a última mala. – Vamos para o porto de Rûzar, onde pegaremos o barco para Iviïti. De lá andaremos alguns dias até chegarmos em Kamayûnga.
-E, você sabe quanto tempo levará mais ou menos a nossa jornada? – Perguntou Thovald, enquanto acabava de guardar sua armadura em sua caixa.
-Calculo uns três meses para ida e volta, mas esse tempo pode ser bem maior. Não sabemos o que nos aguarda em continentes estranhos. Digo isso por experiência própria. – Respondeu Shawk, botando uma espécie de mochila nas costas, enquanto Thovald fazia o mesmo.
-Precisarão sair da cidade sem serem vistos, ou podem deixar pistas de nossa localização. – Disse um Filligan sério.
-Já pensei nisso – Shawk tornara-se sério de repente -, sairemos à noite, e se as tropas de Stock não foram espertas o suficiente, não fecharam boa parte dos caminhos ocultos de Gylluis, que levam para fora da cidade. Tem uma entrada à poucos metros daqui.
Então, Shawk dirigiu-se até Filligan, apertou-lhe a mão e lhe deu um abraço.
-Até breve, amigo. – Balbuciou Filligan, quase chorando.
-Até breve, voltarei com o Olho Fatal para todos nós! – Disse Shawk, parecendo querer encorajar o homem.
Nas horas seguintes, Shawk e Thovald discutiram assíduamente o plano de fuga. Tudo deveria ser perfeito, e, se funcionasse, sairiam da cidade sem ao menos deixar pistas de que chegaram! Era um trajeto complicado, que consistia em: sair do prédio onde estavam, se dirigindo para a esquerda mais próxima (essa seria a única hora vulnerável deles, segundo o plano). Eles chegariam em outro beco, onde tem uma passagem para os canos de esgoto da cidade (e, de quebra, uma entrada secreta no atelier de Jank). Eles deverão seguir o cano por aproximadamente 800 metros, quando encontrarão uma válvula em uma porta entre-aberta. Ao entrarem na porta, deverão encontrar um longo túnel que os levará direto para o lugar onde desemboca um pequeno riacho de Gylluis. Ao chegarem no fim do riacho, deve haver um precipício à esquerda deles (pouco maior que 20 metros de altura), e um estreito caminho na montanha (essa é a parte mais crítica do trajeto). Após o caminho, eles se encontrariam na estrada, já fora da cidade.
À noite, chegara a hora. Shawk e Thovald vestiram roupas leves e escuras, pegaram suas mochilas (que, além de suas armaduras, tinham suprimentos), e se prepararam para a arriscada empreitada.
Ao sairem do prédio, olharam cuidadosamente ao redor. Nem sinal das tropas de Stock. Atravessaram a rua, viraram à esquerda e chegaram salvos ao beco, onde tinha a entrada para os esgotos da cidade.
Passaram calmamente o túnel, entraram na porta entre-aberta (nessa hora, Shawk acabara de matar um rato, pisando em sua cabeça), atravessaram o longo túnel e chegaram, finalmente, ao riacho, e ao precipício.
Vendo o estreito caminho que se espremia entre a montanha e o precipício, Thovald falou:
-Como você pretende passar por aí?
-“Nas piores dificuldades, sempre use um Xuon”, acho que já devem ter lido isso para você na escola. – Respondeu Shawk, abafando uma risada. –Xuon, Gohwe!
-Xuon, Gohwe! – Imitou Thovald.
Ambos pularam numa altura impressionante, e pararam do outro lado do penhasco, bem em cima de um caminho de terra batida, de onde se via uma cidade ao fundo.
-É, não foi tão difícil. – Comentou Thovald, olhando para o caminho que deixaram de percorrer, ao lado do precipício.
-Agora vem a parte difícil... – Disse Shawk, com um certo tom de preocupação na voz.
Quando Thovald se vira, entende o por que. Mais de 20 soldados de Stock, todos com arcos apontados para eles.
:787: Here I go! :dry:
Ahhh...
Simplesmente fudeu!
Hehehe muito bom o cap!
Curiox
:ninja: :ninja: :ninja:
Mais um ótimo caítulo da historia! Espero que ela continue com muitos capítulos, se Thovald não tiver vida suficiente então quem continua a aventura é o filho dele :P Imagina 100 capítulos :riso:
Quando Shawk fala eu lembro do Gandalf do SDA.
Muito bom,no tempo que eles levaram para conseguir esse olho fatal ja terá morrido a maioria da cidade :P .
cara tá muito bom!!! comecei a ler tudo hog mesmo, a história tá muito bem desenvolvida, tudo no seu lugar ^^
dá pra publicar um livro hem...hauahuahuahauau
continua aew!! keru v essa batalha!
Bom d++ ;DD
gogogo mais cap
;~
to loko pra ve q ki vai dah
\o/
Cap. 11: Surge Phreacius!
-Há quanto tempo, meu caro amigo Shawk! – Disse um homem de voz grave, chegando perto deles. Era alto, corulento, tinha uma cara gorda e quase não tinha pescoço. Além disso, ainda tinha uma volumosa barba e um bigode que parecia querer dar voltas.
-Meu caro Phreacius, irônico como sempre... – Falou um Shawk aparentemente não gostando do que dissera o homem.
-Ora ora, o que é isso? Nem parece o sorridente Shawk, professor da academia de anos atrás!
Thovald vira um pouco o rosto, e pergunta com o canto da boca:
-Você conhece esse homem?
-Ele foi professor da academia, um dos piores pra falar a verdade. Era ambicioso, mesquinho e egoísta, por isso foi tirado de lá. – Shawk vira o rosto, vê a sorridente face de Phreacius, e volta a olhar Thovald – Nunca gostei dele, mas esperar que ele virasse um soldado de Stock, achei impossível...
-Não soldado, caro Shawk, mas Comandante de Tropas e Conselheiro Oficial do grande Rei Stock! – Disse o homem, abrindo um largo sorriso e soltando uma irritante gargalhada.
Shawk estudou a cena. Estavam quase de joelhos, no meio de uma estrada que saia da cidade, com mais ou menos 20 soldados apontando armas para ele. O azar era tremendo.
Foi quando Shawk se tocou.
-Hã, conselheiro oficial... Duvido muito que Stock confiasse em alguem além de sua sombra... – Disse Shawk, com uma risada irônica.
-CALE A BOCA, VERME! – Phreacius bateu a cabeça de Shawk usando seu largo punho. – O GRANDE STOCK CONFIA EM MIM, ELE ME NOMEOU PARA O CARGO MAIS ALTO QUE ALGUEM PODE CHEGAR!
No chão, mesmo com algumas dores, Shawk retruca, com um sorriso irônico no rosto:
-“Grande Stock”... Se ter um artefato é ser grande, existem 6 maiores do que ele. – Shawk dá uma piscadela de olho para Thovald.
-Vai, Kazio Kayash Zion!
No segundo seguinte, Thovald se levanta, desembainha a espada, e começa a girar. Inimigos começam a cair inconscientes e decapitados, enquanto outros atiram flechas ninguém sabe para onde.
Levanta uma grossa nuvem de poeira. Phreacius perde de vista Shawk e Thovald, e com isso fica desesperado. Como havia perdido uma oportunidade tão boa de matar Shawk?
Após alguns minutos, a poeira baixa. Se viam alguns corpos pelo chão, algumas cabeças, uma larga poça de sangue e vários soldados com machucados.
-Senhor, perdemos oito soldados! – Disse-lhe um homem, se aproximando.
-Maldito Shawk... – Phreacius agora espumava de raiva. – Como ele conseguiu armar isso tão rápido contra mim? Vamos homens, de volta para o castelo do grande Stock. Ele saberá o que fazer.
As tropas se alinharam, e seguiram Phreacius. De cima de uma árvore, escondidos entre folhas, Thovald e Shawk observam calmamente o que sobrou das tropas irem embora.
-Brilhante! – Exclamou Thovald. – Simplesmente perfeito! Como você conseguiu aquela brecha?
-Você ainda tem muito o que aprender, Thovald. – Respondeu Shawk, abrindo o seu habitual sorriso no rosto. – Eu provoquei Phreacius de propósito. Você não viu que, quando ele me socou, ele teve que largar o arco?
-Ah, é verdade!
-Quando eu estava no chão, vi bem que ele teria uma reação lenta. Bom que você conseguiu entender a mensagem.
-Sendo seu aluno há 2 anos, algo eu tenho que ter aprendido né. – Falou Thovald, começando a descer, silenciosamente.
Os dois chegam no chão, e olham para o horizonte. Seria uma longa caminhada dali para frente, e eles teriam que começar o quanto antes.
Não sabendo como, nem porque, Shawk tinha uma forte impressão que aquilo era só o começo do que passariam. E, se fosse isso mesmo, foi um começo bem conturbado.
Teriam de rumar até o porto Rûzar, na cidade de Awyziel.
-Pelo que conheço de Awyziel, é bem movimentada. Precisamos chegar sem fazer muito escândalo. Podem haver simpatizantes de Stock por lá. – Falou Shawk, enquanto andavam, conversando, na estrada de terra.
-Vamos e pegamos o barco. Só. – Falou Thovald decidido.
:787: Here I go! :dry:
Muito bom o capítulo!
Num tem jeito de, digamos, você traduzir as magias, técnicas, e etc? Brincadeirinha ^^
Curiox
:ninja: :ninja: :ninja:
eaw tah mt massa to viciando nele :cool: eh num pare de escrever n podemos ficar sem esse seu talento
PERAE...
Cade o capitulo 11 ???
Axo ke so to vendo o 10 e depois o 12 :blink:
:unsure:
Onilink, agora tive tempo para ler =P
Achei uma coisa estranha, você misturou um pouco de Rag com Naruto... Isso ficou um tanto original, mas como disseram no começo, achei que li Harry Potter.
Pontos altos: Escrita e idéia.
Ps: Descrição também xD
Tá muito bom, agora li os dois ultimos, que bom que continuou, quero mais, quero mais, CONTINUA E FAZ UM LIVRO *_*
Até
~Heenett
Demoro bastante pra mim ler, mais ta otimo interessante e irreal. so achei um erro mesmo vc falando q tem varios nomes ja gravados, coloca alguns ataques que voce ira usar novos daqui pra frente, assim algumas pessoas ñ falam q cada dia vc inventa 1000 ataques novos
espero ter cido uma boa critica, se num for =[
Tá muito legal Onilink...
só nao entendo quando vc fala: disse "um" Thovald...
nao entendo o uso desse "um".
mas a história está bastante interessante.
flw!
Bom primeiramente gostaria de dizer que você ta de parabéns, a historia está legal, as magias tem efeitos novos e diferentes, a semelhança com naruto e rag, é algo compreensivel, ja que eles pegaram tudo que temos de atual e colocaram no anime/jogo deles neh...mesmo porque se a gente não usar algo como isto, ficariamos sem muito o que trabalhar pois o rp aqui trata-se de algo a ver com mitologia baseada em tibia, e a sua está ótima, segundo gostaria de dizer que o trabalho com os nomes e a relação arma/armadura x personagem está bastante original ja que é algo que ele sempre usara, dando um laço afetivo aos itens.
Oni vc ta de parabéns e espero sinceramente que vcocê continue com seu RP, pois estou muito interessado em ver o thovald com os 7 artefatos em sua mão, imagina o estrago que ele faria nos "carinhas" mals...
rsrs
:)
Continua assim, tá ficando muito legal! Só tive tempo de ler o 11º capítulo agora, pelo menos amanhã já sai outro :)
tah mto bom kra, parabéns ae, axo q nem eu poderia fazer algo melhor...
continua logo plz!
Cap.12: Surpresas de Awyziel.
Após vários dias caminhando, Thovald e Shawk finalmente chegam em Awyziel. É uma daquelas grandes cidades litorâneas, que sobrevivem graças ao seu porto e o seu comércio. Era uma das mais antigas cidades de Wallgow, e por isso muito respeitada.
Entraram normalmente na cidade, sem que ninguém os reconhecesse. "Um bom sinal", pensou Shawk, acostumado às calorosas recepções da nova era de Gylluis.
-Precisamos chegar o quanto antes ao porto e pegar o barco para Kamayûnga. - Disse Shawk, enquanto desciam uma ruela. - Não queremos chamar muita atenção por aqui. - Chegou perto do ouvido de Thovald, e disse: - Podem haver espiões de Stock por toda parte.
-Sem problemas, o povo daqui parece ser pacífico. – respondeu Thovald, enquanto fitava a cara dos mercadores, que vendiam desde espadas de plásticos, até peixes empalhados.
Foi quando Shawk parou.
-Kyok: Wezak!
Ele se virou, e atingiu em cheio o coração de um transeunte, usando apenas um dedo.
Thovald estava chocado. Nunca vira o seu mestre agir assim, atacando uma pessoa aleatória no meio da rua, ainda mais de uma cidade desconhecida.
-Vá rápido para o porto, e me espere lá. Não olhe para trás, apenas corra com um Xuon o mais rápido possível para lá... – Disse baixinho Shawk, no seu ouvido.
-M-mas p-p-por que? – Perguntou Thovald, abismado.
-Apenas vá! – Gritou Shawk, correndo e atacando um outro cidadão.
Thovald sentiu que era importante, e resolveu correr. Usou um Xuon, e correu o mais rápido que pode até o porto, e se escondeu perto de um container que lá estava. Tudo parecia confuso demais para ele. Tanto, que resolveu dormir por lá mesmo.
Thovald acordou de subito, com uma gota d’água no rosto. Dormira por quanto tempo? Ou, melhor ainda, onde estava?
Era uma casa (ou, pelo menos, parecia). Pequena, porém com tudo necessário para se viver: uma mesa, um sofá, uma lareira (com uma chaleira pendurada bem em cima), alguns armários com livros e uma porta que certamente levava para fora, e outra que levava para alguma espécie de quarto. Havia um pequeno buraco no teto, de onde escorriam constantes gotículas de água.
-Finalmente acordou. – Disse-lhe uma voz conhecida.
-SHAWK! – Respondeu, alegremente, Thovald.
-É, eu estava errado. Esta cidade está dominada por agentes de Stock.
-Mas... Onde estamos?
-Ah sim, esqueci de dizer-lhe: estamos na casa de um amigo meu, Rayujin. Ele estudou na escola comigo.
De trás de uma estante, surge um homem alto, magro e de feições finas. Tinha o cabelo negro, como seus olhos, e uma pequena barba por todo o rosto.
-Deveria te-los advertido que essa cidade não era mais a mesma, mas infelizmente não sabia que vocês estavam a caminho... – Frisou Rayujin, caminhando na direção de Shawk.
-E nós deveriamos ter dito a você que estávamos a caminho. – Respondeu Shawk, com seu habitual sorriso.
-Bem, - Começou o anfitrião, sentando no sofá – essa cidade nem sempre foi assim. Há mais ou menos três meses, Stock resolveu expandir seu império, e Awyziel foi seu alvo. Como somos uma cidade muito pacífica, acabamos sendo presa fácil para suas tropas. Hoje temos de pagar tributos para Gylluis, e temos soldados andando à paisana por toda a cidade.
-Realmente, senti isso logo que comecei a andar na cidade. Já sabiam que estávamos aqui, por isso começaram a nos rodear.
-Então tá explicado. – Thovald parecia ter entendido tudo. – Mas, como nós vamos até o porto agora?
-Bem, Rayujin mora dentro do porto. – Shawk agora tomava uma grande xícara do que parecia ser uma bebida quente.
-Realmente. Sou operador daqui. Eu posso mandar um barco ficar parado por anos à fio aqui, se eu quiser, e sem ninguém me perguntar o por que. – Acrescentou Rayujin.
-Em outras palavras, partiremos amanhã pela manhã. Esteja preparado, pois esse pode ser o mais curto e perigoso trecho que iremos percorrer. – Disse Shawk, depositando a xícara em cima do mesanino.
Muito foda o novo capítulo, quero continuação xD
mto massa, so uma crítica, o thovald num bateu em ninguém, uma obs: no capitulo anterior o thovald usou uma espada pra cortar os kra e escapar ele num usava martelo, flw ae qro continuação logo! uma semana demora mto!
:787: Here I go! :dry:
Issa!! Chegando!! ^^
Vai lá Oniiiii!
Curiox
:ninja: :ninja: :ninja:
Simplismente PHODASSTICOO UHUhiuhdiaUHDIAUH
Adorei sua história cara!!
Parabéns mesmo..
E quero continuaçãããooo heimm..
^^
Ty.
.Léo.
Cada dia se superando Oni.....
Fico irado o novo capitulo. o irado da tua historia e que oque aconteçe no inicio e meio do capitulo, qse sempre vc explica no final dele ou no inicio do outro =D
Cap.13: Partida.
Thovald acordou cedo na manhã seguinte. Estava ancioso para sair do continente pela primeira vez, e também para fazer uma viagem longa de barco. Levantou, vestiu uma roupa leve, pegou seu machado, e foi até a sala de entrada da casa, esperar Shawk.
Não tardou muito, e o seu mestre chegou, com seu habitual sorriso no rosto, e sua mochila pronta para a viagem.
-Hora de partirmos. Já está ficando tarde. – Disse Shawk, abrindo a porta da casa.
-Boa sorte, amigos! – Disse Rayujin. – Pegando o primeiro barco da manhã, vocês devem chegar à noite em Kamayûnga. Bem, devem chegar, se não houver nenhum contratempo...
-O que você quer dizer com “contratempo”? – Perguntou Thovald, com uma ponta de preocupação na voz.
-Bem... Essa rota que vocês farão é extremamente visada por piratas em geral, já que Awyziel é uma cidade mercante. Muito ouro circula por aqui, sabe... – Respondeu Rayujin, aparentemente tranqüilo. – Mas não se preocupe, eles estão quase extintos atualmente. Muito dinheiro é oferecido pela cabeça dos piratas. Tem um que está cotado em mais de duas milhões de peças de ouro!
-Bem, se eles atacarem, sentirão o poder dos guerreiros de Gylluis! Vamos, Thovald. – Disse Shawk, saíndo pela porta.
-Bem, até mais então. – Falou Thovald, enquanto também saía pela porta.
Chegaram logo ao porto. Tudo parecia quieto demais para uma cidade dominada por Stock.
Logo avistaram o navio que deveriam entrar. Era uma galera razoávelmente pequena, com espaço para uns poucos quilos de mercadorias, e alguns passageiros. Era basicamente um barco de deslocamento rápido.
Thovald e Shawk subiram pela rampa, e acomodaram-se em cima do que parecia ser um saco de grãos, e esperaram.
Depois de algum tempo, retiraram a rampa, e o pequeno barco começou a mover-se. Era um movimento lento e constante, ao balanço das ondas.
-Senhor, avistamos um cargueiro! – Falou o homem de baixa estatura, com uma bandana na cabeça.
-Excelente... Avise todos! Se saiu de Awyziel, está carregado de pedras preciosas... – Falou um homem alto, corpulento, com uma barba marron e cabelos desgrenhados. Usava, ainda, um chapéu grande, curvo e com algumas penas penduradas.
-Capitão Baelchiur, a aproximação levará em torno de 40 minutos. – Completou um homem que se aproximava.
Thovald notou que Shawk estava quieto demais, coisa que não costumava a acontecer. Ficava fitando o horizonte, aparentemente esperando que alguma coisa acontecesse.
-Estranho... – Comentou Shawk, repentinamente. – Essa presença que eu sinto... Parece que é alguém que eu não vejo há muito e muito tempo...
-Mas como pode? Estamos no meio do mar! – Falou Thovald, abrindo os braços.
Foi então que começou o caos geral. Thovald pode logo ver o motivo: ao longe se via uma embarcação, com uma Jolly Roger de uma caveira com penas na boca.
kra a historia continua boa, mais tem um problema. esse kra conheçe todos e todos. isso fica meio chato intende? ele tem que tentar descobrir pontos fracos dos kras q enfrentam na hora, ele conheçe e sabe o ponto fraco de todos os kras! ele nem se esqueçer se esqueçe dps de anos
:787: Here I go! :dry:
Realmente, capítulozinho malvado. Deixo no suspense. Boa e má ao mesmo tempo.
Continue!
Curiox
:ninja: :ninja: :ninja:
Final de semana que vem tem o capítulo especial nº 15 ein! Fiquem ligados!
Cap. 14: Piratas do Mar Central
Shawk levantou-se rapidamente para olhar melhor. Lá estava, uma embarcação negra como a noite, com uma bandeira em cima, característica de ladrões: mostrava um crânio com três penas na boca, e dois floretes cruzados embaixo. Dentro do barco, havia uma quantidade absurda de homens, todos com espadas em punho e gritando frenéticamente. Mas um deles mostrava uma calma fora do normal. “É o capitão, sem dúvida”, pensou Shawk.
-Hora de atacar! – Gritou Thovald, pegando seu machado.
-Espere, se formos para o terreno deles, estaremos em desvantagem. Vamos esperar uma aproximação. – Falou Shawk, com sua serenidade habitual. “Além disso, a presença sumiu”, pensou, cismado.
Longos minutos se passaram até que finalmente o barco pirata estava na distância ideal para começar a investida. Uma boca de canhão foi apontada para a galera.
-Rendam-se! – Gritou o capitão. – Vocês foram abocanhados pelo grande capitão Baelchiur! Nos dê todo o ouro que vocês tem, que então sairão com vida!
-Wezo: Lownikea! – Shawk apontou com todas as forças para ele.
Instantâneamente, o capitão é arremessado para trás, batendo no fundo do barco. Rubro de cólera, se levanta e dá um berro que faria tremer até o mais valente dos marinheiros.
A bala é atirada em direção à galera.
Porém Thovald, que estivera atento o tempo todo, pula numa altura impressionante e fala:
-Vai: Kadekin!
Com um espetacular chute, a bola se parte em dois e passa adiante, caindo, inofensiva, no mar.
Os piratas então lançam cordas na galera, e começam a passar por elas, invadindo o barco mercante. Porém só alguns conseguem passar, pois Thovald, rápido como um raio, ao se recuperar do chute, empunha seu machado, e corta todos as cordas, fazendo grande parte dos piratas cairem no mar.
-MALDITOS! – Gritou o capitão, mais furioso do que nunca. – VÃO SE ARREPENDER DE TEREM DESAFIADO O GRANDE BAELCHIUR! WEZO: LAWIKANY AHUVA!
Uma grande onda começa a se formar debaixo do navio pirata. Foi crescendo, até se tornar colossal, e começar a se movimentar em direção da galera, para desespero de sua tripulação.
-CONHEÇA O PODER DA GRANDE ONDA DO MAR CENTRAL!
Na galera, Thovald estava um tanto quanto surpreso. Nunca esperaria que um pirata conhecesse as avançadas técnicas de guerra de Wallgow, ainda mais uma técnica de Grão-Mestre. “Agora vai começar a ficar divertido”, pensou, encarando a onda que se aproximava.
-Pelo poder dos ancestrais, eu invoco GARGATUNA! – Disse Shawk, calmo, quase que numa canção.
Das águas, agitadas pela grande onda de Baelchiur, sai algo impressionante: Um peixe, de mais ou menos vinte metros de comprimento e aparência de um atum, pula no ar, dá uma cambalhota e cai novamente na água.
O movimento do colossal peixe conseguiu abafar a onda, fazendo várias marolas surgirem e se dissiparem.
Thovald agora olhava assustado seu mestre. “Mas ele conhecia a técnica arcana de invocação e eu nunca descobri isso?” pensava assustado e entusiasmado, inclusive, com a possibilidade de talvez aprender tal poder. Estava semi-paralisado, vendo a cena atônito, até fazer a menção de pegar o seu machado, para tentar uma investida no corpulento capitão.
Mas Shawk havia feito isso antes.
Tá ficando muito legal mesmo! Mas tipo, eles são knights não são? Mas parece que eles usam muitas magias. Se um knight usa tantas magias assim nem quero imaginar as dos mages :P
Mas continua assim, que os capítulos estão muito legais.
Obs.: Pra criar as palavras mágicas você tem algum esquema? Por exemplo, nas palavras mágicas no Tibia elas seguem um ordem. Ex significa uma coisa, evo significa outra. Então, suas palavras mágicas também são assim ou são só palavras complicadas?
:787: Here I go! :dry:
Muito bom!! Continue assim!!
Esse é uma das melhores histórias daqui! Sem dúvida!
Curiox
:ninja: :ninja: :ninja:
hmmm... um erro ... vc repetiu galera d+ =P
Adios esta mto good Adios
pronto acabei de ler seu RP agora, ta muito bom, e sempre vo ta comentando para de dar um animo. Afinal nao podemos deixar voce dessistir pois ja vi grande RP se perderem por falta de coments e o autor ficar sem expiraçao. Intao GOGOGOGO !!!!!!!!:)
Mal posso esperar pelo proximo capitulo.
PS: Poderia fazer uns capilos maiores né ;)