Consegui me curar, graças a magia dos Winglies, fiquei pensando a porta da casa por uns minutinhos, voei para casa, fui fazer tarefa de escola (afinal, pra que elas servem? Perder tempo, oras!). Ouvi algumas sirenes, não dei atenção, voltei a fazer a tarefa de matemática, chequei mais uma vez, vi alguns sinais de fumaça bem preta, que progrediram até formar uma “torre” de fumaça negra.
- Que coisa! Não posso fazer nada normal?! – Reclamei comigo mesmo, em pensamento.
Voei para o local do incêndio. Um prédio azul, suas sacadas não tinham nenhum padrão de coloração, mas eram coloridas em preto e branco, fogo no ultimo andar. Bombeiros no solo, escadas e jatos de água no céu tentando apagar o fogo. Pedi uma máscara de oxigênio emprestada e voei para o ultimo andar (mesmo que eu sacrificasse minha identidade “secreta”). Conjurei jatos de água e fui apagando fogo por onde eu passava, achei uma “parede falsa”, dava para ver o que acontecia do outro lado, embora tinha uma visão péssima (isto é, eu observava, mas muito embaçadamente o outro lado). Percebi dois vultos, um maior, aparentemente levantado, puxando outro, que aparentava ser um saco de plástico resistente, sem duvida, outro seqüestro:
- Será que esse povo tem nada pra fazer além de seqüestrar?! – Reclamei comigo indignado.
“Pulei” para dentro da parede e minhas conclusões estavam bem certinhas, um homem seqüestrando outro. Usei um “choque do trovão” (Pokémon na veia, zoeira) para atordoá-lo. Levei-o para o solo, e mandei os bombeiros chamarem a polícia. Voltei para lá e resgatei os outros, um garoto e uma mulher, amordaçados e amarrados, e depois resgatei a vítima do seqüestro.
Na mesma sala, vi uma outra parede falsa. Ultrapassei-a e vi que estava em um labirinto.
