Coitada =,(
You are evl.
Mas está muito bom o capítulo, ótimo oO''
Esperando o próximo!
Versão Imprimível
Coitada =,(
You are evl.
Mas está muito bom o capítulo, ótimo oO''
Esperando o próximo!
É realmente uma estória bem criativa, mas não relata sobre feitos medievais. Estamos falando de Tibia meu caro, e não se encaixa com o conto que você escreveu.
"...Cerca de cem soldados apontavam as miras a laser para o seu peito..."
Mas parabéns, de qualquer forma ; )
Citação:
Postado originalmente por LLK
Há muito essa seção não é exclusiva de tibia, isso é fato, logo é capaz até de ser feita uma separação de seções, porque apesar da descrição da seção, muito mais da metade das histórias aqui não são relacionadas a tibia...
Até mais,
~Heenett
Além do que roleplays de Tíbia costumam ser todos iguais, resumindo: Chatos.
Sou muito mais as outras histórias daqui que nada tem a ver com era medieval
como a minha, merchan plx =)
E bueno capítulo tio Heenett o/...
Dard* :)
Que pena so pude ler agora, Otimo capitulo (pena que pequeno) :p
Continue assim :D
Até o proximo
Well,
Continue assim.
Goodbye...
:D :D :D
Quando eu crescer quero ser igual ao Tio Heenett...
perfeito
ate me emociono dps de ler isso
da vontade de chorar
=´]
Vai sair amanha ou outro dia ?
stou bastane ansioso :D
será que o Onlink consiguirá escapar ?
será que o Stryder vencerá ?
será que teremos mais suprezas ?
S.H.S.
Somente o Hennet Sabe
Bem, eu troquei de PC e só pude hoje fazer o backup dos arquivos, o que incluía o arquivo com o texto dos doze guardiões. Bem, desculpem o atraso, e ai está, a parte final do capítulo 5:
Na parte anterior...
— Cessar alarme, código Gustaf, padrão A47698B. Soldados, dirijam-se até a minha localização, com o equipamento que preparei previamente. Quero que levem o suspeito para o subsolo, e que então aguardem novas ordens.
A menininha, assustada, chorava por sua mãe. Esta, por sua vez, presa a algemas em uma cela, recordava-se da figura do marido, que havia morrido seis meses antes em um acidente de avião. “Onde está você querido?” Ela pensou, o corpo nunca havia sido encontrado. “Nossa filhinha está em perigo...”.
Gustaf, após desligar o rádio, foi ao ouvido da menininha e disse, sombriamente:
— Fique calma querida, papai já está vindo...
A menininha chorou, ainda mais alto.
Capítulo 5(parte 6) - Prioridades
Cenas de infância. Um pequeno garotinho brincava junto de seus amigos, que fingiam serem pilotos de poderoso caças e que tinham como objetivo atingir os inimigos, ou no caso, os pássaros. Estava tudo enevoado, e as vozes dos amigos estavam longe. Um menininho em particular, com o seu modelo em miniatura de um F-17, começou a se sentir meio estranho. Ele começou a sentir uma dor muito grande no peito, e passou a não conseguir mais acompanhar o pique dos amigos, que corriam de um lado para o outro. Ele começou a se sentir muito cansado, “esperem”, disse ele, “esperem por favor...”
Uma luz muito forte cegou o menininho naquele momento, e ele tentou levar a mão aos olhos para protegê-los, quando percebeu que sua mão estava muito mais pesada que o habitual e que ele estava se sentindo muito mal. “Estou no quarto?” Pensou o menino, que na verdade era um homem crescido. “Não, foi além disso, eu estava voando em direção àquele lugar.. Será que eu caí?” Continuou ele, tentando organizar os pensamentos. “Não, eu não caí, eu me lembro de ouvir uma explosão, e de seguir em frente, e de ver minha filha... MINHA FILHA!” Berrou ele, tentando se levantar. Algo, porém, o prendia na altura do peito e nos pés, de modo que ele não podia fazer grandes movimentos.
— Ah, vejo que acordou, Guardião. – disse uma voz, enigmática.
“ Guardião?” Pensou o homem? Guardião, mas o que... Ah!” Lembrou ele, de súbito. Ele era Onilink, Guardião do céu, e havia falhado na tentativa de invadir a base inimiga, e queria resgatar sua filha.
— Minha filha! – disse ele, forçando as barras de ferro que o prendiam, porém inutilmente.
— Não adianta. – disse o cientista Gustaf, logo ao lado. – Você não vai conseguir quebrar essa liga de metal fortíssima sem sua espada, estou certo?
Os olhos de Onilink, naquele momento, finalmente recuperaram o foco. Ele estava em um corredor completamente branco, deitado em uma maca preso por barras de ferro e estava sendo levado a algum lugar, escoltado pelo cientista que havia estado com a sua filha e por uma dezena de soldados fortemente armados. O cientista falou durante algum tempo coisas que ele não conseguira entender, mas pouco depois ele se calou, e ninguém ousou interromper o silêncio. Onilink, dois minutos depois falou, de modo bem agressivo:
— Onde está minha filha?
— Fique calmo, Guardião, fique calmo, você está sendo levado até ela. – Disse Gustaf, com ar de deboche. Onilink estava com dezenas de profanações e ameaças na ponta da língua, mas se conteu, não era a hora. Naquele momento ele deveria ficar em silêncio e esperar que o agressor impusesse suas condições. Então, ele poderia agir.
Durante mais dez minutos eles seguiram adiante, até que finalmente pararam em frente a uma porta cinza com um aviso de “Proibida a entrada” pintado com letras garrafais e em vermelho. Com o apertar de um botão, Gustaf fez com que a maca que prendia Onilink subisse à posição vertical, e então os soldados se afastaram. Lentamente, o cientista seguiu em direção a um pequeno painel numérico ao lado da porta e ao se colocar em frente a este, disse aos soldados:
— Ele tem cinco minutos. – Em seguida, ele digitou u código de muitos dígitos e a porta se abriu. Lá dentro, acuadas em um canto, estavam duas mulheres, uma pequena menininha e uma mais velha que parecia ter aproximadamente 27 anos, que trajava um vestido simples típico de uma dona de casa. Apesar disso, o seu corpo era bem atlético e ela era bem bonita. Onilink arregalou os olhos: Eram sua esposa e sua filha.
Subitamente as barras que prendiam Onilink à maca se soltaram e ele, surpreso, caiu no chão apoiado nas mãos e nos joelhos. Gustaf, então, se colocou ao lado do Guardião, e perguntou às mulheres:
— Reconhecem este homem?
Não houve resposta.
— Reconhecem? – perguntou ele novamente, de maneira mais agressiva e engatilhando a arma.
— Não! – disse a mais velha – nunca o vi na vida!
Onilink fechou os olhos e se ajoelhou, sabendo o que viria em seguida e frustrado demais para se mover.
— Ah, imagino que nunca o tenham visto na vida! – disse Gustaf, sarcasticamente. – Ou talvez tenham... – continuou ele, misterioso. – Ou talvez vocês não só já tenham visto ele, como também o conheçam muito bem!
A mais velha arregalou os olhos e parecia assustada, e a mais nova ficava somente agarrada à perna da mãe , chorosa.
— Quem sabe se ele mostrar quem realmente é... – continou Gustaf. – Transforme-se, agora! – disse, se dirigindo à Onilink.
Onilink, ainda de olhos fechados, fez uma expressão de muito desgosto na face e disse:
— Nunca!
Gustaf apontou o revólver para a garotinha. Esta, por sua vez, disparou a chorar e a mais velha, a mãe, protegeu-a com o corpo, também assustada demais para falar.
— Agora! – disse o cientista novamente, enérgico.
Onilink apoio as mãos nos joelhos e respirou fundo várias vezes. Então, aparentemente com muita frustração, ele disse:
— A espada.
— A espada, esplêndido! – disse Gustaf, aparentemente voltando a ficar a alegre, mas sem deixar na mirar na criancinha atrás da mãe. – Tragam a espada! – ordenou ele aos soldados. – E lembre-se, meu caro, se fizer qualquer coisa o sistema automático da base fará o trabalho desta pistola, certo? – continuou ele, sério.
Um soldado se aproximou do Guardião com a espada numa bandeja feita de um material muito pouco condutor de calor.
— Pegue. – disse Gustaf, quando a bandeja foi posta na frente do guardião. – e faça o que tem que fazer.
Mais uma vez, Onilink respirou fundo, e então pegou a espada. Com um gesto, uma luz branca bem forte começou a ser emitida de seu corpo, e a espada começou a diminuir rapidamente, até alcançar o tamanho de uma abotoadura. A armadura em seu corpo foi lentamente substituída por um terno preto impecável, e o cabelo loiro e os olhos azuis do guardião deram lugar a um cabelo preto e a um par de olhos castanhos. Então, o guardião levantou o rosto e olhou diretamente nos olhos da moça mais velha, que era sua esposa. Esta, por sua vez, arregalou os olhos, e durante um minuto, não conseguiu falar. O silêncio predominou durante um longo tempo na sala, até que a pequena meninha saiu de trás da mãe e disse:
— Papai?
Os olhos de Onilink se encheram d’água, e ele disse:
— Sim filinha, papai está aqui. – Então, a pequena garotinha correu em direção ao pai e o abraçou com força. A mãe, aparentemente encorajada pela filha, disse:
— Bernardo, é você..?
— Sim – respondeu Onilink. – Sou eu!
A esposa de Onilink então, sem se conter mais, correu até o marido e se juntou ao abraço da filha.
— Eu tenho tanto a explicar, tanto a dizer... – disse Onilink, chorando. A família inteira, mãe, pai e filha, estavam lá, abraçados, reunidos após seis meses de desencontros e sofrimentos. Durante aquele breve momento, todos eles não se importaram com mais nada e só quiseram sentir aquele abraço, que desejavam que fosse eterno. Porém, naquele instante, dois soldados arrastaram a mãe a filha para longe de Onilink, enquanto outros três soldados o seguraram pelas costas.
— Não! – disse Onilink – Elas tem que ser libertadas, em troca eu fico com vocês! – A mulher mais velha fez menção de falar algo, mas foi interrompida por Gustaf, que disse:
— Fique tranqüilo meu caro, elas estarão em um bom lugar. – E em seguida, ele atirou.
Dois berros ecoaram pela base, enquanto a menininha, que parecia surpresa, caía lentamente em direção ao chão, alvejada por um tiro na cabeça. Outra bala foi disparada, e o corpo da mãe da menininha foi ao chão, também inerte. Onilink berrou “NÃO” com toda a sua força e se levantou, desvencilhando-se dos soldados que o prendiam, mas um terceiro tiro foi disparado. E, inerte, o corpo de Onilink caiu no chão, morto. Vagarosamente, Gustaf pegou a abotoadura na forma de espada da mão de Onilink e, sem dizer mais nada, virou as costas e começou a voltar pelo corredor. E, naquele exato momento, no santuário dos guardiões, um salão desabou.
_________
Fim do capítulo 5
"u" :D?¿ Nada de mais XD...Citação:
— Ele tem cinco minutos. – Em seguida, ele digitou u código
Onilink morreu :eek: !?!¿
Bem, antes ele do que eu :riso: ...
Dard* :)