Eu já tinha lido e decidi comentar agora.
Não tem muito o que dizer de um prólogo né, só esperar os proximos capítulos.
:D
Versão Imprimível
Eu já tinha lido e decidi comentar agora.
Não tem muito o que dizer de um prólogo né, só esperar os proximos capítulos.
:D
Como ja foi comentado, n temos muito que falar, esperamos continuacao!
to be continued....:o
Espero que Não tenha muitos erros...E também, que gostem e comentem...Sejam criticas ou elogios...
PS: COMPAREM O MERCENÁRIO COM GUERRA EM ROOKGAARD...
Capítulo 1- A esperança
A chuva que caía sobre Thais começara na madrugada do dia anterior. Era uma chuva forte que faria poucas pessoas se aventurarem nas ruas da cidade, ainda mais em tempos como aqueles. Um guarda andava rapidamente em direção a uma casa de dois andares. Um homem que estava com o rosto coberto pela escuridão da manhã observava-o da sacada da casa.
–Hesperides!!!! – gritava o guarda, dando murros na porta da casa, porém, ninguém deu resposta. –Hesperides!!!!
A porta se abriu e uma mão puxou o homem para dentro. O dono da casa, Hesperides, era um dos quatro membros da corte. Ele era um druida poderoso e sábio. Aparentava ter seus quarenta anos, mas era considerado o druida mais sábio que já pisara naquelas terras.
–O que desejas aqui,Grof? – disse Hesperides.
–Estava indo para o castelo quando me deparei com... – disse o guarda.
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Hesperides corria em direção ao castelo de Thais, que era governado pelo rei Tibianus III, que um dia já fora sábio em escolher seus atos, porém, todos os guerreiros de elite estavam contra ele, devido ao projeto Venore, que era um perigo para todos que trabalhavam lá, além dos próprios thaienses que tinham menos pessoas na guarda. O motivo desse desacordo, todos sabiam, Ferumbras, um poderoso mago que havia aparecido, fazendo centenas de vitimas.
Três guardas esperavam à frente do castelo, os guardas dos portões. O druida chegou abrindo caminho entre os guardas.
–Qual a situação? – perguntou o druida.
–Nada boa, senhor. Todos os guardas do interior do castelo foram mortos. – disse Tim.
–Certo. E o velho? – disse Hesperides.
–Como senhor? – perguntou Tim.
–O rei, homem, o rei. – respondeu Hesperides.
–Bem, não entramos na sala do rei ainda, esperávamos por você. – disse Tim.
–Por Fardos, vocês são inúteis, seus gatinhos medrosos. – resmungou o druida. – Essa passa. E quanto aos outros três guerreiros?
–Dragonslayer e Acanthurus já entraram. Disseram que a situação não era nada boa, por isso, não poderiam esperar. – disse um outro guarda, Kulag.
–E Arieswar? – perguntou o druida.
–Não conseguimos achá-lo. – disse Grof, que acabara de chegar.
–Está bem. – disse Hesperides, entrando, seguido pelos quatro guardas.
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"É impressionante a precisão desses cortes, não foram feitas por um mero assassino, um assassino das sombras, ou pelo menos, age nas sombras. São cortes muitos bem elaborados, não são simples cortes, foram feitos por uma pessoa impressionante." – pensava Hesperides. – Talvez, quem fez isso fora Ferumbras. – disse Hesperides, deixando escapar algumas palavras.
–O que disse,senhor? –perguntou Walter.
–Não foi nada, algo qualquer. – respondeu Hesperides, vendo que os guardas olhavam friamente para ele, pareciam ter entendido o que ele falou. – "Bendita hora, que pensei alto, tenho que manter a calma." – o druida pensava.
Os homens continuavam a trajetória lentamente, rumo à sala do rei. Todas as tochas estavam apagadas, uma coisa que era difícil de se acontecer, mesmo se ventasse.
"É impressionante, esse assassino já sabia o caminho, entre todas as bifurcações, ele sempre virava nas certas." – pensava o druida.
Os quatro homens estavam diante da sala do rei, apesar dos acontecimentos, a porta estava trancada.
–Estranho, essa porta não poderia estar trancada diante de tais acontecimentos. –disse Kulag, os outros apenas concordaram com a cabeça.
–Isso não é o mais estranho. O que acontecera com Acanthurus e Dragonslayer? – indagava Hesperides.
Walter deu um passo à frente, posicionando-se diante da fechadura. Remexeu na sua mochila, procurando por algo. Tirou uma chave enferrujada e colocou-a na fechadura. Tentou girá-la, mas nada aconteceu.
–Parece que está trancada por dentro. –disse Walter.
–Só nos resta esperar. Espero que Tibiasula proteja nosso rei. – disse Kulag.
–Não. –disse Hesperides, dando um passo à frente. –Ainda temos uma esperança.
"Ah, falou tanto desse sabão em pó Assim que agora eu quero ver. Será que Assim é bom?
ASSIM É BOM, ASSIM É BOM DEMAIS!"
Deu pra saca o que eu quis dizer?
Bem, aqui estou eu pra ver essa história, depois de todo o merchandaising que tu fez -.-
Eu gostei do enredo, interessante, mas tá muito confuso!
Quando for fazer algum corte use ***, não só linhas em branco. Ficou bem estranho, me perdi ali naquele segundo corte (era um corte neh?)
Mas vou acompanhar, to esperando o próximo capítulo :)
Não vou falar que ta confuso que nem o Manteiga falou porque eu entendi perfeitamente. Mas não tá, sei lá, agradável? Acho que essa é a palavra.
MUITA coisa aconteceu em pouquíssimo texto, você não exploro direito o que podia explorar (como a parte das luzes apagadas no caminho pra sala do rei, ou até mesmo, todo o castelo estar de um modo diferente.)... Ou seja, você escreveu pouco e passou muita coisa de uma vez, ai naum deu muito certo.
>.<
Espero uma melhora no prox cap. :D
Mas a idéia tá ficando legal, só não leva pro clichê ;)
É essas partes também não gostei e já estou reescrevendo...quanto ao clichê...Esse meu tema nunca foi batido...Não me lembro de nada parecido...Citação:
Postado originalmente por Pernalonga
De fato, muito corrido o texto, poderia escrever umas 5 páginas ou mais com o que ocorreu. Mas de resto, achei bom...
Dard* :)
Búu! Cheguei pra assombrar.
Plural não, singular. Você não se refere aos sóis e sim ao acontecimento que é apenas um: O fato de eles se esconderem.Citação:
Fafnar e Suon se escondiam atrás de uma grande nuvem negra, por longas luas foram assim.
O que é isso? Quando se escreve um texto não se deve escrever frases soltas, deve ser por isso que a palavra texto vem do latim texere, que significa "entrelaçar fios".Citação:
Logo anoiteceria.
Mesmo fato de antes, tudo solto.Citação:
Os sóis pareciam correr da grande escuridão que cercava Thais. Todos os moradores da pacata cidade andavam sombrios, sem correr, gritar.
Não se separa verbo(escrever) do sujeito(destino). Se quiser dar um tom pausado à narração use reticências.Citação:
Acabou por sair a contragosto de sua casa carregando uma espada meio encoberta por sua capa, talvez porque pressentia que um episódio estaria para ser escrito nas páginas da velha Thais, pelo Destino.
Após travessão há espaço.Citação:
–Hesperides!!!! – gritava o guarda, dando murros na porta da casa, porém, ninguém deu resposta. –Hesperides!!!!
E não precisa exagerar na exclamação, usa apenas UM "!" ou escreve em letras maiúsculas (o que também não muito agradável).
Espaço depois da vírgula.Citação:
–O que desejas aqui,Grof? – disse Hesperides.
Olha o "queísmo" aí, gente!Citação:
Hesperides corria em direção ao castelo de Thais, que era governado pelo rei Tibianus III, que um dia já fora sábio em escolher seus atos
Ah... Eu já li isso, só que muito melhor escrito. E este documento está na obra de Kamus Re, "Ferumbras".Citação:
porém, todos os guerreiros de elite estavam contra ele, devido ao projeto Venore, que era um perigo para todos que trabalhavam lá, além dos próprios thaienses que tinham menos pessoas na guarda. O motivo desse desacordo, todos sabiam, Ferumbras, um poderoso mago que havia aparecido, fazendo centenas de vitimas.
Guardas, guardas, guardas e guardas....Citação:
Três guardas esperavam à frente do castelo, os guardas dos portões.
E mais guardas...Citação:
O druida chegou abrindo caminho entre os guardas.
Sobre Dragonslayer não posso afirmar nada. mas Acanthurus e Arieswar também são personagens de FERUMBRAS! Claro que não estou acusando-lhe de plagio, mas foi que eu achei coencidência falar sobre um problema com Rei e Venore, cujo os poréns e as personagens são as mesmas de uma outra história.Citação:
–Dragonslayer e Acanthurus já entraram. Disseram que a situação não era nada boa, por isso, não poderiam esperar. – disse um outro guarda, Kulag.
–E Arieswar? – perguntou o druida.
Da próxima vez não esqueça de por um espaço após vírgulas e travessões.
***************
Bem, como você mesmo diz, essa história me "enoja"!
Você fala um monte e não diz nada, ficou claro a sua tentativa de descrever as cenas, pena que foram catastróficas. Sua história está verde e você não as recvisa, ou pelo menos não parece.
Se você escreve seu capítulo em um dia não adianta nada tentar revisar sua história nesse mesmo momento, uma vez que seu cérebro vicía na sua escrita e entra em pane, não tendo novas idéias. Então vá dormir um pouco e revise esses "textos".
Um exemplo do que digo é a parte onde Hesperides caminha por dentro do castelo, o ambiente deveria ser tenso, mas parece apenas mais um fato cotidiano e sem emoção. Você já reclamou da mecanização da história de outras pessoas, mas se esqueceu de olhar para o próprio umbigo.
Então, antes de continuar com essa história, pratique um pouco.
Well,
Depois dessa fiquei com medo do Wakka...
***
Concordo com tudo que eles falaram, então não vou ficar repetindo.
Só uma coisa: quando estou escrevendo busco criar um clima pro texto. Esse ai por exemplo tinha que ser o mais sombrio possível (tipo um filme de terror).
A sensação que eu tive foi que o cara tava caminhando por um lindo jardim de flores onde a morte era algo inimaginável (ta bom que ele era O cara, mas mesmo assim...)
Trabalhe mais o texto, revise mais. E crie um clima...
Goodbye...
:hmy: :hmy: :hmy:
Ui, o WK bate doloroso :). troco até de avatar (safadão ele ein :P )
mas tem uma cuisitia, o hesperider e podástico, mas pelo jeito tyem um Ferumbras no meio. e Ferumbra é Ferumbras. (tragam Eternal, lo gram bloker, como disse o cachero :). e tragam lo cachero, la gam mort, como disse o EO, e assim se vão tragam entre 50 shoter 6 kinas top 2x+ e seja o que Ferumbras quiser. iuiauoai) estou a espera de melhoras.
e não quelu apanhar do WK pois ele bate doloroso e eu vou me embora, antes que tio Wakka pege eu aki. xaus
SEGUINDO A LUZ