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Versão Imprimível
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Relativo de mais...
Quem nunca recebeu aquele bolagato matinal da namorada para ser acordado ou fez o bolagato nela? Isso é estupro também...
Olha, se você esta falando desses casos sem total consentimento da vitima e envolvendo o violência e o que mais for, realmente eu não faria.
Depois se a gente zoa, é babaca, impaciente, arrogante.
@luizjuiz
Eu até sou a favor disso, cara, tinha que ter bolsa-ppkinha, você ganharia um cartão do governo com créditos para ppkas, e poderia gastar da forma que bem entendesse(tipo o vale-cultura e taus).
Óbvio que não.
Vou falar que sim só pra ter uma resposta ao contrário. :coolface:
Existe uma forte influência cultural, é muito difícil saber qual seria nosso comportamento se tivéssemos sido inseridos em outra cultura. A real é que o estupro, apesar de sempre ser um ato de violência e covardia, já foi extremamente tolerado em muitas situações, principalmente em sociedades caóticas, machistas e estratizadas.
Claro que sim. Mulheres servem exactamente para isso, procriar e cuidar do homem. Se não houve-se esses feminismos absurdos era algo super natural, saciar e cuidar do bem estar do homem que vai trazer sustento para casa.
estupro
(latim stuprum, -i)
s. m.
Ato de forçar alguém a ter relações sexuais contra a sua vontade, por meio de violência ou ameaça. = VIOLAÇÃO
se é contra a minha vontade porque eu iria forçar? :coolface:
Muito boa a opinião do Amell,porém,discordo que seja algo inerente a organização social humana,é na sociedade brasileira moderna,contudo,em outros tempos e em outras condições,não há problema no estupro.
E pra não ser um citador que não tem opinião,é claro que discordo do estupro,mesmo que não seja proibido por lei,fui educado pela minha família a não fazer o mal ao próximo e causar um trauma deste tamanho a alguma mulher seria um tormento igual pra mim,não só faria um mal,como iria contra tudo ao que me ensinaram,seria um mal para a minha pessoa também.
Não.
E essa resposta pode não ser tão óbvia quanto vocês imaginam, pessoal. Em certas épocas e em certas culturas, estuprar pode ser bem mais comum do que se imagina.
O ato, sem dúvida, não é condizente com o nosso padrão cultural/moral atual, mas, lá no fundo, ainda é um fator biológico muito forte. Numa sociedade mais primitiva e sem regulamentação, o nosso instinto animal pode superar o racional e nos levar a cometer atos desse tipo. Isso é bem evidente em algumas comunidades africanas e asiáticas mais isoladas, por exemplo, que vêem o estupro como um simples ato de procriação.
Felizmente, nesse caso, somos intensamente moldados pelo meio em que vivemos. Repudiamos esse tipo de atitude graças aos valores sociais que racionalmente adotamos, mas ainda não deixamos de ser animais com necessidades básicas primitivas.