Bem, pessoal, desculpa aih pelo atraso mais tah aih mais capitulos pra v6. Vou explicar pq que tah atrasadérrimo esses proximos capitulos:
Estou sem net na minha casa e tow tendo que usar PC de Lan-House. Assim, tah meio foda de abri diskete aki, sabe como eh...
Apesar de ainda estar no cap. 2, tenho até o cap. 9 pronto! :eek:
Vou colocar mais 1 capitulo pra v6. Daki a poko lanço o otro, jah que nao posso desperdiçar essa chance unica de abrir essa p*rra de diskete!
Babem! :riso:
Capítulo II
O destino de quem é incomum
Eu, Opall, estou aqui para terminar o que já foi iniciado sobre minha visão. Depois que vi o garoto caindo no rio, tentei ajudá-lo, pois ainda não podia acreditar que aquela inocente criança era enviada de Zathroth. Porém foi tudo em vão, pois minhas mãos escapavam do bebê porque o que era eu naquele momento era apenas éter. Era apenas minha alma ali, e (como já dito aqui) não meu corpo físico. Mesmo assim, segui a criança que era tragada naquelas águas assassinas. “Provavelmente ela estará morta quando surgir na margem”. Assim pensei eu com muito dó acompanhando o que eu julgava o pequeno corpo do bebê. Passaram-se algumas planícies e ela finalmente foi levada até a margem pelas forças da natureza. Algum tempo se passou e não ouvi nenhum choro. Provavelmente estava morta.
De repente, então, vi alguém se aproximando ao fundo de algumas árvores que ali estavam. Em meio à tempestade vi um orc robusto, com uma grande cicatriz no rosto e vestindo algo que parecera uma capa de chuva. Ele chegou perto da margem e viu o bebê, segurando-o nos braços. Ele disse:
– Esse cheiro... Essa criança tem cara de ser alguém importante... Tenho uma idéia! Vou oferecê-la como oferenda para o Lorde Jumbalous. Tenho certeza que ele vai adorar essa carne fresquinha de sangue de humano – Assim dito, o orc segurou o bebê apenas pela perna, analisou um pouco mais a criança e desanimado disse –... Espere um pouco, esse filhote de homem está morto! Que inútil! Carne podre não satisfará a fome de meu Mestre. Vou jogá-la fora! – E, num súbito, o bebê começou a chorar. Fiquei tremendamente surpreso, pois era praticamente impossível uma criança normal passar por aquele turbilhão de água. E ainda saindo viva. Continuando – Ora...! Ela está viva. Poderia jurar que estava morta há algum tempo atrás. Bem, quem se importa? Ela está viva e vai dar um belo jantar.
Depois, o orc saiu correndo pela mata. Deu um trabalhão para segui-lo, quase o perdi de vista. Bem, o que importa é que ele terminou a corrida em uma grande torre, mas não uma torre qualquer, mas sim a Torre dos Orcs. O orc adentrou o grande portal de recepção, sendo recebido por famintos orcs sujos, que pulavam uns sobre os outros, ao ver carne humana por aquelas bandas.
– Cretinos! Saiam daqui, esse bebê será dado para o Lorde Jumbalous! – Disse o orc que resgatou a criança do rio. Imediatamente, ao ouvirem isso, os orcs se aquietaram e foram embora.
O orc continuou a caminhada, sobre o som estridente daquele choro que mais parecia violino desafiado. Andou por um corredor que terminou em uma grande porta, feita de madeira nobre e cheia de trepadeiras. A grande porta se abriu e o orc até agora sem nome entrou no salão. No fundo via-se um trono com um orc de aparência imperial sentado. O orc sem nome até agora se ajoelhou diante do trono e começou:
– Lorde Jumbalous, meu grande mestre. Você sabe que te admiro, pois é o representante de Zathroth aqui em Rookgaard. A ti venho aqui para lhe oferecer um presente que representa muito mais do que uma bela refeição. Esse presente representa também todo o ódio dos orcs direcionado aos humanos e minha dedicação perante tantos anos de trabalho dedicado às forças malignas.
– Dê-me logo essa criança, orc estúpido.
– Huh... Sim, senhor – Disse o orc que até agora não teve seu misterioso nome revelado. Depois de dito isso, entregou a criança para Jumbalous, que se levantou de seu trono para pegá-la.
– Sim... Esse cheiro é muito apetitoso. Como você mesmo disse, orc, você trabalha para mim e para a sociedade dos orcs com muita firmeza. Está na hora de receber o merecido, sua aposentadoria... Há, há, há, há! – Disse o mestre que deu gargalhada em tom demoníaco no final. O orc servo ficou apavorado por um instante, pois não se deu o tempo de se viver mais que um instante. O seu Lorde lhe aplicara uma cruel espadada na barriga, levando-o à morte. Assim morreu o orc que não sabíamos o nome...
O que importa mesmo é que uma pequena gota de sangue do orc caiu sobre o menino revelando sua aura maligna. Lord Jumbalous ficou totalmente assustado, largando o garoto no chão, que saiu flutuando. Na testa da criança então apareceu escrito em sangue: “Fa’Diel, aquele que veio trazer a verdadeira justiça”. A “verdadeira justiça” poderia ser justamente a justiça de Zathroth, a justiça caótica.
– Esse garoto... Ele veio aqui para nos governar! Fa’Diel... Esse será o seu nome! Fa’Diel, aquele que veio trazer a verdadeira justiça! – Falou num súbito Jumbalous.
Sim, tudo aquilo estava se tornando uma grande incógnita na minha cabeça: Onde me levariam essas visões? Essas perguntas que assolam meus pensamentos ainda não podem ser descritas com muita facilidade. Nem mesmo eu posso prever o futuro do futuro. Espero que isso acabe bem, mas por enquanto esse começo está uma desordem. A profecia estava se cumprindo. A profecia das estrelas.
V6 gostaram? Entaum comentem ali embaxo e incentivem o andamento desse RP! ;)