Capitulo 26 - Batalha Sangrenta pt. I
Olá galera!
Hoje trago o capitulo 26 sem muita demora.
Respondendo comentarios:
@Gabriellk~
Sim. É muito desmotivador isso. Essa época de final de ano está muito ruim, não gosto disso. Mas é assim mesmo.
Obrigado por curtir meu capítulo! Tive que pensar muito em como descrever aquela cena final, pois eu queria algo épico no final. O acampamento é muito perigoso, os assassinos trabalham rituais lá por anos. Mas, só depois você confere o que vai acontecer nos capítulos seguintes.
Vou ir melhorando o "tempo" da escrita. Acho que é meu único problema mesmo.
Continue acompanhando e comentando!
@Sombra de Izan
Sei que cedo ou tarde você comentaria aqui, só que tá faltando aqui bastante gente que prometeu acompanhar e sumiu da seção. Realmente desmotivador, mas quem sabe na época do proximo torneio o movimento retorne. E seu amigo aí não é nada motivador viu.:assovia:
Que bom que gostou do capitulo! Mas, não eram mil, eram mais de dez mil... A quantidade está neste capítulo aqui. Enfim, esse desenho que você citou, realmente nunca ouvi falar... Você é velho mesmo hein? Pra se lembrar de tantas coisas antigas...
Bom, este capítulo promete mesmo hein! Espero que não demore muito para ler.
Obrigado por acompanhar!
Obrigado pelos comentarios motivadores de Gabriellk~ e Sombra de Izan. Vou tentar continuar escrevendo da melhor maneira que posso.
Hoje presenciaremos uma tecnica de assustar de George.
Boa leitura :smile:
No capitulo anterior:
George, Jack e Watson chegam ao acampamento dos assassinos, e são surpreendidos pelas habilidades de um bandido muito ágil. O bandido ameaça Jack e Watson de serem mortos caso George não entregar suas armas, mas ele consegue liberar um grande poder de sua espada e salva seu irmão e seu amigo. Logo depois, eles presenciam a cena mais assustadora da vida deles.
Capitulo 26 - Batalha Sangrenta pt. I
Capitulo 26 – Batalha Sangrenta pt. I
Enquanto aquelas milhares de coisas desciam para a terra, George se lembrou de uma coisa que antes Banor contou a pouco tempo; Pensar no céu. O que vinha a sua cabeça era que Acrios também havia falado sobre isso. Usando os mínimos segundos que ainda havia, pensou rápido no que Acrios quis lhe dizer.
~~*~~
Tibia, ?? de ?? de 480.
George estava observando seu próprio reflexo na água do oceano Tibiano. Estava em Northport, num local pouco provisório de treino psicológico, de frente para o oceano. Era uma pequena doca.
George daquela época ainda era um tanto feliz; tinha uma namorada fiel, ainda era muito bonito e também poderoso. Ele passava sua mão pelos seus cabelos ruivos que quase iam aos seus ombros, pensando.
[George] – Realmente ainda vai demorar muito tempo para eu deixar de ser lindo. – Dizia para si mesmo, esboçando um sorriso orgulhoso. Um bastão de madeira bate contra a cabeça do garoto, que se desequilibra e leva seu rosto de encontro à água.
[Acrios] – Vaidade e orgulho não te levarão a nada, George. – Indagou para o garoto, enquanto ele se levantava e cuspia um pouco de água de sua boca. – George, já lhe disse sobre o que você apresenta hoje em dia. É muito poderoso e útil, mas também pouco coordenado com sua mente.
[George] – Foi por isso que me trouxe a Northport?
[Acrios] – Exatamente. Aqui pode ser um simples vilarejo de pesca, mas abaixo dessa terra, abriga segredos que nunca ninguém viu.
[George] – Como assim? Já virou formiga para saber disso?
Acrios era um homem que vestia uma longa túnica, tinha cabelos marrons e eram longos que iam ao começo de suas costas. Por isso mesmo, ele os enrola. Alguns dizem que é uma coisa estranha, outros dizem que é um sinal de respeito. Sua túnica tinha cor branca com azul claro. Possuía um bastão que levava em seu braço direito. Com o sinal de desrespeito de George, Acrios usa seu bastão na cabeça do jovem guerreiro, que murmura palavreados.
Mas que velho mais c... Acrios ouve e usa novamente seu bastão contra a cabeça de George.
[Acrios] – George, você está cercado de pecados. Deve ter sua mente limpa, frente a batalha ou perigo, para saber o que fazer. Por isso, você tem que olhar para o céu... – Levanta seu bastão para cima, enquanto George também fita o céu – E limpar sua mente.
[George] – E como vou fazer isso?
[Acrios] – Lembres que tem que se concentrar. Se não fizer isto, não alcançará teu objetivo. Quando aprendeste isto, voltará para casa. Vai ser seu treinamento psicológico, ou digamos... Primeira parte. – Disse se afastando de George, dando meia volta e indo para o centro do vilarejo.
[George] – Ei, espera aí! – Gritou tentando parar Acrios, enquanto começa a persegui-lo. Ao alcançá-lo, pega em seu braço direito e tenta o puxar frente a ele. O tutor dá uma ágil rasteira na perna de George fazendo-o cair, e aponta seu bastão para sua face.
[Acrios] – Pergunta-se como fazer isto? – Indagou para o jovem. – Não se pergunte. Quando algo inesperado acontecer... Terá seu foco em seu objetivo. Lembres disto: O céu será sua resposta.
O céu... É sua... Minha resposta...
Sensaton, 18 de maio de 500.
[George] – Então é isso... – Disse ofuscando sua imagem aos adversários e focando-a ao céu. Novamente ele murmura a palavra céu, fechando seus olhos e se concentrando no tempo que se dedicou ao treinamento psicológico.
Jack pega a pequena cápsula marrom de sua mochila e rapidamente a transforma na sua besta gigante. Ele encaixa a parte de trás no chão e aumenta o tamanho, transformando-a numa balista. Pega quatro dardos, aperta-os e transforma em seus dardos gigantes negros. Coloca o primeiro na sua besta-balista e atira para o céu, contra as coisas que continuam a descer para o chão. Watson carrega suas forças obscuras e flameja na cor roxa. Enquanto prepara suas bolas de fogo, ele percebe George fitando o céu, mas com os olhos fechados e mexendo seus lábios. O mago não o entende, e rapidamente fita o céu quase escuro de tantas daquelas coisas que rapidamente ele e Jack perceberam o que eram: Assassinos.
George permanecia da mesma forma, quase imóvel. Mas seus amigos não enrolaram; Jack lançou o primeiro dardo negro, e Watson concentra muita energia em suas mãos, e lança uma bola gigante de fogo roxo para o céu. O dardo choca-se com um dos assassinos e explode com uma força surpreendente, formando um buraco negro no céu se espalhando e pegando centenas de coisas do céu. Enquanto isso, a bola gigante de Watson faz uma explosão poderosa no céu, pegando também centenas de assassinos. Mas ainda não estavam salvos; havia mais de vinte mil assassinos chegando ao chão, e não estavam tão longe. Jack pega mais dardos e os transforma nos dardos negros, e continua a lançá-los para o céu. Watson continua a lançar varias bolas de fogo contra os assassinos. O único problema era que George não reagia. Mas finalmente o homem abriu seus olhos que estavam na cor azul clara, um poder extremo. O guerreiro fazia vários movimentos com suas mãos, mas permanecia sem mover nenhuma parte do corpo, apenas sua boca e seus braços.
O mais esquisito é que varias nuvens se agrupavam no céu, e ganhavam forma. Tornavam-se mais poderosas, enquanto trovões e raios cercavam as nuvens unidas. Seu formato era colossal e seus efeitos eram de assustar qualquer um. George para de mover suas mãos, do qual tomavam um formato estranho: Sua mão esquerda estava fechada e junta da direita; a direita, estava um pouco fechada e raios corriam por ela. Enquanto George tentava abrir sua mão direita, as nuvens conseguiam se formar e tomavam a forma de um leão de pé, enquanto ele se virava para os milhares de assassinos.
O guerreiro abre sua mão, e dela um raio explode. Neste momento, o leão no céu abre sua boca e lança um raio azul-claro colossal, atingindo milhares de assassinos. George começa a controlar as nuvens, enquanto a nuvem em forma de leão de raios continua a mandar o raio, pegando quase todos os assassinos. Aos poucos, o local acima deles ficava mais limpo, e por sorte o raio não atingia o chão. Somente quando havia menos de quatrocentos assassinos o raio diminuiu de tamanho, tornando-se então mais fraco, e pegando os assassinos restantes. De final, o trabalho do leão estava para acabar quando duas bolinhas vermelhas no céu cortam as nuvens, desativando o poder de George.
George sai do seu transe e desfaz sua formação com os braços. Cansado, respira um pouco rápido, enquanto Jack e Watson ainda estavam muito tensos de terem presenciado a técnica.
[Jack] – Acho que você já fez isso... Não é? – Disse com a voz baixa para George.
[George] – Não... Incrível. Era isso que Banor e Acrios queriam me dizer...
Vinte assassinos chegam ao chão, cercando o trio. Jack retira sua besta gigante do chão e a transforma em sua cápsula. Watson permanece parado, com seus poderes ativos. E George pega sua espada de sua bainha, e a apresenta para combate. Os Assassinos pareciam demonstrar-se surpresos pela espada.
Um assassino dá alguns passos a frente, enquanto o trio se junta e fita o homem. Ele para de andar. O assassino vestia um manto negro, tinha seu rosto coberto, com apenas seus olhos a mostra.
[Assassino] – Veja o que o caçador trouxe pra casa... Três idiotas vindos de Tibia. Acho que não preciso me surpreender tanto, ou devo? – Disse enquanto fitava a espada de George. – Este estrangeiro chegou a menos de uma semana aqui e já está empunhando a espada suprema de Sensaton World... Ou digamos... Uma das armas de Lezario. E veja... Está bem equipado... Com uma armadura e um escudo muito raros. Coisa de louco hein!
[George] – Quem é você e como sabe de onde viemos?
[Assassino] – Sei que aquele bandidinho é um otário de não dizer quem ele é, mas você é mais ainda de perguntar o nome de seus oponentes. – Neste momento, a mascara de seu rosto cai, e parte de sua roupa também. George o reconhece; tinha vários traços vermelhos em sua roupa, tinha barba branca e olhos vermelhos.
[George] – O assassino que mandou aqueles capangas para me matar!
[Uarcul] – Exatamente. Chame-me de Uarcul.
Os traços vermelhos em sua roupa brilhavam intensamente, e os assassinos a sua volta partiram para o ataque com mais velocidade do que nunca.
~~*~~
Algum lugar perto dos heróis.
[???] – Há... Creio que os tibianos já estejam mortos, não? – Dizia alguém, era um assassino, tinha uma capa vermelha com um P medieval amarelo marcado nela.
[???] – Não. George, o filho de Banor, é mais poderoso do que eu pensava. Eliminou trinta mil assassinos e continua forte. – Respondia a questão do assassino, solene. Este sujeito tinha a aparência de um cultista, porém até mais poderoso.
Dois homens conversavam numa sala escura com duas tochas acesas. Havia um pequeno campo no centro da sala, com sete estacas de madeira negra cravadas no centro. Desenhos de pessoas mortas e sendo torturadas faziam parte da sala. Esses desenhos ficavam marcados nas paredes negras da sala, tanto nas paredes quanto no campo com as estacas. Numa mesa com madeira marrom escura, estavam sentados os dois homens, um de cada lado. O assassino levantou-se com um semblante apavorado, fitando o cultista.
[Assassino] – MAS TINHA MAIS DA METADE DE NOSSO EXERCITO LÁ! ERA O NECESSARIO PARA ACABAR COM OS TRÊS E CONTINUAR NOSSOS PLANOS PARA DOMINAR ESTE MUNDO!
[Cultista] – Acalme-se. Não temos tanto que nos preocupar. Temos tudo o que é necessário para que nosso lorde Pumin renasça do inferno. Ele me escolheu para ser seu recipiente. E quando isso acontecer, os tibianos estarão perdidos. Sente-se amigo. Ou melhor... Pegue parte de seu exercito e tente atrasar George e os outros, para que o ritual se inicie. – As estacas localizadas no centro da sala simplesmente se soltaram do chão. Um brilho amarelo intenso surgia do circulo do pequeno campo.
[Cultista] – Vá... Pise no circulo. Nosso lorde lhe dará o poder necessário para conte-los.
O assassino, sem hesitar, deu alguns passos a frente e se afastou da mesa. Entrou no pequeno campo, e aproximou-se do circulo. Então, finalmente pisou no circulo. Enquanto o assassino parecia levitar, suas roupas eram rasgadas e escorria sangue de partes de seu corpo. O assassino berrava, sua carne estava sendo rasgada por algo obscuro. O cultista não fazia nada. Apenas observava a cena com um sorriso maléfico no rosto.
[Cultista] – Isso... Deixe o poder de Pumin se apoderar de você...
Proximo: Capitulo 26 - Batalha sangrenta pt. II, O cultista e o assassino mestre.
E esse é o capitulo de hoje pessoal! Até mais, se cuidem! :y:
Capítulo 26 - Batalha Sangrenta pt. II
Cheguei galera! Com o novo capítulo!
Surpreso com Gabriellk~ ter chegado aqui para comentar. ;)
@Gabriellk~
Que bom que tem boa memória, eu também tenho, só que as vezes dou uns deslizes :fckthat:
Infelismente não percebi os erros, e alguns destes erros do tempo são do Word, então é melhor ir se acostumando. Pois geralmente esqueço quais são quais.
Sim, este capítulo foi como um pequeno passaporte para o que está por vir. As coisas vão ficar muito quentes, e uma das batalhas mais ossudas do livro está vindo aí. E espero que você goste. :D
Acho que sei porque lembra, pois tenho o mangá 11 de Dragon Ball, o assassino do quarto andar da muscle tower lançava essas capsulas de fumaça pra ele conseguir tempo pra fugir do Goku. :P
Espero que continue acompanhando!
E vamos à parte 2!
No capítulo anterior:
O trio é surpreendido por 30 mil assassinos formando um Arqui-demônio no céu e preparados para eliminar os heróis. A nova tecnica de George elimina todos os servos das trevas e 20 sobrevivem para tentar enfrentar os três, junto do assassino mestre que mandou alguns dos seus servos matarem George. Um assassino misterioso e um cultista discutem sobre algo que pode matar George e seus amigos.
Capitulo 26 – Batalha sangrenta pt. II
Os assassinos avançam contra George, passando por Watson e Jack. O primeiro tenta um golpe na perna do guerreiro, ele defende com seu escudo e corta a perna do assassino. Três avançam contra Jack, Watson dá um soco explosivo no rosto de um, e um chute explosivo que acerta os dois. Os restantes se afastam, e George tenta uma nova técnica; esconde seu escudo com magia, e faz um movimento meia-lua com seu braço que segura a espada suprema. O poder solto pela espada com o movimento rápido atinge os assassinos a sua direita, e George joga sua espada e pega com o braço esquerdo. Novamente faz o mesmo movimento meia-lua, e elimina todos os assassinos a sua esquerda com o poder dos espirais que correm pela espada. Todos os homens se tornam apenas fumaça negra, que some com o vento.
Uarcul agora está sozinho. George, em menos de um segundo pega o assassino mestre por trás e ameaça cortar seu pescoço.
[Uarcul] – Planeja me matar? Então vá em frente, tibiano.
[George] – Não. Quero uma batalha justa. – Se afasta e chuta o bumbum do assassino. O homem, revoltado, faz sua espada passar pelo seu braço e ir até a sua mão. Técnica digna de um assassino mestre.
A velocidade de Uarcul é estonteante. Ele atinge o ombro de George com sua espada, e prende sua espada nele até atravessar o ombro inteiro. O guerreiro grita de dor, e recua. Novamente o assassino vai para frente de George com uma adaga na mão esquerda e suplica:
[Uarcul] – Kyurdahuro!
A adaga do assassino começa a escorrer um liquido amarelo pegajoso, e com isso, ele quase consegue acertar a perna de George, mas o guerreiro consegue ir para trás. Uarcul alcança o herói e acerta um chute no rosto dele, mas ele consegue se equilibrar e revida com outro chute, também no rosto do assassino. George retira a adaga do assassino de seu ombro e usa sua espada para fazer um corte no braço esquerdo de Uarcul, fazendo-o largar sua arma. E depois, George acerta um chute nas partes “sensíveis” do assassino. O pobre coitado coloca suas mãos lá, e se ajoelha e logo se espalha no chão, gritando de dor.
[Uarcul] – Seu verme! Isso é... Injusto! Eu não estava... Aiii!
[George] – Estava caçoando de mim... Apenas revidei. – Disse fazendo um sorriso irônico, enquanto Jack e Watson não paravam de rir. George retira a espada do assassino cravada em seu ombro, e coloca seu pé no peito do assassino. E o pior acontece para Uarcul: George crava a adaga nas partes sensíveis, e Uarcul berra de dor.
[Uarcul] – FILHA DA... – Uarcul começa a berrar ainda mais, e fumaça começa a sair dele. A fumaça se torna negra, se espalhando pelo assassino, enquanto ele permanecia berrando. Quando a fumaça negra se espalhou pelo ar, só havia as roupas do assassino ali. Ele virou pó.
[Jack] – Haha... Que tenso...
[George] – Parece que o destino de todo assassino é isto.
[???] – Nem todos, tibiano! – Gritava uma voz de cima da casa enorme à frente deles.
George, Jack e Watson se viram para procurar a voz e vêem um homem no telhado da maior casa do acampamento. A noite que se aproximava dificultava vê-lo, mas mesmo assim, o trio manteve o olhar naquele local. Era um assassino, mas parecia ainda mais poderoso que Uarcul.
[Assassino] – Prazer. Chamo-me de Ezzium. Os tibianos procuram à origem dos assassinos deste mundo, certo? Vieram para o local certo. – Dizia com um sotaque ridiculamente fresco. – Enfim, concluo aqui que vieram na hora errada.
[George] – Por quê? – Disse levantando sua espada e levando seu braço um pouco para trás.
[Ezzium] – Acho que parece óbvio! A noite aqui é o período de fazer coisas importantes. Uma delas é matar você! Syervidures! – Vários assassinos aparecem das sombras depois da fala estranha de Ezzium. De primeiro ataque, George faz um Exori Hur contra Ezzium, mas o homem desaparece virando sombras depois que a espada parece atingi-lo. Assim, a lua já é percebida, e a noite começa a ser o fundo da batalha. Aproximadamente quarenta assassinos aparecem para atacar o trio, que recua um pouco.
[Watson] – Utevo vis lux!
A luz poderosa de Watson ilumina quase tudo, e dá apoio para a batalha. E ela se inicia.
George recebe sua espada de volta, gira para trás e chuta o ar. Um dos assassinos é atingido. Quatro cercam George, e não fazem rodeios para atacar.
[George] – Exori!
Os inimigos morrem virando sombras, e novamente aparecem mais quatro assassinos. O guerreiro tenta um novo chute contra o da direita. Ele consegue atingir a cintura de seu inimigo, e corta o ar, fazendo com que a cabeça do assassino a sua frente caia e ele vire sombras.
Jack pega sua besta de ouro e arma com três dardos. Segurando a arma com uma mão, ele consegue atirar e acertar três assassinos que cercavam George. Mas ainda não acabou: vinte assassinos cercam o trio, que se mantêm unidos no que der e vier.
[Jack] – O que vamos fazer agora cara?
[George] – Como na prisão em Banuta... Atacar até acabar com todos! – Corre contra os homens, enquanto os mesmos lançam suas adagas contra George, fazendo-o cair no chão para evitar ser atingido. Dando uma rasteira em um dos inimigos, suplica um Exori e mata cinco deles.
Todos os servos das trevas pulam pra cima de George lançando estrelas assassinas e possivelmente acertando suas adagas no herói. Uma explosão azul no alvo dos assassinos os lança para o alto, e George mostra seu estagio inicial de força, brilhando em cor azul.
O herói prepara outra técnica para enfrentar o resto dos assassinos que vem o confrontar. Jack e Watson se mantêm perto do guerreiro, com um pouco de medo, mas preparados para enfrentar os assassinos. Enquanto Watson levanta suas chamas para causar uma enorme explosão de área, George lança sua espada suprema contra um dos assassinos, e suplica:
[George] – Exori Mas Hur!
A espada se multiplica e faz meia volta pelos homens e acerta cada um deles pelas costas. Todos os assassinos ali viram sombras, e a espada de George retorna a sua mão.
Novamente os últimos assassinos lançam varias estrelas assassinas, George expande suas forças até se tornarem chamas, e cria um escudo mágico azul defendendo todas as estrelas. Ao cancelar seu poder, Watson faz suas chamas descerem ao chão, criando a explosão de área que atinge todos os servos das trevas restantes.
Olhando para os lados, seguindo a visão iluminada pela magia de Watson, o trio procura mais assassinos, mas percebem que todos foram eliminados. Ezzium aparece bem na frente de George em um passe de mágica, com sua adaga de lamina com partes convertidas em rubi levantada para o rosto do herói.
[Ezzium] – É realmente muito interessante sua força e também de seu irmão e de seu amigo. Mas... – Levanta sua mão esquerda, irradiando um brilho amarelo que toma a forma de uma adaga – Duvido que me vençam.
Ezzium lança sua adaga da mão direita para o alto e tenta um golpe direto de sua adaga brilhante contra George, do qual ele defende com dificuldade com seu escudo. O brilho da adaga com o impacto a superfície dura do escudo deu cobertura a Ezzium, podendo chegar por trás de George em menos de um segundo. Watson lança uma bola de fogo neste tempo, atingindo o homem em cheio.
Dando tempo para George se virar, o guerreiro suplica um Exori, atingindo o assassino. O mesmo dá um salto para cima e faz sua adaga desaparecer, lançando muitas estrelas assassinas. O estranho é que todas eram amarelas com uma cobertura negra em volta, surpreendendo o trio. Quando uma das estrelas toca o chão gramíneo, um brilho intenso toma conta de toda a forma da estrela, e em seguida vem uma explosão amarelada. O mesmo acontece com as outras estrelas, enfraquecendo George, deixando-o quase sem saída.
Jack ataca o assassino no ar, junto de Watson, enquanto o mesmo lança varias bolas de fogo. Os ataques conseguem atingir em cheio o assassino, que cheio de raiva, avança contra a dupla ajudante de George. O guerreiro também avançou contra o assassino, suplicando:
[George] – Utito Tempo! Exori Hur!
O ataque com força dupla obriga o assassino a descer mais rápido, dessa vez longe de Jack e Watson. O ataque atinge o tornozelo do inimigo, e obriga-o a fugir. George, junto de seus amigos, sai em disparada para alcançar Ezzium.
[George] – Utani Tempo Hur! – Seus pés se tornam tão ágeis como se fossem alados.
[Jack] – Utamo Tempo San! – A força divina de Banor o apóia em sua corrida.
[Watson] – Utani Gran Hur! – A superioridade dos magos em suas descobertas de magias ajuda Watson a alcançar seu objetivo.
Com muita agilidade, eles são obrigados a chegar perto de um rio, onde Ezzium sumia ainda mais na escuridão. O assassino dá um salto que o leva à direita e faz, com seu braço direito, um movimento como se estivesse a lançar algo. Brilhos na escuridão chamam a atenção do trio, e logo depois estrelas assassinas amarelas alcançam o trio e pega de raspão o braço esquerdo de Jack. Logo atrás deles a explosão das estrelas ocorre, quase atingindo os três. O homem agora corria para a maior casa do acampamento, e ao entrar no pequeno campo a frente da construção, as sombras escuras da noite impedem do trio de vê-lo.
George, Jack e Watson param de correr um pouco e olham pra frente. Percebem que na cobertura por trás da casa, havia uma pequena torre com uma cruz negra, e um circulo em volta dela. Acima dela havia um P enorme, ao estilo medieval, e acima da letra construída acima da cruz havia um pardal. Um pardal negro, assustando a quem o visse ali.
[George] – Temos que alcançar o assassino! Ele deve estar tramando alguma coisa!
[Jack] – Cara, ficou louco? Tinha milhares de assassinos a fim de matar a gente, imagina quantos devem ter lá dentro!
[George] – Dane-se, eu enfrento quantos eu puder! – Indagou com raiva. Dando alguns passos a frente, ele percebe que pisou acima de um galho, e olhando para baixo, percebe que há uma carta embaixo dele. Pegando-a, percebe que havia alguns riscos azuis, pareciam representar uma rubrica. Uma carta de Banor.
[George] – Watson, aproxime-se. Preciso de luz.
O mago deu alguns passos a frente e refez sua enorme magia de iluminação. George abre a carta, e chama Jack. Começa a ler em voz alta:
“Olá George.
Percebo que conseguiu chegar a um ponto que eu jamais imaginei. Aprendeu o segredo do céu, e agora vejo que está mais forte do que nunca. Mas não sei ainda se é páreo para Pumin. Mas agora não pode voltar atrás.
Vê a grande casa a tua frente? É um templo do sacrifício, construído em homenagem a Pumin. O ritual para que o senhor do desespero venha a terra começou. Leve Jack e Watson para lá. Tem que parar o ritual, senão será tarde demais. Se não conseguir parar, e Pumin vier a terra, terá que fazer o seguinte: Na região sul da entrada do acampamento, há uma enorme torre negra. Tem que tentar distrair Pumin, enquanto Jack e Watson vão para lá. Eles precisam entrar na torre, e subir todos os andares. Há muitos obstáculos, será difícil. O que há lá? Uma arma para acabar com o senhor do desespero. Espero que consigam.
Do primeiro humano, Banor.”
O trio fica perplexo. Pumin estava para retornar, e o plano arriscado de Banor poderia até custar a vida de Jack e Watson.
[George] – Templo do sacrifício... – Disse enquanto fitava a construção a sua frente. – Ritual... – Volta seu olhar para Jack. – Jack. Nunca imaginei que isto iria acontecer conosco. Mas não importa o que aconteça, fique do meu lado.
[Jack] – George, não tem problema. Sei me cuidar.
[George] – Mas o momento agora é difícil demais! Tem que ficar do meu lado!
[Watson] – George, você vai ter que cuidar da maior parte do recado. Eu vou ficar com Jack, aconteça o que acontecer. – Fita a construção a sua frente. – Vamos lá?
George se vira e lança um olhar desesperado para a casa. Voltando seu olhar a seus amigos, balança a cabeça em sinal afirmativo, guarda a carta de Banor em um dos bolsos de sua calça de demônio, e segue caminho ao templo, junto de Jack e Watson.
Chegando a frente da casa, eles pisam no campo de grama verde escura e depois chegam ao chão de tipo escuro. A frente deles, uma porta negra, e alguns sons esquisitos. George chega à frente da porta e a abre. Sente um pouco de medo, mas continua em frente. Dentro dali, havia tochas para todos os lados. Duas entradas para corredores, um de cada lado, e encostado à parede a frente do trio, um altar, e a frente do mesmo, uma escadaria indo para baixo.
Os heróis dão alguns passos para frente e engolem em seco. O som parecia ao estilo do ritualismo, com vários sons estranhos. Batidas de mini-tambores e sons de rituais compunham o templo.
[???] – Herhm, metumbahy, hermanjei, ecubak leobach. Herhm, yurb hura, seoyubach. Pumiin, g tu eth, detro zal, at u seryidore, cum ut het, namenaw! – Dizia varias vozes abaixo do trio.
Olhando uns para os outros, buscavam coragem para descer as escadas. Jack deu um abraço rápido em George, e disse:
[Jack] – Irmão, saiba que aconteça o que acontecer, vamos estar juntos até o fim do mundo!
[George] – Digo o mesmo!
Jack faz um cumprimento a Watson, tentando dar coragem ao mago. Com um tanto de coragem que possuíam, desceram as escadas, com determinação em seus corações.
Proximo: Capítulo 27 - O ritual.
Espero que tenham gostado! :y:
Abraços e até mais!