Capítulo 3 – Carlin – A cidade das mil possibilidades.
Olá galerinha!!! Desculpe a demora, mas agora vou postar o capítulo 3, com a h0omenagem á, Thânchanchanchaaaaa!! Perseu, The Knight!!! =D saiu mais cedo do que eu esperava!!
Ta aí.
EDIT: Quero agradeçer a todos novos leitores, henrique mago e outros que tem nomes mais difícies, quero dizer que fico muito feliz, e que cada comentário me faz mais e mais feliz!!
Capítulo 3 – Carlin – A cidade das mil possibilidades.
Vou te contar uma coisa... Não estou sentindo minhas pernas. João se recuperou no barco, mas eu estou tão pregado que se jogassem 1 tonelada de baratas em mim eu não sairia do lugar, tanto que morreria, pois são 1 tonelada, mas isso não vêm ao caso.
Arranjamos uma cabana ao extremo norte de Carlin, junto com umas vizinhas que atacam espadas na gente. Veja bem, vou explicar melhor, tudo começou quando entramos na cidade, que mais parecia São Paulo:
[Eu] – Nossa, isso parece São Paulo.
[João] – Não tem nada a ver. Carlin é uma das tribos tibianas mais antigas, ainda na época da UH.
Ele disse como se eu soubesse tudo. Fiz uma careta, e logo ele se aprontou e começou a dizer:
[João] – Depois eu te conto.
Então descemos a escada, e andamos em uma trilha de pedra. Tudo era muito grande, diferente, as pessoas eram mais fortes. Chegamos até um lugar cheio de gente, pessoas colocando suas coisas em uma caixa de bambú, outras falando com um banqueiro, todas muito ocupadas aparentemente, mas passamos reto.
Logo estávamos em uma trilha de terra, seguindo sempre para o norte, me lembro de João parar umas cinco vezes pra tirar a capa que beijava o chão. Ele estava correndo demais, e eu disse:
[Eu] – Cara, tá com pressa?
João deu de ombros, mas ele parou de correr um pouco.
Logo, chegamos em uma torre. Uma mulher nos recebeu, uma mulher muito esquisita...
[Eu] – Mas que diabos? Parece a Xena!!!
[Xena?] – Ah-Toma-Púh – Láláláláláláááááá!
Apressei-me a olhar para João, e perguntei:
[Eu] – Ela não é uma....
[João] – Não. Ela é uma amazona.
[Eu] – Tipo a Xena?
[João] – Sim!
[Eu] - :fckyea:.
Olhando aparentemente nervosa para mim, a amazona me deu uma espadada, ou uma adagada, sei la, aquilo foi uma.... Ah, malditas lâminas, mal posso ver seus movimentos!!!!
João ergueu uma coisa vermelha e dela saiu fogo, atrasando o ataque da amazona. Tá, faz de conta que tirei um cajado congelante e soltei dele um jato congelante...
[João] – Cuidado...
Fui pra cima dela, e dei uma gargarejada no cabelo dela, cortando pelo metade, o que ficou muito hilário.
[João] – Hahahahahahaha!!!!!!!
[Eu] – Aiushaiuhsauishauishauish :fckthat: :fckthat:!!!1!21!!!1111!
Assim, ele ergueu o cajado vermelho e atirou fogo denovo nela, deixando-a em chamas.
[Eu] – Boa.
[João] – Vamos acampar lá em cima...
João apontou para o topo da torre, mas eu não conseguia enxergar nada, pois era muito sol.
[João] – Olha pra lá, Dê!
Ele apontou para a direita.
[Eu] – Hum...
[João] – Então, lá é uma caverna habitada por humanóides e ciclopes, mas rumores dizem que existem outras coisas lá. Ninguém sabe direito, mas encontraram esqueletos vermelhos –sangue. É possível observar coisas estranhas por toda Carlin, coisas sobrenaturais, mas ainda assim é a segunda capital de Tibia, uma cidade grande que tem de tudo.
[Eu] – Estou com medo.
[João] – Porque?
[Eu] – Mortos-vivos... Isso não parece boa coisa.
[João] – Relaxa cara, nenhum esqueleto irá nos acordar a noite. Vamos subir.
Assim subimos tudo, pela sorte não tinha nenhuma amazona, pois um guerreiro matava elas lá. Subi no último andar, e tive uma surpresa: Uma bruxa!!!!
[Eu] –AAAAAAAAAAAAAAAAAAAh!!!!!!!!!
[João] – Adoramos Grande Norte!!!
Com esse grito totalmente nada a ver, uma pedra escura surgiu na mão dele, e ele jogou na bruxa, derrotando-a. Fui ver o que tinha nela, havia uma corrente, e... Um sapo?
[Eu] – Credo!!!
Fui jogar o bichano no rio que estava ao norte, e João quase jogou a torre inteira na minha frente:
[João] – Nãaaaaaaao!!! Você é louco???
Ignorei ele, e joguei o sapo nojento fora, o que a gente vai fazer com um sapo petrificado?
[João] – Nãoooo Desossa seu Filho da Mããe!!!
[Eu] - ?
João começou a gritar e dar socos loucamente na parede, que nem um vídeo que vi no mundo, onde a mãe do menino desativa a conta dele no World Of Warcraft (Sim, sei o nome do jogo).
[Eu] – Calma João!!
Ele quase me desferiu um soco na fuça, o que me fez me ajeitar em uma mesa próxima e me deitar. Abri minha sacolinha, e peguei o livro que tinha furtado em RockGuard, lembrando de Richard. Ainda estava na página 13, de 359. O céu estava alaranjado, e um ar de suspiro de uma certa forma saiu de minhas nádegas. Ele ainda estava meio paranóico, mas ajeitei-me mesmo assim e dormi.
Agora, vou contar a parte mais medástica:
Estava durmindo a noite, e alguém com voz de aspirador grita:
[João] - Acordaaaaaa!!!! Demônios-esqueletos!!!!
[Eu] - Mas que diabos...
[João] - Não é diabo não, é DEMONHO!!!!!
[Eu] - :lolguy:
E agora estou, com frio, em cima de uma mesa.
Capítulo 4 – Digo adeus à um amigo, e entro em uma tumba.
Primeiramente, por favor moderadores, não me dêem alerta, é pra meu tópico não morrer!!!
Em segundo, vou postar o cap agora!!! E esse vai ser um desfecho importante a história... E o homenagiado é... O pastor Senhor Das Botas!!! :coolface:
Tá aí, cap 4:
Capítulo 4 – Digo adeus à um amigo, e entro em uma tumba.
Oi, ag....
[João] - Desossa, olha pra frente!!!
[Eu] – Quê?
[João] – ó o bicho vindo, ó o bicho vindo!!
[Eu] – Desce a escada!! Vamos descer a escada!
[João] – Mas o bicho está lá em baixo!!
Nossa, nem deu tempo para dizer nada. O que diabos está acontecendo com meu amigo? Será que ele pirou? Ou o sapo era a consciência sã dele? Meu deus, mas que..
[João] – Ahhh, corre!!!
Droga.
Aquilo é um... Esqueleto vivo ?!?! Vermelho? Com olhos pretos? Meu deus do céu, É UM DEMONHO!!! Fuja, fuja para as colinaS!!!!!
[Eu] – Ora o pai nosso!!!!
Nem deu tempo de João responder, o esqueleto esmagou o dedinho dele, e ele gritou de dor, desesperado. Como já ouvi na igreja do mundo que orar espanta demônios, aqui pode ser igual, sei lá, vai que...
[Eu] – Eu oro!!! Pai nosso que habita o céu...
[João] – Me ajudaa por favoor!!!
[Eu] – Glorioso seja seu nome...
[João] – Aiii!!!
[Eu] – Venha à vós o vosso reinado...
[João] – Eu vou morrer!!!
[Eu] – DEIXA EU ORAR!!! Assim em tibia como no mundo e todas as dimensões que desconheço... A carne de lobo que cada dia nos dá... Perdoai as nossas matanças, assim como perdoamos a quem nos tem dado uma furacãozada com dois ogros malucos do lado... E não nos deixe cair em calabousos... E livrai-mos de todos os demônhos esqueléticos.... AMÉM!!!
[Ambiente] – BUUUUUUUUUUUUUM!!!!!
...... (silêncio) ......
[Eu] – Jo...ão....
[João] – O—oi. Cadê o...
Mesmo com a fumaça, vi João olhando para frente perplexo.
[Eu] – Que foi?
[João] – O esqueleto... Ele sumiu.
Ele olhou para mim, sem palavras pra dizer. Eu apenas assenti atordoado:
[Eu] – Sangue de Jesus tem poder.
Bom, depois desse susto, Acabou, certo?
Digamos que, estou mortalmente errado.
[Eu] – Vai, vamos embora antes que venha mais desses, já esqueci o pai
nosso do tibia.
[João] – Meu dedo tá doendo demais!!
Olhei para o estado do dedinho de João, e realmentem esta tão inchado que se pusessem o dedo dele do lado de uma beterraba, eu diria qie a beterraba seria o dedinho dele.
[Eu] – Dá pra aguentar até a cidade, vamos vai!!
[João] – Tá, tá.
E assim seguimos até a escada, e desci primeiro. Tudo estava sinistramente vazio e silencioso, antes havia o barulho de aves, ouvia até gritos de pessoas, mas agora estava tudo em silêncio. E eu, como um jegue, tive que estragar tudo:
[Eu] – Nossa, que silêncio!! ALGUÉM PODE FALAR ALGO!!!?
[Andar de baixo] – Shhhhh.... Shhh....
[Richard baixinho] – Você é louco!!
E do nada, Uma mão em carne viva apareceu da escada para descer, e logo depois o corpo, atrás de uns 2 esqueletos vermelhos. Olhei para Richard pensando que ele iria fazer algo, mas ele ficou parado...
[Eu] - ......... Grita a magia pô!
Mas não deu tempo, o zumbi se pôs na minha frente, rindo sarcásticamente:
[Eu] – Oi... Quer um biscoito?
Tive a impressão que ele iria falar algo, e não é que acertei?
[Zumbi] – Quero sua alma, jovem cavaleiro, e a dele – O zumbi fitou João.
[Eu] – Jovem cavaleiro? :fckyea:
[Zumbi] – Venha comigo, e não será decaptado.
[Eu] – Nossa, mas que crueldade!! Por que não volta para sua tumba? Ou quer que eu faça isso com minhas própias mãos?
[João baixinho] Desso.... cala boc....
[Zumbi] – Haha, seus braços são tão magros que se você colocar ele do lado de uma epee, guerrearia com teu braço moleque!
Nossa, um zumbi com senso de humor.... Que sarcasmo. Vou sair daqui, e vou levar João:
[Eu] – João, pega na minha mão!!
Ele fez isso, e puxei ele, e conseguimos descer a escada sem ser atacados. Descemos a torre cercada de zumbis e esqueletos, e quando chegamos na saída, senti minha perna sendo amarrada e tomei um capote que entrou areia até no meu pâncreas. Não podia sair dali, então sugeri à João:
[Eu] – FUJA!!!Fuja João!!! Você sabe que eu sou zika!! Eu vou sair dessa!!!
“Eu sou zika”, é um termo que eu usava no mundo quando eu fazia ou iria fazer algo extraordinário, ou alguma coisa do tipo.
[Zumbi] – Espírito de Urghit, Leve-nos à Ankrahamun!!!!!
Assim, me senti como na vez em que fui de Rock à Meu, no vazio do infinito. E depois, apareci em uma, Tumba? Parece ser, mais o pior ainda estava pra acontecer, o Zumbi estava comigo, sozinho.
[Zumbi] – Agora, você vai me mostrar seu potencial, Menossa.
[Eu] – Não é por nada não, mas que múmias de nome é Menossa? Desossa, correto seria assim, DESOSSA. Aliás, meus poderes de espadachim pode te surpreender até demais.
[Zumbi] – Então mostre-me, cavaleiro.
Acho que disse meleca. Acho que vou fazer meleca. Acho que vou Virar uma meleca. Ah, cadê o Richard e o Joãão? Cadê o DERP :yuno: ???
Se eles não estão aqui, vou eu sozinho.
[Zumbi] – VENHA PARA CIMA DE MIM!!!
Peguei minha espada,que parecia pesar mais ainda, e dei uma espadada nele, sem efeito. Ele riu, e seus olhos encontraram os meus, me paralizando de certa forma. Mesmo assim, lembrei que quando via power rangers quando criança, os rangers morfavam e viravam os rangers :ueclaro:, e se um zumbi comediante existe, posso tentar combater ele morfando...
[Eu] – É hora de MORFAR!!
Mas, uma pergunta.... Por ele me quer? Por que estou aqui?