Muito legal!!!
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Muito legal!!!
Capítulo 3 - A casa na montanha.
Quando a tempestade finalmente cessara os garotos puderam finalemente sair da caverna, o que Kamus julgou ser muito bom, uma vez que o cheiro de peixe podre estava ficando cada vez mais forte, e algo que parecia madeira queimada produzia estalos irritantes e ele logo se perguntara se ursos seriam capazes de acender fogueiras. Depois de arrastar a pedra da entrada da caverna, Nad ajudou o amigo até chegarem ao longo caminho de terra que, misteriosamente, continuava visível.
Passadas mais algumas horas caminhando surgiram algumas formações rochosas que foram um verdadeiro desafio para o jovem Kamus, uma vez que o ferimento em suas costas persistia em sangrar e arder toda vez que o vento gelado o atingia. Nad, por sua vez, fazia o máximo para ajudá-lo, mas não pode fazer muita coisa quando Kamus tropeçou e rolou para baixo, só parando ao se colidir com uma rocha.
Depois de algum tempo eles puderam notar que na trilha de terra agora haviam algumas folhas secas e sementes, que após poucos minutos deduziram que viriam da árvore seca da qual agora conseguiam ver. Ao chegarem mais perto viram o que tanto queriam. Uma pequena casa com a pintura um pouco desbotada e um telhadinho de tijolos muito bem arrumado.
- Ufa, até que enfim. - suspirou Nad - Sente-se aqui - disse mostrando a Kamus o tronco de uma árvore cortada que, sem dúvida, fora esculpido de forma a parecer um banquinho -, eu vou chamar o Ancião.
Nad batera três vezes na porta de madeira, e dela saiu uma figura muito estranha. Era um senhor bem velho, usava um chapéu-coco e uma bengala, sua barba era um pouco maior do que a que um homem geralmente usa, e seu bigode era bem grande, lembrando um leão-marinho. O mais estranho é que ele não parecia surpreso com a visita do pequeno Nad, que recuara alguns passos, tropeçando num pequeno tapete de "Bem-vindo".
- Oho! - exclamou o senhor - Ora, ora, pode entrar!
- Ah...- começou Nad sem jeito - Você é o velho de quem tanto falam na vila?
- Ora essa, moleque! Eu não sou tão velho assim, tenha um pouco mais de respeito!
- Desculpa eu não...
- Oho! - exclamou o velho ao avistar Kamus - Esqueça, garoto! Eu não sei quem são vocês, mas devem ser muito corajosos em subir essa montanha, entrem, entrem!
Nad ajudou Kamus que cambeleava e os dois se entraram na casinha de um único aposento e se sentaram numa cama bem arrumada.
- Não estou sendo nada gentil, estou? Querem um pouco de leite quente? Um cobertor?
- Sim...por favor... - falara Kamus com dificuldade -
O velho esquentou um pouco de leite numa pequena tigela e depois levou alguns cobertores para eles.
- Então - disse ele sentando-se num pequeno banco - o que vieram fazer aqui? Só tomar um pouco de meu leite é que não foi!
- Não, não. - começou Nad - Na verdade ouvimos falar muito do senhor, e viemos aqui para treinar nossas técnicas de luta. Mas, sem ofensas, não acho que esteja em condições de ensinar nada a ninguém.
O velho apenas ergueu as sombrançehas para ele.
- Se você acha...
O silêncio foi feito, Nad abriu a boca, mas fechara sem dizer nada. Subitamente ouviu-se uma batida na porta.
- Mas...o que? - Kamus falara sem perceber - Quem pode ser?
O velho abriu a porta calmamnte e dois homens bem robustos e com roupas cheias de detalhes a ouro que Kamus logo reconheçeu como pessoas do grupo de saqueadores que invadiam sua vila entraram na casa, empurraram o banco, puxaram pequenas espadas e falaram:
- Seu velho miserável! Você derrubou meu irmão da montanha!
- Ele estava sendo muito grosseiro. - respondeu o velho calmamente -
- Isso é ser grosseiro! - disse o outro homem chtuando um móvel de madeira e derrubando os vasos que haviam nele -
- Você não é nada educado.
Com essas palavras o velho deu um chute na barriga do primeiro homem, uma bengalada no segundo, carregou-os pelos pés, jogou-os fora da casa e fechou a porta. Então virou-se para os garotos:
- Que homens mal-educados, interromperam nossa conversa.
Kamus e Nad estavam imóveis, o queixo dos dois caíra.
http://img526.imageshack.us/img526/9800/casa8xc.png
A casa do Velho Mestre.
··Hail the prince of Saiyans··
seu rp eh o MELHOR!!! agora com a hist do pai do Aikow vai fica rox tbm :P
n quero q acabe nunca essa hist eh mtooooooo boaaaaa :triste:
GRATZ!!! qlq rp q vc fazer pode contar cmg como 1 fã :)
Quem rever os três capítulos desse segundo episódio terá uma agradável surpresa.
Eu estava vendo outros Roleplays, e lembrei da "Ilha das árvores de Dragão" do Cidolfas, e de "Havengar, the last knight", do Havengar! Porque? Pelo fato dos dois terem ilustrações sobre os capítulos! Como eu não sei desenhar à mão muito bem e certamente não acharei imagens sobre a história de Kamus, eu pensei: "No que eu sou melhor? Fakes, é lógico!"
Então para cada capítulo farei uma pequena imagem de como seria ele no mundo Tibiano que estamos acostumados, seja pra passar melhor a minha idéia, seja pra ficar mais bonito!
Espero que gostem!
Ps: Aqui uma imagem não vale mil palavras! Tem algumas coisas que eu não poderei colocar ou terei que alterar na imagem! Por isso não devem se basear apenas pelas imagens...se algo na história negar a imagem, está negado!
··Hail the prince of Saiyans··
Capítulo 4 - Uma nova morada.
Depois dessa inusitada cena, o velho apenas sentou e prosseguiu calmamente como se não tivesse havido nenhuma interreupção:
- Bom, se vocês acham que eu não tenho condições...
A boca de Nad abrira, mas aparentemente ele não conseguia emitir som algum. Kamus não conseguia se mexer mais que o necessário para manter o cobertor empoeirado e esfarrapado longe da sua ferida. Vendo que eles não conseguiram continuar, o velho perguntou:
- E quais são seus nomes?
- Nomes? – perguntou Nad, sem nem se dar conta – Ah, sim! Nomes...digo, o meu é Nad, e ele é Kamus.
O velho os estudou por um curto tempo, encarou Kamus nos olhos tão fortemente que o garoto desviou o olhar. O velho demorou um tempo calado, mas ao ver que Nad já estava abrindo a boca para falar ele interpôs:
- Infelizmente eu não estou aceitando mais nenhum discípulo. – e Nad protestou, mas foi interrompido – Entretanto, se quiserem morar comigo nessa montanha, eu os aceitaria com muito prazer.
Kamus e Nad se entreolharam rapidamente, mas tiveram a sensação de que o velho notara seus movimentos.
- Tudo bem – disse Nad – Mas, aonde iremos nos abrigar?
- Na verdade – começou o velho, e Kamus teve a péssima sensação de que ele iria dizer ‘não sei’, mas ele estava errado – Há uma pequena casa, descendo pelo outro lado da montanha. Se conseguirem chegar lá, ela será toda de vocês.
Nad olhara pela única e pequenina janela da casa. Já estava anoitecendo, não era a melhor hora para saírem.
- Senhor, não estou certo de que poderemos sair agora. Já está quase de noite.
- Se não puderem sair agora vão ter que dormir no chão. Se percebeu só há uma cama, e infelizmente eu estou muito velho para cedê-la a vocês. – Kamus dera um gemido alto de dor – A propósito, o que foi isso, garoto?
- Um urso...- resmungara Kamus – E nem fizemos nada para ele.
Nad teve a impressão de ver a sobrancelha do velho levantar da mesmíssima forma que ele fizera a pouco tempo. Logo depois ele voltara a expressão tranqüila de antes, e retornara a falar.
- É melhor vocês se apressarem.
Kamus e Nad logo começaram a descer por um caminho muito mais agradável que o da subida. Algumas árvores secas embelezavam a paisagem, e logo via-se algumas borboletas. Contudo, o cair da noite piorou tudo para os dois jovens. A lua estava fraca e eles ficavam cada vez mais assustados, entretanto eles conseguiram chegar numa pequena casa sem maiores problemas. Ela não lembrava em nada a casa do velho, tinha vários móveis, duas camas, uma velha e desgastada e a outra arrumada e confortável, até uma planta de decoração. De fato era bem maior que a casa que estava antes.
- Vamos – disse Nad ajudando Kamus à entrar – Deite-se nessa cama. – e deitou Kamus na cama boa -
- Obrigado. E...Nad?!
- Sim?
- O que acha que o velhinho vai fazer com a gente? Eu não sei que utilidade poderemos ter para um cara tão forte.
- Realmente não sei – respondeu Nad com sinceridade, se deitando na sua cama pequena e muito simples -, você acha que ele precisará da gente pra se defender daqueles caras?
- Não sei...
Os dois então se calaram e tentaram adormecer. Lá fora poucos sons eram emitidos, e uma hora ou outra se ouvia um piado de coruja, ou ronco de algo que parecia ser um animal grande. Com muito medo, Kamus e Nad acabaram ficando acordados por muito tempo, antes de caírem num sono profundo. No meio da noite Kamus acordara e sentou-se numa cadeira para tratar dos ferimentos, mas depois adormeceu.
Kamus estava sonhando com um velho treinando os dois, até um grande urso chegar e comer os três habitantes da Montanha. O sonho dessa vez mudou pra Kamus correndo Montanha abaixo com um grande urso em seu encalce, quando um sino forte tocou ao seu ouvido e o fez acordar com um pulo.
Lá estava o velho, parado segurando um sino, Nad também havia acordado instantaneamente, e só após o susto passar Kamus reparou que ainda estava morrendo de sono.
http://img465.imageshack.us/img465/8...dekamus6hr.png
Kamus acorda para cuidar dos seus ferimentos.
··Hail the prince of Saiyans··
:P como sempre... excelente! eu n consigo me queixar de seus textos... simplesmente fodásticos! hueaheu xD
Achei legal isso, o final da primeira história foi muito triste, achei que esse também terá um.
estou des das 3 horas da manha lendo o_O li tudo tb :P,to indu dormir agora...achei mto legal seu RP,o melhor q eu ja li :D
Muito bom Kamus, gostei do usa de fakes, ja terminei 35% do jogo sobre a primeira estória. :riso:
Bom, galera, como sempre, valeu pelos elogios e eu queria dizer que o próximo capítulo vai demorar um pouco, pelo fato de que eu viajei no sábado, voltei hoje, mas amanhã viajo de novo até semana que vem.
To numa lan e não quero perder o CS que tá rolando solto \o/
Later,
··Hail the prince of Saiyans··