Não fiquei nervosa por que eles falam merdam e sim porque sou fã, assim como sou do caboom, virgo, SK, e muuuuuuitos outros =]Citação:
Postado originalmente por Dard Drak
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Não fiquei nervosa por que eles falam merdam e sim porque sou fã, assim como sou do caboom, virgo, SK, e muuuuuuitos outros =]Citação:
Postado originalmente por Dard Drak
Caboom, pobre rapaz :/.....Citação:
Postado originalmente por Deanita
Mas ok, explicado XD,mas todos aqui que vierem criticar é pra ajuda-la à deixar seu rp melhor,então,nada de mais....
Dard* :)
huun eu achei legal sim,
só teve uma coisa de que eu nao gostei, que foi a fuga dela, não sei se foi proposital mas ela logo ja estava indo para o deserto
mas continue que anceio pelo proximo capitulo.
vixi correndo pelo deserto pelada SEI NÃO VIU uahuahauahauahuahau é melho torce pa ninguem de mente suja encontrar ela :P continua plz continua ja virei leitor xD
Lwuida bufava de cansaço. A pedra roalava e soltava poeira.
Ela voltava a correr, só que dessa vez, bem mais lentamente. Ela olhou para trás e viu que pedra acertou o homens que foram "esmagados" pela mesma.
Veio uma sensação de alívio, mas a pedra continuava a rolar porém agora, em sua direção. Ela tentava correr mais rápido mas tinha muitas fadigas e andava cada vez mais lentamente.
A pedra estava descendo a montanha e indo para o deserto asemorfateano. Seu raciocínio que a salvou nesse momento... por enquanto. Havia uma pequena entrada na montanha que dava para se esconder do caminho da pedra então, ela entrou.
A pedra vinha só passando e passando pelo caminho para o deserto. Ela se segurou na pequena entrada. Mas algo inesperado aconteceu. O grande bloco de pedra passou por cima de uma bem menor, uma pequenina pedra voou no ar, que acertou a cabeça de Lwuida deixando-a desmaiada. Então ela cai e também começa a rolar.
Ela se machucava ao rolar. Rolou até parar na parte do começo da divisa do deserto com a floresta, lugar que nunca tinha pisado antes, desacordada.
- Ai minha cabeça! - dizia a menina acordando.
- Vejo que acordou. - vinha uma voz detrás dela.
Ela olhou para onde estava. Viu plantações, um lago cristalino, tudo isso cercado por uma interminável e linda floresta. Olhou para trás e viu um homem. Ele vestia roupas simples e largas. Sua pele, pálida como a dela, olhos castanho-claros e cabelos da mesma cor e um pouco longos. Sua sombrancelha era grossa e ele era magro. Logo se assustou.
- Quem é você?
- O homem que te achou machucada no fim da floresta. Mas agora você já está bem... suas feridas cicatrizaram e eu te coloquei umas roupas. Não sei se ficou confortável, mas eram as únicas que podia lhe arranjar.
O homem parecia ser bondoso apesar de simples. Mas ainda passou por sua cabeça que ele pudesse ter feito alguma maldade.
- Você não...
- Não, não fiz nada do que pensas. Apenas te achei quando caçava algumas galinhas e bois pela florestas.
- Por quanto tempo estive aqui?
- Dois dias e três horas. Você tem uma cicatrização bastante rápida, poderia te garantir que se você não tivesse essa cicatrização, ainda estaria toda ferida e tomando meus cuidados
Quem seria aquele homem? E qual seria aquele lugar?
- Qual o teu nome?
- Meu nome? Meu nome é Alca... Alca Patrön.
- Onde estou?
- Na baixa floresta de Barmstrad
- Barmstrad??? Eu estou em Barmstrad?
- Sim... te encontrei toda machucada perto do deserto de Asemorfät, na parte que fazia divisa com a floresta, acho que a uns cinqüenta quilômetros daqui, ou mais...
- E você veio me trazendo de lá até aqui?
- Sim.
- E eu pelada?
- Sim. Mas fique despreocupada, nunca iria fazer isso com ninguém.
Ela estava envergonhada e com raiva. Havia sido achada por um homem e ainda mais, o lugar era totalmente calmo e silencioso, perfeito para qualquer "crime". Ela olhou para cara do homem. Sua cara de bom homem fazia ela esquecer de tudo que ela poderia pensar. Logo, quis saber mais sobre Alca.
- E o que você faz aqui?
- Vivo. - dizia ele lavando a alface que pegava de sua plantação.
- Vive sozinho?
- Sim... há tempos não recebo uma visita, para passar o tempo, às vezes falo com os animais?
- Druida?
- Não posso dizer que sim. Sei algumas coisas do druidismo, mas apenas para sobrevivência própria.
- Então como fala com animais?
- Eu apenas falo com eles, mas não sei se eles me ouvem.
- E o que fala com eles?
- Da minha vida, das peste que as vezes vem na minha plantação, dos meus remédios, das minhas descobertas químicas, etc.
- Mmmm... e o que come aqui?
- Carne de boi e de galinha, frutas do meu pomar e vegetais da horta.
- E a água de onde vem?
- Tiro mais água do lago, mas eu fiz um poço por onde vem água bem limpa.
E assim a conversa foi seguindo. Ele era um homem bem calmo e bom, elegante e introvertido, mas simpático ao mesmo tempo.
huuum ta rolando alguma coisa entre os dois hein :P , fico massa o new cap, vamo lá que história ta ficando boa new cap new cap new cap :riso: :P
:787: Here I go! :dry:
Nada de editar o primeiro post e colocar a descrição do cabelinho dela, né? Enchendo o saco apenas.
Muito bem, fazendeiro com conhecimentos druidas... Lembro de rituais druidas que requerem grandes sacrifícios... Será que ele não a levou com segundas intenções mesmo?
Curiox Morozesk
:ninja: :ninja: :ninja:
Que nada,ele pode ser um homem muito bondoso e em nenhum momento pensou de forma errada sobre ela...meio dificil de acreditar,mas pode ser :) ....Citação:
Postado originalmente por Curiox Morozesk
rp...
Tirando alguns errinhos de português,gostei desse capítulo ^^....
Mas..
Curiosidade...aquele conto do ônibus vc só fez só pra se "apresentar", ou vai ter continuação?¿
Dard* :)
- E você? Qual teu nome que também não sei?
- Katarine.
- Katarine? Só Katarine? - falou o homem, brincando.
- Katarine Louret... - dizia ela rindo.
- Mmmmm.
- Mas sou mais conhecida como Lwuida.
- Então é uma pessoa de muitos amigos?
- Infelizmente não. Você pode se assustar, mas sou bem conhecida por ser uma ladra.
O homem deixou escapar sua face de espanto.
- La-ladra?
- Eu sabia que iria se assustar... Ai! O que tive na cabeça?
- Uma pancada forte! Abriu um corte mas, eu costurei. Daqui a uma semana isso deve estar bom.
- Uma semana?! - Falou ela assustada.
- Sim, a pancada foi muito forte e, sem querer me intrometer, como você conseguiu ficar tão ferida desse jeito? arranhões, machucados, pancadas que levaram a cortes na cabeça... por onde andou?
Ela ficou meio receosa em contar.
- Ei, me fale, eu juro que não conto a ninguém! - dizia ele.
- Perseguição...
- Se não quer contar não sou eu que vou lhe obrigar. Vai querer entrar na casa ou vai ficar aí sentada? Estou preparando o jantar, daqui a pouco anoitece.
- É verdade, eu preciso de comida, tô com muita fome!
- Então vamos, entre.
Era um casa bem simples. Feita de uma madeira que tinha um odor bom, bem cuidada, aparentemente sem presença de cupins. Haviam muitas estantes com vários livros, de praticamente todos os tipos, estavam todos arrumados, sem um fora do lugar. Havia uma entrada que dava para a cozinha. O aroma do que ele cozinhava era bom, temperos dos mais variados tipos. Além de uma coisa bem avançada para a época: Um recipiente que deixava as coisas geladas.
Lwuida olhou para uma porta aberta. Era o quarto do homem, muito bem arrumado e de bom gosto, bem caseiro. Olhou para outra porta aberta: um outro quarto. Mas para que um outro quarto para um homem que mora sozinho? Lwuida olhou para a porta e viu escrito "Salid Patrön". Ficou pensando por alguns segundo mas olhou para uma porta fechada. Era uma porta comum mas havia uma inscrição: "A sala da arte da junção de substâncias". Só poderia ser seu laboratório.
Ela olhou para o lado de fora e viu que já estava de noite. O homem saiu da cozinha e chegou perto dela. A mesa se encontra na cozinha e tinha apenas duas cadeiras
- A comida está pronta. Pode se servir!
Ela estava morrendo de fome, mas não queria passar vergonha. A comida parecia apetitosa.
- Sei que está com fome. Pegue o quanto for necessário.
- Alca.
- Fale.
- Quem é Salid Patrön?
O homem tosse. Ficou nervoso a ponto de se engasgar com a comida.
- Onde viu esse nome?
- Na porta de um dos quartos da casa.
- E-ele é meu irmão que sumiu há muito tempo.
Não parecia que o homem falava a verdade. Era a primeira coisa ruim que Lwuida notou nele. Parecia que o homem escondia algum segredo sobre Salid Patrön.
Eles comeram. O homem tinha um um hábito de lavar boca com uma pasta especial que ele dizia fazer com que os dentes ficassem mais fortes.
- Bom, Katarine, se quiser pode dormir no...
- Quarto do Salid?
- Sim...
Alca foi o primeiro a se deitar. Fechou a porta de seu quarto e se apagou. Lwuida ainda ficou pensando em quem seria Salid Patrön.
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Dard Drak: aquele texto foi somente uma coisinha boba que pensei escrever é apenas um pequenos contos e não terá continuação, agora se quiser continuá-lo tem total permissão =]
Mistérios http://img524.imageshack.us/img524/395/34128zx.gif...
Gostei da descrição da casa do cara, ficou boa ^^...
Bem,sei lá se eu poderia continuar aquele conto,não sei se ficaria algo bom XD...
Dard* :)