Porra, muito daora esse capitulo, essa insipiraçao deles ai fizeram a açao e a emoçao das batalhas de antes voltar, ficou bem lgl ;D
No aguardo do prox.
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Porra, muito daora esse capitulo, essa insipiraçao deles ai fizeram a açao e a emoçao das batalhas de antes voltar, ficou bem lgl ;D
No aguardo do prox.
Cara, esse capítulo foi tão bom de se ler que eu nem achei ele muito grande. Na minha cabeça ficou pequeno até. Curto bastante seu jeito de escrever.
Achei legal essa frase aqui : "Você lutava com garra, vontade, fé e coragem.", puts, nem sabia que era necessário tantos sentimentos para enfrentar ratos, hehe.
Será que foi um minotauro aí no final? Estou acompanhando (avá).
Eita que ele ta virado num matador, poxa esse capítulo deixou um suspense, será que um maluco do Arquivo X deu as caras, ou seria um professor X que apareceu, acho que só vou descobrir no próximo capítulo.
Bastante adrenalina nesse último capítulo!
Vixi.. se for um minotauro... a chapa vai ficar quente...
Elite Meth - Valeu mano, tem que lutar com tudo mesmo! =D
Ramon PC - Obrigado pelos elogios ae cara, haha, o Gallas é espartano mano, qualquer coisa tem que lutar com raiva. Será?
Sombra de Izan - Obrigado por comentar! Hehe, maluco do Arquivo X eu não sei, mas alguem muito poderoso apareceu.
Danboy - Obrigado por comentar! Vai mesmo viu.
-
Bom galera, demorei mas cheguei, saindo para vocês, o capítulo 17. =D
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Citação:
No capítulo anterior...
Arth e Gallas tiveram um confontro díficil com 5 minotauros mas venceram. Arth sugeriu a Gallas que ele lutasse como antes e os garotos mataram facilmente os Trolls. Logo depois, desceram no subterrâneo da caverna, enfrentaram um orc e seguiram em frente, tudo ia bem até Arth ser misteriosamente arremessado para longe...
Capítulo 17 - O Bar da Norma.
Gallas corre até Arth, que por sorte, não sofreu nenhum ferimento grave e estava em sã consciência, ele ajudou seu amigo a se levantar e quando virou pra trás viu um criatura enorme, com chifres grandes, argola no nariz, com um escudo de placas de ferro, clava de ferro, amuleto de bronze, ela era metade humano e metade touro. Gallas estava rangendo os dentes, tremendo, suando frio, com muito medo. Arth estava na mesma situação, ficaram mais aterrorizados ainda quando a criatura deu um passo para frente. Gallas resolveu perguntar:
- Arth, isso é o que eu estou pensando?
- Sim Gallas, é um minotauro!
- O que vamos fazer?
- Lutar, não tem como se livrar dessa batalha, se nós fugirmos lá pra cima, aparecerão outras criaturas, complicando ainda mais nossa situação! – O jovem ajeitou a espada e o escudo na sua mão.
- Entendo...
- Vamos tentar matar ele o mais rápido possível!
- Ok! – O minotauro começou a rir com sua voz grave e assustadora e falou:
- Acham que eu vou ser derrotado por um lixo como vocês? – Os garotos não conseguiram falar nada, a criatura deu uma gargalhada e continuou:
- Vou mostrar que não!
O minotauro começou a dar passos em direção aos aventureiros. Arth percebeu que ele era lento, mas a sua força era enorme. O jovem só não sabia se a criatura tinha uma boa defesa também, então ele resolveu arriscar: correu numa velocidade incrível e tentou dar um ataque no braço do humano-touro, que defende com o seu escudo de placas de ferro, em seguida, arremessou o garoto para longe de novo com sua clava, porém, o ataque foi mais efetivo do que antes. Gallas ajudou seu amigo a se levantar, que falou:
- Droga Gallas, parece que esse minotauro realmente é muito poderoso, seu ataque e defesa são ótimos, vai ser muito difícil para nós arranjar uma brecha na defesa dele.
O minotauro começou a correr numa velocidade lenta, como Arth pensou, enquanto ele estava se recuperando do ataque, foi a vez de Gallas atacar: correu em direção a criatura, que tentou lhe acertar com a clava mas o poderoso escudo de cobre do garoto absorve o dano e ele tenta decapitar o minotauro, mas o humano-touro consegue recuar e a ponta da katana faz um corte no rosto dele.
Gallas ficou feliz com seu ataque, já o minotauro não, deu uma forte clavada no garoto, o escudo de cobre absorveu novamente, mas nem tanto, percebeu-se isso porque o garoto caiu no chão. A criatura já se preparava para esmagar o jovem, mas Arth aproveita que ele estava totalmente na ofensiva e acerta o seu estomago.
O minotauro tossiu sangue, mas consegue recuperar rapidamente e não perdoa: atacou o escudo do garoto e as placas de ferro se desmontaram. A criatura deu outro ataque e dessa vez quebrou a frágil base de madeira. Ele finalizou acertando em cheio o pulmão de Arth, o jovem perde o ar e anda para trás, tentando respira, ele não agüenta e cai no chão.
Aproveitando que Arth estava praticamente derrotado, o minotauro se preparava para matar Gallas, que estava no chão, porém, algo estranho acontece: uma misteriosa lança acerta em cheio o estomago do minotauro, a criatura gritou de dor, logo depois, caiu no chão.
Gallas fica impressionado, pois achava que era seu fim. Arth também ficou, apesar de estar quase desmaiando por falta de ar. Então, saiu das sombras uma misteriosa pessoa de capuz, não dava para ver quem era. De repente, o desconhecido falou:
- Arriscando-se como sempre em, Gallas?
Gallas reconheceu aquela voz, mas não conseguia lembrar quem era, até que o misterioso tirou o capuz, era uma figura com cabelo loiro e arrepiado, até que Gallas falou alegre:
- Shion!
O garoto foi até Gallas e ajudou o a levantar, em seguida, ajudou Arth a se levantar, que agradeceu:
- Obrigado Shion, é um prazer te conhecer! – Disse estendendo a mão pro garoto.
- Que nada, o prazer é todo meu, como você se chama? – Falou apertando a mão de Arth.
- Eu me chamo Arth, nós nos metemos sem querer nessa emboscada, o minotauro me acertou sem eu ver e não tinha como fugir já que o outro lado esta manifestado de criaturas.
- Entendo...
- Então você vai virar mesmo um paladino em Shion, já está até treinando com as lanças, e por sinal, que mira em!
- Haha, obrigado Gallas, estou praticando faz um bom tempo já que você falou que eu deveria ser um paladino, desde aquele dia do besouro, comecei a treinar acertando dardos em alvos, depois eu fiquei por um bom tempo matando ovelhas e veados com meu florete para conseguir dinheiro e comprar minhas lanças.
- Bem pensando! Como descobriu que eu e Arth estávamos aqui?
- Eu passei no Monge Cipfried para saber onde você estava, ele disse que você corria perigo, algo assim, ele me deu a localização e eu vim para ver se o treinamento valeu a pena, eu segui os corpos e cheguei até aqui, nunca pensei que eu ia conseguir matar um minotauro! – Gallas falou:
- Então você vai ser um paladino né?
- Claro! E vocês?
- Eu vou ser um druida, e você Gallas? – Gallas ficou pensando um tempo depois falou:
- Eu não sei.
- Poxa, mas não tem nenhuma classe que você acha interessante? – Perguntou Shion.
- É esse o problema, todas as classes são interessantes, nunca me decido.
- E NUNCA VAI SE DECIDIR! – De repente, o minotauro surge atrás de Gallas com sua clava disposto a matar-lo, conseguiu acertar as costas do jovem, mas a armadura absorveu facilmente o dano, já que o minotauro estava muito fraco. Shion falou:
- Nunca mais me de um susto desses, infeliz! – E enfiou seu florete no coração da criatura. Gallas falou:
- Nossa, minha sorte é que você enfraqueceu demais ele, esse foi o maior susto da minha vida. Obrigado por me salvar de novo Shion!
- Não foi nada. Arth, tome esse escudo. – Ele entregou o escudo do falecido minotauro para ele e o garoto perguntou:
- Porque? Fique para você, eu já tenho um!
- Além desse escudo ser melhor, eu ataco de longe com as minhas lanças.
- Tudo bem então. – Disse o garoto jogando seu escudo no chão e pegando o do minotauro, em seguida, falou: - Porque não fica com a clava dele?
- Porque ela é muito pesada, vocês não tem uma espada sobrando ai não? – Arth pensou um pouco e falou:
- Ah, é verdade! Nós matamos um Orc e ele tinha uma sabre, ela é boa e leve, vamos lá pegar.
Os garotos foram em direção ao corpo do defunto e Shion pegou a sabre. Gallas estava muito feliz por estar com seus dois amigos de Rookgaard juntos. Percebeu que Arth e Shion estavam se dando bem. Só uma coisa o deixava intrigado: o fato de ele não escolher ainda qual vocação ele será quando sair daquela ilha. Shion perguntou:
- E ai, vamos voltar para a cidade? – Arth falou:
- Vamos, já estou um pouco cansado, hehe.
Gallas prendeu a corda numa pedra do andar de cima e subiu, em seguida, jogou ela para seus amigos. Os garotos foram até a saída da caverna sem encontrar com nenhuma criatura. Assim que subiram, uma cobra tentou picar a perna de Arth, mas o jovem se afastou se livrando do ataque e esmagou a cabeça da cobra com sua clava de ferro.
Quando Gallas olhou para o céu viu que já estava quase anoitecendo. Os três chegaram na ponte e Dallheim acenou para eles, chegando na cidade, Gallas perguntou:
- Que fome, sabem algum lugar para nós comermos? Não estou com energias para caçar agora. – Shion apontou para um bar e respondeu:
- Que tal aquele lugar ali? – Arth falou:
- Boa idéia!
- Também acho, vamos lá!
Então os três foram para o bar, lá estava bem movimentado já que era sexta-feira. O lugar era iluminado por algumas tochas na parede de pedra, o chão tinha uma textura lisa e era pintado de amarelo. Tinha um balcão de madeira com algumas pessoas sentadas ao redor dele, uma moça muito bonita com olhos azuis e cabelos ruivos de chapéu marrom atendia os clientes.
Um homem pediu para a moça:
- Traz mais uma cerveja ai Norma. - Depois de trazer a cerveja do homem, a mulher perguntou:
- O que vão querer rapazes? – Shion falou:
- Bom, eu quero um pão com ovo.
- Eu também.
- E você garoto? – Disse olhando para Gallas, que respondeu:
- O mesmo que eles.
Não demorou muito para o lanche chegar nos jovens, que já estavam sentados em volta do balcão. Os três garotos comeram aquele pão com muito gosto, já que estavam cheios de apetite.
Assim que Gallas terminou de comer, viu que Trinos estava entrando no bar, então foi cumprimentar seu conhecido.
- Olá Trinos.
- E ai cara, bebendo uma cervejinha em? haha
- Não, eu vim só comer mesmo...
- Que isso cara! – Gallas foi até o lugar que estava sentado e convidou Trinos para sentar num banco que estava do lado dele, ele aceitou e cumprimentou os amigos de Gallas, que perguntou:
- Trinos, quando você pretende atacar Kraknaknork? – Antes de responder, Trinos pediu para a dona do bar:
- Norma, me vê uma cerveja por favor.
- É pra já.
- Então, eu acho que vou invadir a Fortaleza deles depois de amanhã.
- Você vai sozinho mesmo? – Trinos sorriu e disse:
- Felizmente não mais, alguns amigos meus, tomaram coragem e vão ir comigo, são experientes até.
- Que bom!
- Pois é. Você está sem dinheiro?
- Não.
- Então porque não pega uma cervejinha?
- Sei lá, sou meio novo para beber não? Só tenho 16 anos.
- Só? Você acha que está aqui em Rookgaard porque? Cara, 16 anos é a IDADE!
- Já que insiste... – Gallas pega a garrafa de cerveja de Trinos e enche um copo, o mesmo reclama:
- Ei! – Shion aproveita e pede:
- Bota um pouco aqui também.
- Mas que droga Gallas, você acabou com a minha garrafa!
- Larga de ser muquirana, uma dessas é só 3 moedas de our
o!
- Só? Duas garrafas é 6 moedas, três é 9, quatro é 12, cinco é 15, seis é 18, sete é 21, oito já um sabre, nove é... – Gallas tampou a boca de Trinos e falou rindo:
- Cala boca, desgraçado! – Gallas, Arth e Shion caíram na risada, Trinos ficou com uma cara feia mas acabou rindo também, depois falou:
- E ai gostaram da cerveja? – Gallas e Shion responderam positivamente balançando a cabeça e perguntou olhando para Arth:
- Você não vai provar não?
- Acho melhor não.
- Tudo bem então.
O quarteto ficou um bom tempo conversando, comendo e... bebendo, menos Arth. Quanto mais o tempo passava , mais o bar ficava lotado. Gallas, Shion e Trinos estavam completamente bêbados, Arth nem um pouquinho, Trinos numa voz lenta e alterada falou:
- Ai pessoal, hoje o dia foi bom, mas eu tenho que ir, prometi ajudar meus amigos amanhã.
Todos se despediram dele até que Shion falou também:
- Bom, eu também tenho que ir, se não vou perder vaga no dormitório!
- Hã? – Gallas não entendeu porque Shion falou “perder vaga no dormitório” mas o seu amigo já tinha indo embora. Arth falou:
- Nossa Gallas, nunca pensei que nosso dia ia ser tão bom assim.
- É verdade, vamos para o templo, essas bebidas me deixaram zonzo!
Os aventureiros se despediram de Norma, saíram do bar e foram direto para o templo, Gallas estava indo em um ritmo lento e Arth tinha que o acompanhar. Chegando lá, o Monge Cipfried, com uma cara nada boa, começou a falar:
- Ficaram louco? Olhe que horas são! Se eu não fosse um monge eu estaria preocupado. Gallas, olhe seu estado, você bebeu igual Nazor!
- Nazor?
- Esquece! É um amigo meu. Devia ter seguido o exemplo de Arth. – Arth deu um sorriso irônico para Gallas, que falou:
- Eu quebro essa sua cara feia em! – O monge entrou no meio e falou:
- Parem! Ou serei obrigado a tomar providencias! – Como Gallas estava bêbado e sem noção falou sacaneando Cipfried:
- Que isso em! – O monge lançou um olhar assustador para Gallas que pediu desculpas na hora:
- Desculpa Monge Cipfried.
- Melhor assim, agora vão dormir!
Gallas deitou em sua cama, satisfeito com as aventuras que teve durante o dia. Só estava meio angustiado pelo fato de não ter se decidido ainda qual vocação irá ser. Não demorou muito para o jovem cerrar os olhos e adormecer.
Nossa que boa descrição dessa luta do minotauro, ainda bem que esses paladinos de rook sempre estão atentos para ajudar os malucos que se aventuram nas profundezas desse mundo, brincadeira, mas no fim sempre tem um dessa classe para ajudar, acho que mas para frente poderia ser útil para matar aquele orc maligno que lança magia.
Que daora, curti essa parte da norma pra dar uma descontraida, tenta introduzir isso variavelmente ;D
Sombra de Izan - Hehe, sim, os "pallys" sempre salvam das ciladas :fckthat:, não sei se terão um confronto com Kraknaknork, diferente de Trinos, que pretende salvar Rookgaard dele. Obrigado por comentar!
Elite Meth - Obrigado cara, hehe, também achei interessante, afinal, ninguém é de ferro, eles tem que descansar um cadin tbm né? :P
Bom galera prox capítulo sairá em breve, é que eu estou em semana de provas. ^^
E as férias tá chegando, ou seja, os capítulo serão lançados com mais frequência!
Abraços.
Tem que dar é um tomahawk nesse monge desgraçado quem ele acha que é? Só fica lá sentado rezando pra merda do altar dele e quando os guerreiros chega ainda tem que dar satisfação? Sem essa, ele tem que é calar a porra da boca e liberar a porcaria da igreja pros foda dormir, e se eles quiser bebe eis bebe pq rookgaard só não está em pedaços por causa deles.
muito bacana sua história :y: Adorei o personagem e o caminho dele. Bom,ainda não consegui ler tudo, mas está muito agradável e bem elaborado. Só tem uma coisa: sei que a linguagem coloquial é um bom recurso para deixar a leitura confortável,mas tome cuidado com algumas frases, como "matar eles" ou coisa do tipo... Se abusar, o texto fica meio "Mim Tarzan, você Jane".
No mais, está excelente:y:
@merchan: Dá uma lida na minha história, A Voz do Vento... Se der, hoje saem mais capítulos =D