Bom ainda estou no capítulo 5, mas até agora não me decepcionei, a leitura é atraente e gostosa :megusta:
A ação na história rola solta *--*, você escreve bem, continue assim, essa história ainda vai render uns 5 livros rsrs'
Versão Imprimível
Bom ainda estou no capítulo 5, mas até agora não me decepcionei, a leitura é atraente e gostosa :megusta:
A ação na história rola solta *--*, você escreve bem, continue assim, essa história ainda vai render uns 5 livros rsrs'
Feriado aqui na minha cidade amanhã (hj), aproveito para dar uma lidas nos caps e noto que você está usando minhas fontes :rageface:
A foda-se, não tenho direitos autorais sobre elas, e adoro esse Times New Romam lvl 3 :biggrin: agora vai se ficar melhor ainda de se ler.
E um semi-demônio que se chamar Rayder, legal né, você fez de propósito! :rageguy: , agora vai virar moda demi-demons nas histórias, o Nedless tinha colocado um na dele também. :D
E estou gostando da história, e já saquei mais coisas mais essas eu não falarei pois eu não tenho certeza, ao contrário da treta do Pumin lá que tava na cara (pra quem notasse esses detalhes, claro).
E nóis mano, até +
Fala Galera!
Hoje consegui tempo pra postar o cap 17!
Respostas:
@Roda Neox
Valeu velho! Ta beem atrasado viu :D
Mas vai que vc chega nas melhores partes! :y:
Obrigado pelo comentario, continue acompanhando e comentando!
@Ramon PC
Onde é que vc mora mesmo? Porque eu tive foi prova hoje, não tive descanso...:hmm:
Bom que vc gostou! Mas infelismente você não tem muitos direitos sobre suas ideias "infernais" sendo que vc ta pegando leve, precisa botar mais ação maluko... E que moda de demi-demonio nada, só eu você e o nedless que ta usando, ai já chega aqui falando merda...:fckthat:
E quanto ao Rayder, sim, foi pra provocar mesmo! :awwyea: :awwyea: :awwyea:
Mas o pessoal que escolheu não você, você ficou lá na preguiça suprema indecisão, então posso fazer nada né, nome também é pra todo mundo :biggrin:
Bom pessoal, esse é o cap 17, saiu beem mais longo, mas temos um anexo no final terminando esse cap... :assovia:
Hoje, depois de muitos capitulos teremos noticias de Tibia e também saberemos no que deu a viagem para Veneraten...
Boa leitura. :smile:
No capitulo anterior:
Watson derrota seu irmão e retorna para o Sensaton World se livrando de Raymond. Urgith dá uma missão para Taffariel para impedir George de avançar em sua missão.
Capitulo 17 - Partida a Veneraten.
Tíbia.
A academia de Edron estava muito movimentada. Desde o incidente em Yalahar onde varias pessoas morreram, quase Tíbia inteiro comenta e discute sobre isso.
Na torre do centro da academia de Edron, estava os membros do alto escalão, junto de alguns homens experientes, e também algumas pessoas importantes. Lá também estava o governador de Edron, que estava nervoso com a situação. Philip também estava lá, mas seu parceiro paladin estava em Thais, contando suas aventuras, como ele costumava fazer.
O governador de Edron se levantou de sua cadeira assim que todos na sala estavam reunidos, e começou:
[Gov. Daniel] – Muito bem, gostaria de saber se vocês têm alguma idéia do que aconteceu em Yalahar, pois aquilo não é normal.
Philip pensou em falar, mas esperou um pouco. O resto da sala permaneceu em silencio.
[Gov. Daniel] – É isso, ninguém vai falar?
Philip já estava prevendo que algo ruim ia acontecer ali na sala, então se levantou. O governador olhou atentamente para o homem, que estava decidido a falar.
[Gov. Daniel] – Pois bem, o que quer falar?
[Philip] – Eu estava lá o tempo inteiro.
Todos que olhavam para Philip arregalaram os olhos, enquanto os outros que não olhavam viraram muito surpresos para ele.
[Elth] – E não falou nada? – disse o homem que estava do lado de Philip, se chamava Elth, era o comandante da pequena vila que fica fora de Edron.
[Philip] – Pois tive a impressão que não iam acreditar em mim.
[Gov. Daniel] – Depois desse fato em Yalahar, agora acreditam em qualquer coisa! Então fale de uma vez! – disse socando a grande mesa de mármore.
[Philip] – Eu estava junto do grande aventureiro George, e seu irmão Jack, e seu negociador Watson! Os cientistas de Yalahar estavam tentando copiar um trabalho de Ferumbras, o portal para o além!
Todos na sala começavam a falar uns para os outros, assustados e surpresos.
[Gov. Daniel] – Você não está falando serio, isso já faz 250 anos!
[Philip] – E o que que tem? Estou falando a verdade, oras! Não é isso que você queria?
[Gov. Daniel] – O que eu acho é que você está falando um monte de merda que sai dessa sua cabeça.
[Philip] – Se não acredita em mim, tudo bem. Mas agora temos que tirar George e os outros de lá!
[Homem] – Impossível cara! – disse uma voz um pouco grossa, era o guarda de vendas, James.
[Sion] – Pois eu acho possível sim. – disse Sion Korean, um paladino Royal muito poderoso, guarda da caverna de heróis, a origem do mal.
[Gov. Daniel] – Então me diga, pois já estou é muito nervoso para aturar vocês. – disse se sentando em sua confortável cadeira.
[Sion] – Se foi Ferumbras que fez o portal, ele pode fazer outro.
Todos da sala se levantaram e começavam a falar coisas como: “Esse cara é louco!” “Impossível, não podemos convencer o maldito do Ferumbras!” “Alguém dá um corretivo nele senão dou eu!”
O governador socou a mesa novamente, indicando para pararem de falar.
[Gov. Daniel] – Merda, calem essas suas bocas, quero ouvir o maldito do paladino!
[Philip] – Espera, eu concordo, Ferumbras pode criar outro!
[Elth] – Beleza, mas como você acha que podemos convencer Ferumbras?
[Sion] – Simples. Damos tudo o que ele quiser. O que tiver ao nosso alcance. É um risco que temos que correr.
Algumas pessoas continuavam falando umas pras outras sobre aquilo. Que era uma completa maluquice.
[Philip] – Eu também concordo, mas se ele não quiser ajudar...
[Gov. Daniel] – Tanto faz, temos que resgatar aqueles dois!
Então, a partir da palavra do governador todos concordaram. Então eles iriam correr o risco de ter Ferumbras de volta a sociedade.
*
O navio Jachess, agora partia mais rapidamente pelas águas do Sensaton World. Watson estava de volta, mas ainda tinha gente no navio que cochichava umas pras outras sobre ele.
George observava as terras que ainda eram visíveis, via algumas florestas, alguns animais, alguns que ele nunca tinha visto, aventureiros vistos como se fossem anões, e até que o Jachess chegou num ponto um pouco sombrio do continente: o sul. Havia o acampamento onde aqueles assassinos estavam, mas George não via nenhum. Via apenas alguns homens que seriam fugitivos, e quando viram a silhueta do Jachess pelos nevoeiros baixos, correram para as casas que havia no acampamento.
[Jack] – Tava me perguntando, porque o pessoal dessas cidades não pegam aqueles fugitivos?
[George] – Bom Jack, deve ser que nem o caso do Outlaw Camp, não pegam porque são muitos.
[Jack] – Mas aquele acampamento é um pouco maior que o tamanho de Northport!
[George] – Eu sei, mas aqueles assassinos devem viver lá. Não sei como, mas devem estar lá.
[Jack] – E porque tem tanta certeza?
[George] – Sei lá, só tenho.
A viagem continuou sem papo, ainda precisavam chegar em Veneraten naquele dia, mas eles confiavam na velocidade do Jachess.
Algumas horas depois, estava entardecendo, quando o Jachess já estava no leste do continente. Ou aquele continente era pequeno, ou o navio era mesmo muito rápido. Mas George continuava pensativo, há pouco tempo viram um lugar com muito nevoeiro. Ainda havia nevoeiro ali, mas uma coisa chamou a atenção de George naquele nevoeiro. Ele viu a silhueta do que seria um Archdemon, naquele nevoeiro, mas estava um pouco longe. Depois aquela sombra mudava de tamanho para um tamanho humano, até que sumiu no nevoeiro.
George ficou com um pouco de medo e com bastante preocupação, mas achando que era da sua cabeça, voltou para o canto onde estavam seus amigos, esperando chegar logo na cidade do pântano.
[Watson] – Que cara é essa, George?
[George] – Nada não. – disse se acomodando no chão.
[Watson] – Logo chegaremos em Veneraten, nos disseram que esse é o navio mais rápido desse mundo!
[George] – Ai é que ta o problema cara, isso é um navio! Navios demoram mais para se locomover do que barcos!
[Watson] – Ah, tanto faz.
[Jack] – Até que ele tem razão.
[Pedrosky] – Vocês viu, parecem crianças. Obvio que existem diferenças aqui e em seu mundo! Os navios daqui tem muito mais velocidade por ter mais coisas lá embaixo que ajudam ele a se locomover!
[George] – Hum... Agora entendo.
Assim seguia a viagem, continuaram calados e observando o céu, que ia escurecendo, até que foram para o outro lado do navio, e se sentaram, e observavam o enorme sol de Sensaton World sumir no horizonte.
Horas depois, já era noite, o navio continuava navegando, estava perto de Veneraten, segundo o barqueiro. Quando George já estava perdendo as esperanças, um som poderoso vindo da cabine do navio, lá do alto, fazia que os outros despertassem. Era o barqueiro Ethemo, com sua Kiarra.
[Ethemo] – ESTAMOS CHEGANDO PEERTO DE VENERATEN! SE PREPAREM PARA DESEMBARCAR! – disse gritando lá do alto.
Os outros já estavam pegando suas coisas do chão, guardando outras, era assim o movimento dos barcos em Tibia. George e os outros faziam a mesma coisa. Pegavam suas mochilas e sacolas e se levantaram. Foram até onde era o local para desembarcar, havia ali uma portinhola bem trancada. George sentia um cheiro forte e ruim, era o cheiro do pântano. Mas ele já havia vivido bastante tempo em Venore, estava acostumado. Com as tochas que havia no barco, dava pra ver algumas coisas. Então, o barqueiro pegou sua Kiarra e a tocou outra vez. Dessa vez, George e os outros não entenderam. Apenas Pedrosky.
[Watson] – Pedrosky, porque ele ta tocando outra vez aquela coisa? – disse tentando tapar os ouvidos.
[Pedrosky] – É um aviso para o porto de Veneraten que o Jachess está chegando. – disse animado.
[George] – Interessante.
Mas Jack tinha uma má impressão. Olhou para o barqueiro, e viu que ele fazia uma cara estranha e olhava para os lados, até que ele desceu de lá de cima da cabine, e foi para o centro do navio.
[Ethemo] – Se afastem para não ficarem surdos! – disse colocando o bocal da Kiarra em sua boca.
De imediato, todos se afastaram e Ethemo começou a tocar a Kiarra, agora por mais tempo. Passou alguns segundos e nenhuma resposta. Ele se aproximou perto da estatua do navio, e ia tocar mais uma vez, quando viu que o local estava muito escuro, sem luzes, apenas algumas tochas acesas, a maioria estavam fracas. Todos se aproximaram de Ethemo, até que George perguntou:
[George] - O que aconteceu?
[Ethemo] – Veja, lá era pra ser Veneraten, mas agora só tem pouca iluminação... – disse apontando para algumas tochas acesas ali.
Alguns minutos depois, o Jachess chegou ao porto de Veneraten, que estava completamente vazio a visão das pessoas do navio. Estava tudo escuro, e poucas tochas mostravam alguns vultos. Dava muito medo. O porto lembrava o de Venore, mas ele não possuía uma torre. Ia direto para a cidade, erguida acima de um pântano. Foi quando eles ouviram alguns sons, e Watson se aproximou da saída do navio.
[Watson] – Vou tentar dar um jeito. Utevo vis lux!
Uma grande luz foi produzida por Watson, fazendo boa parte do caminho se iluminar como dia. Quando olharam um pouco mais para frente, viram varias criaturas verdes, eram nada mais nada menos que...Orcs.
Anexo: A invasão verde.
Spoiler: Invasão Verde
Proximo capitulo: Capitulo 18, A batalha do selo vermelho pt. I
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Se eu errei no spoiler não sei, mas não vou corrigir, então me corrigam e me ajudem...:fckthat:
Bom, saiu bem grande mesmo. Tive muita empolgação, mas esse cap é pequeno comparado ao proximo, que terá 4 partes, segundo minhas deduções! :hmm:
Bom, depois de amanhã eu posto aqui, ou talvez amanhã mesmo.
Abraços.
Ae!
Gostei muito dessa capítulo!
Governador Daniel é chapa quente! :D
Curioso que ultimamente no Tibia eu só tenho jogado em Edron! :D
Aquela cave de Earth Elemental é quase minha! :P
Enfim, eu curto muito esses capítulos onde ocorrem coisas em lugares diferentes ao mesmo tempo...
[Demônio] – GEORGE! ENFIM VEIO ATÉ AQUI! MUAHAHAHAHAA! [/SPOILER]
spoiler? '-'
O resto da sala permaneceu em silencio.
falta virgulas e acentos, fora isso ta mt boa a historia.
Eai galera!
To trazendo aqui pra vocês um capitulo muito interessante!
Mas antes as respostas:
@Danboy
Valeu cara! É sempre bom ter seus comentarios aqui!
Você joga em Aldora? Poxa, acho que vc tem varios personagensmas queria que você jogasse em Astera pois aquele mundo ta bem esquecido viu :assovia:
Continue acompanhando e comentando!
@Death Killer
Isso foi fail de spoiler, vou corrigir já :fckthat:
E se eu colocar mais virgulas e acentos a historia fica estranha! Ela tem seu proprio estilo, portanto, vai ficar assim! :D
Continue acompanhando e comentando!
Bom, esse é o capitulo mais longo que já devo ter feito. Terá umas 4 partes, um pouco longas, mas não se preocupem pois são ótimas! :y:
E os agradecimentos: Death Killer, Roda Neox, Retsun, Danboy e Ramon PC! Maldito Ramon PC, eu te vi ontem aqui no topico vc nem comentou seu seu seu...:rageface:
Hoje, veremos a determinação de Watson com seus novos poderes!
Boa leitura pra vcs :smile:
No capitulo anterior:
Uma discussão no mundo de Tibia, em Edron, decide que Ferumbras deve criar o portal para salvar George e os outros. Enquanto isso, eles chegam a Veneraten, e encontram a cidade invadida por Orcs. Após algumas batalhas um espirito surge para alertar os herois para não matar os orcs, senão uma maldição se espalhará, e a tal maldição faz com que um demonio poderoso surja das profundezas.
Capitulo 18 - A batalha do selo vermelho pt. I
George olhava o espírito gigante. Nunca tinha visto tal coisa em sua vida. Depois de muito rir, o espírito voltou à atenção para o grupo, e começou a falar:
[Demônio] – POIS BEM, QUERIA ME APRESENTAR ANTES DE VOCÊS MORREREM... SOU BLOODHERG... O SIMBOLO DA MALDIÇÃO DOS RUTHLESS SEVEN!
[George] – Como é? Um símbolo Ruthless? – disse gritando para o demônio.
[Watson] – Duvido muito!
O espírito, quando ouviu Watson virou para ele, e deixou George de lado. Estava focado no poder demoníaco que o mago possuía.
[Bloodherg] – POIS BEM, VOCÊ VAI SER O PRIMEIRO A MORRER! – disse preparando uma bola de fogo enorme em sua mão direita.
Logo o demônio a lançou na direção de Watson. Quando eles iam fugir, Watson reacende suas chamas roxas, e faz uma posição defensiva com os braços. A bola de fogo se choca contra o mago, fazendo uma poderosa explosão.
Logo depois Watson reaparece da explosão, estava normal. Então, ele carrega também uma poderosa bola de fogo, muito grande, e a lança na direção do demônio, chocando fortemente contra a barriga do mesmo. Quase o demônio cai dali, mas consegue manter seu equilíbrio. Bloodherg, irritado, pula donde ele estava indo para o céu, e por incrível que pareça ele já estava até pequeno no céu. Então o demônio começa a lançar varias bombas de fogo na direção do grupo, e vendo aquilo, Watson vira para seus amigos e grita:
[Watson] – Saiam daqui! Cuidarei dele! Vão atrás do selo!
[George] – Eu fico com ele, vocês vão!
[Watson] – Chega George! Já tenho muito poder, não vou precisar de sua ajuda agora! Agora vão!
[Jack] – Vamos George! – disse pegando o braço de George e o puxando.
[George] – Boa sorte. – disse se soltando de Jack, e o acompanhando até uma saída. Watson ficava lá, vendo o demônio gigantesco descendo junto de suas bolas. Então, ele ergueu sua mão para o alto e fez uma pequena explosão que fez um escudo roxo muito poderoso, que se espalha e vai até o chão, o protegendo de todos os lados, até de baixo. Logo ele sentiu um impacto poderoso do lado de cima do escudo flamejante. Quando viu, era um humano, mas com feições diferentes. Tinha uma aparência demoníaca, e mantinha sua cabeça do lado direito, como se ele tivesse quebrado o pescoço. Cabelos vermelhos, mãos flamejantes, de dar medo.
O demônio socava o escudo fortemente, fazendo muitas explosões e dando muitos socos. Watson fez um Ahead, uma nova magia novamente, fazendo uma explosão de fumaça do lado de fora que fez Bloodherg cair de cima do escudo flamejante.
O mago desativou o escudo, e ficou olhando para Bloodherg, que se levantou rapidamente.
[Bloodherg] – Então, me parece que o magozinho aqui não é nada fraco não...
[Watson] – Não mesmo! Inferno Cruzado!
Watson levantou suas mãos, fez uma cruz que logo se tornou vermelha e flamejante, e aumentando de tamanho, até que o mago a lançou contra Bloodherg, que não conseguiu se safar do rápido ataque, sendo lançado a uma casa. Watson correu a direção do demônio, pegando mais uma bola de fogo roxa e a lançando contra Bloodherg. O demônio não fez nenhuma reação, apenas abriu seus olhos novamente, e foi atingido pela bola que fez uma forte explosão. O demônio permaneceu no chão.
[Watson] – Ué... Ele só t...
O mago não teve nem tempo de terminar sua frase quando uma explosão poderosa atinge suas costas o lançando até a casa que estava a sua frente, batendo fortemente com a parede. Bloodherg tinha criado um clone de si.
[Bloodherg] – Seu otário! Acha que sou tão fraco assim?
Bloodherg, ainda como humano, fazia suas mãos crescerem do tamanho de um archdemon. Então, Bloodherg correu em direção de Watson, e tentou um soco, o mago desviou. O demônio tentou mais um golpe, mas Watson o defendeu com suas próprias mãos. Então, com o poder do fogo, Watson fez com que parte do seu fogo fosse para Bloodherg, o queimando e fazendo ele urrar de dor. O demônio, com sua outra mão tentou mais um soco que fez Watson soltar as mãos do demônio, e depois o demônio deu mais um soco com a mesma mão, fazendo o mago ser lançado para longe. Caindo na rua, Watson se endireitou e foi para o chão sem dificuldades.
Watson foi para a direção do demônio, que atirava bolas de fogo explosivas contra ele. O mago parou, e socou para frente, e gritou:
[Watson] – Crystalline!
A magia fez o mesmo escudo poderoso de cristal de sua mão, que refletia as bolas de fogo com mais poder contra o demônio. Mas mesmo que ele seja um demônio, sentia o fogo poderoso lhe atingir, fazendo ele cair no chão e receber varias explosões. Bloodherb se levantava com fúria, e avançava na direção de Watson. De repente, o mago olhou para frente, e o demônio não estava mais ali.
Ele ouvia um vento sombrio por trás, sentia uma péssima impressão. Então, puxou seu escudo de cristal para trás, e o demônio já ia atacar com seu braço flamejante. Ainda assim o monstro tenta socar o escudo, mas a magia revida com estacas de cristal perfurando seu braço. O demônio se afasta e corre para trás, logo da um pulo, voltando para trás, e no ar atirando bolas de fogo. Watson usa um pouco de sua energia para criar uma defesa contra o fogo. Bloodherg chega ao chão, e logo avança para Watson com rapidez, o mago joga seu escudo mágico para frente novamente, fazendo o monstro acabar socando o escudo e ser atingido por mais estacas de cristal.
[Watson] – Fugestal!
A nova magia de Watson transforma seu braço com o escudo em cristal muito afiado, o escudo mágico vira um escudo azul comum e cai no chão, e Watson avança para o monstro, carregando chamas no braço de cristal e atirando contra o demônio. As bolas explodem fortemente, e Watson aproveita e dá um salto para cima, e retorna rapidamente para o chão, na frente do demônio, e perfura o chão com seu braço de cristal. Em poucos segundos surge varias estacas de cristal do chão perfurando Bloodherg. O mago se afasta, e o monstro concentra suas energias e grita cada vez mais, e cria uma explosão transformando os cristais em pó. Bloodherg cria uma nova explosão, dessa vez ela sobe para cima em uma forma pontuda. Quando o demônio a cria, ela se espalha e vai atrás de Watson, que dá um salto para cima, e retorna para o chão na frente do demônio, com rapidez.
[Watson] – Tua diversão acaba hoje.
Watson aumenta suas chamas enquanto Bloodherg ia socá-lo, e então o mago faz pressão para que as chamas retornem para o chão, criando uma explosão roxa poderosíssima.
Após a explosão, Bloodherg estava no chão, e aos poucos ele se levantava, e com uma cara de fúria gritava para Watson.
[Bloodherg] – Se é assim, acha que vai me derrotar desse jeito? – disse gritando para o alto. Logo ele é coberto por chamas, e muito rapidamente ele se transforma no demônio gigante que ele era. Watson estava com pouca energia para fazer outra explosão, então apenas socou para o ar, e gritou:
[Watson] – Crystalline!
O escudo fica direcionado para a direção da cabeça do demônio, que estava muito alta. O escudo criava alguns raios roxos contra o demônio, o atingindo em seu rosto. Bloodherg se preparava para revidar.
[Bloodherg] – CHEGA! SEUS TRUQUES IDIOTAS NÃO ME DERROTARÁ!
Bloodherg fecha sua mão direita e rapidamente tenta dar um soco em Watson, que estava para o demônio, pequeno como um filhote de gato. Watson aumenta o tamanho do escudo, mas não adiantou, quando o soco de Bloodherg acerta o escudo, o mago não consegue agüentar e acaba caindo fortemente no chão, sendo esmagado.
O tornozelo de Watson quebra, e a força do soco faz o chão abaixo dele se quebrar, fazendo o mago cair para o chão que ficava perto do pântano que cercava Veneraten por baixo. O escudo de Watson some, suas chamas também, e o demônio ia socar novamente o mago quando George aparece com seu corpo rodeado de energia azul. A força de George era tanta que ele conseguiu puxar o braço do demônio para onde tinha chão para George, que gritava:
[George] – Desgraçado, vai pagar por ter feito isso!
[Bloodherg] – E o que você vai fazer, inseto?
[George] – Isso.
George concentrava suas forças e suplicava palavras muito estranhas, e sua força aumentava, fazendo a energia se espalhar para o resto do corpo do demônio, o eletrocutando. A força da energia fica muito maior, e George aproveita, grita fortemente fazendo suas forças irem rapidamente para todos os locais do corpo do monstro, que urrava de dor.
George finalizou fazendo muita força e criando uma espada elétrica com seu braço direito, e com um pouco de dificuldade corta fora a mão do monstro, que ele segurava, e George a lançou para cima e a chutou em direção ao demônio, acertando seu rosto demoníaco. Quando a energia parou de agir, o demônio estava praticamente morto. Então o demônio caia, e seu tamanho diminuía para o tamanho humano, fazendo ele cair em queda livre no chão. Ele caiu acima de uma casa, morto.
Lá embaixo onde estava Watson, Jack e Pedrosky estavam lá para ajudar. George também pulou para baixo, pousando sem dificuldades, e correndo para Watson.
[George] – Watson? Acorda!
Watson não reagia, e George não sentia seus batimentos, nem sentia sua respiração.
[George] – WATSON!!
Proximo Capitulo: Capitulo 18, A batalha do selo perdido pt. II, Taffariel.
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Emocionante! O proximo vai ser mais ainda!
Abraços.
DPS LEIO E FALO O Q ACHEI
Cara que capítulo massa, poxa essa parte da espada elétrica me fez lembrar um desenho que via quando criança (pensa no tempo que faz!) bom era ótimo ele e gostava, o final deixou um suspense legal, será que ele tem poderes que possa reverter? muito massa, continue pois estou acompanhando (quando posso claro).:y:
Eai galera!
Achei tempo para terminar essa maldita parte 2...:fckthat:
Respostas:
@Death Killer
Flood em cara... Pare com isso.:nah:
@Sombra de Izan
Valeu velho!
Não sei qual é esse desenho mas já devo ouvir falar, porém já esqueci tudo :fckthat:
Bom, se tem poderes, confira já nesse novo capitulo! :y:
Espero que continue acompanhando e comentando!
Bom gente, aqui está a parte 2, talvez faço a parte 3 amanhã.
Hoje descobriremos se Watson pode sobreviver após aquele porrada combate, e George também terá a sua "batalha"...
Boa leitura :smile:
No capitulo anterior:
Ogros invadem Veneraten, e um espirito demoniaco chamado de Bloodherg batalha com Watson. Watson é derrotado, e George elimina o demonio.
Capitulo 18 – A batalha do selo vermelho pt. II
Watson continuava sem ação. Seus amigos não eram druidas. George teve que pensar rápido. Até que um pensamento veio em sua cabeça, parecia alguém tentando conversar com ele.
[Voz] – George, eu estava prevendo isto. Eu tinha desenvolvido o poder da cura antes de te passar o poder. Mas como você ganhou, saberá disto mais tarde...
George fechava os olhos, enquanto parecia quase chorar, e se concentrava em seus pensamentos para tentar conversar com aquela voz.
[George] – Quem é você?
[Banor] – Sou seu guia, seu poder, sua essência. Sou Banor. Achei que agora precisava conhecer minha voz.
[George] – Essência? Você não é meu pai!
[Banor] – Será, George? Será que não sou? Você descobrirá isso mais tarde, mas agora, ponha sua mão no que seria o centro de Watson. A região de seu coração. Concentre-se, e seu poder será capaz de curá-lo. Faça isso agora George, senão será tarde...
George abriu os seus olhos novamente com um olhar triste, e colocou sua mão no peito de Watson, e se concentrou. Seu poder se espalhava por Watson, que irradiava um brilho azul. Por alguns segundos permaneceu-se a mesma situação, mas logo depois George soltou sua mão de Watson e depois suspirou forte. Olhava para o mago, que acordava depois de uma batalha daquelas.
[Watson] – Urgh... O que aconteceu?
[Jack] – Watson! – disse abraçando seu amigo.
[George] – Incrível... Eu o curei...
[Banor] – Sim, George. Agora vá atrás do selo, rápido... Sinto uma força maligna correr por ai... – disse dentro da cabeça de George. Logo depois a voz desapareceu, e George apagou suas energias, voltando ao estado normal.
[Watson] – Obrigado George! – disse se sentando. – me sinto bem melhor agora!
[George] – De nada, amigo...
Logo George se levantava, e tentava levantar seu amigo. Os outros também tentaram. Logo Watson estava de pé andando com um pouco de dificuldade, apoiado em George.
Eles andavam um pouco lentamente até uma crosta aberta na rua, acima deles. Eles andavam sem muita pressa para que Watson andasse com calma e recuperasse suas energias.
Chegando perto dali, eles ouviram um grito lá de cima, parecia ser de uma mulher. Vendo que alguém estava com problemas, começavam a correr rapidamente. Watson corria com um pouco de dificuldade.
Para subir, utilizaram um Exani Hur Up, levitando até a rua erguida acima do pântano. Chegando lá, viram o corpo de Bloodherg, e uma mulher chorando, e o abraçando. A mulher tinha o que seria uma roupa parecida de uma Wizard, seus cabelos não eram arrepiados como as Wizards comuns, seus cabelos possuíam uma cor rosa, partes de sua roupa possuía a cor rosa choque, e do meio para baixo de seu vestido, era branco. Ela se lamentava da morte do demônio. Os heróis estranharam o que estava acontecendo à frente deles.
George se aproximou um pouco mais à frente da mulher, e começou a falar:
[George] – Moça, tudo bem com você?
A mulher parou de chorar, e parecia abrir um sorriso. Enxugou suas lagrimas, e se levantou, olhando para George.
[Mulher] – Finalmente o encontrei... Pensei que aquele mago maldito foi que matou meu precioso...
[Watson] – Como é? – disse se soltando de Jack e se aproximando um pouco de George para ouvir melhor a mulher.
[Mulher] – Exatamente. Mas meu objetivo não é com você, mas sim com George...
[George] – O que você quer comigo?
[Mulher] – Gostaria que viesse comigo...
[George] – Para onde? Eu nem a conheço!
[Mulher] – Então terei que usar um truque sujo... – disse abrindo um grande sorriso maléfico.
[Mulher] – George, eu me lembro muito bem do dia em que a sua fúria com os ogros começou...
[George] – O que você está falando? – disse fechando suas mãos.
[Mulher] – Você queria levar aquela que seria a sua... “Vida” para Ab’dendriel para ela conhecer aquela elfa que a daria poderes... Até que a cidade foi invadida, e aqueles ogros a mataram na sua frente...
George fechava fortemente seus punhos, seus poderes irradiavam, sua energia tornava-se maior, quando ele se lembrava daquilo. E percebia que aquela mulher queria provocá-lo. Isso que o deixava mais furioso.
[Mulher] – Ah, que coisa não? Ficar sozinho e se embebedando em Thais... Que triste em George?
A energia do guerreiro crescia muito, e mudava para a cor roxa. Ela ficava muito grande, se expandindo. Seus amigos pularam para o outro lado da crosta, quando a energia já chegava perto deles. George ficava mais nervoso, e andava para a direção da mulher com péssimas intenções.
[Mulher] – Deixa-me ver... Qual era o nome? Ah, Mary!
[George] – CHEGA, PARE AGORA!
[Mulher] – Deixa-me ver... Não! Ou peça para a Mary! Mary Mary Mary... Onde você es... – A mulher foi interrompida por um golpe de George, que deu um soco no ar criando um grande impacto e lançando a mulher para longe. Ela não chegou a cair no chão, apenas se endireitou para não cair.
Logo lá de longe gritava o nome que provocará George. A mulher se transformava, ela virava aos poucos uma Fury, mas com as mesmas aparências. Nas cores rosas de seu vestido apareciam os mesmos símbolos negros de maldição, seus cabelos ficavam maiores e arrepiavam numa forma de Fury. Era Taffariel.
[Jack] – Espera George, ela só quer te provocar!
George não ouviu seu irmão e numa velocidade incrível, corria em direção de Taffariel. A mulher estava rindo, e observando o guerreiro revoltado vir a sua direção. Ela apenas deu um rápido soco a sua frente que ao mesmo tempo vinha George, e o guerreiro bateu fortemente a cara no chão.
[Taffariel] – HAHAHAHAA! Não gosta de ouvir a Mary? – Disse enquanto a voz dela mudava para a voz de Mary, a amada de George. – Porque está assim, George?
[George] – Mary...
[Taffariel] – Acalme-se, vamos conversar, querido...
[George] – NÃO! – disse rapidamente se levantando e socando o rosto de Taffariel, que era lançada para o céu. O guerreiro pulava para cima, e cara a cara com Taffariel no céu, deu um soco em seu rosto demoníaco, a lançando para o chão de novo, quebrando o chão da rua de Veneraten, e caindo no chão. No mesmo instante que a mulher-demonio caiu no chão, George estava lá, usando sua força psíquica de Banor para a lançar na parede de uma casa. Taffariel estava presa na parede da casa de tão forte que foi o impacto, e era um alvo fácil para qualquer golpe. George apareceu na frente de Taffariel, e preparava um soco. O soco se carregava mudando para uma cor amarela junto de roxo. Ele segurava o pescoço da mulher, fortemente.
[Taffariel] – George... Como tem coragem de bater em uma mulher? – disse, ainda com a voz de Mary.
[George] – Não... Eu não...
[Taffariel] – Eu sabia que você era esquisito, nunca que eu devia ficar com você...
George abaixava sua cabeça. Ficava pensativo, ele era possuído pela voz de Taffariel.
[Banor] – George, se concentre, ela não é quem você pensa!
George se sente eletrocutado, e ao mesmo tempo acorda da tentativa de conversão de Taffariel, com mais poder do que antes. Olhava furiosamente para a mulher-demonio, enquanto sua outra mão, a que segurava o pescoço do demônio, também se carregava de energia amarela e roxa.
[Taffariel] – Você quer me ferir? Como tem coragem de...
[George] – Você não é uma mulher, É UM DEMONIO!
George soltou o pescoço de Taffariel, e começou a golpear a barriga do demônio, dando múltiplos socos com uma velocidade de menos de um segundo. Ele não parava de socar a barriga de Taffariel, que acabava morrendo aos poucos com tanta força.
A cada soco, o chão tremia, fazendo uma espécie de terremoto por quase toda a cidade de Veneraten. Os amigos de George corriam para a direção de onde seria o terremoto, enquanto George continuava socando a barriga de Taffariel sem parar.
Então a demônio teve que apelar. Com sua mente, convocava uma espécie de ventania negra atrás de George, que pegou a forma de um Nightstalker, mas ainda sem corpo. Aquela coisa apenas levantou sua mão, e passou pelas costas de George, que parou de socar a mulher-demonio no mesmo momento.
O guerreiro foi paralisado, não sentia nada do seu corpo, não conseguia nem falar. Caiu duro no chão, sem resposta. A demônio piscou um dos seus olhos para a fumaça, que parecia dizer algo de uma língua estranha. Logo a fumaça sumiu. Taffariel saiu da parede, e acabou vomitando sangue, como uma humana. No mesmo momento, os amigos de George pulavam para o local, e viram George deitado sem movimento no chão.
[Jack] – GEORGE! – disse atirando um dardo gigante da sua Crossbow na direção de Taffariel. A demônio apenas levantou sua mão para o dardo, e fechou sua mão fazendo o dardo explodir.
[Taffariel] – Aposto que vocês conseguem curar seu amigo... Eu aposto. Até mais, idiotas... – disse sumindo no chão.
Jack corria para seu irmão, se ajoelhava e tentava acordar George. Por incrível que pareça, ele já estava com seus olhos abertos. Mas ele não se movia.
[Jack] – GEORGE, REAJA! POR FAVOR,...
**
Inferno, mesmo momento.
Taffariel abria as portas da grande sala de Urgith, e andava um pouco lentamente até Urgith. Chegando perto do general, ela vomita sangue. O demônio olhava com desprezo para a pobre mulher-demonio, que se ajoelhava quase sem forças.
[Taffariel] – Tarefa comprida, sem George no nosso caminho, poderemos dominar aquele mundo...
O demônio se levantava de seu trono, com uma aparência feliz.
[Urgith] – OTIMO! Eu sabia que você conseguiria resolver esse problema para mim!
[Taffariel] – Graças ao meu gato, é claro...
Urgith parecia deixar de ficar feliz, e agora mostrava uma aparência nervosa.
[Urgith] – Usou Maldição para derrotar George? Por isso que você está desse jeito horrível?
[Taffariel] – George está muito mais poderoso do que você imagina. Mas agora ele está com um selo que irá deixá-lo sem movimento pelo resto de sua vida... – disse vomitando sangue outra vez.
[Urgith] – Ótimo... Agora o próximo trabalho ficará com Pumin. – disse se sentando novamente em seu trono. – Guardas, levem-na ao quarto dela, ela está muito fraca. Preciso dela depois, vamos mexam-se!
Os guardas do demônio levantaram Taffariel e a levaram para fora da sala de Urgith.
[Urgith] – Agora, a próxima parte ficará para os servos de Pumin... – disse rindo com sua voz maléfica e assustadora.
Proximo capitulo: Capitulo 18 - A batalha do selo vermelho pt. III, A tentativa.
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Bom pessoal, proximo capitulo só na segunda! Comentem!
Abraços.
Será que o George morreu? acredito que não, pois senão já estaria também lá no inf . . ., sou maldoso não? Bom acho que esse poder do selo vermelho pode ser minimizado por um poder de outro selo? vou aguardar para ver.