Livro II - Capítulo 1 - Alguém inesperado salva a vida de Desossa!
Oi gente!! É com muito prazer que estréio o Livro II, com um capítulo singelo, mas com dedicatória.
Entenda: Tive uma idéia, que todos os capítulos do livro II tenham dedicatória, sem fugir do enredo...
E, dedico esse capítulo à Felipe Of Safira, apesar de Desossa jogar em Amera :coolface:.
Brinks.
Capítulo 1 - Alguém inesperado salva a vida de Desossa.
Oi. Tudo bom? Tem um saco de vômito para me emprestar? Não? Ah, então tá :okay:. Por que aqui ta meio neorótico, o capitão Kurt deve estar embriagado!!
Quando respiro, o barco dá um tranco pra lá,olho pro lado, o navio está sendo consumido por cupins favelados,olho pra frente,o barco está quase de ponta-cabeça. É meio complicado, que quando fui no banheiro o navio deu um tranco que quase fui parar com a cabeça no vaso. Estava de saco cheio da viajem,e cheguei perto do capitão para perguntar onde estávamos:
[Eu] – Ei Kurt, onde estamos?
[Kurt] – Altura 82; Edron-Svargond, 240º leste; Rotação 20° norte-oeste. 9
650 000 cm aproximadamente.
[Eu] – P-poderia me dizer quantos km’s?
[Kurt] – 9 km e alguns metros quebrados.
[Eu] – Hum...
A viagem estava tão entediante, que resolvi polir minha espada. Tirei de minha sacola uma flanelinha amarela com bordas vermelhas,e fui passar na água. Cheguei na borda do navio e coloquei minha flanelinha para o mar, mas ela escapou da minha mão e ficou no mar boiando:rageguy:! Ah, tudo bem né, uma flanelinha não é nada, tenho mais coisas na minha sacola...
(Tranco apocalítico do barco)
[Eu] – (gospe) AAAAhh!! Me (gospe) ajudaaaaa!! (onda)!!!
Mas nem sequer o navio de madeira parou. Ele continuou, e eu fiquei sozinho no oceano a mais de 9 km de distância de Carlin.......
.....
:alone:
Nada podia fazer senão nadar 9 km.. Vou seguindo apenas para o norte, se eu ver terra vou entrar nela, mesmo se não for Carlin!!!
Segui viajem em auto-mar, praguejando para que os cupins afundem aquela... Aquela... Ah, aquela bagaça! Até eu faço um navio melhor (de papel):fckthat:.
(Horas depois, muitas horas depois...)
[Eu falando com free willi imaginário] – Nossa, estou com tanta fome que eu como até piranhas!! Faz mais ou menos umas 5 horas e percorri somente 1 km acho!
[Free willi imaginário] – “(Desossa, terra á vista)”!
Não estava olhando para frente, então ou eu estava louco, ou o free-willi falou para mim que viu terra à vista. Quando olhei para frente, abri a boca: havia terra à vista.
Tá, eu estou louco....
Mas do mesmo jeito, estou chegando em Carlin!!! Fui nadando rápido e empolgaldo até a borda, quando avistei um cás com um navio saindo para roockguard acho.
Em poucos minutos, chego até lá. Subo o cás, todo molhado e com o sorriso estampado na cara (e nas pernas). Subi todo feliz, o ancoreiro até me ajudou, dizendo:
[Ancoreiro] – Bem vindo à Yalahar!!
[Eu] – Bem vindo à o que?
[Ancoreiro] – À yalahar!!
[Eu pensando] – Caramba, onde fui parar? Num lugar perto do Alaska?
[Eu] – Obrigado, onde posso encontrar abrigo?
[Popai (+piada sem nenhuma graça)] – Siga as placas.
[Eu] – Ok.
Então fui seguindo as placas, a primeira que encontrei foi: “Bem-Vindo à Yalahar, o novo continente!” Se eu depender dessa placa pra encontrar abrigo, o negócio vai ficar feio... Segui um caminho de madeira a frente, e olhei para o horizonte percebendo o quão grande é aquela cidade, dá uns 5 daonde eu estava (rock). Percebi também que era algo meio “Latifa”.
Entenda: “Latifa” foi minha namorada da índia lá no mundo, e sempre que nos encrontráva-mos em algum lugar, ela contava algo sobre a índia, as torres, as histórias, TUDO. Então, tudo o que é da India é algo “Latifa”. Fui correndo com minha espada e escudo em punho (tive que nadar com eles), seguindo rumo aos caminhos da india. Logo uma escada grande feita de madeira boa aparece, me convidando a descer.
Poderia ver tudo: alguém gritando, chorando, rindo, dançando, gratinando, sei lá, mas minha primeira visão foi: 2 caras se atacando. Era uma coisa meio mortal kombat, pois um fincava a espada no outro sem dó, e o outro chapuletava a lança no oponente.... Achei até legal isso, e resolvi entrar junto nessa briga! Saquei gargarejo e fui ao ato:
[Eu] – HEBEE NA XURUPITAAAAA!!!
Dei uma espadada bem dada bem na cabeça de um carinha loiro lá, e ele apenas gritou:
[Não sei o nome dele] – PEKA!!!!
No que ele disse “peka”, todos que ouviram olharam pra mim, digo TODOS. E eles olhavam secos, e eu com minha boca de trapo disse:
[Eu] – O-oi!
[Alguém] – PEGA!!!!
[Todos] – AAAAAAHH!!
Assim todos começaram a correr atrás de mim, eu apenas gritava, corri para o norte com todos atrás de mim, veio gente até das profundezas do tártaro me pegar!! Eles queriam minha cabeça com selvageria, queriam minha morte, mas mesmo sabendo que eu não vou “morrer”, corri. Todas as pessoas num raio de 5 km corriam atrás de mim, menos uma, que estava lá na frente. Ele tinha um cabelo todo preto, curto, sua capa vermelho-sangue, e uma pedra na sua mão. Quando ele olha pra trás penso: Morri. Mas encontrei os olhos preto-café daquele sujeito adolescente: Era João. Ele fez um gesto parecido com isso usando a mão: \/ = >> = /\ = \/ (com tudo).
E da terra brotou terra, claro :ueclaro:, mas fora ele ter criado terra (ele poderia comprar uma casa no sertão e plantar milho :coolface:), TODOS que estavam lá caíram.Só eu fiquei. João saiu correndo atrás de mim preucupado:
[Eu] – Obrigado!!! Eu ia morrer!!
[João] – O que você está fazendo aqui, Desossa?
Eu queria dizer mil coisas à ele, mas todas me fugiram da cabeça, exceto essa:
[Eu] – Onde eu fui parar? Onde você foi parar? Onde nós fomos parar?
[João] – Dê, calma. Estamos em Yalahar, e é impossível você estar aqui, mas não importa, a cagada já está feita. Se os guardas te encontrarem, sua alma será banida, tipo, você vai morrer para sempre.
[Eu] – Muito obrigado pela resposta, agora já posso dormir tranquilho.
[João] – Vamos Desossa, temos muito o que conversar.
Ele me fitava sério como se fizesse cocô nas calças diante de um milhão de pessoas.