bem legal, você tem talento garoto, continue escrevendo!
da uma passadinha lá no meu e de suas criticas (construtivas claro)
A Saga de Dark Heru
Versão Imprimível
bem legal, você tem talento garoto, continue escrevendo!
da uma passadinha lá no meu e de suas criticas (construtivas claro)
A Saga de Dark Heru
Obrigado os dois comentários ae.
@Dark Heru
Passo sim...pode deixar. :)
Novo capítulo, boa leitura.
Capítulo 3 – Silêncio, lamentos e lágrimas.
O dia nascera como qualquer um na vila, mas a alegria não era a mesma. Sol forte, temperatura agradável, nenhuma nuvem no céu, casas queimadas. Esta última era o que não faltava no vilarejo. A maioria dos lares, lojas e outros estabelecimentos foram transformados em cinzas. As pessoas andavam entre os escombros em busca de sobreviventes. Algumas mulheres choravam suas perdas, sejam elas seus casebres, seus familiares ou amigos. Feridos eram levados para os curandeiros. Era um dos piores dias para Rookgaard, que sempre seria marcada por uma cicatriz de tristeza, choros, gritos, cinzas e mortes.
Saindo do prédio da curandeira Lyria, Bleda caminhava ainda com dores de cabeça. A visão que nunca tivera antes de sua vila o deixou em choque. Como alguém poderia fazer aquilo? Deixar mulheres chorando, pessoas feridas, casas destruídas, crianças sem pais. Pais? Onde estavam seus pais? Correndo em direção ao seu casebre, um pouco distante da área central do vilarejo, Bleda não via casa alguma. O que havia ali era mais um monte de cinzas, cinzas que foram as mais marcantes nas memórias do garoto de apenas nove anos.
Aqueles dois vultos, presos entre as chamas, sufocados. O menino parecia ter sua confirmação. Eram seus pais, sofrendo, com o fogo ardendo em seus corpos. Os olhos de Bleda começavam a lacrimejar. O sentimento de medo de que estava agora sozinho no mundo entrava em conflito com a vaga, desesperada e esperançosa idéia de que seus pais tinham conseguido escapar e estavam agora vivos, aos cuidados de um dos curandeiros de Rookgaard.
No centro da vila, a única druida local parecia estar muito preocupada.
- O que foi, bela Lyria? – perguntou um senhor percebendo a perturbação da curandeira.
- Você viu um menino de cabelos negros, olhos castanhos, passando por aqui? Provavelmente estava com a mão na cabeça. Preciso falar com ele, é urgente!
- Não vi menino algum aqui. Vindo para cá, porém, avistei um garotinho com essas características. Parecia ter uns oito ou nove anos. Estava correndo desesperadamente para a casa daquele pescador. O nome dele era alguma coisa Kironius.
Ao ouvir isso do rapaz, Lyria foi correndo em direção ao local onde se achava a casa citada. Quando chegou lá, viu Bleda perguntando para as pessoas se haviam visto seus pais.
- O pescador Furhil Kironius e sua mulher. O senhor viu? Por favor, diga que sim!
A resposta era sempre a mesma:
- Desculpe menino, não vi.
Apressadamente, Lyria se aproximou do garoto.
- Bleda, venha rápido! Seu pai e sua mãe estão em meu prédio. Apresse-se, estão muito feridos!
Chegando ao local de trabalho da curandeira, Bleda afobadamente foi correndo em direção aos seus pais. Triste era a notícia que viria a lhe ser dada de um dos assistentes de Lyria.
- Você conhece essa mulher, garoto? – perguntou o ajudante.
- Sim, é minha mãe. Como ela está?
O homem olhou para os olhos de Bleda, e com uma expressão séria, falou o que o menino menos queria.
- Ela faleceu há pouco. Sinto muito.
Sem conseguir demonstrar reação alguma, o garoto ficou pálido. Nove anos de carinho, amor, ensinamentos, que não mais poderiam se prolongar. Sua mãe estava morta.
Seu momento sem reações foi interrompido por uma mão que o tocou. Bleda se virou e viu seu pai. Corpo queimado, tosses. Estava gravemente ferido.
- Pai!
- Olá meu filho. – Disse com uma voz extremamente fraca.
- Pai, o senhor vai ficar bem. Fique firme!
- Ó, meu filho. Não importa o que aconteça, sempre ficarei bem. Sei que você é um menino bom. Terá uma vida boa. Não maior felicidade para mim do que saber disso.
- Agüente meu pai!
- Fique...
Sem conseguir terminar a frase, faleceu.
Lyria sem muito saber o que fazer, disse:
- Chore, Bleda. Chore.
E assim o menino o fez.
----------------------------
Valeu! :o
muito bom, gostei mesmo, só não entendi porque a druida não curou os pais do garoto, ou tentou mais foi envão?
Isso aí...obrigado pelo comentário. :)Citação:
ou tentou mais foi envão?
vlw tbm pelo exclarecimento, pq a historia real tá na sua mente né, por mais que queiramos não conseguimos passala perfeitamente para ca, flow
Muuuuuuuuuuuuuuito boa a história!
Bom... pelo menos até agora, né:P
Poderia botar um pouco mais de ação nela, mas está bom...
Dê uma olhada na minha depois: "O Martelo dos Dwarfs". O link tá ali na minha assinatura
Oh, obrigado. Que bom que gostou. :)
Ação? Calma...a história tá beeeeeem no começo. Ela é longa. ^^
Passo na sua sim, pode deixar. :P
Obrigado pelo comentário
eu gostei bastante da leitura, já havia lido o primeiro capítulo, lí os outros dois... uma coisa que me deixou triste foi a rapidez com que tudo aconteceu, talvez isso tenha acontecido devido ao garoto não saber lutar, o que te deixou de mãos atadas pra "enrolar" um pouco na invasão.... mas tudo bem :D
Gosto do jeito como você escreve, se parece muito com o meu, vou estudar a forma com a qual vc usa diálogos pra tentar fazer algo parecido, sou péssimo nisso e a minha história precisa deles direto.... :P
Enfim, eu estou esperando o próximo capítulo, só vou dar uma opiniãozinha pessoal.... acho que esses três capítulos poderiam ter entrado todos num só... sei lá apenas uma opinião pessoal...
Não desanime, quero ver isso aqui andar! Boa sorte! ;)
Valeu pela comentário Claudio.
Foi até por isso que foi mais rápido, mas também porque eu queria fazer desse começo...hm...não vou falar acho que vai estragar depois.
Bom..obrigado pela opinião. É sempre bem-vinda. ;]
Valeu!