Entendi e concordo contigo. Muito obrigado!
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Entendi e concordo contigo. Muito obrigado!
Inaugurando uma mania nova aqui no fórum de dar nota.
Bom, é realmente interessante ver uma fan fic aqui, de repente anima o pessoal a fazer mais, já temos uma do CdZ.
Antes de mais nada, dois errinhos no segundo capítulo:
Ferocíssimo.Citação:
Houndoom era muito grande e ferócissimo
Ficaram vermelhos.Citação:
Os olhos do cachorro das trevas ficou vermelho, ...
Sobre o capítulo I:
Gosto da ritmo do texto, nem tão rápido e nem tão lento. Entretanto fiquei um pouco frustrado com a descrições, algumas são levianas e pouco chamativas, passam como se não tivesse importância. Outro ponto que me deixou um pouco incomodado foi o fato de você estar escrevendo um pouco preso ao estilo do jogo (ou do anime), o que da um tom infantil demais a história. Eu gostaria de ver algo substancial sobre o tema, sempre achei a idéia de Pokémon interessante, apesar do desenho ser um atentado contra a inteligência.
Então, como disse: inaugurando a pedidos, as notas que eu anotava mentalmente ou em word.
Nota: 5.5/10
Sobre o capítulo II:
Senti aquela velha história de predestinação para o bem e para o mal, que o Ldm explicou ali. Cuidado com esses esteriótipos ou você vai ficar preso ao jogo como eu disse. Tente fugir de alguns bordões mal feitos do anime e você deve se sair muito bem. Como por exemplo se saiu na batalha. Apesar da repetição dos nomes, gosto da batalha violenta, sempre senti falta de sangue no desenho (afinal eles sangram?).
O Pokémon morto da uma outra cara ao texto, de algo maduro. Agora você pode esquecer que está escrevendo para crianças (como os produtores de pokémon fazem) e deixa o texto fluir.
Nota: 6.5/10
Estarei lendo.
ei a história ta massa mas só não dostei do:
"entrou para dentro" que tu escreveu, tipo se ele entrou e pq foi pra dentro né?
Obrigado a todos que comentaram!!!
Drasty, a nota foi baixa, mas pelo menos melhoraram =]
Quero ver no cap III =P
Desculpem a demora...
E fizeram uma pergunta em qual continente se passa a história. Bom, acho que isso se passo no meu mundo. Talvez em algum lugar da França =P
Capítulo III - Brilhante
As palavras do assistente do Dr. Amster eram assustadoras. Talvez por que ele fosse jovem e gostasse de exagerar as coisas, porém, não mentia. Maurice sentiu o desespero tomar-lhe conta, sem se despedir de seu avô, foi em direção a porta de saída. Andava rápido, não prestava atenção as pessoas em sua volta, aumentava seu passo gradativamente. Quando atingiu a porta, começou a correr.
"Há quanto tempo eles foram buscar lenha?". Era uma das perguntas que se fazia. Pensou também que não quisera ir com seu pai aquela manhã; era a primeira vez que não tinha ido. Sabia como Machoke era forte, um ataque poderia ser fatal. O mais puro desespero o fez ir ainda mais rápido.
Chegou em sua casa, mas não parou. Nem mesmo quando sua mãe estranhou e gritou por ele. Não podia parar, e não deveria assustá-la. Tinha que chegar o mais depressa possível onde seu pai estava, depois preocuparia sua mãe. Ela teria que preparar algo para eles comerem enquanto seu pai descansava, afinal, tudo ficaria bem. Tentou, mas não pôde acreditar.
Maurice começou a subir a colina que ficava próxima de onde seu pai estava, e isso o acalmou um pouco. Estava perto. Diminuiu o passo na subida, cansado. Não era do tipo atlético, na verdade, era bem sedentário. Ao chegar ao topo, Maurice viu algo que o fez parar abruptamente.
Uma luz brilhava ainda mais forte que o próprio Sol, obrigando Briant a se proteger com seus braços. Ficou confuso, pensando o que poderia ser. Ouviu um farfalhar altíssimo, e logo lembrou-se do que seu avô havia lhe falado. O brilho agora sumira, e uma sombra descomunal se pode notar. Apesar de não conseguir distinguir o que era, Maurice notou algo semelhante a dedos em suas extremidades. Tremeu. Tão subto aquilo começou quanto parou. Logo não ouvia nem enxergava mais nada. Viu apenas no fim da colina, um homem se protegendo, com um varapau, de um pokémon furioso.
Maurice Briant sentiu seu coração palpitar. Corria desabaladamente. Desceu tropeçando em várias pedras, quase caindo. Mas finalmente chegou, libertando seu pokémon. Um Charmander saiu de sua pokébola, pronto para lutar.
- O senhor está bem? O que aconteceu? - Maurice estava aflito, e isso se podia notar em sua voz.
- Estava pegando lenha quando de repente o Machoke me atacou. Acho que quebrei o braço. Por sorte o assistente de seu avô me viu, e foi buscar ajuda. - A voz de Jacob estava tensa, e demonstrava claramente seu cansaço e dor.
Enquanto eles conversavam, Maurice viu seu Charmander se esquivar de uma investida do Machoke. Este estava com um aspecto diferente. Uma cara raivosa fechava-lhe o semblante. Ele tinha que ser parado.
- Charmander, lança-chamas! - Gritou Maurice, com a fala ainda embargada.
O pequeno dragão atirou chamas ardentes, acertando um ataque direto em Machoke. Este, se protegeu com os braços até que, segundos depois, as chamas pararam. Aproximou-se de Charmander e acertou-lhe com o golpe soco dinâmico, atirando-o para longe.
Charmander!! - Maurice estava preocupado. O pokémon de seu pai era muito bem treinado. - Use a investida!!
Charmander correu num ataque furioso, pulou para acertar Machoke, que com um chute jogou-o de volta. Ele cairia, se chocando contra o chão sem se proteger, mas Maurice correu e agarrou seu pokémon. Então, uma luz os envolveu.
Jacob não conseguiu olhar diretamente para o filho, e Machoke estacou. A luz os envolveu como um anel, e não se podia ver o que estava dentro dele.
Maurice ficou assustado novamente, podia sentir algo muito forte. Seus olhos arregalados observavam seu Charmander. Seu pokémon levantou, e parecia totalmente recuperado dos golpes recebidos. A luz então apagou-se.
Maurice enxergava com dificuldades, e seu dragão pulou de seus braços. Havia algo de diferente. Além de parecer que nada havia acontecido a ele, outra coisa lhe chamou muito a atenção: sua coloração havia mudado. Chamander não tinha mais a pele avermelhada como antes. Agora um leve tom de dourado dava cor a todo seu corpo. Briant não sabia explicar o por quê. Não entendera de onde viera aquela luz, e o que ela havia feito. Mas seu pokémon parecia agora mais forte. E ele gostou disso.
- Pata de aço! - Gritou confiante!
Charmander se moveu rapidamente, atingindo um golpe certeiro em Machoke. Ele tentou revidar, mas errou seus socos e chutes, e caiu quando recebeu um poderoso lança-chamas.
Estava tudo calmo agora. Briant respirava aliviado. Correu para ajudar seu pai. Este se levantou com dificuldade, e ambos caminharam de volta para casa.
Bom capítulo. Estava curioso para ver como a história iria ficar nesse capítulo, pois acho que você está tentando inovar com essa fanfic.
Falando do enredo... Está legal! Não vi nada que poderia estar fora de uma situação real. O que não me agradou foram algumas interpretações do protagonista, como quando ele viu o charmander ficar dourado e ter gostado disso sem nem antes saber se isso seria realmente bom para ele. Mas isso é o de menos, pode fazer parte da personalidade dele, não é? :)
Analise esse trecho:
Você não acha que ficaria melhor dizer logo que é um machoke? Porque já que o garoto o viu então seria fácil para ele identificar logo que seria o pokémon do seu pai. Agora, esse mesmo caso não se aplica ao homem, porque como ele estava distante, ele poderia confundí-lo com qualquer outra pessoa, mas acho que com um machoke não haveria essa confusão.Citação:
Logo não ouvia nem enxergava mais nada. Viu apenas no fim da colina, um homem se protegendo, com um varapau, de um pokémon furioso.
Encontrei um pequeno erro num trecho, onde você colocou "subto" ao invés de "súbito".
Sobre a escrita, continua escrevendo bem. Consegui entender o texto com clareza e também soou leve a leitura.
A narrativa e descrições são boas.
Gostei da parte da luta, bem dinâmica.
O enredo realmente está muito bom. Espero os próximos capítulos para ver onde isso vai dar.
Até. :)
Gosto da forma simples com que você trata as batalhas, realmente um acerto da sua parte (ia perder um pouco da dinâmica caso fossem detalhadíssimas). Entretanto algumas partes ainda me parecem corridas demais, enquanto outras estão muito bem detalhadas. Tome cuidado com as mudanças de cenário, as vezes são muito bruscas.
Outra coisa que me incomoda bastante são os múltiplos pontos de exclamação ("!!"), mas isso é opção sua.
O enredo ainda não me instigou tanto, ainda me sinto preso num universo paradoxal entre Luz x Trevas. A inocência (ou infantilidade) do protagonista também me dá uma má impressão. Espero que seja só uma impressão.
No geral a história é legal, me lembra a minha infância. Além de talvez ser o roleplay mais diverto de se ler na seção, no momento. Estou lendo, não desanime.
Olá!!!
Primeiro, obrigado por comentarem. Aprecio muitíssimo, realmente. Estou tentando levar em consideração na hora de escrever todas as dicas.
Em segundo, desculpa por demorar em postar e responder.
Meltoh
Que bom que está gostando. É legal saber que você ficou curioso com a história.
Sobre o seu comentário:
Maurice viu que seu chamander parecia mais forte, e ficou contente em relação a isso. Sobre a coloração, mais pra frente eu explico.
Bom, eu não coloquei Machoke porque eu tento ao máximo não repetir o nome muitas vezes. E realmente é difícil, pelo menos pra mim.
Ao ver de cima da colina, ele logo deduziu que era seu pai com o seu pokémon, assim como eu acho que todos que leram também deduziram isso. Eu não coloquei machoke porque seria muita coincidencia outra pessoa ser atacada naquele lugar. Foi simplesmente para não repetir.
Obrigado por apontar os erros, e pelos elogios!!
Gabriellk~
Que bom que gostou. As lutas eu acho que fica melhor assim né? Valeu!
Drasty
Sobre as lutas, eu pretendo continuar assim. Vou prestar mais atenção quando for mudar de cenário, e tentar não usar tantos "!!!!!!!!11111"
Vou pensar realmente em como essa história vai prosseguir. Contar apenas uma história batida não tem graça né? Vou repensar tudo.
E fiquei feliz com seu comentário. Uma história divertida? Ótimo, já fico feliz com isso, mas quero que seja mais do que isso.
Ah, você esqueceu da nota =]
Valeu e um abraço a todos que lêem e a todos que comentam!
Ê, minha infância bate a porta. :P
A escrita apresenta poucos erros, mas alguns como aquele entrou dentro (primeiro capítulo, segundo parágrafo) comentado pelo Ruamberg pesam na mente do leitor.
É uma história difícil. O mundo de Pokémon é divertido, porém artificial. E essa infantilidade toda que se vê nos jogos e anime acabaram fazendo parte da franquia de maneira intrínseca. Para mim, está sendo difícil imaginar um mundo onde existem pokémons que matam a sangue frio.
Quem não entende nada de Pokémon corre o risco de ficar completamente perdido nessa fanfic. Mesmo a aventura não sendo aquela padrão com o protagonista buscando pelas insígnias, você poderia apresentar alguns conceitos básicos desse mundo.
Não consegui reconhecer alguns golpes por causa dos nomes em português. Boa ideia ter colocado uma poké-agenda no final do segundo capítulo, mas ocorreu algum problema com os links do Houndoom e Golduck.
Mesmo estando atrasado, bem-vindo a seção.