sim...Citação:
Postado originalmente por Jotinha
meu objetivo foi confundir mesmo
e se lhe surpreendeu eu me sinto muito feliz.
Nao deixarei esses tópicos morrerem.
mesmo que tenha que postar "ups" a vida toda!
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sim...Citação:
Postado originalmente por Jotinha
meu objetivo foi confundir mesmo
e se lhe surpreendeu eu me sinto muito feliz.
Nao deixarei esses tópicos morrerem.
mesmo que tenha que postar "ups" a vida toda!
Bom como eu disse...
ai vai um "up"
aushaushhs
bom...
como o pessoal nao gosta muito de fazer contos, ou pelo menos é o que parece, eu entarei fazer outro para postar aqui. Se eu consseguir algo que preste vcs saberão xD.
xau pessoal e...
UP!!1!1
"Estilo Caboom" xD
Lol...
Um antigo conto meu que foi postado nessa seção em abril de 2005 - se não me engano! Para não deixar o tópico vazio!
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O Barqueiro De Almas
E lá vinha o barqueiro, conduzindo seu pequeno barco pelo Rio Negro. Um rio não só negro por nome, mais negro por cor e espírito. E lá vinha o barqueiro, com a manha de conduzir seu pequeno barco. Pequeno mais robusto, com madeira antiga e negra, nas duas pontas, cabeças de dragões. Mais não talhadas na madeira, e sim esqueletos do que já foram um dia, filhos de Garsharak, netos de Brog.
E lá vinha o barqueiro, com seu manto negro, seu remo em mãos e... Um sorriso no rosto. Na outra margem, um homem, um guerreiro. Sentado em uma pedra, admirando duas pequenas moedas de ouro em sua mão. O barqueiro alargou seu sorriso. Lentamente, conduziu o barco em direção ao guerreiro.
- És um belo dia não jovem guerreiro? – O barqueiro disse, embora soubesse a resposta.
O guerreiro, antes cabisbaixo, ergueu seu rosto em direção ao céu.
- E como saberei se é dia ou noite neste semiplano? O céu é cinza, como sua alma! – Disse o guerreiro em um tom melancólico.
O barqueiro gostará dele. Era o primeiro em uns 500 anos que descobrirá aquilo. O sorriso se mantinha.
- Bom! Então, como soube?
O guerreiro abriu a mão mostrando as duas moedas de ouro.
- Meu pai me contava histórias, me dizia que quando morremos, duas moedas devem ser colocadas nos olhos. Para pagar a passagem não? E além do mais, acordei com minha melhor espada e armadura. Espada e armadura que eram do meu pai. Espada e armadura que iriam para o túmulo comigo.
- Hmmm... Não sabiam que ainda contavam essas histórias as crianças.
- E não contam barqueiro. Eu mesmo só me lembrei agora.
- E não foi só isso que lembrou não?
O guerreiro ficou surpreso.
- Como sabes?
- Já levei milhões como você. Sempre é a mesma coisa. Tudo feito em vida é lembrado na morte.
- Sim.
O barqueiro e o guerreiro se calaram. O silêncio perdurou por algum tempo, talvez até minutos, mais ambos não se importavam. Até que.
- Então guerreiro... Vamos?
- Eu sei que eu tenho que ir... Mais para onde?
- Não me pergunte!
- Não pode responder a pergunta de um pobre morto barqueiro?
- Não, eu simplesmente não sei!
Foi a vez do guerreiro se surpreender.
- Os Deuses adoram ironias não? A própria morte não conhece a si mesma.
- Não sou a morte, e nem a conheço. Sou apenas um mensageiro. E você? – Disse o barqueiro em um tom já impaciente.
- Ninguém. Agora vamos! – Disse o guerreiro entrando no pequeno barco e entregando um das moedas ao barqueiro.
- Entregue-me as duas!
- Desculpe-me, não percebi. Tinha este costume quando vivo. – De fato, sempre pagará metade antes e metade depois. Mais agora, o que valia todo o dinheiro do seu mundo no mundo dos mortos?
- Então guarde e me entregue depois. Para relembrar os velhos tempos.
O guerreiro acenou a cabeça, sentou-se no barco, e olhou para a imensidão desértica e negra atrás dele. Não sentiria falta.
- Tudo bem então. Vamos?
E lá se foi o barqueiro e o guerreiro pelo Rio Negro. Só que, o guerreiro nunca chegará ao outro lado... Nem o barqueiro.
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Uma auto-crítica agora, particularmente detestei esse conto, tem um "tom" meio parecido com filmes B de ficção! Fazer o que?
Jotinha
:rolleyes: :rolleyes: :rolleyes:
Cara eu gostei.
Só nao entendi por que eles nao chegarão o outro lado.
E acho que vc tem que ter um pouco mais de atenção na conjugação dos verbos. E na concordância de alguma palavras.
Mas, em si, o conto está bom sim. só está faltando o porque que eles nao chegarão ao outro lado xD.
O Professor
Ele olha para mim. Ele vê que não ligo para ele. E ele tem que me irritar, soltar piadas, fazer os outros rirem de mim. Não sabe o poder de uma pessoa humilhada, de um homem afrontado.
Será tão tolo que não consegue ver quando uma simples pergunta é feita? Pois com a matemática que ele ensina deveria saber calcular o limite da paciência. Então é mesmo tolo, pois não calculou ainda que a minha está no limite.
A raiva toma meu coração. Minha mão doe da força que uso para escrever. As linhas que faço saem tortas, olhando para o meu “querido professor”.
Vou-lhes contar um segredo. Vou lhes contar o que eu acho – pos tenho o costume, horrível por sinal, de tentar entender as coisas – Eu acho que ele se sente afrontado, e que tem o dever, em sua mente medíocre de me vencer. E ele tem que fazer isso na frente de “todos”.
Mas antes do fim, vou lhes contar outro segredo. Um dia, o frágil professor, verá que mexeu com a pessoa errada. Que feriu um coração raivoso. Que está fervendo neste instante. E também verá que uma noite, quando achar que está todo bem, poderá ver-se de frente com a morte, enviada generosamente por um aluno “bondoso”.
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Para aqueles que amam sus professores!
ausihuahsuashusah
xD
eu nunca postei nenhum conto sem ser de tibia ta ae um q eu fiz quando conheci warcraft e tibia(é uma fusão)
Os sete cristais ancientes de Nezulr
Capitulo 1- Os molives
Em uma fazenda perto das montanhas vive um jovem aventureiro chamado Garin Leod (já dava pa sabe...)bem perto das montanhas havia constantes ataques de molives(uma ave que apenas anda,porem lenta) certo dia Garin,que havia uma espada, comprou um escudo de madeira para poder se aventuras melhor,enquanto ele andava pela orla da floresta ele ouviu ruídos(de molives)bem ele seguiu o barulho e encontrou um coelho muito ferido,ele reconheceu os ferimentos,foi um molive ele seguiu as pegadas e encontrou o ninho dos molives,Garin primeiramente se defendeu de 3 molives que o tentavam atacar,ele defendeu com o escudo e depois cortou os três com um golpe de espada.
Capitulo 2-Os 5 Magos
Depois de matar os molives quando saira do ninho deu de cara com um senhor muito velho.
-Sr. Leod poderia me acompanhar? Disse o senhor.
-Desculpe,mas como você sabe meu nome? Disse Garin
-Com o tempo saberá você.Disse o senhor.
Garin o seguiu até o “Kirin Tor” em Thais.
Dali 5 magos apareceram
CONTINUA
[O RESTO DO PAPEL TA RASGADO MUHAHAHA]
Opa, opa ...
Temos aqui o conto do Euronimous. Muito bom, gostei da forma poética que você tratou da narrativa. Mas, o conto acabou por ser repetitivo. Nada que alguns ajustes não consertem.
Sobre o "conto" do Garin Leod: Meu amigo, contos não se dividem em capítulos. Contos são algo que não contam histórias longas, mais algo que deixa o recado, e fim de papo.
Abraços.
Obrigado...Citação:
Postado originalmente por Drasty
e vejamos uma coisa...
onde ele ficou repetitivo.
E já que vc disse que poderia melhorar eu aceito suas sujestões. ^^
Eu tbm achei que faltou algo. mas nao sei o que é.
Preciso de uma luz!
*alguem tem uma vela ou uma lanterna ai?*
Tentei fazer um conto acho que ficou meio ruim mais nunca se sabe:
O melancólico
Da minha vida me retirei, pois não estou mais a falar aqui vai uma historia velha por um louco a se contar, não vejo o reflexo da verdade nem a verdade do reflexo vejo a vos a morte, pois como queres a vida num mar sangrento de sofrimento que um dia chamas tez de amizade queres seguir um progresso enfim lá na ida virar a saída que estarás a olhar antes mesmo da sua vida chegar,mais a morte te encontrarás antes desse poema acabar.
Isso é prosa poética, mistura de prosa com poesia. Seria legal você postar isso no tópico dos poemas também.Citação:
Postado originalmente por Laudelino