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Capítulo 3
Mais um dia começa e o Orc começa sua busca por poder. Ele deseja ser um líder, não apenas um orc qualquer. Não quer mais aquele estúpido apelido de tranca dupla, quer ser reconhecido como Dankil Ulfgar, O Grande!
Ele decide treinar suas habilidades e acostumar com o novo machado, que por sinal é um pouco mais bonito e poderoso que o antigo, apesar de não ser dos melhores. Um dia ele deseja possuir um machado do escultor, um machado grande, que apenas fortes devem conseguir. E ele não era um nobre guerreiro e sabia disso, mas fingia ser, pois era o que queria.
O orc sai para matar alguns trolls, grandes e feios monstros, mais nojentos que os orcs, brutos e com um pensamento simplório focado em apenas matar. Possuiam clavas enormes de colocar medo em muitos aventureiros, mas o orc não sentia medo dele. Depois daquele paladino fraco ter chamado ele de covarde ele não ligava mais para a dor, nem para a morte. Isso para ele agora eram apenas coisas inevitáveis que estavam por acontecer. Até os fracos o chamavam de covarde e isso não era bom. Apesar de bruto ele se magoava, e depois entrava em fúria. Então ele olhou para aquele troll, com os olhos brilhando de confiança e fúria. O troll tenta o primeiro ataque, mas por ser devagar demais erra e Dankil confiante lhe dá uma machadada. O troll urra de dor, um urro de dar náusea, pois não era um urro comum, causava tontura também. O orc mesmo tonto e um pouco enjoado não perde a confiança, e antes de o troll se recuperar o ataca novamente. Dessa vez o urro é maior e Dankil fica mais tonto, está cambaleando. Se apoia na parede esperando a dor passar, e o troll se levanta, está furioso!
O troll se dirige para o orc, e chega perto. Levanta sua clava, e o orc seu escudo. A pancada é forte demais e quebra o escudo. O troll atingiu o limite da paciência do orc, que entra em fúria profunda e incontrolável. Corre como nunca correu antes na vida, seus olhos estavam vermelhos e existia uma aura de fúria em volta dele. Ele golpeia o troll com o machado e o derruba por tamanha força. Ele sobe em cima do troll e cegamente continua batendo nele com o machado, a sangria é intensa, e se o troll sobrevivesse aquilo morreria por falta de sangue. Depois dessa batalha a aparência do orc está um pouco diferente, ao invés daquela aparência covarde ele estava com olhos vermelhos e tinha criado dentes afiadíssimos capazes de cortar muitos tipos de pele.
O troll tinha consigo um escudo de bronze e comida, justamente o que o orc queria. Pega o escudo novo, mais bonito que o de cobre, mas não tão resistente quanto, e come um pouco. Sua fúria provavelmente permanecerá por muito tempo...
Continua
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Capítulo 4
O orc queria matar mais, não importa o que, mas ele queria matar. Para ele era mais fácil concluir isso, não por usa força, mas sim por sua fúria que fazia o cheiro de sangue o agradar. Era o que o movia, não sabia porque pois nunca estava em completa consiência, a fúria o venceu...
Ele desejava ser superior a outro bicho, não queria ser apenas a um. E decidiu o ciclope. Mas precisava de equipamentos novos, então foi até o ciclope e esperou um ciclope passar. Quando este passou, Dankil pulou furiosamente e se pendurou com o machado nas costas do ciclope, que urrou de dor. O ciclope era enorme, tinha uns 5 metros, e a aparência humana, mas com apenas um olho. Então o ciclope se abaixou e começou a vomitar sangue enquanto Dankil o golpeava com o machado violentamente, sem parar. Estava alucinado, e gostava de ver aquela cena do ciclope, que não fisera nada de mal, sendo massacrado apenas pela vontade do orc ser melhor, e ganhar equipamentos assim. Não podia refletir que de um pacato assaltante de estradas um tanto inofensivo havia se tornado um assassino sem piedade, sem vida, sem alma...
O ciclope morto tinha um capacete um tanto feio, mas que demonstrava poder. Era um elmo escuro, possuia 2 chifres, e um escudo de batalha brilhante que era melhor que o seu de bronze. Agora ele estava mais confiante e menos furioso, mas ainda queria mais. Essa fúria ainda um dia o levaria a ruina, mas ele não faz idéia, já que não sente e nem pensa. A aura era menor, mas a calma e a paz espiritual não existiam nele. Ele deseja mais poder, e vai em busca disso. Viaja para o norte, e vai assassinando todos os bixos do caminho, entrava em cavernas escuras para encontrar bichos que desses equipamentos bons. E com o seu poder aumentando sua fúria ia diminuindo, pois o que queria estava sendo realizado. Ele voltou a si depois de alguns meses de treinamento. Agora possuia equipamentos bonitos e brilhantes. Uma linda armadura de placas que o defendia de golpes poderosos, um elmo do guerreiro, elmo acinsentado, o fazia parecer muito poderoso, uma calça de placas combinando com a armadura e um escudo do dragão, um belo escudo cinza com um dragão em vermelho.
Viajando para o norte ele vê dois orcs furiosos, um guerreiro e dois lanceiros. Depois le uma placa em linguagem Orc:
-Bem Vindo ao reino dos Orcs.
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pow, ninguem comenta... será que ficou tão ruim assim de uma hora pra outra?
Capítulo 5
Ele começa a entrar no reino orc. Não se assusta pelo poder dos outros orcs pois sabia que era mais forte que eles. E ele deveria encontrar o mestre da tribo para entender como funcionava o sistema de governo naquele lugar, e para saber que planos o local tinha. Pergunta para os outros orcs, mas parecem rejeitá-lo por ser novo ali. Então ele decide que deve procurar sozinho. Começa a andar pela fortaleza e lê algumas placas, mas o local é muito grande. Tudo o que ele sabia sobre o local é que havia um dragão e muitos orcs, pois já tinha ouvido falar dali. Depois de algumas horas de caminhada ele encontra uma porta e algumas vozes. Dá três batidas na porta, e logo vêm um orc abri-la. Pergunta:
-O que você quer aqui?
-Desejo ver o líder desse lugar. - Diz Dankil
-E quem é você?
-Um outro orc, como qualquer outro aqui.
Mesmo com algumas dúvidas o orc deixa o outro entrar. E fala com o líder:
-Você que manda aqui?
-Na verdade não. É um chefe de guerra. Eu sou apenas um general, assim como você aparenta. - Diz o líder.
-E como posso falar com o mestre de guerra?
-Na verdade não pode a não ser que seja chamado. Mas como é novo aqui provavelmente irá te chamar. Enquanto isso procure algum lugar para ficar.
Ele invade a casa de um lanceiro e mata a todos que estavam lá. Agora tinha tomado aquela como sua casa. Precisava arranjar algum jeito de conseguir comida, pois não tinha mercado ali, então seu dinheiro não adiantava muito. Mas pensou melhor e foi comprando de outros orcs, e ia caçando para ganhar mais habilidades, dinheiro e até comida de vez enquando. Então, após mais ou menos um mês naquela fortaleza o mestre de guerra o chama.
-Então, porque está aqui?
-Vim aqui por um acaso. Mas vi que são iguais, então decidi ficar.
-Seja benvindo, alguma pergunta?
-Eu desejaria saber se está planejando alguma invasão, pois preciso guerrear.
-Estamos planejando umainvasão aos minotauros de Thais e tomar a cidade de Mintwallin. - Diz o Mestre de Guerras
-Eu tenho uma idéia melhor. Sugiro que ataquemos Ab'Dendriel, já que é ocupada por elfos, nossos maiores inimigos. Se dominarmos Ab'Dendriel será fácil de dominar a vila élfica ao sul de Venore. E em Ab'Dendriel existe o portão do Inferno, uma espécie de prisão, e um lugar aprorpiado para trazermos mais dragões à Tibia, pois lá existem lugares apropriados para rituais para nossos Shamans. - Diz Dankil
Admirado pela inteligência automaticamente muda as ordens. O ataque seria a Ab'Dendriel. Mais perto para os suprimentos e tropas de reforço, criaturas mais fáceis que os minos que poderiam entrar em fúria fácil. E o plano de Dankil estava quase completo, o de virar um Mestre De Guerras.