Esse conto basicamente foi criado para eu me exercitar meu parco domínio sobre as formas textuais...
E para uma menina, claro, de onde provém o título.
Obrigado pelos elogios.
Versão Imprimível
Esse conto basicamente foi criado para eu me exercitar meu parco domínio sobre as formas textuais...
E para uma menina, claro, de onde provém o título.
Obrigado pelos elogios.
Ri bagarai do ultimo conto!
xD
Cê me contou o que vc fez... ficou rox. ^^
vc é mieo louco, mas tudo bem. xD
vlw
É, eu sei, foi difícil demais para criar o texto. Acho que foi o conto que demorou mais tempo para ser finalizado. E me deu bastante dor de cabeça.
Vou postar aqui a poesia do concurso, continuando com o objetivo do tópico - que é um "cantinho do Thomaz", para não encher a seção de tópicos. =B
Citação:
Roubaram minha Menina.
Olho nos teus olhos castanhos mentirosos
Vejo teus sorrisos vazios e inúteis
Qual alegria eles passam, nervosos?
Quais não-sentimentos, pensamentos fúteis?
Cadê a minha menina, e sua molecagem?
Cadê a minha garota, fazendo besteiras?
Quem é essa mulher, cantando vantagem?
Cadê a minha guria , e suas brincadeiras?
Esse malvado tempo eterno, que passa depressa
Essa maldita máscara de mulher, que a menina se prende
Onde estará minha garota? Será que regressa?
Será que esse velho menino, que muito pretende
Não entende que o funesto tempo tem pressa?
A menina crescida, já mulher, ele não compreende.
Cara, seu poema foi lindo.
Os sentimentos foram expressos excepcionalmente e impecavelmente. Parabéns mesmo.
Digamos que não sou a pessoa mais indicada a falar sobre esse assunto, mas o poema foi muito bem estruturado, exaltando ótimas rimas. Não adentrarei muito neste assunto pela falta de conhecimento.
O último verso não encaixou muito bem. Sugiro trocar aquela vírgula por um ponto-e-vírgula ou sei lá o que. Entendo que quebraria um pouco o ritmo do poema, mas ficaria bonitinho.
A poesia, como um todo, foi muito prazerosa de se ler. Muito bom, Thomaz.
Obrigado, Ldm djow =)
Vai aqui mais uma, para manter o ritmo.
Citação:
Tivera Hoje A Ilusão, Sozinho
Garota, quando olho para ti
Dou um sorriso para mim
Rosto mais lindo que já vi
Perfume feito de Jasmim
Porque sorrio tanto, sem jeito?
Será o amor?, me pergunto
Já que o coração que bate no peito
Não quer saber d’outro assunto
Mas não, não há pergunta então
Afinal, perguntas retóricas, se sabe a resposta
Fujo de mim, fujo de ti, fujo do não
Imerso na minha auto-imposta crosta
Resta chorar pela rejeição
Da nunca feita proposta
Não vou comentar as poesias, porque acho isso tudo muito pessoal...
Mas os contos, de maneira geral, achei os três bem bobinhos. O primeiro revela uma situação dramática e tu traz ao longo de todo o contos essa situação, tornando um pouco repetitiva, até o suícidio, que praticamente se tornou previsível, mas eu gostei da frase final sobre os asnos fantasiados.
O segundo conto era pra ter uma execução brilhante, até porque gostei do tema, mas tu conseguiu tornar um textículo tão pequeno como aquele meio repetitivo. :(
E o terceiro, foi um texto bobinho feito pra sua amada, com seus acrósticos impossíveis de se identificar e que deram trabalho. Particularmente, não gostei do conto porque as alegorias que você usou muitas vezes foram diretas demais. Gosto mais de alegorias que critiquem uma classe de forma direta, e não tão especificamente. Algo no estilo de O auto da barca do inferno, de Gil Vicente.
Enfim, tá engraçadinho e tal. Mas se um personagem fosse uma generalização indireta de um grupo ia ser mais divertido.
Até.
Incrível! Sem mais.
Ah, vocês são estranhos. O legal é, de fato, encher a seção de tópicos. :P
Você sabe que não sou fã de poesias, mas admiro algumas tanto pela ideia central quanto pelos detalhes. Eu gostei de Roubaram minha Menina por parecer um desabafo, não que seja difícil se identificar, mas é algo bem íntimo e de certa forma sombrio. Já Tivera Hoje a Ilusão, Sozinho apresenta-se como aquele clichê sobre perfume de jasmin, com um eu-lírico que ri para si, chora por rejeição e acredita ter visto o rosto mais belo do mundo; foi mal, mas não desce.
Até.
Outro poema meloso, feito em menos de quinze minutos, a pedidos.Citação:
Para quem o gato mia
Não vou te escrever
Um soneto, garota
Não são dignos de ler
Teus olhos lindos, esta poesia rota
Sem métrica nenhuma
Sem freio ou artimanha marota
Aqui vai a poesia da Luma,
Que é mia garota.
Mia sozinho o gato
Quando vê sua sina
Mia acompanhado o chato
Junto a mia menina
Ah, garota, não tens pena do gato?
Não vês que o outro lhe azucrina?
Pois largue agora o chato!
Venha ser mia menina.
Thomaz, não o vejo há algum tempo. Que bom ver um poema seu; apelo para os users da seção que também comentem sobre suas impressões.
Esse seu poema foi... Peculiar. Não que eu não tenha gostado, mas parece que a característica que mais admiro nos seus textos ficou faltando — a beleza tocante, os poemas altamente melosos e sentimentais que conseguem me passar emoção sem parecerem ridículos (ao meu ver).
Eu, particularmente, não gosto quando o eu-lírico se dirige à alguém específico, fica parecendo deselegante, não saberia dizer. Se bem que encaixou no contexto, como o próprio eu-lírico destaca.Citação:
Um soneto, garota
As substituições (minha - mia), a princípio, me soaram forçadas e até engraçadinhas, mas acabaram me convencendo no último verso.
A ideia do poema, em si, não me chamou tanto a atenção quanto em Roubaram minha Menina, mas esbanjou criatividade, tanto na estrutura quanto no conteúdo.
No mais, boas rimas (fora uma riminha entre "escrever" e "ler", na primeira estrofe) e um vocabulário bastante rico e belo, como sempre.
Parabéns.