OMG BICHO TO EMOCIONADAAAAA T-TCitação:
VEM FÉRIAS VEM 200 VEM NEW ERA
Tyy por me dar Ibope sempre, Iridium x) Vamos que vamos!
OLOSCO! Nada como voltar causando já SUIHSAIU Bom te ver de volta e ver mais storylines começando. Vamos nos cruzar in-game e ver o que acontece e como isso impacta as tretas de cada um UASHSIAUHSAUI
Btw era tarde da noite quando vi as imagens e fiquei transtornado obg the nada.
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OI GENTE! Não morri não, só hibernei.
Mas voltei e trouxe mais drama pra vocês. Prontos? Apertem os cintos que esse aqui deve ser não apenas o capítulo, mas também o post mais dramático chororô que eu já fiz nesse roleplay.
Qualquer coisa, me internem depois disso.
Spoiler: A Última Tentação de Batráquio Azrael IV
Uma vez alguém que me disse
Que é preciso se perder antes de querer se achar
No entanto eu estou perdido há éons
E ainda não achei nada
O som da grama e do farfalhar das copas das árvores despertou-o. Entretanto, não havia vento onde ele estava, e não havia luz além das redondezas imediatas do local em que ele se percebera. Ao mesmo tempo que ele podia sentir-se ali, como se realmente ali estivesse, ele tinha a nítida certeza de que aquilo não passava de uma ilusão. Será que é assim que eu deveria me sentir após dominar a arte de caminhar nos sonhos?
Anexo 5737
Se eu sou capaz de caminhar nos sonhos, por que não sou capaz de encontrá-lo mais uma vez? Desde que sentira-o perto da outra vez, Batráquio tentara de todas as formas procurar por Ícaro cada vez que se percebia novamente no Reino dos Sonhos. Entretanto, nunca mais obteve sucesso.
Onde você está, Ícaro?
***
Ishebad dissera-lhe para procurar alguém que o conhecera quando ele se perdeu, alguém que pudesse dizer-lhe algo que o ajudasse a encontrar o seu norte verdadeiro. No instante em que Ishebad falara, Batráquio já tivera certeza de quem era aquela pessoa. Mesmo assim, relutara ao máximo em procurá-lo mais uma vez. Batráquio jamais admitira nem para si mesmo, mas ele tinha medo do que poderia acontecer. Medo do que ele poderia ouvir, do que ele poderia descobrir. Todas as vezes que eu me encontro com ele, ele me diz algo que me atormenta... Com o passar dos anos, Batráquio aprendera a associá-lo com dor, com sofrimento, com angústia...
Mas parecia que não havia jeito. Se ele queria mesmo obter as respostas para suas dúvidas, ele sabia que precisava mais uma vez encarar o elfo que o encontrara no momento que o destino lhe tirara o que ele tivera de mais precioso.
- Batráquio, finalmente. - Disse-lhe Eroth quando o viu entrando na Guilda dos Cenath, suspensa ao lado do depósito de Ab'Dendriel. - Eu estava esperando por você.
Anexo 5738
- A resposta, Batráquio, é muitíssimo óbvia. - Eroth falava com sua voz cortante como os ventos de uma tempestade, e seus olhos faiscavam como os relâmpagos da mesma.
Batráquio precisou de apenas uma fração de segundo para entender o que o elfo estava dizendo.
- Você... Você esteve me espionando! - Ele disse, incrédulo, fitando o elfo como se o estivesse vendo pelo primeira vez na vida.
Anexo 5739
- Você? Preocupado comigo?! A troco de quê?! - Batráquio ainda observava o elfo com incredulidade enquanto tentava processar o que o outro acabara de lhe revelar. Eu sempre tomei precauções para não ser seguido ou localizado pelos outros... Como posso ter deixado passar isso? Mais inquietante que aquilo era a incerteza sobre as intenções de Eroth. Preocupado comigo? Por quê?! Com que direito?!
- Ora, Batráquio... Seja razoável. - Eroth começou a dizer enquanto brincava com os dedos e olhava ao para a vegetação em torno da Guilda, como se buscasse as palavras exatas para acalmar o ex-bonelord. - Pense nas coisas que aconteceram antes da primeira conversa que tivemos... Lembre-se da forma como você deixou essa cidade, das coisas que você deixou pendentes. Eu testemunhei seu duelo com a necromante no farol, e, depois de tudo que aconteceu, eu acabei me afeiçoando a você.
Batráquio mal conseguia ouvir as palavras de Eroth, incerto da veracidade delas.
- Temi que Desdêmona fosse encontrá-lo mais uma vez para terminar as coisas que havia começado. Temi que os Anciãos fossem enviar lacaios para liquidá-lo após a exposição à qual você os sujeitou. - Eroth continuou seu discurso, dessa vez mais seguro de suas palavras. - Desde que você deixou esta cidade, desde que você se exilou do mundo, eu nunca deixei de vigiá-lo. Nem por um instante sequer. Perdoe-me se jamais lhe revelei isso, mas temi, e muito acertadamente, que você não compreenderia meus motivos.
- E você esperava o quê?! Você me espionou, Eroth! - Batráquio enfim explodiu, sentindo uma estranha fúria que ele há muito desconhecia. Eu pensei que havia perdido essas emoções extremas quando Malor me trouxe de volta... Será que estou recobrando minhas emoções também?
Anexo 5740
Anexo 5741
Batráquio engoliu seu desdém e sentiu-o rasgando sua garganta enquanto descia. Eu sabia que chegaríamos a isso. Era o que ele mais temia que acontecesse, mas, ao mesmo tempo, o que ele mais queria que acontecesse. Era como se uma vozinha no fundo da sua mente estivesse lhe dizendo, a viagem toda de Ankrahmun a Ab'Dendriel, que ele devia falar com Eroth sobre esse assunto.
Entretanto, seu personagem era mais forte que a vozinha. Repentinamente, Batráquio virou o rosto para Eroth e começou a caminhar, fazendo menção de deixar a Guilda. A voz do elfo, no entanto, interrompeu sua saída triunfal.
Anexo 5742
- Eu nunca faria isso! - Ele se percebeu gritando, talvez mais para si mesmo do que para Eroth. Ressurreição ilimitada, dissera-lhe Omrabas, e desde então sua mente volta e meia voltava a traí-lo com fantasias nas quais ele encontrava uma forma de desfazer o que Desdêmona fizera e ter Ícaro mais uma vez. Eu não posso, não é certo, eu jamais poderia fazer uma coisa dessas! Ele era um necromante, afinal. Aquela era sem dúvida a saída mais natural. Mas eu não posso... Eu jamais poderia...
Anexo 5743
- Claro que não! - Batráquio se viu ofegante, falando cada vez mais rápido, como se quisesse provar não apenas para Eroth, mas para si mesmo, que o que ele dizia era verdade. - Ícaro era um seguidor de Crunor até o tutano dos ossos! Ele nunca, nunca concordaria em... Em voltar... E eu jamais faria algo assim com ele! Isso seria... Seria... Monstruoso.
Batráquio hesitou antes de dizer a última palavra, lembrando-se repentinamente das incontáveis vezes ao longo de sua vida em que ouvira os membros de outras raças chamando-o da mesmíssima coisa. Eles devem ter razão. Afinal, eu sou um Bonelord, era sempre o que ele pensava. E ele se acostumara a se ver como um monstro até o dia em que Ícaro o vira em sua verdadeira forma.
- Você continua o mesmo para mim, Dago. - Ícaro dissera-lhe, chamando-o pelo apelido que lhe dera na época que ele ainda se passava por Dagobald Tarantella. Batráquio lembrava-se da surpresa e da incredulidade que sentira diante daquelas palavras. - Eu já te disse. Eu vejo indivíduos, não raças. Quantos humanos fazem barbáries e coisas hediondas por aí? E nem por isso eu saio pensando que todos somos monstros. O mesmo se aplica a você. Você não é um monstro, Dago. Eu o conheço bem demais para saber disso.
Anexo 5744
- Ícaro pode ter deixado este plano, meu amigo... Mas ele ainda vive em você. - Eroth falava com sua voz mais afável a cada palavra, encarando-o fixamente, mas de uma forma mais tenra. - Em suas memórias, em suas emoções, em seus trejeitos... Em seus sonhos. Enquanto você puder ser fiel ao seu eu que ele conheceu, enquanto você puder se conectar à faceta da sua persona que encarna todas as coisas boas que Ícaro viu em você... Você descobrirá que ele jamais terá verdadeiramente partido.
Batráquio começou a sentir seu coração bater cada vez mais rápido enquanto o ar tornava-se cada vez mais difícil de respirar. Seu corpo começou a tremer, e logo ele percebeu que a capacidade de assimilar emoções humanas que ele perdera com a ressurreição estava finalmente voltando.
- Quando Ícaro foi tirado de você, parece-me que você se perdeu também. Dagobald Tarantella morreu junto com Ícaro Azrael, e Batráquio Azrael parece ter se esquecido dos melhores traços da personalidade de Dagobald... - Eroth continuou, mas Batráquio já não tinha mais certeza se estava ouvindo. - Os dois, entretanto, são a mesma pessoa, então eu estou certo de que ainda há algo de Dagobald dentro de você. Você pode adotar o nome que preferir, pode assumir a persona que melhor lhe convém... Mas ainda há dentro de você algo que o conecta a Ícaro e ao eu que você um dia foi, ou melhor, o eu que você quis ser e que foi impedido de se tornar.
- E o que eu devo fazer então? - Ele se ouviu dizendo com a voz estrangulada em sua garganta enquanto seus olhos se enchiam de lágrimas. - Eu já tentei esquecê-lo, Eroth, mas nem mesmo depois de morto eu consegui. E se eu não posso trazê-lo de volta... Se eu não consigo esquecer... O que eu faço?!
Anexo 5745
- Abrace as memórias dos momentos que vocês compartilharam e alegre-se por tê-lo conhecido durante sua breve passagem por este mundo. - Disse Eroth. - Suas tentativas de fugir da realidade, de procurar culpados, de evitar o luto... Tudo isso acabou por corrompê-lo e afastá-lo da pessoa que você estava se tornando. Se o que você quer é encontrar um propósito, encontrar um norte... Encontre-se a si mesmo primeiro, Batráquio. E para isso, você precisa fazer as pazes com o seu passado. Não buscar vingança, não buscar poder, não buscar mentiras. Mas simplesmente aceitar o que aconteceu para poder enfrentar o que ainda acontecerá.
Anexo 5746
Batráquio sentiu a leve brisa de Ab'Dendriel tocando seu corpo enquanto os sons da floresta penetravam em seus ouvidos como se fosse a primeira vez que ele os ouvia. Subitamente, ele sentiu-se transportado a algum lugar do passado, em uma época em que ele se havia se sentido plenamente feliz pela primeira vez na vida. Eu quero sentir isso de novo, decidiu por fim.
Anexo 5747
Continua...
@Manteiga mds q reviravolta socorro HSAUSHAUSHUASH
Sdds interpretar, mas agora vai q eu to 100% de férias, só esperando um retorno da facul quanto a um requerimento q eu tive q fazer KKKKKK
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Enquanto isso, em Carlin, com a presença ilustre de @Oriuny:
@Kaditta
@Motion Flamekeeper
@Menicc
@Mr Postman
@Japixek
@Bruttar
@Manteiga
@Gillex Koehan
@Dima Tureh
@Senhor das Botas
@Lacerdinha
@Lost Aisure
@Kinahked
@Kaio Gonzalez
- - - Atualizado - - -
Precisar de ajuda foi pouco viu? HSUAHAUSHUAHSACitação:
Boa noite galera.
Apesar de distante por um tempo, não os esqueci. Acompanhei as postagens semanalmente e me motivei vendo as interpretações incríveis de vocês.
Bom, é hora de voltar e nada melhor que uma narrativa feita com bastante esmero para recolocar Oriuny no mundo.
Abraço a todos. E bora jogar, que o druida está precisando de ajuda :)
Spoiler: Que dia é hoje?
As revelações de seu mestre deixaram o jovem muito confuso e intrigado. Assim como havia falado a ele, tinha a convicção de que Ireas não o faria mal, no entanto, precisava saber mais sobre tudo aquilo que conversaram e retornou sozinho, depois de alguns dias, a torre dos Nightmare Knight para um encontro com o Dream Master.
Após confirmar quase que literalmente a história contada pelo seu mestre, foi atrás de livros tanto na biblioteca dos Nightmares quanto no mosteiro de White Raven.
- Preciso saber mais sobre esse tal Goshnar e essa irmandade imunda.
Após ler inúmeros livros e relatos de viagens, conclui que a Irmandade dos Ossos está atualmente instalada em Drefia, no continente de Darama, antiga colônia de Thais.
“Vou viajar para Ankrahmun, Ireas tem muito apreço por aquelas terras, e lá devo conseguir mais informações sobre essa tal cidade de Drefia.”
Ticket em mãos, mochila preparada para uma longa viagem, Oriuny olha para o teto iluminado pela luz ofuscada que entrava pela janela. Deitando na cama da estalagem do Frodo, seu olhos fecham-se lentamente o colocando pela última vez no Reino dos Sonhos antes da viagem para as terras áridas. O teto da estalagem começa a se transformar em copas de árvores e em instantes o jovem se vê deitado no chão de uma densa floresta. “Que lugar é esse?” pergunta-se erguendo seu corpo.
Ao longe observa uma pessoa caminhando naturalmente pela floresta, de modo assertivo, como se soubesse onde queria chegar. A fisionomia do homem não era familiar aos olhos de Oriuny. “Bom, vamos ver onde ele vai, nao tenho muito o que fazer aqui até que o dia amanheça.” pensa o druida, consciente em seu próprio sonho.
O homem de vestes pretas só reduz o passo quando se vê na base de uma colina. No topo da montanha era possível ver um altar. “Por Crunor, que sonho é esse?” pergunta-se curioso antes de se transformar e um inseto voador.
Bzz, vou zzz la perto zzz …
De forma atabalhoada, o druida voa sobre o indivíduo o acompanhando na subida até finalmente alcançarem o topo. Oriuny não tinha pretensão alguma com aquilo, mas estava curioso para acompanhar o desenrolar do sonho, e pousa sobre o altar a frente do homem instantes antes de vê-lo finalmente revelar sua face.
Ireazzzz!!!
<Trunnnnmm>
Acorda Oriuny, de sobressalto, ouvindo um estrondoso relâmpago que anunciava o início de uma forte tempestade ainda no início da madrugada.
Anexo 5728
Ele não pensou muito e desceu cuidadosamente as escadas, até se ver em um corredor escuro sem possibilidade de volta. Poucos metros do caminho estavam iluminados por duas figuras que se aproximavam para recebe-lo. Uma delas foi rapidamente reconhecida, era seu pai que nada o falou apenas sorriu. A outra silhueta foi reconhecida com um pouco mais de dificuldade e incerteza. “Parece muito com a mulher que vi na fonte durante as festividade de Halloween, no castelo dos ventos.” relembra.
Ambos não lhe falaram nada apenas apontaram para a outra extremidade do corredor onde algo brilhava com a mesma intensidade. Ao retornar o olhar para as figuras percebera estar novamente sozinho no corredor escuro.
Sem opção seguiu lentamente em direção ao brilho desconhecido.
O objeto misterioso era um vaso de cristal e uma tulipa rosa. Sem entender, retirou a tulipa do recipiente e apreciou a perfeição das pétalas que emanavam um brilho que foi ofuscando gradualmente sua visão até não poder mais enxergar absolutamente nada. Tão logo o brilho se intensificou, ele se esvaiu revelando seu corpo coberto por uma armadura de prata muito bem ornamentada, e em suas mãos sangue escorria por entre os dedos pingando na língua de uma pequena criatura vermelha que lembrava muito as criaturas das trevas massivamente descrita por seus colegas druidas e magos.
Anexo 5729
A criatura se deliciava a cada nova gota de sangue que pousava sobre sua língua forquilhada e quando finalmente parecia saciado fez um gesto para que o seguisse, enxugando o sangue que escorria de sua boca, em outra direção de uma labirinto infinito.
As paredes eram opacas e aterrorizavam por sua imensidão, o caminho percorrido logo os encaminhou a segunda parada, um jardim de flores mortas. Seu guia demoníaco prontamente desapareceu em uma névoa de enxofre seguido por uma tenebrosa gargalhada. O jardim só tinha uma coisa bela, um espelho de águas cristalinas que refletia o que parecia ser a realidade em flashs rápidos e subsequentes. Lideranças políticas sendo presas por traição, corrupção permeada em todos os níveis da sociedade e um banho de sangue nas ruas das grandes cidade ilustravam a satisfação da pequena criatura vermelha que acabara de desaparecer. O druida passou alguns instantes a observar os flashs até finalmente cobrir os olhos, não era possível dizer quanto tempo ele passou nessa posição mas voltou a si apenas depois de ouvir uma voz tão sombria quanto aquele lugar.
- Maldito Oriuny, pupilo de Ireas Keras. Te odeio com todas as minhas forças. Sua alma e a de seu mestre serão minha!
Na escuridão infinita, de onde vinha a voz, era possível ver dois olhos ardendo em chamas e a ponta de uma lâmina curvada iluminada por esses mesmos olhos.
Anexo 5730
- Você assinou sua sentença de morte ao se juntar ao Vento do Norte. Eu espero por séculos a oportunidade de me alimentar de seu espírito e você me fará chegar até ele, finalmente!
- Você já deve ter percebido que não sairá desse lugar, correto? - Afirma a criatura certo de que o druida já havia percebido que meses haviam se passado desde que entrou naqueles corredores escuros.
- Se quer me matar porque não o faz agora, criatura imunda. - Interprela Oriuny.
- Não posso, infelizmente. <Aponta para o amuleto no pescoço do druida.> - Eu já tentei, acredite!
<A voz continua, em tom levemente frustrada.>
- Nesse caso, tenho um contrato para você. <sorri prepotente> Ou você agoniza nessa escuridão infinita, vendo sua realidade passar diante de seus olhos por toda a eternidade enquanto encontro outro jeito de pegar Ireas. <Nesse momento o reflexo revela seu mestre entristecido conversando com um sujeito desconhecido.>
- Fiquei sabendo que ele está se afeiçoando a um novo pupilo, talvez ele seja mais colaborativo que você?! <O reflexo de Kaditta e Ireas conversando, subsequente à de um meio-elfo de cabelos ruivos, são reproduzidos na lâmina d’água.>
- Bom, sua outra opção é livrar-se de seu amuleto e voltar a sua realidade. Acredite, posso esperar mais algumas horas, talvez dias se você for bastante persistente, para reencontra-lo em outro sonho e através de seu espírito e conexões afetivas com Ireas <fala em tom de deboche> finalmente por as mão no espírito do Vento do Norte e todo seu poder!
- Basta arremessar esse maldito amuleto contra mim e voltar a sua realidade. Faça sua escolha!
Oriuny, no entanto, dá de ombros a proposta da criatura das trevas. “É apenas um pesadelo!” <e cobre novamente os olhos.>
- Garoto, me poupe de seu showzinho. - Interrompe a criatura. - Você ainda não percebeu que cada vez que faz isso, passam-se meses em sua realidade?
O druida olha para o espelho de água e vê as imagens desacelerando, confirmando a afirmação da criatura.
Oriuny tinha uma decisão difícil a tomar, porém não podia trocar sua vida pela de um jovem, muito menos perder a oportunidade de alertar Ireas sobre os planos daquela abominável criatura.
- Maldito! <arremessa o amuleto>
Em um piscar de olhos o jovem druida encontrava-se próximo as divisas de Ghostland com uma aparência aterradora. Em sua face, barba cerrada, olhos profundos e cor pálida. A sede e a fome o consumia ainda mais.
- Preciso encontrar Ireas! <lenvanta-se lentamente e com dificuldade vai em direção a Carlin, em direção a casa de seu mestre.
Foi MARAVILHOSO te rever, meu amigo! Forte abraço e vamos que vamos!

