Dessa vez concordo com o chuteira, quer dizer Botas!
Versão Imprimível
Final tragico ou "felizes para sempre"?
Independente do que vocês vão responder, sou eu quem vai decidir :coolface:
Fazia um tempo que não passava aqui \o
Final trágico please.
A cara foi um bom final, pelo menos faz um sentido, já que muitas histórias da seção passam longe de um final próprio, mas essa por exemplo pode ter continuação caso ele cresça e vá atras dela neh.
Peraí galera, esse não é o final. :biggrin:
Spoiler: dica para o autor
Demorei para entrar no topico porque imaginei que seira um história mostrando os orcs como os destruidores e conquistadores que só puderam ser controlados (mas não detidos) depois da criação dos humanos.
Por conta da tua assinatura decidi arriscar, e digo que tu superou todas as minhas expectativas.
Isto é guerra! O final tem que ser com alguém morrendo!
Muito obrigado pela dicas, não sabia desse fato. Muito obrigado pelo comentário positivo.
Já comecei a escrever, mas pode demorar mais alguns dias, minhas aula começaram e já tenho deveres de física pra fazer o.O
@
Muito obrigado pelos comentários, em breve o próximo capítulo, aguardem.
Spoiler: Spoiler sobre a mini série
Acompanhando cara ! Uma historia de Orcs *-* q inovador
Legal , gostei , vou acompanhar
Registra ae , primeira história de orcs da sessão , daqui a pouco vão começar a aparecer outras
http://img832.imageshack.us/img832/1037/34560963.png
Era indescritível a dor que ele sentia ao lembrar daquela mulher, ela representava muito para ele. O fato de ela estar morta, morta por ter o ajudado e lhe dado amor e abrigo, iria atormentar-lo a vida toda. Ela sabia dos riscos quando trouxe o menino para sua casa, mas mesmo assim o trouxe e nunca se arrependeu disso, nem na hora de sua morte.
— VOCÊ ME DEU TUDO O QUE EU TENHO! VOCÊ ME DEU TUDO O QUE EU TENHO E UM POUCO MAIS! Gritou o menino, lembrando do passado. — E um pouco mais... — Falou para sí mesmo.Citação:
Analepse/Flashback - Thais - 14 anos antes do menino ser encontrado pelos orcs.
— Chora menina, chora. Chora por que não tem vintém. Cocada, Cocada. — Cantava a jovem e linda mulher, tentando vender as suas cocadas de receita simples, uma mistura de gemas, leite e coco ralado, matériais esses que era facilmente apanhado em seu quintal, onde se encontrava vários tipos de legumes e verdura e alguns animais, duas vacas e seis galinhas. Além de vender cocada, a melhor cocada de Thais, vendia o que colheitava em seu quintal, como cultivava de tudo não precisava comprar alimentos, porém usava o dinheiro que ganhava pra comprar coisa que não produzia, como por exemplo alguns temperos, sal, açucar e pimenta.
Tinha uma vida boa, a casa em que vivia era sua, comprou com a ajuda do seu falecido marido, ele foi o homem mais gentil que ela conheceu, sentia muita falta dele.
Num dia como todos os outros, a jovem camponesa saiu de casa para vender cocada, queria juntar dinheiro caso precise mais tarde, já que não precisava muito de dinheiro, pagava tudo com o que produz no seu quintal, até mesmo os impostos. Quando chegou no centro de Thais, ouviu um grupo de comerciantes conversando.
— Vocês já sabem? Mataram aqueles fugitivos.
— Fugitivos? Quais fugitivos?
— Aquele casal, a jovem e o "orc", ouvi dizer que ela estava grávida.
— Aah, sei que são. A família dela é rica, coitada, não soubre aproveitar a vida...
— Coitado é dos pais dela, ter uma filha que traiu o próprio reino, e pior, que fugiu de casa por causa de um orc. Que vergonha!
— Bem feito, grávida ou não, ainda acho que foi pouco, ouvi dizer que foram mortos durante a noite, enquanto dormiam. Quanta indolência...
— Alguém sabe onde eles estavam se escondendo?
— Numa estrutura abandonada, aquela "torre" que fica perto dos gigantes.
— Não sei como descobriram eles lá.
— É, nem eu.
Ela ficou indignada com as barbaridades que ouviu, como assim "grávida ou não"? Ficou fula, porém infelizmente, não podia se manifestar. Além de muito irritada, também estava comovida e curiosa com a história do casal e resolveu ir até a tal "torre", não sabia onde exatamente onde ficava, não costumava ir muito longe, mas sabia onde ficava a conhecida Mount Sternum, uma montanha que abriga um grande comunidade de gigantes. Estava com muito medo de encontrar um gigante no caminho, mesmo assim estava decidida que iria até lá e sabia que iria valer a pena correr esse risco. Antes de começar a breve jornada, a jovem tinha que se livrar das poucas cocadas que ainda restavam, não tinha como leva-las para sua casa por que estava longe e se fosse vender as poucas que sobraram na cesta poderia demorar, não queria ir muito tarde, pois poderia encontrar lobos no caminho. Acabou decidindo que iria dar as cocadas para alguns sem-tetos, os sem-tetos eram fácilmente encontrados na frente dos depósitos pedindo esmola. Logo após de ter distribuído igualmente as cocadas entre os sem-tetos, iniciou a sua jornada.
Foi mais fácil do que imaginava, apenas precisou caminhar um pouco até o norte de thais, depois para a sua direita e já conseguia ver a montanha e a tal torre, que tinha uma bandeira no topo com uma enorma letra "T" no meio, e logo foi se aproximando, era um silêncio gritante, não se ouvia nada além dos passos da moça e da briza do vento, chegava a ser assustador. Quando chegou na porta da torre, sentiu um arrepio muito grande. Ela nem imaginava que o momento que atravessou aquela porta, iria mudar a sua vida pra sempre... Logo que entrou na torre foi logo subindo as escadas e notou que a maioria dos andares estavam vaziose não tinham nada de diferente. Continuou subindo até que encontrou um andar que estava com machas de sangue por todos os lados e notou que nesse andar tinha um cômodo e correu para ver o que tinha nele, pois estava com medo que alguém a encontrasse na torre. Esse comôdo era um quarto, nele tinha um cama toda ensaguentada, o que provou o que os comerciantes falavam era verdade, eles foram assassinados enquanto dormiam! Não tinha corpos no quarto, concluiu rapidamente que provavelmente os corpos foram levados por esses "assassinos".
Estava morrendo de medo que alguém chegasse e a visse bisbilhotando a torre e logo foi descendo as escadas para voltar para a sua casa, quando chegou no andar térreo, ouviu um barulho estranho, parecia alguém chorando, percebeu que o barulho vinha do subsolo, ainda estava com medo, mas mesmo assim decidiu ir verificar o que era. Quando estava descendo a escada teve uma surpresa, era um bebê, tinha uma vela nesse pequeno local, ela pegou a vela e se aproximou do bebê e teve uma outra surpresa, não era um bebê comum! Era de se esperar de um filho de um orc e uma humana, só que ela não tinha parado pra pensar nisso antes, foi uma grande surpresa. Quando ela viu o bebê e tomou consciência da situação, soube que teria que leva-lo para a sua casa, pois se alguém soubesse da existência dele, ele seria assassinado de modo cruento. Ela nunca iria deixar um bebê ser assassinado, ainda mais por que sempre quis ser mãe, porém o seu marido faleceu antes que pudessem ter um filho juntos.
E foi assim como tudo começou.
Nossa, passado cruel o_o.Nem o Izan faz melhor que isso.
E assim tudo começou... História e tanto.
Continue, muito bom :yuno:
Caraca que coisa meio estranha, mas enfim ta ótimo esse capítulo, mas estou curioso pelo desenrolar da história.