ow ta bom o seu rp
posta o 3º cap
e comenta lah no meu
o link tah na assinatura
flw
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mesmo com um baixo nivel de comentarios( mto obrigado aos 2 que postaram, gostei mto de vocês estarem acompanhando meu RP) vou postar o cap3., para manter o ritimo de 1 por dia. Postem mais na próxima plz.
CAPITULO III--O FOGO DA MONTANHA DE GELO
O sinal do dragão era composto por uma série grande de fogueiras acesas no formato de uma gigantesca serpente. Este símbolo era utilizado pela "Irmandade do Dragão", uma sociedade de humanos e semi-humanos ( elfos, anões, orcs, etc) que serviam aos Lords Dragões e em especial a Lughsor, o grande Lord Vermelho, o mais temível e poderoso dentre os Dragões. Era possível identificar que o número de seres que estavam ali para batalhar era de aproximadamente 100.000, estando em vantagem de 10 para 1 com os bárbaros. Logo que Thoron foi visto os tambores inimigos começaram a soar, deixando o espírito do mais forte dos bárbaros duvidoso de sua vitória.
Thoron desceu e se encontrou com Arkan. Este lhe disse:
_Senhor, ja dei suas instruções à Chepik, ele está preparado para partir com todos caso algo de errado.
_Arkan, parece que meu pedido vai se tornar realidade, o sinal do dragão está aqui.
Arkan se sentiu gélido, seu coração desparou, não acreditava que tamanho terror estava de volta. Não houve tempo para que Arkan se expressasse, uma pausa nos tambores aconteceu, e o barulho de gritos e marcha pesada agora eram mais altos que qualquer coisa, a fúria dos atacantes parecia mortal.
Enquanto isso, nas torres de defesa, Ludrin ja estava a postos. Nenhum medo era visto em seus olhos, mesmo com a visão de um exército com aquele tamanho em suas portas. Ele era um homem frio e cauculista, não se intimidava com nada, era sempre calmo, o que lhe dava uma vantagem em batalha incrível. Ludrin tinha esta caracteristica por ter meio sangue élfico, não compartilhando assim da passionalidade humana por completo. Ele se dirigiu a seus arqueiros com extremo vigor:
_Paladinos, a defesa da cidade é responsabilidade de todos, mas nós somos a elite, devemos fazer mais que nossa parte, não irei tolerar erros em um momento como este.
_SIM SENHOR!_respondem os arqueiros das torres, seguros por terem um lider destemido.
_Preparem-se, temos que iluminar tudo para que o grande Thoron tenha uma visão completa e possa defender nossa tribo. Preparem as flechas explosivas, mandem em lugares pausados, de modo que uma acerte o limiar da explosão da outra.
Ouvindo o comando do seu lider os paladinos fizeram mira certeira e atiraram suas flechas. Milhares de zunidos foi tudo que se escutou até que as flechas acertaram seus alvos. Uma onda de explosões se projetou no horizonte, iluminando tudo e ainda por cima, dizimando um número considerável de inimigos de baixo escalão, os chamados "bucha de canhão". O susto foi grande para o inimigo, diante de uma força extrema eles recuaram.
Thoron olhava tudo, ficou muito satisfeito com o trabalho dos paladinos. Agora ele teria tempo para pensar em uma estratégia e ainda por cima tinha conhecimento do que lhe atacava. Eram terríveis orcs, alguns anões e um grupo grande de elfos arcanos. Os aliados poderiam chegar em paz agora, a vitória era mais provavel. Este foi um erro de julgamento precipitado por parte de Thoron.
Quando todos menos esperavam, uma torre de paladinos estourou em chamas. Assustados, todos olharam para a torre, a luz que esta produzia mostrou o poder da Irmandade. Um imenso dragão vermelho se encontava em cima da torre, o grande e temível Lughsor. As outras torres revidaram prontamente, espantando o adverssário por algum tempo. Ludris estava perplexo, havia perdido 1/4 de sua força de ataque com apenas um movimento do inimigo! A situação era pior do que se esperva.
Uma visão porém deu uma esparança para Thoron, um clã vizinho se aproximava, o clã dos Forgons, finalmente alguma ajuda. A decepção foi grande quando eles, ao invés de se dirigir para a tribo, se uniram em campo com a Irmandade. Uma traição enorme, deixou Thoron pesaroso e furioso, mas o pior ainda estava por vir. O lider da tribo traidora mostrou como prisioneiro Delfius, o mago encarregado de convocar as tribos alidas. Agora não só ele estava lutando contra 2 adversários como estava sozinho nisto. O desespero tomou conta, mas ele não podia demonstrar isto ou seus homens perderiam a coragem. Quando pensava no que deveria fazer algo acontece, um estrondo, um barulho como o de muro cedendo foi ouvido vindo da parte de trás da tribo.
Guerreiros correram para lá junto com Arkan, enquanto Thoron se manteve junto à parte do exército na frente dos portões. Arkan viu cinco monstros, gigantescos golens de pedra derrubando o muro. Arkan deu a voz de ataque:
_Avante guerreiros, destruam as bestas, rápido!
O grupo avançou ferozmente contra os monstros. Os guerreiros batiam com toda sua força, arrancando lascas dos golens e estes esmagavam com pedras gigantescas os seus agressores. Em meio a batalha Arkan percebeu um ser vestindo um robe roxo, preparando-se para invocar algum feitiço. Ele sabia que aquilo era um terrível warlock, ele ja tinha lutado contra um antes, mas junto de mais companheiros como Delfius e Chepik. Não seria facil, mas se ele não eliminasse o bruxo a derrota seria garantida.
Arkan parte para cima do feiticeiro, impunhando seu machado, dando um grito de guerra, para chamar a atenção do bruxo. Um golpe de machado foi desferido por arkan, acertanto o bruxo bem na barriga, arrancando um grito de dor do maldito. Mas o warlock logo se recuperou, ele possuia magias com um fator de cura incrível, contra-atacando de modo feroz. Ele soltou um ataque de explosão em Arkan, este defendeu com o escudo, mas seu braço foi estraçalhado junto com o escudo. Agora quem gritava de dor era Arkan, o bruxo se deliciava com isto, sua crueldade era sem limites. Então, o warlock se preparou para dar o ataque final em Arkan quando foi impedido. Uma pancada na cabeça foi aplicada por ninguem menos que Portius. Ele havia fugido de casa e viu Arkan em perigo, agiu por instinto puro. O warlock se virou e disse:
_Vai se arrepender garoto estúpido!
Então tirou sua adaga e cortou o rosto do menino. Arkan acordou do choque causado pela magia e viu a cena. Como se por impulso ele se virou e pulou em cima do bruxo, o desestabilizando. Os dois caíram e logo se levantaram, Arkan rodou seu machado no ar e acertou o bruxo bem na cabeça, dando um fim à ameaça do mesmo, mas não sem antes sofrer as consequencias. Antes de morrer o warlock soltou seu mais poderoso ataque, uma onda de energia que atirou Arkan longe, destruindo sua armadura. Portius correu em direção ao corpo caído de seu amigo, mas este estava desacordado, quase morto pela explosão. Ele chorava em cima de Arkan e nem viu quando parte do exército inimigo se aproximava pela abertura causada pelos golens. Um orc estava próximo de matá-lo, quando uma runa de energia poderosa matou o orc, atirando o mesmo longe. Portius se virou e viu Chepik, com uma runa rosada em suas mãos. Chepik se aproximou de Portius e falou:
_Você é louco garoto?! Em meio a uma guerra deste porte você desaparece sem avizar ninguém??
_Chepik eu não pude me conter quando vi Arkan em perigo, ele é o melhor amigo de meu pai e meu mestre de combate, como poderia deixa-lo morrer?_Disse o garoto com lagrímas nos olhos.
Vendo o sofrimento do garoto e seu amigo Arkan no chão, ele entendeu um pouco o garoto. Tirou uma runa azul de sua mochila e a ultilizou em Arkan. Este acorodou um pouco confuso ainda, em choque, mas logo se situou e falou:
_Esta foi por pouco, quase que este maldito me leva junto dele para o outro mundo. Eu lhe agradeço Chepik por ter me salvado, e a você também Portius. Sei que você seguiu seu coração mas devia ouvir mais a razão. Você não pode se arriscar assim, você é o futuro do clã, por isso você deve partir. Se as coisas continuarem do jeito que estão, vamos acabra tombando. Se isso ocorrer você é o único que pode reconstruir o clã! Agora vai, este lugar está muito perigoso, e eu devo me juntar ao exército para controlar o ataque dos orcs. Vamos, saiam daqui de imediato!
Entendendo agora seu destino, ainda que com muito pesar, Portius segue Chepik para as cavernas, onde sua família, junto com algumas outras mães e crianças se encontravam. Marinna pergunta:
_Onde estão as outras famílias?
_Não conseguiram chegar aqui, uma tragédia deve ter ocorrido_ responde Chepik.
Com uma olhadela para fora da caverna todos enxergam uma cena parecida vir de um pesadelo. A cidade estava infestava pelos inimigos, os bárbaros lutavam, mas perdiam terreno à cada minuto, as torres de defesa estavam destruidas, um enxame de Dragões estavam atacando os paladinos que restavam, Thoron não podia ser visto, ninguém sabia de seu paradeiro. O clã Lokkan estava se acabando. Portius fala baixo, como pronuciando uma jura:
_Se depender de mim, pelo sangue que corre em minhas veias, ainda ei de vingar meu clã, os Lokkans não irão desaparecer enquanto eu viver!
Todos os sobreviventes voltam para dentro da caverna. Eles se dririgem até um local onde milhares de árvores mortas e retorcidas bloqueiam o caminho. Então Chepik pega um pergaminho e começa a invocar palavras. A medida que sua magia é utilizada, as árvores vão se contorcendo, formando um caminho no qual todos vão se esgueirando, até que chegam ao fim, saindo no pé da montanha, próximo ao barco que levaria para as proximidades de Carlin. Eles deviam tomar este barco como foram instruidos por Thoron. Lá no alto da montanha, em meio a neve branca ( ja podia se ver quase tudo, o sol estava nascendo) uma grande fogueira podia ser vista no exato lugar onde um dia existiu a grande tribo do clã dos Lokkans, "o fogo da montanha de gelo", como foi apelidado pelos antigos habitantes da tribo. Era o fim, por enquanto.
Cara... se eu tiver uma filha, vc vai casar c ela... vc escreve mtoo bem, meu... meus parabens... continua assim...
mt bom o rp ;) continua assim i v si posta + cap neh...
Status:aguardando novos caps...
ESSE CAP tah d+ esse rp tah muito bom!! Um dos melhores pa mim hehehe soh em 3 caps. jah dah pa vê como vai fikar!
ow cara tah muito bom esse cap
passa lah no meu que vai te cap novo
flw
Cara, ta muito bom, comenta no meu rp ( Thomas o arquero ) ai xP num cunheço ninguem aqui,
esse utimo capitulo tava loko pra kct.bom so tenhu isso a comentar ve se posta u cap 4 logo.
abraços.
sonus.
CAPÍTULO IV--O ÍNICIO DA JORNADA
"Que desgraça havia se abatido, que sentido tem a minha vida", pensava Portius sentado em meio a todas aquelas famílias, antes parte de um clã de poderosos senhores de Senja, agora um bando de pessoas sem pátria. As mães acariciavam seus filhos que já dormiam em seus colos, Marinna estava cuidando da pequena Samarah em um quarto separado dentro do barco. Portius se levanta e vai ao deck superior, andando lentamente ele chega e se debruça sobre a grade de proteção. O céu estava cinzento, o sol, juntamente com seu calor e brilho, havia desaparecido atrás das nuvens, e não parecia que iria dar as caras hoje. Parecia que os deuses estavam pesarozos, um mar de nuvens negras encobriam tudo. Em meio ao balanço melancólico do barco Portius se recordava de sua vida até então. Ele se lembrava do afeto de seu pai com ele, do treinamento com Arkan, das histórias contadas por Chepik sobre os grandes acontecimentos do planeta, as peças que ele pregava no sempre sério Ludris, na vida boa que sempre tivéra. A dor da cicatriz deixada pela lâmina do warlock em seu rosto não parecia encomodá-lo diante da dor que sentia em sua alma. Sem que sua presença fosse notada, Chepik se encontrava ali, sentado atrás de Portius, fumando um pequeno cachimbo, analizando o garoto.
Quando achou que ja havia dado tempo suficiente, Chepik se aproxima de Portius:
_Um dia negro não é meu garoto, um dia negro em todos os sentidos.
_Hã? A sim, é você Chepik. Sim, um dia terrível. Será que posso lhe perguntar algo?
_Claro garoto, o que quiser.
_Porque os deuses nos abandonaram, o que fizemos para eles de errado?
_Os deuses não nos abandonaram garoto, nós não fizemos nada de errado. Você vai entender um dia que, as vezes, é necessário um sacrificio em prol de um bem maior. Os deuses provavelmente tem algo maior em vista, pelo menos eu assim espero.
_Mesmo assim não é justo sabe, não é justo mesmo..._Portius agora possuia lagrimas em seu rosto.
_Calma, de tempo ao tempo, era o que meu avô me dizia. Vamos, você não dorme tem muito tempo, você deve descançar.
_Não consigo Chepik, minha mente não me obedece, meu corpo pede para dormir, mais minha mente não permite.
_Apenas me siga, te garanto, você vai dormir.
Os dois se afastam do deck e vão até um quarto que Chepik estava utilizando para si. Portius se deitou na cama enquanto Chepik foi até sua mochila. De lá ele retirou um frasco que continha uma poção azulada. Portius bebeu fazendo cara feia ( o gosto não era lá dos melhores). Mas instantaniamente sua cabeça começou a rodar e ele apagou. Chepik falou:
_Descançe pequeno, seu futuro ainda nem começou, você terá de enfrentar inúmeros desafios, você terá de carregar o fardo de ser único, de ser diferente. Mas saiba garoto que sempre estarei com você, ajuderei como puder.
Chepik se sentou em uma cadeira e não tirou os olhos de Portius durante toda a viagem. Portius tinha sonhos confusos, sonhos sobre lugares em que nunca esteve, sobre uma batalha milenar entre dois dragões, sobre sua origem. Apesar de se lembrar de tudo em sua infância, a memória de Portius não conseguia resgatar lembranças de antes dos 7 anos, sendo como se ele nunca tivesse vivido até então. Seus pais e todos a quem ele perguntava não falavam sobre o assunto, quando inqueridos davam um jeito de mudar de assunto. A suspeita dele era grande, mas como sua vida era muito agradável ele também não fazia questão de ficar perguntando.
Tres dias se passaram até que o continente principal fosse alcançado pelo barco, Portius dormiu durante todo percurso, sendo acordado por sua mãe:
_Vamos querido, ainda temos uma viagem de 8 longas horas para fazer do porto até Carlin.
_Nossa, como dormi, me sinto novo, como se parte da minha tristeza tivesse me deixado.
_Que bom, pois teremos de ir andando.
Todos partiram do porto, caminhando até a cidade. Os perigos enfrentados naquela região eram muito simples, lobos e aranhas em sua grande maioria, nada que Marinna e Chepik não pudessem cuidar. Ao entardecer chegaram na gloriosa Carlin. Marinna fez questão de que todos passassem desapercebidos ja que o inimigo era poderoso e tinha olhos e ouvidos em todos os lugares. Foram até a casa da sobrinha de Chepik, Padrera, a principal druida da cidade.
_Tio!!!! Que saudade, fazem 3 anos que não me visita!_Diz Padreira ao abrir a porta de sua casa.
_Sim minha querida, também estou feliz em revê-la. Esta aqui é a rainha Marinna e sua prole.
_Uma honra milady._Diz Padreira a se ajoelhar.
_Não, por favor, eu que devo me ajoelhar, eu sou a visitante e este não é meu reino._Diz Marinna
_Bom, formalidades a parte acho que devemos entrar, ja está escurecendo e todos estão muito canssados da longa viagem. Se puder hospedar a todos nós seria um grande favor._Diz Chepik
_Claro, claro, todos podem entrar, vou arrumar lugar para todos.
Todas as famílias que estavam com Marinna entraram, os restos da tribo. Eles foram acomodados em confortáveis colchões na sala, sendo que Chepik e Marinna foram os únicos a ganhar quartos próprios. Todos foram alimentados com uma sopa feita por padreira, que possuia um verdadeiro dom culinário. Mais tarde quando todos se acomodaram e foram dormir, Chepik, Padreira e Marinna ficaram converçando sobre o que havia ocorrido.
Pela manhã, quando todos acordaram e tomaram um belo café da manhã, Marinna puxou seu filho para um canto e disse:
_Portius, eu e os outros discutimos muito ontem à noite e chegamos a conclusão de que você deve se separar de nós.
_Que???!!! Como assim mamãe, eu não quero deixar vocês como eu deixei meu pai e meus amigos na tribo!
_É preciso meu filho. O Inimigo está em todo lugar, ja detectaram nossa presença aqui em Carlin. Você é muito valioso para o clã, se cair nas mãos inimigas vai ser o fim da nossa esperaça.É você que eles buscam intensamente, quando chegar o tempo você saberá o porque.
_M-m-a-a-s-s..._Gagueija Portius
_Mas nada, já está decidido. Lá em rookgard você não só estará a salvo como também recebra um treinamento importante, poderá voltar para o continente principal muito mais forte, para que um dia você cumpra seu destino. Eu lhe garanto que iremos fazer o possível para estarmos aqui quando você voltar.
Sem mais palavras Chepik dirige o garoto até o porto de Carlin, onde muitas outras crianças estavam embarcando para suas jornadas. Chepik se dirige ao garoto:
_Portius, você irá se tornar um guerreiro poderoso se sobreviver a este teste em Rookgard. Como você é o herdeiro do clã, você deve usar isto._Ao dizer estas palavras Chepik tira de sua mochila um amuleto na forma de uma ave imortal lendaria, a fênix.
_Meu deus! Este é o amuleto que ficava no pedestal da vila como símbolo da proteção do clã pelo nosso totem!
_Sim, eu o retirei por ordem de seu pai e estou lhe entregando, como novo lider do clã você irá precisar disto, além do mais, agora é seu por direito.
Porius faz um sinal de afirmativo com a cabeça e fica maravilhado com o presente que agora adorna seu pescoço. O sinal do barco é dado e ele é levado até a entrada do mesmo quando é barrado pelo capitão:
_Aonde você pensa que vai? Só a elite pode ir para Rookgard e você não me parece ser da elite.
_Você se engana seu tolo, ele é da elite mais poderosa deste mundo, não se iluda!_ Afirma Chepik tirndo uma carta, a mesma lhe entregue por Arkan a mando de Thoron, para o capitão.
O capitão fica abismado com o que ve na carta. Ele a devolve para Chepik e se apreça em permitir a entrada do garoto em seu navio. Portius permanece no deck do barco, se despedindo de todos no porto até que todo viram pequenas formigas no horizonte. Então ele se dirige para dentro do barco, respira fundo e fala:
_Rook, me aguarde, você nunca niguem como eu!
Mal sabia o garoto o quão correto ele estava ao dizer estas palavras.
Muito obrigado a rodos pelos coments, estou gostando muito de fazer este rp :P
Vou tentar continuar postando 1 cap por dia. Assim que der tempo eu dou uma passada la nos rps de vcs.
Um abraço
Rafael
caralhu MUITO ROX esse rp, muito muito muito muito caramba ta muito rox msm, xDD caramba de onde se tiro essas ideias xD.
perfeito xD
abraços.
sonus