Bah, nem precisa desse questionário. Tá foda do jeito que estiver, e ponto.
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Bah, nem precisa desse questionário. Tá foda do jeito que estiver, e ponto.
Pergunta besta...Is it me * __ * ?¿Citação:
" Dard, o Guardião da Terra,
E a sala que Sigmas ficou preso...meio impossivel sair non XD?¿ Mas não importa a situação, eles sempre a contornam :P ...
Bom cap., sempre deixando algo pra ser resolvido no próximo...
Dard* :)
Si, és tu ;)Citação:
Postado originalmente por Dard Drak
Seguinte, mais uma alteração naquela mesma parte, retirei dois guardiões e coloquei... bem... duas guardiãs.. Ficou assim:
— Bem, senhor, os guardiões eram doze, e o templo dizia o nome e alcunhas desses guardiões. Eles eram Heenett, o Guardião do Fogo, Augustus Sigma, o Guardião do Ácido, Stryder, o Guardião das Sombras, Onilink, o Guardião do Céu, Dard, o Guardião da Terra, Thresdárius, o Guardião da Tempestade, Shalkan, o Guardião do Gelo, Wind, o Guardião da Luz, Lalkiam, o guardião do Raio, Raiana, a Guardiã das Feras, Nyla*, a Guardiã da Natureza e Morozesk, o Guardião da Água.
* pronuncia-se "Naila"
A próxima parte já está escrita, mas vou fazer um suspense e postar 15:30 =P
Até
~Heenett
_______
Ok, Ok, eu NÃO sou pontual, mas tá ai =P
Na parte anterior...
“Maldito cientista!” Pensou Sigma, ainda sem alterar sua expressão facial. A prova de fugas, era o que aquela cela era.
— E então? – Perguntou um homem a Gustaf, logo após este desligar o microfone.
— Tudo, – disse ele, sorrindo – exatamente conforme o planejado. – Completou, sorrindo como um tubarão na praia.
Capítulo 5(parte 3) - Prioridades
No Santuário, Wind e Thresdárius continuavam a discutir a situação.
— Então, ele tentou te abordar? – Perguntou Thresdárius, pensativo.
— Sim – respondeu Wind, sentado escorado na parede do Santuário. – Mas eu o evitei, pois somente aqui seria seguro um diálogo. Mas o estranho é que até agora ele não chegou, você não acha que...
Porém, ele foi interrompido por um alto baque metálico que vinha da floresta.
— Mas o que... – Disse Thresdárius, virando-se para a entrada. Ele viu Shalkan lá parado, encharcado e ofegante.
— Preciso de ajuda. – Disse ele – Rápido.
Um novo baque metálico foi seguido por um barulho de um desabamento.
— Isso foi a muralha? – Disse Wind, já de pé.
— Sim – Respondeu Shalkan, virando-se para a fonte do barulho. – Eu realmente estou precisando de ajuda aqui.
Uma intensa luz branca envolveu tanto Wind como Thresdárius. “E não é que aquele cientista foi realmente útil?” Pensou Stryder, observando a cena de longe.
Confinado naquela cela, Sigma estava perdido em memórias:
— Aonde vamos mestre? – Perguntou o pequeno garoto.
— A uma instituição, onde tratarei de pegar seu futuro companheiro de treino. – Respondeu seu mestre, o mesmo velho oriental com longos barba e bigode brancos.
— Ele é legal?
— Acho que sim – disse o mestre, sorrindo – Acho que sim...
O táxi onde estavam parou, e após o pagamento o velho deu a mão à Sigma e puxou-o para fora do veículo. Eles estavam no subúrbio de uma grande cidade, em frente a um prédio que parecia grande demais para o ambiente à sua volta. Uma placa logo acima da porta indicava: Instituto Renovatio para jovens bem dotados. O velho adentrou o instituto calmamente e se dirigiu à recepção:
— Eu vim aqui para adotar um jovem, acho que já me comuniquei por telefone, sou Oiozawa Gouchi.
— Deixe-me checar no computador – disse a secretária, começando a navegar pelo teclado. – Sim, está bem aqui, você veio adotar o jovem Edward, não é?
— Sim – confirmou o outro. – Leve-me até ele, por favor.
A secretária os guiou através instituto até uma sala onde estava apenas um pequeno menino brincando com blocos de montar. Ele havia construído uma pirâmide e um prisma hexagonal.
— Ele tem uma capacidade de concentração enorme – disse a Secretária em voz baixa. – E um talento muito grande para a matemática, geometria e escrita. Ensinamos a ele, assim como a todos os outros, xadrez, computação, além de darmos aulas mais avançadas. Vou apresentá-lo a você. – Ela caminhou lentamente até o menino e se agachou ao seu lado, cutucando-o. Em seguida, ela falou algo no ouvido no garoto o velho. O menino, sem nada responder, levantou e caminhou até a porta:
— Você vai me levar? – Perguntou ele ao velho, que confirmou com a cabeça. Pouco depois, eles estavam no táxi, a caminho do que seria a futura casa daquele garoto.
— Esse, jovem Edward, – Disse o velho, no meio da viagem. – é Carl, mas você o conhecerá apenas como Augustus Sigma.
O jovem parecia não ter prestado atenção, mas o velho tinha certeza que ele o havia entendido. Ele faria o melhor para curar a solidão daquele menino, que perdera os pais em um acidente horrível...
A memória de Sigma se anuviou nesse ponto, mas voltou pouco depois, quando os dois já estavam em casa:
— Edward. – Disse o velho. – Gostaria de lhe perguntar uma coisa. Se você concordar, eu gostaria de poder treiná-lo como meu discípulo. Você ganharia conhecimento e uma boa preparação física, que lhe renderia uma boa saúde.
Edward continuou em silêncio, talvez por um minuto ou dois. Porém, após isso, ele disse:
— Tudo bem, eu aceito.
— Nesse caso, se não se importar eu gostaria que você aceitasse uma nova identidade.
— Isso não! – Disse o menino, enraivecendo-se.
— Somente para as horas do treino essa identidade seria usada, no resto do tempo, você usaria o nome que seus pais lhe deram como normalmente.
O garoto pensou por mais um tempo, e por fim aceitou.
— Muito bem! – Continuou o velho. – Nesse caso, durante o treinamento, você conhecerá Carl como “Augustus Sigma” e conhecerá a mim apenas como “Mestre”. Você, será conhecido como “Heenett”.
Sem que nenhum dos três tivesse consciência, naquele momento se iniciava uma grande amizade...
A memória de Sigma deu um salto, indo cerca de dez anos para frente. Dessa vez, ele estava sozinho correndo em uma floresta, a toda velocidade e tentando se desviar das árvores. Ele ofegava, saltava para um galho, pulava em direção ao chão e se desviava de um projétil que era arremessado contra ele.
Ele já estava naquela situação fazia uma hora e ainda não havia chegado em seu objetivo. Ele fazia de tudo, saltava, se abaixava, rolava, buscava cobertura de troncos, sem nunca hesitar ou parar, pois caso o fizesse era atingido. Após alguns momentos, que para ele pareceram horas, ele alcançou a claridade. Ofegante, ele parou de ocorrer e levou as mãos aos joelhos, tentando recuperar o fôlego. Segundos depois surgiu da floresta atrás dele um outro garoto, que se ajoelhou no chão para recuperar o fôlego. O cabelo desse garoto era loiro e descia-lhe até o meio das costas. Seus olhos eram castanhos, e em seu cabelo estavam presos diversos pedaços de galhos e folhas.
— Há quanto tempo chegou Sigma? – Perguntou ele.
— Acabei de chegar – disse Sigma. – Tarefa muito difícil...
Sigma tinha cabelos cor de fogo e olhos azuis, e tanto ele como Heenett usavam apenas calças simples de algodão e eram bem musculosos. Um velho se aproximou lentamente dos dois, avaliado-os.
— Heenett teve um desempenho melhor que o seu Sigma, ele se feriu muito menos, porém você foi mais rápido. Heenett, recomendo que prenda ou esconda esse cabelo quando for treinar, para não ficar em desvantagem na luta, quantas vezes já não disse-lhe para cortá-lo? E Sigma, tente usar as árvores para conseguir impulso na corrida, isso ajudaria você a ser menos atingido. Bem, ambos ainda não conseguiram ser rápidos o bastante e foram muito feridos, a meta é que não sejam mais atingidos por projéteis!
— Mas... – Começou Heenett.
— Tudo bem, tudo bem, nem precisa dizer, estão dispensados pelas próximas duas horas.
— VIVA! – Gritaram ambos em uníssono, partindo em direção ao prédio onde moravam como se não estivessem nem um pouco cansados.
A memória de Sigma deu outro salto e ele se lembrou da visão que teve de Heenett quando fora preso. Crucificado, torturado, preso com...
— Droga... – sussurrou Sigma, batendo com o punho na cama de concreto. – Droga, droga, DROGA! – A sua face, para quem pudesse vê-la, revelava um jovem garoto de dez anos em grande agonia. Sigma chorava, chorou, e continuou chorando por um longo tempo. Apesar de todas as diferenças, ele e Heenett sempre haviam sido parceiros...
— Eles vão pagar. – Disse Sigma algum tempo depois, endireitando-se. “Isso eu prometo.” Pensou. “Cientista, me aguarde, você se arrependerá do dia em que mexeu com Augustus Sigma, eu juro.” A determinação se apossou de Sigma, a partir daquele instante tudo ia ser diferente. Um novo Sigma iria entrar em ação, um Sigma calculista, firme e determinado. Eles não perderiam por esperar, isso era certo.
Finalmente a batalha vai começar agora.Citação:
Postado originalmente por Heenett
Agora eu quero ver os reais poderes de Augustus Sigma!
isso Sigma mata eles, mata eles!!!
SIGMA SIGMA SIGMA!!!
O Final ficou muito bem escrito HUHUHU, nossa ficou ótimo, sou um torcedor do Sigma F.C Roxo agora xD!
Interessante o velhinho nomeando seus discípulos, ser oriental não influênciou em nada, sinal de que ele era mesmo inteligente, e conhecia muito fora do oriente, que coisa não? Criança super-dotada é soda msm, quando tem todo mundo quer adotar...
xD, esse aí sou eu ou o Curiox, meu irmão(de fórum)?Citação:
Postado originalmente por Heenett
Bom, do mesmo jeito é o meu sobrenome, hehe.
Confesso que não acompanhava essa história, mas depois dessa "homenagem"(ou não, xD), pretendo acompanhar.
E vou ler desde de o começo. Parece ser bem grande. Vou tentar responder às perguntas também.
É isso.
Sem Mais,
Viny Morozesk
:rolleyes: :rolleyes: :rolleyes:
Oo, o que Sigma irá fazer =O ?¿
Dard* :)
:787: Here I go! :dry:
Lindo capítulo, continue e espero por mais coisicas.
Curiox Morozesk
:ninja: :ninja: :ninja:
Well,
Gostei, esperando pelo próximo...
P.S.: Depois edito e respondo suas perguntas, estou meio que sem tempo agora.
Goodbye...
:D :D :D
Muito bom, ótimo =]
Mas você está muito indeciso qto as seus guardiões =~