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Muito bom !!!
Realmente muito bom, a narração dos fatos é muito boa e o enredo espetacular.
Continue com a história
P.S.: Tomara que no próximo capítulo você de um bom motivo para Ivone ter feito o que fez. Achei meio incoerente essa parte, mas vamos ver...
Goodbye
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O LUCKAZ SEU FRESCO !!!!!!!!
So eu o Chrono Magus.
Fica ai escrevendo a historia do seu char mas nun volta a jogar la em secura né????
Pelo amor de deus diz pro teu tio Ivan começa a jogar de novo!!!
Ve se larga de Ragnarok e vmao tibia q é mais legal :P
HEHE EU TI AMU ( NO GAY PLS) HHEHEHE
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ROXXX
Nussa cara vc é muito bom n oq faz , li sua historia toda naum parei um minuto se quer e estou loko pra ver o final dela ...
Parebens LUCKAZ
POSTA O PROXIMO CAP PLX PLX :P
ERA ISSO
VLW
hAIL LUCKAZ
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nota 10
otima historia fiquei tao ligado q li tudo em 2 horas ja li a maioria dos RP q tem aqui e esse com maxima serteza e 1 dos melhores vc tem geito pra essa coisa de escritor ja da da pra fazer 1 livro :P :P :P
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Luckaz nao vai revive o RP nao ? ta demorando e eu axei otimo ^^ . Nao deixe seu RP morrer como O Mago Alquimista , que foi meu primeiro e bom RP e o seu foi o unico que me fez ficar como eu lia O Mago Alquimista .
Xau Xu
/bobesponja
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Capítulo XXIV: A Invasão
Três meses haviam se passado desde que Shiris fora assassinada. Ivone, a assassina, fora presa, e julgada. Seu veredicto? A morte.
Fora enforcada em praça publica, no meio da cidade de Ab’Dendriel. Luckaz mesmo foi o juiz. Enviou a própria esposa para um destino de que ninguém consegue escapar. Exceto os deuses.
Ab’Dendriel estava prosperando aos poucos com o novo rei. Voltando a ser uma bela cidade como fora na época de Dédalus. Solia e Zefyr destruíram a economia de toda a cidade, a seu bel-prazer, mas as coisas finalmente voltavam a ser como deveriam.
Fato, que a cidade sofria ataques de orcs, vindos da fortaleza orc, a sudeste da capital élfica. Nada muito forte, apenas ataques isolados e independentes de alguns bandos daquelas criaturas. Mal sabiam os elfos de que algo muito pior estava para acontecer...
Luckaz estava diferente. Amadureceu muito com a morte de Johnny e Shiris, e desde sua luta com Zathroth, estava inquieto, como se um sexto sentido o dissesse que o deus voltaria com poder centenas de vezes maior. Seu povo, ao menos, o amava. Sabiam que estava fazendo de tudo pelo reino herdado, tão amado por Luckaz.
Em uma noite calma, e fria, o vento sussurrou palavras no ouvido de Luckaz, que o fizeram acordar com um sobressalto. Um calafrio lhe percorreu a espinha, e decidiu levantar-se de sua cama. Deu alguns passos pelo quarto escuro, iluminado apenas pela luz de uma vela à estante. Dirigiu-se até a janela, para refrescar-lhe a face na brisa noturna quando avistou... Centenas, não, milhares de orcs vinham marchando em direção às muralhas da cidade. Vinham do norte. Orcs de todos os tipos, guerreiros, lanceiros, líderes... Muitos deles. Em batalhões. Seus escudos e armaduras refletindo a luz do luar e o brilho das estrelas. Por fim, atrás dos batalhões, via-se as chamas flutuantes vindas das mandíbulas de um dragão.
Luckaz correu até a outra janela, para ver se o guarda havia visto os orcs, mas o elfo estava dormindo.
Assoviou com um som estridente. Acordando o guarda, que logo em seguida entrou em desespero pela horda de orcs vindas em direção à cidade. O guarda correu sobre a muralha, e pôs-se a tocar a trombeta de alarme.
Dois elfos invadiram os aposentos do rei pouco tempo depois. O som da trombeta de aviso ainda soando lá fora.
- Senhor, estamos sendo invadidos por orcs! – Disse, ofegante um dos guardas.
- Já percebi – Respondeu o rei, vestindo suas roupas de luta, o antigo sobretudo negro, de couro. Recolheu sua aljava de flechas e pegou Kaon - Prepare as tropas – Continuou – Devemos estar preparados para o ataque.
- Sim – Afirmaram os elfos em uníssono, e partiram correndo para preparar as tropas.
Luckaz correu o máximo que suas pernas conseguiram, em direção aos guardas da muralha. Viu de relance, tropas alinhando-se, entrando em formação. Elfos guerreiros em um batalhão enorme, viu arqueiros subindo nas copas das árvores, e nos telhados das casas, com seus arcos carregados. Viu bruxos e druidas preparando suas runas de ataque e cura. Aquela definitivamente seria uma batalha épica.
- Morghanstein! – Chamou Luckaz.
- Senhor, temos por volta de meia hora até que os orcs cheguem em Ab’Dendriel.
- É tempo suficiente para as tropas ficarem alinhadas, mas não para armarmos as catapultas. Droga. – Resmungou o rei - Mande barreiras de fogo e de energia nas portas da cidade. Temos que atrasá-los ao máximo.
- Afirmativo, senhor – Acatou Morghanstein.
A cidade toda estava um caos, mulheres e crianças correndo para os abrigos subterrâneos enquanto homens pegavam suas armas e corriam em direção ao batalhão.
Por fim, os trinta minutos passaram como se fossem segundos. Foi muito rápida a chegada dos orcs à cidade. Os arqueiros na muralha tentaram expulsar os invasores com uma chuva de flechas de fogo, embora apenas liquidaram com a linha de frente.
Em cerca de instantes a cidade estava sendo invadida. Orcs brotavam de todos os cantos, embora em maior numero, não conheciam o terreno, vantagem dos elfos.
Luckaz mirava suas flechas nas cabeças e peitos de orcs que atacavam outros elfos, e que vinham em direção a eles. Em pouco tempo, tirara a vida de inúmeros orcs, tamanha sua habilidade com o arco. Viu uma enorme sombra, cobrir a luz da lua, e sobrevoar a cidade causando uma ventania grande. Era o dragão vermelho. Pousou dentro da cidade e começou a incendiar casas e elfos, acertando alguns orcs de vez em quando. Virou-se para ver o dragão, mas escutou uma suave melodia. Uma melodia linda, delicada, mas consistente. Parecia um réquiem, algo coerente para a batalha ocorrendo ali.Olhou para os lados, e procurou de onde vinha aquela melodia, mas não conseguiu descobrir.
- Isso vem da minha cabeça? – Perguntou-se, porém não teve tempo de responder-se, pois orcs vinham em sua direção, e Luckaz deveria matá-los.
Alguns minutos de batalha haviam se passado. Luckaz via corpos dilacerados pelo fogo do dragão pelo seu caminho, era uma cena horrível. Reparou também, que os archotes da sala do trono, estavam acesos. Alguém estava lá. Mirou a janela e viu uma sombra parada, assistindo a carnificina em Ab’Dendriel. A sombra percebeu estar sendo observada e recolheu-se nos aposentos reais.
Destemido, Luckaz, rumou em direção à sala do trono. Deveria ver quem estava ali.
Percorreu os corredores com tochas acesas até o seu destino. As portas reais, feitas de mármore, estavam fechadas. Luckaz abriu-lhes.
A sala estava diferente agora que Luckaz era rei. Tirara todas as rosas que Zefyr pusera ali, e apenas um tapete vermelho estava estirado até o trono.
Sentado no trono, estava Thorthaz, tocando a lira dourada dada de presente a Luckaz por Ivone quando o garoto ainda era novo.Finalmente Luckaz descobrira da onde vinha o réquiem. Em seu lado direito, estava Zefyr, efeminado e narcisista, cabisbaixo, sentindo o perfume de uma rosa em sua mão.
Ao lado esquerdo estava Johann, o minotauro, exibia um sorriso irônico em sua face.
Thorthaz estava idêntico a quando Luckaz o vira pela ultima vez.
Luckaz deu alguns passos para adentrar a sala. Não podia acreditar que finalmente reencontrara o amigo.
- Thorthaz? – Arriscou ele – É você, meu amigo?
Gargalharam Johann e Zefyr ao mesmo tempo. Thorthaz ainda continuava sério.
Thorthaz levantou-se do trono. E deu alguns passos em direção à Luckaz, ficando a frente do grupo.
- Thorthaz? – Perguntou ele – Ou Zathroth?
Seus cabelos cresceram repentinamente, e a face mudou um pouco, mantendo-se jovial, embora mais velha e sábia. Suas vestes mudaram também, para a túnica e capa púrpuras utilizada pelo deus da magia.
- Demônio! O que diabos fez com meu amigo? – Interrogou o rei.
- Tolo. Eu SOU o seu amigo – Afirmou o deus, marcando bem as palavras.
Luckaz ficara sem palavras. O amigo que tanto confiou em Rookgard, era na verdade o deus da magia disfarçado.
- Se és realmente Thorthaz, por quê não matou-me em Rookgard? – Perguntou.
- Você não era maduro o bastante, e a sua morte como um aprendiz não me valeria de nada. Fraco. Era fraco, e ainda é. Agora, ao menos é rei e sabe do seu destino. O lacre dos deuses sobre você já foi desfeito. Posso matá-lo agora. – Respondeu calmamente, com os olhos fechados.
Escutaram um baque. Algo muito grande caindo no chão, no lado de fora do castelo. Parecia que o dragão finalmente fora dominado.
- Seus amigos mataram meu dragão – Disse Zathroth com intragável desdém na voz.
Johann e Zefyr soltaram risadinhas.
- Está errado, Zathroth, o povo dele matou o dragão. Amigos estão aqui para ajudá-lo a matar você! – Respondeu uma voz já conhecida por Luckaz, embora a muito tempo sem ouvi-la. Até mesmo antes de virar-se para checar quem proferira essas palavras, lágrimas brotaram dos olhos do novo rei.
Virou-se e viu todos os seus amigos parados entre as portas de mármore. Epsilon, seu irmão e dono das palavras ditas segundos antes. Guitano, com a espada em mãos, pronto para destruir Johann. Lee, Watershed atrás, com as bestas apontadas para Zathroth.
Penultimo capitulo. Finalmente o RP está acabando ^^
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Lol...
A única falha na história é a diferença de tempo em que os capítulos foram postados, por isso de vez em quando esqueço parte da história!
Voltando ao capítulo: Eu pensava que esse capítulo seria diferente, que seria dado uma atenção maior ao destino de Ivone que não tinha ficado claro no final do último capítulo. No entanto o destino de Ivone ficou bem esclarecido no início do capítulo, mesmo sendo uma passagem rápida deu pra perceber que os sentimentos de Luckaz por ela realmente mudaram!
Só resta agora aguardar o último capítulo e os desfechos da batalha!
Jotinha
:) :) :)
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Caraca... Quando menos se espera esse roleplay volta das profundezas! ^^"
Bem, como o Jotinha já disse, a diferença de capítulos é muito grande, sendo que o último foi postado há uns 2 meses atrás oO
Eu lembrava apenas o comecinho da história de nosso Luckaz, por isso tive que ler do capítulo VIII pra cá. Deu quase uma hora de leitura rápida, reflexiva e bola pra frente xD. Não que seja um defeito, mas achei que a mudança de alguns sentimentos dos personagens foram muito rápidas, talvez não por erro, mas quem sabe para demonstrar algo que demonstre até mesmo mais os sentimentos dos elementos.
Hmmm... Acho que só.
Daqui a dois meses volto no tópico pra ver se saiu o proximo capitulo ;P
Só isso :thumb:
Caboom~
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Parabens ^^ , volto com o RP ^^ .
Ta otimo seu RP amanha quero continuaçao :2gunsfiri LOL , zuera mas quero continuaçao amanha LOL
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Senti o cheiro de algo novo no ar e vim ver o que estava acontecendo.
Hail Lukaz!
;P
Finalmente essa historia ta indo pro desfecho final, que eu esperava desde quando a Sessão Roleplay foi fundada no antigo Forum Madeirinha. Embora naquela epoca meu nick fosse outro, eu ainda me lembro. ;]
Uma otima historia como sempre. Mas vc é mto fdp sempre acaba na parte mais emocionante. O velho truque de marketing.