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Capitulo 3.
Karek correu por sua vida por 10 minutos sem parar até que viu uma luz, Uma luz de fogueira.
–EI!
Ele gritou por varias vezes, até que se viu dentro de um acampamento cercado por anões, 15 no total. Karek que estava deitado próximo a fogueira mesmo sem saber como foi parar lá, Olhou para a esquerda e viu se aproximar um anão. cerca de 1,45 de altura, barba castanha e tão longa que estava amarrada em seu cinto, o anão carregava uma espada da qual karek jurava que não tinha fio e mais parecia uma clava. O anão se aproximou do humano deitado no chão e disse com uma voz grave e ríspida.
– Oque queres aqui?
Nessa hora, apareceram mais 5 anões carregando corpos de humanos dos quais karek reconheceu como alguns dos vampiros que tinha visto.
– Fui atacado por essas criaturas, corri até que me deparei aqui. Falou karek ainda tonto pela martelada que tinha levado de um dos anões.
– pois bem, nós também fomos atacados por eles a algumas semanas. estávamos em cinco, e três dos meus melhores guerreiros morreram em combate. Como diz o código de honra anão, se matam um de seus companheiros injustamente, então você devolve em dobro.
Nesse momento, os anões gritaram algo em uníssono na língua anã, karek imaginava ser algum tipo de solenidade aos mortos.
– Um amigo meu também morreu pelas mãos deles. Falou karek com uma voz tristonha
– pois bem, pode passar a noite em nosso acampamento, e se desejar lutar conosco pela manhã contra tais criaturas, me avise que meus homens o deixaram devidamente armado .
A noite passou lentamente nos pensamento de karek , ele lembrara de todos os bons momentos que passara com Manson. antes do sol raiar um dos anões o acordou.
– Humano Irá conosco em nossa luta? Disse o anão, já devidamente equipado.
– não, prefiro seguir minha viagem, meu amigo iria querer dessa maneira. Karek até cogitara a ideia de vingar seu amigo, mais lembrara das palavras do arqueiro. “garoto não entre em lutas das quais o dinheiro não compense, não somos heróis somos mercenários”.
– Como queira a uma cidade a cinco quilômetros a oeste, o nome é Greenshore, passe bem e que durin esteja com você.
apesar de não conhecer muito a historia de onde estava, sabia que greenshore era uma cidade que prosperou graças a guerra. a guerra que uma antiga cidade chamada thais tinha com os orcs, após thais ser destruída e colonizada pelos orcs. greenshore acolhera os cidadãos e principalmente os comerciantes da antiga cidade.
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Capitulo 4: Imprevisto
Depois de andar até a estrada mais proxima, Karek conseguiu carona com um aldeâo e sua filha ,eles estavam indo a cidade para vender alguns legumes.
¬¬¬– Primeira vez que esta indo a cidade?. Perguntou o aldêao amistosamente
– Sim. Indo a viagem de negocios. Disse Karek receando contar que era mercenario.
– hum sei, mas porque da armadura?. Perguntou o aldeão disconfiado de algo.
– gosto de andar preparado, nunca se sabe oque encontrara na estrada. Respondeu o guerreiro.
Nesse momento Augusta uma mulher de 30 anos, 1,50 de altura e que pesava pelomenos 85 quilos, olhos claros e a face mais feia que Karek tinha visto Chamou a atenção do seu pai.
– deixe o moço paimnho, estamos fazendo uma boa ação. Não deveriamos desconfiar dos viajantes O grande Delá não gostaria disso.
– quem é delà?. Perguntou karek.
– não sabe quem é delà? É o grande salvador dos agricultores e pobres. Falou a mulher com um ar de estar em outro mundo.
Karek que era discrente de toda e qualquer religião, preferiu não continuar a conversa se virando para o lado e olhando os campos de trigo que se tinha a frente. Em algum momento da viagem o cavalo já velho e mal cuidado deu um relincho e andou para trás
– calma rocinante. Disse o velho, ja pegando um velho martelo de guerra que tinha na carroça.
Dois homens apareceram dos campos de trigo.
– calma velho, não queremos brigas só o seu ouro. Disse o primeiro, sem nem ter percebido a imagem de Karek entrando furtivamente na plantação
– Sim... e essa belezura de mulher que você tem ai. Disse o segundo, um homem alto cerca de 1.90, pesava Mais de 100 quilos e aparentava sofrer de algum tipo de demencia.
– PARA TRÁS! Não tocaram na minha filha. Bradou o velho, arremeçando o martelo de cerca de 1 metro na cabeça do primeiro ladrão. O martelo fez alguns giros no ar antes de acertar a cabeça do bandido, que caiu sem conciencia no chão. O segundo veio em uma investida que arremessou o velho contra a carroça e ele ficou desacordado.
– Venha cá minha mulher. Falou o ladrão se jogando em cima da pobre gorda, Ela tentando se desvencilhar do homem achou um punhal no cinto do mesmo e cravou na barriga.O bandido gritou de dor se jogando no chão, Logo Karek surgiu do campo de trigo encravando a espada no coração do grande homem. Nesse momento o velho acordou e vendo a cena presumiu que o bandido tinha sido abatido pelo guerreiro, e logo prostou-se a agradece-lo.
– Muito obrigado por salvar minha familia nobre homem. Disse o velho.
A filha muito atordoado pela sucessão de acontecimentos sequer falou uma palavra.
Logo após de karek saquear os ladrões sem que o velho visse e de aceitar a gratidão do mesmo, aparentemente 20 moedas. seguiu seu caminho com o velho e sua filha para a cidade.
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